perspectivas

Terça-feira, 28 Junho 2016

A teoria da “Escócia independente e dentro da União Europeia”

 

Os me®dia, na sequência do Brexit, têm propagandeado a ideia segundo a qual a Escócia quer ser independente e aderir à União Europeia. Esta notícia é veiculada todos os dias nos me®dia para enganar o parolo português.

A Escócia tem uma população de 5 milhões de almas, uma dívida de 150 mil milhões de Euros, e sobretudo, um défice anual de 15 mil milhões de Euros. Com estes números, duvido que Angela Merkel aceite a adesão à União Europeia de uma “Escócia independente”. Mas os me®dia continuam a mentir.

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Sábado, 10 Agosto 2013

A Gaystapo em acção na Escócia

«The Court of Session in Edinburgh has fined a Scottish man £40,000 ($62,020 U.S.) in damages after he sent a message on Twitter calling a lesbian same-sex “marriage” advocate “a danger to children.”

Lesbian Jaye Richards-Hill sued David Shuttleton, an antiques dealer from Barrhead, near Glasgow, for defamation because of his remarks about her homosexual activism.»

O escocês David Shuttleton foi condenado por um tribunal a pagar cerca de 47 mil Euros por ter colocado uma mensagem no Twitter em que dizia que uma activista dos Khmers Rosa, de seu nome Jaye Richards-Hill, era um “perigo para as crianças”.

A agente da Gaystapo Jaye Richards-Hill recorreu para o tribunal da Ingaysição que, de acordo com a doutrina da Al Gayeda e segundo as normas do salafismo gay, condenou o cidadão David Shuttleton a pagar uma indemnização de 47 mil Euros por delito de opinião.

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Sexta-feira, 1 Julho 2011

A eutanásia e o progresso da opinião pública

Num postal anterior falei de Bernad de Mandeville, do utilitarismo e do “progresso da opinião pública”. Temos aqui um exemplo actual de como funciona o “progresso da opinião pública”:

Let disabled people choose death, says MSP Margo MacDonald

  • Primeiro, aparecem uns malucos a defender a eutanásia para todos, como foi, por exemplo, o caso de Jack Kevorkian;
  • Depois, aparecem uns “filósofos” e/ou académicos a defender as ideias de malucos como o Jack Kevorkian, embora dando-lhes um porte aceitável — por exemplo, Daniel Dennett, Richard Dawkins, Christopher Hitchens, Sam Harris, Julian Savulescu, Anthony Cashmore, e principalmente Peter Singer;
  • Por último, as ideias de Jack Kevorkian filtradas pelos académicos e/ou “filósofos” são perfilhadas por uma minoria política — como é o caso da deputada escocesa Margo MacDonald.

Quando a defesa da causa do maluco Kevorkian chega à esfera do poder legislativo, o trabalho do progresso da opinião pública já está em fase madura: agora, impõe-se a pressão política constante. Se a nova lei da eutanásia é chumbada hoje, torna-se a apresentá-la no parlamento, porventura com algumas alterações, amanhã. E se voltar a ser chumbada, volta-se a apresentar a lei. E assim sucessivamente, até que a lei passe.

Entretanto, enquanto a minoria política conduzida por Margo MacDonald pressiona constantemente o parlamento escocês para que a lei da eutanásia passe, os filósofos e académicos acima referidos continuam a fazer o seu “trabalho de sapa” de persuasão nos me®dia , em prol do “progresso da opinião pública”.

E quando os médicos passarem a matar os seus doentes de uma forma quase discricionária, a maioria da população ou vai estar de acordo, ou vai estar-se nas tintas, porque passou a pertencer a uma opinião pública progressista e esclarecida.

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