perspectivas

Domingo, 2 Junho 2013

O Partido Socialista ainda não deu a Júlio Machado Vaz um tacho num governo: então, faxisto?!

Mas Júlio Machado Vaz não descansa : continua na senda do apoio ao cariz anti-democrático do regime político que temos.

A lei da adopção de crianças por pares de homossexuais não foi legitimada por nenhum programa eleitoral de qualquer partido; mas Júlio Machado Vaz quer que se lixe a democracia: o que ele quer é tacho – se não for uma panela num governo socialista, pelo menos que sejam algumas panelas nos me®dia do Estado, pagos com o dinheiro de todos os portugueses.

O curandeiro gayzista da RDP

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José Pacheco Pereira e a defesa ‘conservadora’ da prostituição

“Sucede que este surto do politicamente correcto é, como de costume, dissolvente para o pensar, reforça o estado actual das coisas e é muito conservador, apesar dos seus utilizadores estarem convencidos que são muito progressistas. A verdade é que a prostituição não é um “trabalho”. Ponto. Despir-se num varão é trabalho. Muitas formas de exibir o corpo, masculino ou feminino, são trabalho, mesmo com todos os inuendos sexuais podem ser trabalho. E por muito que as fronteiras possam no limite ser ambíguas, como todas as fronteiras no corpo, prostituir-se é outra coisa muito diferente.”José Pacheco Pereira

José Pacheco Pereira diz que quando os me®dia descrevem a prostituição como “trabalho sexual”, estão a ser “conservadores”. Claro que se pedirmos a José Pacheco Pereira para definir “conservador”, ele não o faria: José Pacheco Pereira tem uma aversão natural às definições. Mas eu atrevo-me a dar a definição de “conservador”, segundo José Pacheco Pereira.

Para ele – como também, por exemplo, para Manuel Alegre – “conservador” é sinónimo de “burguês” (no sentido de “Alta Burguesia”). E por isso é que a apologia da prostituição é vista por ele como sendo “conservadora”.

A verdade é que o burguês do século XVIII e princípio do século XIX foi um revolucionário que rompeu com a moral do seu tempo: basta conhecer o pensamento ético/moral de Adam Smith, por exemplo, para sabermos de onde vem esta conotação errónea entre o “conservadorismo” e a “burguesia” – já não falando na “ética” dos ideólogos do Marginalismo , como por exemplo Leon Walras, ou Jean-Baptiste Say ou Carl Menger.

Eu não tenho a certeza se José Pacheco Pereira faz essa confusão de propósito, ou se é vício de forma adquirido por lobotomia ideológica, ou se é apenas e só ignorância.

Sexta-feira, 10 Maio 2013

Cumbersa com um ateu sobre o “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de homossexuais

Este verbete vem na sequência destoutro.

1/ existe uma falácia lógica que dá pelo nome de sorites, que é normalmente utilizada quando alguém se encontra encurralado perante um argumento adversário em concreto, e que consiste em ir buscar toda ou parte da história do pensamento desse adversário para tentar assim rebater esse argumento em particular e em concreto. Por exemplo, se eu digo num verbete, em concreto, que é aquele que está sujeito a debate, que “o casamento é uma instituição”, o meu adversário vai buscar, como argumento contra, um outro verbete de há um mês em que eu escrevi que “o casamento decorre de um contrato”. Embora, neste caso concreto, as duas proposições não seja contraditórias entre si, não é honesto ir buscar como argumentário alguns textos que não sejam aquele que está em discussão.

2/ naturalmente que quando eu escrevi que as elites patrocinam “um determinado tipo de relacionamento sexual (a sodomia e o “casamento” gay), promovendo-a e impondo-a coercivamente a toda a sociedade através da força bruta do Estado”, falava de imposição cultural (cultura antropológica). Não me passaria pela cabeça que alguém pensasse outra coisa diferente disto e interpretasse o texto à letra, mas a verdade é que me enganei. Das duas uma: ou quem interpretou à letra o que eu escrevi é limitado de raciocínio, ou está de má-fé.

