perspectivas

Sexta-feira, 12 Agosto 2011

A falta do pai na família da sociedade contemporânea

«A Labour MP and a prominent national newspaper columnist have warned that an absence of fathers is a key factor in the riots which have blighted English cities this week.

Tottenham MP David Lammy cautioned: “We are seeing huge consequences of the lack of male role models in young men’s lives”.

Meanwhile, commentator Melanie Phillips pointed out that while the causes of the problems are “many and complex”, a lack of a father is a major factor.»

via Riots: Where are the fathers? | News | The Christian Institute.


Em apenas 20 anos, o desconstrucionismo ideológico, o feminismo e o gayzismo, o abortismo, a cultura de neutralidade de género, o gaymónio, o Presentismo, em suma, o politicamente correcto, destruíram a família natural na Europa.
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Quarta-feira, 7 Julho 2010

O Neopuritanismo ou o Purificacionismo (1)

Ernest Sternberg, professor da universidade de Bufallo, Estados Unidos, escreveu um ensaio sobre as novas tendências da esquerda a nível global que crescem actualmente sobre os escombros do marxismo-leninismo. O ensaio tem o título genérico de “Purifying the World: What the New Radical Ideology Stands For”“Purificando o Mundo: O que pretende a nova ideologia radical”.

Os três mestres da suspeita

Para que seja possível entender cabalmente não só esta Nova Esquerda que desponta — conforme retratada por Ernest Sternberg —, como o movimento revolucionário em geral, é necessária a leitura do livro “As Religiões Políticas” de Eric Voegelin e, se possível, “A Nova Ciência da Política” do mesmo autor, sendo que esta segunda obra de Eric Voegelin reveste-se já de alguma complexidade de linguagem que talvez não seja acessível a muita gente.

Para além das ditas obras de Eric Voegelin, seria também aconselhável a leitura da obra de Hans Jonas “The Gnostic Religion” ( “A Religião Gnóstica”) que serve de suporte científico à própria obra de Eric Voegelin. Outras obras de outros autores contemporâneos, como Kurt Rudolph, Giovanni Filoramo, Yuri Stoyanov e Michel Tardieu, concedem à obra de Eric Voegelin a autoridade científica irrefutável que o movimento gnóstico moderno (através dos seus ideólogos) recusa, por razões que toda a gente pode compreender.
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Quarta-feira, 3 Março 2010

Ler a Hannah Arendt mexe com os meus nervos

Hannah Arendt e John Keynes eram ambos de esquerda, embora a primeira libertária nos costumes e na cultura, e o segundo intervencionista na economia. (more…)

Sexta-feira, 18 Setembro 2009

O ataque da Esquerda à família natural

casamento

A proposta esquerdista e marxista cultural, assumida não só pela esquerda radical (PCP e BE) e pela esquerda fabiana (PS e os pequenos partidos da órbita socialista), de legalização do “casamento” entre duas avantesmas com “pêlo na bunda”, significa aparentemente a concessão de um direito positivo, na medida em que estende o conceito de “família” a qualquer gato-pardo.

Em contraponto, o direito das duplas peludas ao “casamento” ― e à consequente adopção de crianças ―, constitui um direito negativo porque implica o direito absoluto de não interferência na decisão das avantesmas peludas. O casamento e a adopção de crianças passa a ser uma “coisa” à discrição e culturalmente “descartável”, uma decisão à la carte.

divorcio

Isto significa que, em termos práticos, a esquerda em geral pretende transformar ― numa primeira fase ― o casamento num direito negativo. E a esquerda mais radical vai mais longe: pretende, desde já, erradicar a figura cultural do casamento, substituindo-a por um contrato precário e desvalorizado culturalmente que permita a adopção de crianças, por um lado, e a capacidade praticamente absoluta e discricionária de o Estado poder retirar a tutela de uma criança a uma família natural, por outro.

A lei do “divórcio unilateral e em um minuto”, confirma essa estratégia.

Quem diz que “o comunismo morreu” ainda não se apercebeu do dedo de Engels na estratégia da esquerda em geral ― incluindo o partido socialista. Acabem com o valor social e cultural da família natural e teremos, a breve trecho, um Estado totalitário em todo o esplendor.

Os comunistas perderam a guerra económica. Falta-nos vencer a guerra cultural.

(E não se esqueçam de votar em Louçã, em Sócrates ou em Jerónimo; um dia destes, quando acordarem, têm uma nova PIDE à vossa porta).

Quarta-feira, 7 Novembro 2007

Complementando Karl Marx (2)

O Materialismo Histórico

“Sob qualquer ângulo que se esteja situado para considerar esta questão, chega-se ao mesmo resultado execrável: o governo da imensa maioria das massas populares faz-se por uma minoria privilegiada. Esta minoria, porém, segundo os marxistas, compor-se-á de operários. Sim, com certeza, de antigos operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e pôr-se-ão a observar o mundo proletário de cima do Estado; deixarão de representar o povo, passando a representar-se a si mesmos e as suas pretensões de governá-lo. Quem duvida disto não conhece a natureza humana.” – Mikhail Aleksandrovich Bakunin (1814-1876)

Esta tão simples e óbvia dedução de Bakunin prova que Karl Marx estava profundamente errado, não só sob o ponto de vista antropológico, como do ponto de vista filosófico.
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Complementando Marx

Filed under: Religare — orlando braga @ 2:51 pm
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Quando me referi a Hegel, “disse” que este foi o melhor amigo que o antropocentrismo materialista filosófico poderia ter tido; toda a filosofia materialista que surgiu depois de Hegel foi, em muitos aspectos, derivada do seu raciocínio. O próprio Karl Marx, numa primeira fase da sua vida, foi um fã entusiasta de Hegel e daquilo a que se convencionou chamar de “Esquerda Hegeliana”. Mais tarde, enquanto Hegel pretendia justificar a realidade e os factos consumados a partir do “Absoluto” e da ideia de Finito e de Infinito, Karl Marx propõe uma filosofia que pretende transformar a realidade a partir do Homem como sendo o centro de tudo o que existe no Universo (megalomania e água benta, para cada um a que quiser).
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