perspectivas

Quinta-feira, 21 Fevereiro 2013

A Bélgica vai estender a eutanásia a crianças (1)

A Bélgica pretende modernizar-se e seguir o progresso a partir do exemplo da Holanda, adoptando o sentido do progresso que significa a eutanásia de menores. Porém, segundo as elites belgas, o problema da eutanásia de crianças prende-se com dois aspectos: ou definir uma idade mínima para a eutanásia da criança, ou autorizar a eutanásia de uma criança desde que esta demonstre uma “capacidade de juízo suficiente”. Em ambas as hipóteses, fica claro que a criança pode fazer a sua escolha pela eutanásia mesmo em oposição aos seus pais e/ou tutores.

Portanto, verificamos aqui uma verdade insofismável, que ninguém pode, em boa-fé, negar: o processo da legalização eutanásia, na Holanda, na Bélgica e na Suíça, começou 1/ pelo chamado “testamento vital” para doentes terminais em estado de inconsciência; 2/ depois, foi estendida a pessoas em estado de demência sem prévia autorização do eutanasiado; 3/ depois, foi estendida para as pessoas com doenças terminais mas em estado de consciência; 4/ depois foi estendida para pessoas saudáveis embora idosas, e alegadamente mediante “manifestação da sua autonomia”; 5/ depois foi estendida a pessoas saudáveis e jovens, que sofram de uma depressão psicológica ou tenham algum defeito físico que não coloque em causa a sua vida (como foi o caso dos dois jovens irmãos gémeos belgas eutanasiados por correrem o risco de ficarem ambos cegos); 6/ e finalmente, a eutanásia é agora estendida às crianças com o pressuposto de que resulta de uma “decisão consciente” da criança.

Na Holanda, o progresso e a modernidade é ainda maior: as crianças com deficiências congénitas — por exemplo, espinha bífida ou mongolismo — são eutanasiadas à nascença. A eutanásia obedece a uma confluência de vários interesses: 1/ é um negócio promissor e lucrativo; 2/ é um fenómeno político que decorre do processo actual de demitificação da ciência; 3/ é uma ética negativa, ou seja, um produto de uma mundividência característica do movimento revolucionário e do gnosticismo de todos os tempos. A esta confluência de interesses podemos chamar de “lóbi da eutanásia”.

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Quinta-feira, 14 Fevereiro 2013

A União Europeia caminha a passos largos para o eugenismo

O Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” condenou a Itália porque este país proíbe, na sua lei, a selecção de embriões para fertilização in vitro (ou procriação medicamente assistida). A esta relação entre a selecção de embriões, por um lado, e a procriação medicamente assistida, por outro lado, convencionou-se chamar de DPI (Diagnóstico Pré-Implante): trata-se de um procedimento eugenista.

O seja, o Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” sanciona positivamente a persecução de uma política eugenista na União Europeia. Abriu-se uma caixa de Pandora de consequências culturais e políticas imprevisíveis.

Quinta-feira, 7 Fevereiro 2013

Os técnicos das SS pressionam mulheres grávidas a abortar

“Há jovens grávidas carenciadas a quem os técnicos da Segurança Social estão a aconselhar a abortar, apesar de manifestarem o desejo de ter os filhos. A denúncia é feita por associações da sociedade civil, que asseguram haver casos em que é dito às mães que a consequência de prosseguirem com a gravidez será ficarem sem a criança.”

via Segurança Social pressiona grávidas carenciadas a abortar – Sociedade – Sol.

¿ De onde vem a ideologia que orienta os técnicos das SS (Segurança Social)? ¿ Quem está por detrás deste novo eugenismo?

segurança social webO que interessa fazer não é só denunciar este caso, mas também descobrir quem está por detrás da acção dos técnicos das SS.

O argumento da “pobreza da família” não cola, porque a retirada das crianças da família também traz despesa ao Estado — ou seja, não é porque os técnicos das SS retiram as crianças das famílias pobres que o Estado passa a ter menos despesa: pelo contrário.
¿ Não seria mais racional que o Estado ajudasse essas crianças no seio da família, em vez de ter a mesma despesa, retirando-as da família?