3/ o escriba ateu em questão confunde duas coisas diferentes, mas essa confusão só pode advir de uma má-compreensão, ou então de má-fé: diz ele (implicitamente) que por eu ser contra o “casamento” gay e contra a adopção de crianças por pares de homossexuais, isso significa que eu odeio os homossexuais enquanto pessoas. Seria como se alguém dissesse que por eu ser contra a poligenia (ou poligamia), isso significaria que eu odiaria qualquer pessoa em si mesma que se encontrasse numa situação polígama.

O ateu parece não saber distinguir o comportamento de uma pessoa, por um lado, e a pessoa em si mesma, por outro lado. Ora, isto é extraordinário! Perante isto, a ciência cala-se.

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Quinta-feira, 2 Maio 2013

Olha aquilo que eu sei e que um ateu não sabe!

A pele humana é composta por uma proteína que se chama colagénio, que por sua vez produz uma enzima (um outro substrato proteico) que destrói o ARN.

Ora, grande parte dos vírus são compostos de ARN que se auto-copiam (os ARN são cadeias únicas de poli-nucleótidos; os nucleótidos são os “tijolos” do ADN ou do ácido nucleico, sendo que o ARN pode ser também uma cópia do ADN de um organismo). Portanto, essa enzima (uma proteína) produzida pela pele humana despedaça a maior parte dos vírus que entrem em contacto com a pele.

Porém, ele há vírus que se propagam através do contacto com a pele, por exemplo o vírus do papiloma humano (HPV). No entanto, este vírus só se transmite através do contacto com a pele das partes íntimas ou pudibundas, e não há preservativo que evite a transmissão deste vírus. Ou seja, o HPV não se transmite através da pele das mãos ou dos pés, mas antes, apenas e só, através da esfregadeira ou fressura entre as peles das partes pudibundas dos seres humanos.

Se perguntarem a um ateu se a promiscuidade sexual é um perigo para a saúde pública, ele dirá certamente que não; mas ele já considera um beijo do Papa num pé como um perigo para a saúde pública .

Quarta-feira, 24 Abril 2013

Quanto mais eles estrebucham, mais ganas me dão

Este blogue foi alvo de queixas alegadamente anónimas ao FaceBook que, por sua vez, e em função dessas queixas anónimas e subjectivas, o considerou um “sitio perigoso”.

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Segunda-feira, 4 Março 2013

O psicólogo José Morgado e a adopção de crianças por pares de homossexuais

foi cesarianaVemos aqui um tal José Morgado, do Instituto Superior de Psicologia Aplicada, tergiversar sobre os aspectos jurídicos da adopção de crianças por pares de gays.

Eu, humilde sapateiro, gostaria de discursar sobre física quântica, mas reconheço inteligentemente que não tenho o coturno necessário para tal. Mas o psicólogo José Morgado acha-se o fautor do TOE (Theory of Everything).

Por querer meter foice em seara alheia, o psicólogo José Morgado argumenta de forma irracional. Ou seja, não é racional que alguém eventualmente especializado em psicologia pretenda afirmar uma autoridade de facto ou de direito em matérias do foro jurídico. Mas, ainda assim, o psicólogo acusa quem não concorda com ele de ser irracional na argumentação.


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Segunda-feira, 11 Fevereiro 2013

O mito do preservativo

Filed under: A vida custa,cultura — O. Braga @ 5:36 am
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frontal lobotomy tom waits webEle há dois tipos de pessoas burras: o daquelas que gostam de ser burras e o das que não sabem que são burras.

Tanto umas como outras consideram que o preservativo elimina o risco das relações sexuais ocasionais.
Se dermos de barato que o preservativo evita a contaminação pela SIDA — o que não é claro, dependendo do tipo de uso —, já não há dúvidas que o preservativo não evita a contaminação do vírus do papiloma humano (HPV) que causa o cancro no colo do útero, por exemplo e entre outras maleitas mortais.

Por outro lado, a ideia segundo a qual toda a gente se comporta como os bichinhos, é típica de quem tem matéria escatológica no crânio, em lugar de miolos.

