perspectivas

Sábado, 17 Agosto 2013

Durão Barroso recusa qualquer imagem de Jesus Cristo nas moedas de Euro

A União Europeia de Durão Barroso censurou a pretensão do Principado de Andorra de cunhar moedas de 10, 20 e 50 cêntimos de Euro com a imagem do Cristo Pantocrator.

« La Principauté d’Andorre prépare de nouvelles frappes monétaires pour les pièces de 10, 20 et 50 centimes d’euros, qui seront diffusées à partir du 1er janvier 2014. Sur la face de ces pièces laissée à l’initiative des pays qui ont adopté l’euro, le ministère des Finances de la principauté avait choisi une double illustration : à droite, le campanile de l’église Santa Coloma (sainte Colombe), ajouté à cette église préromane au XIIe siècle ; à gauche, le visage du Christ “Pantocrator” tiré de la fresque qui orne l’église Sant Marti (saint Martin) de la Cortinada, qui date de la fin du XIIe siècle.

L’Union Européenne a refusé que l’image du Christ figure sur une pièce de monnaie circulant sur son “territoire” et elle a suggéré au ministère des Finances andorran “de reconsidérer le projet pour ne pas rompre le principe de neutralité en matière de croyance religieuse ” ! »

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Moeda eslovena de 1 Euro recusada por Durão Barroso

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Terça-feira, 20 Novembro 2012

União Europeia proíbe moeda de 2 Euro da Eslováquia

Na ocasião da comemoração dos 1150 anos de São Cirilo e São Metódio, a Eslováquia emitiu uma moeda de 2 Euro conforme imagem abaixo.

A União Europeia mandou recolher a tiragem de moedas alegando que existe uma cruz na efígie da moeda o que, segundo a comissão europeia de Durão Barroso, é proibido.

Adenda: recordo que o povo eslovaco lutou durante décadas a favor da liberdade religiosa, e muitos cidadãos eslovacos foram assassinados pelos comunistas pela sua persistência nessa luta.

Fontes várias:

Sexta-feira, 18 Março 2011

A prova de que a História não está definida segundo os desígnios do esquerdalho e gayzistas

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos deu o dito pelo não dito, e avaliza agora a presença dos crucifixos nas escolas italianas. A ler, sobre este assunto:

Desde logo, a profissão de fé gayzista do José Carlos Malato, gorou-se; esfumou-se; escafedeu-se.

E depois, o tribunal constatou o óbvio: a presença dos crucifixos nas salas de aula não está associada a uma obrigatoriedade de seguir a religião cristã, por um lado, e que a religião maioritária em um determinado país desempenha um papel preponderante no âmbito escolar, mas que não supõe um acto de doutrinamento, por outro lado.

Sexta-feira, 6 Novembro 2009

Bardamerda para o povo italiano

« O desejo de igualdade levado ao extremo acaba no despotismo [de uma única pessoa] »

— Montesquieu (“O espírito das leis”)

Em Itália, sondagens diversas feitas ao povo italiano dão uma maioria que ronda os 80% contra a decisão do Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” de fazer retirar coercivamente os crucifixos das escolas públicas italianas. Berlusconi já fez saber que não irá cumprir a decisão de um tribunal europeu que é um tigre de papel: basta que uma só nação lhe faça frente para que todo o “prestígio” artificial construído politicamente desabe como um baralho de cartas em equilíbrio precário.

Em defesa da decisão do tribunal europeu, uma senhora de seu nome Anabela Cabral Ferreira, que penso que seja jurista porque faz comentários jurídicos na TSF, afirmou hoje nesta estação de rádio mais ou menos isto:

“A lei serve a todos e não só a uma maioria”


italia-sondagem

Clique na imagem

Podemos, desde já, reduzir esta proposição ao absurdo partindo do princípio de que, na sequência do desenvolvimento político do Tratado de Lisboa que pretende construir uma federação europeia, um dia destes, um polaco que viva em Portugal poderá apelar para o tribunal europeu dos direitos humanos reclamando a retirada da bandeira nacional portuguesa dos edifícios públicos, uma vez que a presença do símbolo nacional não se compaginaria com a existência de uma federação transnacional europeia. E aqui teríamos uma só pessoa ― o polaco ― a colocar em causa a vontade da esmagadora maioria dos portugueses. E a Anabela Cabral Ferreira faria um editorial na TSF a aplaudir tal decisão do “tribunal europeu dos direitos humanos”.

Adiante.
(more…)

Quarta-feira, 4 Novembro 2009

A estaurofobia da União Europeia

estaurofobiaQuando os nazis invadiram a Dinamarca, proibiram que a bandeira dinamarquesa fosse hasteada não só em edifícios públicos como em todas as casas dos cidadãos dinamarqueses. A reacção dos dinamarqueses foi espontânea e imediata: passaram todos a pintar as suas casas de vermelho e branco, que são as cores da bandeira dinamarquesa. Perante isto, a única coisa que restava aos nazis era demolir sistematicamente as casas dos dinamarqueses.

O que se passou com o denominado Tribunal Europeu dos Direitos Humanos ― que é uma instância jurídica da União Europeia, e esta, como sabemos, é controlada pela maçonaria, e que por força de tratados europeus impostos aos diversos países sem direito a referendo, passou a poder intervir directamente no Direito interno ― em relação a Itália é nitidamente a imposição pela violência de uma mundividência vesga das heteronomias maçónicas a um país com mais de 80% de católicos. Além disso, a estaurofobia é uma doença mental que pode ser tratada.

A Itália vai recorrer de uma decisão de um tribunal que, na minha opinião, não só não tem autoridade moral ― porque as suas decisões em relação ao islamismo são exactamente de índole contrária quando esse tribunal emitiu um parecer contrário ao governo francês quando este quis proibir o uso da burka islâmica em locais públicos ―, como não tem autoridade jurídica de facto para meter o bedelho em matérias culturais e tradicionais de cada país membro da União Europeia.

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