perspectivas

Quinta-feira, 7 Maio 2015

Os ecologistas são aliados estratégicos da e apoiados pela plutocracia internacional

Filed under: Política,politicamente correcto — O. Braga @ 1:35 pm
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Segunda-feira, 4 Novembro 2013

Os ecologistas deveriam ser afastados da política

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 4:46 pm
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Espera-se que cerca de 200 idosos irão morrer de frio este Inverno em Inglaterra porque não podem pagar a subida dos custos de electricidade. Três milhões de ingleses não têm possibilidade de pagar a conta enorme da electricidade. Os aumentos do custo de energia são devidos aos subsídios dados pelo Estado à energia eólica e às taxas de carbono que subiram 339%.

longo inverno ecológico em inglaterra

Quinta-feira, 5 Setembro 2013

Um bom filme e outro mau (1)

Filed under: curiosidades — O. Braga @ 9:56 am
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Dian Fossey

Um bom filme é, por exemplo, ” Gorilas na Bruma “, que conta a história da vida de Dian Fossey entre os gorilas do Ruanda. Gostei do filme, não porque considere que os gorilas tenham “direitos humanos”, mas porque segundo a tradição cristã, os animais são seres criados por Deus. Os primeiros ecologistas de sempre foram católicos, como por exemplo, S. Francisco de Assis que chegou a elogiar a natureza inerte:

“Louvado sejas Tu, Senhor, pela irmã Lua e pelas estrelas, pelo irmão vento e pelo ar e as nuvens e o tempo, louvado sejas Tu, Senhor, pela nossa irmã Terra que é bondosa e nos sustenta com vigor e nos oferece os seus muitos frutos, com flores coloridas e pradarias.”

Um mau filme é, por outro exemplo, o ” 88 ” em que figura Al Pacino . Para ser um mau filme basta uma frase de Al Pacino – que faz o papel de um psiquiatra forense – que diz o seguinte: “A loucura é matéria jurídica, e não do foro da psiquiatria”. Esta frase reflecte a “verdade” actual acerca da loucura, e quer dizer o seguinte: a loucura é definida pelas leis, e não pela psiquiatria; e se as leis mudarem por força da acção política, a loucura pode passar até a ser a norma e a norma a loucura.

Desde os antigos gregos até Freud, a loucura era considerada “separada” da razão, mas não constituindo um “obstáculo” em relação à razão na medida em que a loucura era também vista como “parente” da genialidade. Enquanto que, até Freud, a norma social (a normalidade) era entendida simultaneamente como produto da lei natural (da Natureza humana) e da razão (por exemplo, com os estóicos), com Freud passamos a ser todos loucos, uns mais do que outros. Em teoria, a norma foi abolida. E com a abolição freudiana da norma, G. K. Chesterton ironiza em relação à concepção contemporânea de loucura:

“O louco não é o homem que perdeu a razão; antes, é o homem que perdeu tudo, excepto a razão.”

Quinta-feira, 28 Julho 2011

A razão porque não gosto dos cabrões dos ecologistas

Filed under: ecofascismo,ecofundamentalismo — O. Braga @ 9:22 pm
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«El cantante Morrissey, ex vocalista de The Smiths, y conocido ecologista radical, ha equiparado la matanza de Noruega con el consumo de carne.»

via Morrissey dice que la matanza de Oslo “no es nada comparado con McDonald’s” – Libertad Digital.

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Sábado, 18 Junho 2011

Um exemplo do paradoxo do ambientalismo moderno

Quero, desde já, fazer aqui uma declaração: eu gosto de cães.

Soube aqui que na cidade de Berlim são recolhidas das suas ruas, todos os dias, 55 toneladas de excrementos de cão; e que, segundo contas feitas, essas 55 toneladas equivalem ao volume ocupado por 46 automóveis da marca Ford Focus — e isto, diariamente.

Não seria de admirar que a esmagadora maioria dos donos dos cães berlinenses fosse ecologista e a favor da redução dos gases antropogénicos que alegadamente causam o “aquecimento global”. De certa forma, hoje e em termos de juízo universal, ter um cão animal em casa pretende substituir uma criança.

Sexta-feira, 10 Dezembro 2010

Uma mensagem para a esquerda ecofascista

Filed under: curiosidades — O. Braga @ 9:59 pm
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O Vaticano é o Estado mais “verde” e ecológico do mundo.

Toda a energia (sublinho: toda) consumida pelo Vaticano tem origem numa das maiores centrais solares de produção de energia da Europa. Mas não só o Vaticano: a energia da casa de Verão do Papa, em Castelo Gandolfo, é fornecida pelo gás metano produzido pelos cavalos dos seus estábulos.