Segunda-feira, 3 Dezembro 2012

Para denunciar uma mentira precisamos de muitas palavras

“A mente humana é constituída de tal forma que o erro e a mentira podem sempre ser expressos de maneira mais sucinta do que a sua refutação. Uma única palavra falsa requer muitas para ser desmentida.” — Olavo de Carvalho

Vemos por aí muitos ateístas abordar a metafísica sem terem noções básicas de lógica e mesmo do significado das palavras. Por exemplo:

“Provar hipóteses acerca de deuses é um problema complicado, em grande parte, pela confusão entre vários significados de “prova”. Alguns entendem “prova” como uma dedução formal e, assim, conseguem provar a existência de (pelo menos) um deus. Por exemplo: só Deus pode causar o universo; o universo tem de ter causa; portanto, Deus tem de existir. O problema é que a dedução formal não diz nada acerca das premissas e depende totalmente delas.”

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Quarta-feira, 28 Novembro 2012

Vêem o argueiro no olho de Angola, mas não vêem a trave no seu olho

Numa Europa em que um eurodeputado vende o seu voto no parlamento europeu por 100 mil Euros (nada mau!), a “elite” política portuguesa elegeu Angola como alvo das suas diatribes. O caso do eurodeputado austríaco Ernst Strasser é apenas a ponta do icebergue do que se passa na União Europeia, mas o cacarejar de Ana Gomes e a narrativa incoerente de José Pacheco Pereira fazem de conta que o problema está em Angola.

Ernst Strasser, o eurodeputado, chega a ponto de afirmar o seguinte (sem saber que estava a ser filmado): “A maioria dos eurodeputados são tão vagos como eu”.

Já viram algum verbete do José Pacheco Pereira a criticar a “vacatura” dos sibaritas que pululam na política da União Europeia? Não viram nem nunca verão! Em relação à corrupção que grassa na política da União Europeia, o José Pacheco Pereira é ceguinho de todo.


Sábado, 24 Novembro 2012

Francisco Miguel Valada e a Causa contra o Acordo Ortográfico

Por princípio, e por exemplo, quando alguém transcreve um texto de minha autoria publicado neste blogue sobre a luta contra o aborto, eu não reclamo “direitos de autor” porque parto do pressuposto de que a luta contra o aborto transcende pormenores, egoísmos e interesses pessoais. E o mesmo acontece também com a luta contra o Acordo Ortográfico: nunca me passaria pela cabeça exigir putativos e alegados direitos de autor sobre qualquer texto meu, ou imagem publicada aqui, que de alguma forma fizesse a crítica ao Acordo Ortográfico.
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Segunda-feira, 19 Novembro 2012

Os intelectuais de esquerda são estúpidos — salvo excepções que confirmam a regra

O movimento revolucionário entra sistemicamente em contradição: dou um exemplo: por um lado, rejeita liminarmente a excepcionalidade da vida humana — defendendo a liberalização do aborto e mesmo a legalização do infanticídio (Peter Singer) — e concede direitos humanos aos animais não-humanos; e, por outro lado, critica as religiões que sacralizam os animais irracionais.

O Hinduísmo é uma religião que sacraliza os animais, em geral. Por exemplo, animais como o macaco, o elefante, o tigre, a cobra, a vaca, o leopardo, o rato, etc.: quase todos os animais são considerados sagrados, pelo Hinduísmo. Podemos estar de acordo, ou não, com essa religião: mas é um facto que o hinduísmo é talvez a religião mais consentânea com o ecofascismo politicamente correcto contemporâneo.

E, no entanto, vemos a incoerência estúpida (e brasileira!) plasmada neste verbete: a crítica de um radical de esquerda — que defende amiúde o ecologismo ecofascista — a uma religião que defende os animais, e que os protege de tal forma que os considera “sagrados”.

Os intelectuais de esquerda são estúpidos — salvo excepções que confirmam a regra.

Domingo, 11 Novembro 2012

Alemanha “chumba” vídeo acerca de Portugal

“As autoridades alemãs recusaram exibir um filme promocional de Portugal encomendado por Marcelo Rebelo de Sousa a Rodrigo Moita de Deus. O autor do vídeo já protestou junto da embaixada germânica em Lisboa.

Segundo os promotores da iniciativa, a Alemanha justifica a decisão de não exibir a película na Praça Sony de Berlim por «razões políticas».

via Alemanha chumba vídeo de Marcelo – Política – Sol.

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