Não se trata apenas de “insensibilidade social” por parte dos técnicos das SS: em vez disso, há uma “mística” anti-família, uma ideologia. Concluímos, portanto, que se trata de uma ideologia, e não de uma acção pragmática por parte do Estado. E, por isso, a pergunta: ¿ de onde vem essa ideologia anti-família que determina a acção dos técnicos das SS (Segurança Social) ?

Alguém afirma, no artigo, que “há uma tendência para estatizar as crianças”. Temos aqui uma pista da origem da ideologia. ¿ Quem, em Portugal, defende a estatização das crianças? Seja como for, desde logo, há que fazer um saneamento dos técnicos da Segurança Social; limpar a casa; mandá-los para o desemprego, para verem o que é bom!

Adenda: parabéns ao Semanário Sol, pela coragem.

Segunda-feira, 21 Janeiro 2013

Juízes portugueses praticam crimes contra a humanidade

«Os tribunais conluiados com assistentes sociais arrogam-se o direito a um poder absoluto contra a família determinando se podem ou não ter filhos, e impondo ameaçadoramente o que têm que fazer para os evitar. Isto, tanto quanto sei, começou com o então chamado «rendimento mínimo garantido», o qual exigia que quem dele quisesse usufruir fosse obrigado ao uso contínuo da contracepção, mesmo a abortiva precoce. Esta brutalidade totalitária não incomodou os altos prelados que se desfizeram em elogios à introdução daquele sem atender a este monstruoso «detalhe».

Ontem foi noticiado por um semanário o mais clamoroso dos casos conhecidos. A coisa é medonha. Um juiz determinou a esterilização permanente de uma mãe em virtude da pobreza em que vivia com os filhos. Como ela felizmente, e ajuizadamente, não o fez e se atreveu a procriar mais, o tribunal determinou, para gáudio das assistentes sociais, que lhe fossem extorquidos sete dos dez filhos, deixando-a só com os mais velhos. A ferocidade controladora e predadora do Estado, em nome do bem-estar material, da higiene e da pontualidade escolar, ignora friamente os vínculos familiares, os laços de amor filiais, maternos, paternos e fraternos, e em vez de colaborar com a sociedade civil e com as Instituições de solidariedade para melhorar as condições de vida desta sociedade natural, anterior ao estado, entretém-se sadicamente a escaqueirá-la.»

via Famílias Portuguesas: Usurpações aterradoras.


Consciencializar é a variante pudica de doutrinar.” — Nicolás Gómez Dávila


Que um militante de um partido político radical defenda tamanha monstruosidade, é uma coisa; que um juiz a ponha em prática, é outra coisa totalmente diferente.

É bom que alguém comece a registar os nomes de juízes como aquele: chegará a hora da verdadeira justiça. Chegará a hora de enviar também alguns juízes para a prisão, por crimes contra a humanidade. Do que se trata aqui, neste caso como noutros, é de um crime contra a humanidade.


“As decisões despóticas do Estado moderno são finalmente tomadas por um burocrata anónimo, subalterno, pusilâmine, e provavelmente cornudo.” — Nicolás Gómez Dávila


Liliana Melo, 34 anos, 10 filhos

Liliana Melo, 34 anos, 10 filhos

Terça-feira, 30 Outubro 2012

O neonazismo progressista que se apodera da Europa

Schoolgirls as young as 13 are being given birth control injections and implants without their parents’ knowledge during their lunch break.

Over the past two years school nurses have administered implants and injections to girls between the ages of 13 and 16 more than 900 times.

And a further 7,400 girls aged 15 or under were given the contraceptives at family planning clinics.

via Schoolgirls, 13, given birth control jabs during lunch | News | The Christian Institute.

É óbvio que a História não se repete de uma forma literal. Portanto, o termo neonazismo é aqui utilizado em sentido figurado; tem apenas um valor simbólico. Mas o que se repete agora são as engenharias sociais de carácter eugenista: anéticas e socialistas.
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Segunda-feira, 15 Outubro 2012

O conluio entre os revolucionários (de esquerda e de direita) contra a família tradicional

«Este documento confidencial produzido pela equipe do Sr. Henri Kissinger em 1974, desclassificado pela Casa Branca em 1989, estabelece as políticas e estratégias a serem implementadas pelo Governo Americano, para a redução da população dos países em desenvolvimento. O documento expõe a preocupação com o crescimento da população mundial e propõe medidas de controle utilizando como eufemismo “ Serviços de Planeamento Familiar ”. Entre os instrumentos de “planeamento familiar” recomendados estão: anticonceptivos orais, DIUs, melhores métodos de prever a ovulação, esterilização de homens e mulheres, meios leuteolíticos e auto-progesterona, métodos não clínicos: espumas, cremes e preservativos.»

via Controlo da população | O relatório Kissinger.

