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Sábado, 19 Setembro 2009

Ireland’s 100 Reasons to Vote ‘No’ to the Lisbon treaty

shamrocknay

Ireland’s 100 Reasons to Vote ‘No’ to the Lisbon treaty

Sexta-feira, 14 Agosto 2009

Aborto: os números falam ao contrário

pezinho

A ideia e o argumento da legalização do aborto prendem-se com a ideia de reduzir a mortalidade da mulher que aborta clandestinamente. Não conheço os números em Portugal porque desde que José Sócrates chegou ao poder, o regime socratino transformou a transparência estatística em “translucidez opaca”, ou seja, dá a impressão de que passa alguma informação para o público, mas é só impressão ― só se publica nos me®dia aquilo que a esquerda quer e como quer.

O país da América Latina com menos mulheres mortas devido à gravidez, é o Chile, que é conhecido pelas suas leis anti-aborto e pela protecção da maternidade. O país do sub-continente com mais mulheres mortas no processo de gravidez e/ou maternidade, é a Guiana, com uma taxa de mortalidade 30 vezes superior à do Chile; acontece que na Guiana não existe restrição legal ao aborto desde 1995.

A Nicarágua foi alvo, durante muitos anos, de um ataque feroz do lóbi abortista internacional. A Suécia cancelou a sua ajuda àquele país da América Central de 20 milhões de Euros anuais porque a Nicarágua se recusava a ceder às pressões abortistas, o que levou a que o país cedesse, e há três anos para cá, liberalizou o aborto. Recentemente, a Amnistia Internacional emitiu um relatório em que se dava conta de que a taxa de mortalidade maternal cresceu depois de que a Nicarágua liberalizou o aborto, apesar da negação dos me®dia sobre os factos evidenciados pela Amnistia Internacional.

Na África do Sul, a taxa de mortalidade maternal subiu em 20% no período de 2005 / 2007, num país que tem uma lei abortista permissiva. Uma parte significativa das mortes são devidas a “complicações devidas ao aborto”, segundo o IPPF (International Planned Parenthood Federation).
O país africano com menos mortes femininas são as Ilhas Maurícias, segundo relatório da Organização Mundial de Saúde de 2009. A legislação das Maurícias é a das mais proteccionistas em relação à maternidade e ao direito dos seres humanos não-nascidos no continente africano.

Países como a Etiópia cederam à pressão abortista internacional e legalizaram o aborto. O resultado é uma taxa de mortalidade da mulher 48 vezes superior à existente nas Maurícias.

No continente asiático, o Nepal liberalizou o aborto e tem a taxa de mortalidade feminina mais alta da sua região. Em contraponto, o Sri Lanka tem uma legislação mais proteccionista em relação à maternidade e tem por isso uma taxa de mortalidade feminina 14 vezes inferior à do Nepal.

Em todo o mundo, o país com a taxa de mortalidade feminina mais baixa é a Irlanda, uma nação que proíbe o aborto e cuja constituição explicitamente defende os direitos dos seres humanos não nascidos. Trata-se de um país civilizado.

Fonte (PDF)

Quinta-feira, 11 Dezembro 2008

A estratégia do “referendo do aborto” aplicada à Irlanda

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O povo não quis o aborto num determinado referendo? Faz-se outro, e outro, e outro, até que o povo concorde em abortar à fartazana.

Esta forma de convencer o povo da sua mentecapcia é utilizada também na tentativa de modificar a opinião dos irlandeses. O povo irlandês disse “não” ao Tratado de Lisboa num referendo? Faz-se outro, e outro, quantos forem necessários, até que o povo se convença de que é estúpido.

Esta postura do Poder é uma característica da Pós-democracia. Os políticos podem ganhar o jogo, mas não convencem o povo, o que significa que estão derrotados a prazo.

Domingo, 29 Junho 2008

Giscard d’Estaing: o referendo irlandês deve ser ignorado

Filed under: Europa — O. Braga @ 2:01 am
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A democracia na Europa morreu. A partir de agora, tudo passa a ser legitimado.

====> EU Constitution author says referendums can be ignored – Telegraph

Domingo, 15 Junho 2008

Balanço do “não” irlandês

As predicted recently by economist David McWilliams, the Lisbon Treaty result hinged very much on a question of class, and access to wealth. Yesterday’s result proved him not only to be right, but exposed the brutally the ignorance of the Irish and European political establishments to the needs and wants of the Irish people.

