perspectivas

Segunda-feira, 10 Outubro 2016

A indiscrição contra o Donald Trump é boa; mas a indiscrição do José António Saraiva já é má

 

“Irrita-me solenemente o discurso unanimista contra Donald Trump, mas na verdade confesso que fiquei estupefacto com o baixo nível da conversa do candidato republicano que o Washington Post trouxe à luz do dia e que para o caso julgo ser pouco relevante se era privada ou pública. Não sou melhor nem pior que ninguém mas por defeito de educação prezo uns valores mínimos de estética (que é sempre um reflexo da ética), exigíveis a qualquer pessoa, mas mais ainda na proporcionalidade da sua responsabilidade social. Dito isto estou inclinado a admitir que a indiscrição do WP neste caso está no domínio do serviço público”.

João Távora


“Da promiscuidade entre política e jornalismo (este mera câmara de ressonância daquela) que o livro dá imagem, verificamos que o principal (único?) objecto da política é, ao cabo e ao resto, a sua própria publicidade. Ora o livro demonstra essa desgraça dando de caminho a degradação de costumes, a falta de carácter, a ânsia de protagonismo, a vaidade, a ganância, a ostentação e o vício dos protagonistas retratados. Serem eles com isso tudo que os identifica a transmitir a pequena História deste tempo desgraçado e pela pena dum deles, jornalista, é irónico. Talvez daqui o maior choque e raiva que o livro causou. Essa gente menor não queria ficar assim impressa para o futuro? Mas, que dizer? Ele merecem!…
— Que a democracia lhes seja pesada! — Eis o valor do livro do arq.º Saraiva”.

Dos fracos já reza a História

Sexta-feira, 20 Novembro 2015

O Dia Mundial do Cagalhão

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 11:59 am
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dung-pileEle há “Dias Mundiais” para tudo; por exemplo, o Dia Mundial do Pijama. E parece que hoje é o Dia Mundial das Instalações Sanitárias, ou, por outras palavras, é o Dia Mundial do Cagalhão.

O assunto é muito sério.

O Dia Mundial do Cagalhão recorda-nos a ideia progressista e de esquerda segundo a qual é possível pegar num cagalhão pela sua parte mais limpa, ou seja, que não devemos confundir a parte limpa do cagalhão com a sua parte suja.

Qualquer confusão entre as partes limpa e suja do cagalhão revela uma amálgama e um acantonamento ideológicos que se traduzem em uma discriminação faxista — porque o cagalhão não tem culpa de ser cagalhão, e já nasceu assim.

Salvar o cagalhão, eis a questão! Resgatar a sua identidade ontológica e a sua dignidade social, em nome da igualdade de direitos.

Quinta-feira, 19 Novembro 2015

Les Brigandes cantam o ‘Antifa’ (o ‘anti-faxista’)

 

Dedicado ao Jugular. A venda do disco foi proibida pelo governo do anti-faxista François Hollande & comandita maçónica.

 

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