¿Será que a Esquerda (Bloco de Esquerda, Partido Comunista e o Partido Socialista) estão “feitos” com os americanos, na medida em que defendem as mesmas políticas anti-demográficas que uma certa elite riquíssima dos Estados Unidos defende?
¿E o que dizer da opinião do plutocrata de Bilderberg, Pinto Balsemão, expressa na seguinte frase?:

“Se a população portuguesa fosse metade da que existe actualmente, não teríamos problemas económicos nem de défice.”Francisco Pinto de Balsemão

É certo que tanto a Esquerda como a elite plutocrata americana estão de acordo quanto à acção política de destruição da família tradicional, embora por razões diferentes. Mas uns e outros sempre estiveram de acordo! Aquilo a que chamamos de “revolução burguesa” de 1789, em França, é o princípio de um acordo radical, em algumas áreas de acção política, entre os revolucionários (de esquerda) e a alta burguesia (revolucionários de direita).

Por exemplo, as políticas eugénicas [eugenismo] do princípio do século XX eram compartilhadas pela Esquerda política, por um lado, e pela elite endinheirada, por outro lado. A eugenista, abortista e feminista radical americana Margaret Sanger pertencia à classe alta e endinheirada e foi apoiada pelos muito ricos na sua acção anti-família tradicional, embora ela se dissesse “de Esquerda” (“liberal“). O capitalista Henry Ford (dos automóveis Ford) apoiou financeiramente o regime de Hitler e a política eugénica do nazismo. Ford nunca negou, e assumiu mesmo, que era um eugenista.

O eugenismo nasceu em Inglaterra na esteira de Darwin, e não nos Estados Unidos. Aquilo que o documento Kissinger defende, em traços largos, já tinha sido defendido, 100 anos antes, pelo aristocrata inglês Francis Galton no seguimento de Malthus e Darwin, e foi apoiado por quase toda a intelectualidade da esquerda inglesa daquele tempo.

Em suma : 1/ atribuir a origem da política anti-demográfica exclusivamente aos americanos é não conhecer a História; 2/ a Direita actual (nos Estados Unidos e na União Europeia) pode ser tão destrutiva, para a sociedade e para a humanidade, quanto a Esquerda.

Domingo, 5 Agosto 2012

Merecía el premio Nobel pero se lo negaron por oponerse al aborto eugenésico y defender la vida – ReL

«Jérome Lejeune, el descubridor de la causa del síndrome de Down, se convirtió en un defensor de los no nacidos. Por esta misma razón, la Academia de Oslo le negó el galardón y perdió la financiación para realizar nuevas investigaciones.»

via Merecía el premio Nobel pero se lo negaron por oponerse al aborto eugenésico y defender la vida – ReL.

«Ha pasado a la historia como el descubridor de la anomalía cromosómica Trisomia 21 que permite el diagnóstico precoz del síndrome de Down. Sin embargo, el francés Jérôme Lejeune (1926-1994) pasó del prestigio profesional y el reconocimiento de toda la comunidad científica a una encarnizada persecución mediática por su oposición frontal y declarada al aborto.

La vida de Jérôme Lejeune es una historia agridulce de repetidos éxitos y fracasos. Con sólo 33 años, en 1959, descubrió la causa del síndrome de Down, que le convirtió en uno de los padres de la genética moderna. Con esta conquista científica vinieron otros muchos logros en su carrera: en 1962, fue designado como experto en genética humana en la Organización Mundial de la Salud (OMS) y dos años después fue nombrado director del Centro Nacional de Investigaciones Científicas de Francia y ocupó la primera cátedra de Genética Fundamental en la Facultad de Medicina de la Sorbona. Tenía, por tanto, todas las papeletas para ser galardonado con el Premio Nobel. Pero ese apreciado galardón nunca llegó.»

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Sexta-feira, 18 Maio 2012

O naturalismo e o relativismo moral (3)

Uma característica do ser humano é que não é capaz de dizer o que a realidade é; mas pode dizer o que a realidade não é, mediante a constatação dos seus erros na tentativa de “construção” teórica dessa realidade.