Esta análise no blogue Irish Bulletin é acertada. Do que se trata, quando discutimos o Tratado de Lisboa — e para além da perda de soberania e da humilhante subordinação nacional a interesses inconfessáveis –, é de uma questão de classes sociais. O Tratado de Lisboa transporta no seu bojo uma estratégia neoliberal radical de distanciamento progressivo de rendimentos entre ricos e pobres (países do norte e do sul, do centro e da periferia), com a agravante de tentar legitimar uma crescente injustiça social através da repressão autoritarista sancionada pelos governos que delegam o seu poder na União. O fenómeno irlandês não é isolado.

Those supporting Lisbon are the political and media establishments, the rich in their strictly Anglo-Irish bubble settlements, the pension-proud elderly, the cosmopolitan and those who have excelled in climbing the ladders of the civil service. (…) In one form or another, miserable and Masonic plans for a European superstate have been rejected by the people of Holland, France and now Ireland, and yet still they plot with the cards they still hold. And let’s not be under any illusion here – while the cards they hold are backed by the pokerfaces of the media, the legal and political professions and the world of high finance, as long as right-thinking people exist in large numbers, their foothold is as flimsy as a house of those same cards.

O que está em causa é a legitimação de uma elite plutocrata controlada pela maçonaria e a consolidação de uma nomenclatura social que a sustente, à custa de medidas repressoras que mantenham as classes mais baixas controladas através de uma repressão autoritária que se acentuará inexoravelmente, se o Tratado de Lisboa seguir em frente. Por isso, existe, de facto, um paralelismo entre a UE do leviatão e a ex-URSS; uma as diferenças é que o leviatão europeu ainda não está consumado nem consolidado, sendo ainda muito cedo para falarmos na brutalidade de um sistema que ainda não existe — mas os sinais estão todos lá para quem quer ver.

Sexta-feira, 13 Junho 2008

Irlandeses dizem NÃO ao leviatão

Ainda este Tratado não foi a enterrar, e apesar do Papa ter apelado ao voto no SIM por parte dos católicos irlandeses (o que eu acho extraordinário!), já lhe arranjam sucessor.

A Europa — se é que podemos conceber uma Europa — terá que ser construída a partir dos seus cidadãos, e não através de uma constituição forjada por uma nomenclatura clarividente. Para que isso aconteça, terá que existir um debate em cada país sobre que Europa queremos, e não que nos enfiem pela goela a Europa que a elite política pretende, para poder alimentar as suas extravagâncias que insultam os povos que dizem representar. Para mau, já basta assim; para piorar, não nos interessa.

Os tiques totalitários desta Europa foram nitidamente descodificados pelos cidadãos irlandeses. Estou convencido de que se existissem referendos nos 27 países da União, a maioria votaria “não”; exactamente por isso, a elite política europeia optou por um putsch constitucional global, contornando a democracia e impondo, por via da ratificação parlamentar não mandatada para o efeito específico, transferências de soberanias que afectam os destinos colectivos dos seus respectivos povos. O Tratado de Lisboa é um acto vergonhoso perpretado por uma associação de malfeitores.

Vou ficar à espera das reacções histriónicas dos políticos ressabiados. Post a actualizar.
(more…)

Domingo, 8 Junho 2008

Propaganda pelo SIM na Irlanda

Filed under: Europa,Referendo — O. Braga @ 9:58 am
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«Aumenta a tua “gaita” e passa a ter uns bons “melões”: vota SIM ao Tratado de Lisboa.»

Via

Sábado, 7 Junho 2008

A reacção ao NÃO irlandês que se aproxima

Filed under: Europa — O. Braga @ 1:33 pm
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“Acho inadmissível que um tratado com a importância deste seja rejeitado por leigos em matéria jurídica, que não o perceberam.”A. Horta Pinto

“O Tratado de Lisboa é para malucos” comissário europeu Charlie McCreevy

Não sei quem é o Horta Pinto nem o McCreevy. Nem me interessa saber.

Terça-feira, 20 Maio 2008

Irish friends: vote No for me

Filed under: Europa — O. Braga @ 11:25 pm
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Já assinei.

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