Porém, dado que só podemos descrever e explicar sempre o fracasso — precisamente por intermédio dos conceitos que utilizámos para a construção das teorias falhadas —, nunca somos capazes de ter uma imagem do mundo que pudéssemos responsabilizar pelo nosso fracasso.

Quando uma teoria é refutada, altera-se apenas o paradigma [Thomas Kuhn]. Charles Darwin escreveu:

“Se fosse possível demonstrar a existência de um órgão complexo que não pudesse ter sido formado através de modificações numerosas, sucessivas e ligeiras, a minha teoria seria absolutamente demolida.” — Charles Darwin, “A Origem das Espécies”.

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Quarta-feira, 16 Maio 2012

O naturalismo e o relativismo moral (1)

“Ora o que é que distingue um católico de um ateu? Para um católico o bem é não fazer mal aos outros, para um ateu o bem é o que é bom para si e para os seus e o mal é o que é mau para si e para os seus. É porque os valores católicos se têm esbatido que chegámos a este desnorte aonde nos encontramos.”

via Distinguir o bem do mal – Corta-fitas.

O darwinismo é a “crença charneira” da modernidade.

Não há ninguém que não tenha defeitos e que não cometa erros. No Cristianismo, chamamos de “pecados” aos erros; os pecados podem ser veniais — os pequenos erros — ou mortais, que são os erros graves. Se todos cometemos erros, e salvo raríssimas excepções, não há virgens puras nem santos impolutos. Posto isto, vamos ao texto.

Ainda há pouco tempo, o combustível moral da sociedade era alicerçado na família, na escola e na igreja. Hoje, estes três alicerces morais da sociedade já não existem, e particularmente preocupante é a destruição da família natural por parte do movimento revolucionário [que não é só marxista], e sem que tenha deixado impressões digitais em relação ao seu crime. Pela primeira vez na história da humanidade, temos hoje uma geração de jovens que é criada sem uma cosmovisão.

De facto, parece que estamos em um período de transição: de uma época em que as pessoas eram controladas pela sua consciência, para uma outra época em que as pessoas serão controladas pela polícia. E este controlo policial do futuro, que substituirá o controlo da consciência de um passado recente, é um desejo profundo do movimento revolucionário — que não é só marxista — desde o tempo da revolução burguesa de 1789.

O totalitarismo do século XX não foi só marxista. A génese do nazismo teve outras influências, por exemplo, o niilismo de Nietzsche e o eugenismo baseado na teoria da selecção natural de Darwin. E o Neoliberalismo é também uma sequela da teoria de Darwin, em que a selecção natural se aplica à sociedade [social-darwinismo]. Portanto, o marxismo e o darwinismo estão intimamente ligados, por um lado, e o utilitarismo neoliberal e o darwinismo também.

O darwinismo é a “crença charneira” da modernidade.


Ligações desta série de postais:

Sexta-feira, 7 Janeiro 2011

Richard Dawkins e a uniformização compulsiva do pensamento

Richard Dawkins já foi transformado pelos me®dia em um ideólogo político; a ideologia política é, assim, utilizada por Richard Dawkins para mascarar e disfarçar as insuficiências do neodarwinismo, ao mesmo tempo que serve os interesses do marxismo cultural que caracteriza a elite dos me®dia.
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Quarta-feira, 29 Setembro 2010

O cientismo e a doença mental do revolucionário

« A ciência é a maior força para remover barreiras de desentendimento [entre seres humanos]. »

O revolucionário é um doente mental — não no sentido clínico stricto sensu, mas no sentido cultural e social; trata-se de um sociopata incurável.

O maior perigo da modernidade tem sido — e é, infelizmente — a mente revolucionária que surtiu do Iluminismo. A ciência e a técnica não têm culpa do descalabro humanitário do século XX. Foi a mente revolucionária a responsável por mais de 200 milhões de vítimas, muitas delas inocentes, só no século XX. Naturalmente que a ciência e a técnica foram usadas na criação da morte em massa, mas não podemos responsabilizar a ciência e a técnica em si mesmas; devemos, antes, pedir responsabilidades à mente revolucionária.


É por demais evidente que a ciência, por sua própria natureza, não se ocupa do sujeito, ou seja, do indivíduo como ser humano. Só podemos fundamentar a noção de sujeito de uma forma tautológica, baseando-a na experiência subjectiva.
O conhecimento científico só concebe acções determinadas e determinísticas; não concebe a autonomia, o sujeito, tão pouco a consciência e a responsabilidade. Esta última é não-senso e não-científica. As noções de autonomia, sujeito, consciência e responsabilidade, pertencem à ética e à metafísica — e não à ciência positiva.

Quando a ciência positiva criou as ciências humanas, varreu paulatinamente o sujeito, colocando em lugar dele as leis, determinações e estruturas. Rapidamente a ideia de sujeito tornou-se mistificadora e insensata, à luz da ciência positiva e da opinião opinativa (Doxa).
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Sexta-feira, 13 Agosto 2010

O movimento de defesa dos “direitos” dos animais e a crescente animalização da sociedade

Propaganda dos 'direitos' dos animais

Eu nunca fui a uma tourada, e raramente vejo uma na TV a não ser que seja “à Antiga Portuguesa”. Portanto, não se pode dizer que eu sofresse alguma coisa se as touradas fossem abolidas. Porém, a simples proibição de alguma coisa que é centenária e faz parte da nossa tradição tem que ser racionalmente fundamentada. Além disso, temos que saber quais são os critérios éticos das pessoas que defendem a proibição das touradas.

O que se está a passar com o movimento de defesa dos “direitos” dos animais é que este movimento se serve da reivindicação do bem-estar dos animais para colocar a vida do ser humano ao mesmo nível da de um touro (por exemplo). O que está por detrás do movimento de defesa dos “direitos” dos animais é uma ideologia eugenista, na linha ideológica de Margaret Sanger e do nazismo. A defesa dos “direitos” dos animais é, de facto, um movimento eugenista encapotado; a defesa dos animais nada mais é que uma forma de branquear uma agenda política que pretende a animalização da sociedade.

Reparem no outdoor à direita: faz sentido comparar os judeus no campo de concentração nazi com as galinhas, fazendo a equiparação e a equivalência de ambas as situações ??? Não dá para ver o tipo de gentalha que anima o movimento de defesa dos “direitos” dos animais ?

Um dos grandes defensores dos “direitos” dos animais é o australiano Peter Singer. No seu livro “Ética Prática”, Singer escreveu que a vida de um recém-nascido tem o mesmo valor da de um peixe. Por isso, escreve Singer, matar um recém-nascido não é assassínio e é tão imoral como esmagar uma lesma. No mesmo livro, Peter Singer escreve que sendo que o ser humano é tão animal como outro qualquer, o sexo entre seres humanos e animais não pode ser considerado como uma ofensa à dignidade humana.

Peter Singer inverteu o princípio do racismo nazi, adoptando o mesmo ódio anti-humano. Diz ele que a crença na dignidade do ser humano é especieísmo, e o especieísmo não é diferente do racismo. E como — continua Singer — o racismo é mau, a crença na dignidade humana também é má. Para Singer, o ser humano não tem mais dignidade do que uma mosca.

A ignorância é uma ajuda preciosa

O argumento do racismo foi também utilizado pelo movimento político gayzista e pela Gaystapo. As feministas radicais também o utilizam. Porém, comparar um ser humano negro a um boi ou a um cavalo, não lembra ao diabo: só pode vir da cabeça de um doente mental.

O que Peter Singer defende é uma forma de nazismo politicamente correcto — um neonazismo que fica bem, cai bem nas elites eugenistas que, o que é pior, se reproduzem.

Na minha opinião, só por defender pública e implicitamente o assassínio de recém-nascidos, Peter Singer deveria ir para a cadeia com julgamento sumário. Mas isso são contas de outro rosário…

Peter Singer é, obviamente, marxista. Mas não é só Peter Singer que faz parte do movimento de defesa dos “direitos” dos animais: os activistas homossexuais e a respectiva Gaystapo, as feministas (lésbicas incluídas) e os activistas pró-aborto, todos eles fazem parte do rol de activistas em prol dos “direitos” dos animais. Todos esses movimentos fazem parte do movimento revolucionário internacional e do marxismo cultural.

E eu, que não apreciava as touradas, passei a tolerá-las.

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