Sexta-feira, 20 Novembro 2009

A origem do ecologismo (2)

Recentemente, o bioeticista eugenista Peter Singer reduziu o estatuto de um ser humano recém-nascido a um peixe; contudo, a Singer é permitido não só exercer a profissão de professor universitário em Princeton, nos Estados Unidos, como a venda dos seus livros com este tipo de ideias têm vindo a crescer. É bom recordar esta aberração ideológica exactamente hoje, no dia em que faz 50 anos depois da convenção dos direitos da criança.
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Quinta-feira, 19 Novembro 2009

A origem do ecologismo (1)

O movimento ecologista nacional e internacional, em termos gerais, deve merecer a nossa atenção pelo extremo perigo que representa; e isso significa que a noção de “esquerda” e de “direita” deve ser equacionada e definida à luz da razão e não ao sabor de emoções mais ou menos fortes. Desde logo, surge uma pergunta: os movimentos ecologistas são de esquerda? E depois outra pergunta: o partido nacional-socialista (Nazi) da Alemanha era de esquerda ou de direita? E finalmente uma outra: o que é “ser de direita” ?

Se analisarmos a amálgama ideológica que deu corpo ao nacional-socialismo, não podemos chegar a uma conclusão senão a de que o nazismo era de esquerda. Aliás, a aliança entre o nazismo e o fascismo italiano era, de certa forma, contra-natura, porque este último era de facto um sistema (e o único) de extrema-direita: o corporativismo é antítese gnóstica da esquerda, também ela gnóstica.
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A manipulação ideológica da mulher através da doença da Europa

Um dos grandes problemas do nosso tempo são os mitos sociais alicerçados em uma pretensa ciência que nada mais é do que cientismo. Se analisarmos este texto, verificamos que quem está por detrás do conceito de “liberdade da mulher = controlo populacional” pretende outra coisa completamente diferente: transformar a mulher em um agente privilegiado de determinada ideologia.

A ideia cientificista e mitológica, que se pretende assumir como um dado empírico, é bem expressa num comentário ao artigo:

“Se o mundo fosse governado por mulheres não era preciso estarmos com estas medidas.
Se algum dia, lá muito atrás, os homens tivessem tido essa lucidez,hoje o mundo continuaria a ser o paraíso que já foi.”

Quando os portugueses começaram a explorar, com mais rigor, o território interior da costa oriental africana (Moçambique) a partir do século XVII, chegaram à conclusão que a tribo autóctone mais populosa em Moçambique era a tribo dos Macuas. Acontece que essa tribo Bantu era uma sociedade matriarcal em que era comum a poliandria (hoje essa cultura já foi alterada significativamente por via dos missionários católicos) ― e era a mulher que escolhia livremente os seus parceiros sexuais. E no entanto, os Macuas eram (e são ainda) a etnia moçambicana mais populosa.

Portanto, o “governo da mulher” não significa automaticamente a diminuição da população, até porque a mulher é naturalmente sensível à maternidade. O que tornaria a mulher como um instrumento da diminuição da população seria, eventualmente, a transformação da mulher num agente privilegiado de uma determinada ideologia e de uma agenda política da esquerda fabiana ― através de uma metanóia que aliene a mulher separando-a da sua própria natureza ―, controlada e financiada pela plutocracia ocidental, e que nada tem a ver com os verdadeiros interesses do terceiro mundo.

A Europa utilitarista, niilista e abortista já entrou em pânico. As famílias numerosas sempre foram uma ameaça para os poderosos. É o crescimento da população no terceiro mundo que incomoda a sociedade rica ocidental onde a população decresce a olhos vistos. A Europa tem medo do futuro, e por isso impõe ao resto do mundo uma ideologia “ecológica” que lhe permita, mesmo que em minoria, a manutenção dos seus privilégios historicamente adquiridos.

Adenda: o primeiro link já não existe; era do diario.iol.pt e passou para a tvi.24.iol.pt

Terça-feira, 9 Dezembro 2008

A conjugação de esforços entre a Esquerda radical e a Banca internacional

João Paulo II chamou a nossa atenção para os riscos de um holocausto ambiental através da multiplicação de atentados cada vez mais insidiosos contra quem defende e tenta fazer respeitar a vida humana. É neste contexto que a esquerda radical e a judaico-maçonaria plutocrata internacional, aliados nos mesmos objectivos, começam já a atacar e a perseguir as instituições religiosas em geral, e a Igreja Católica em particular.

OConselho Mundial do Futuro (sigla: WFC, de World Future Council) foi fundado por um biólogo (não poderia deixar de ser) esquerdista radical sueco de nome Jakob von Uexkull, que tem a dupla nacionalidade alemã e sueca, e que vive na Alemanha. Este senhor foi um activista feroz do Green Peace nos anos oitenta. Esse grupo de esquerdistas radicais infiltrou-se tão bem nas instituições europeias em Bruxelas que passou a comandar a agenda ecologista da União Europeia.

Em princípios de Novembro de 2008, a “Comissão de Justiça Para o Futuro” do WFC ― com ramificações e influências no Tribunal Penal Internacional em Haia ― reuniu-se com magistrados do Tribunal Internacional de Justiça e Tribunal Internacional Penal, com sede em Haia, Holanda, para tratar da definição do que consideram ser os “crimes contra as futuras gerações” e possíveis procedimentos judiciais através da justiça internacional contra aqueles que esse grupo esquerdista radical considere serem “criminosos ambientais”. Naturalmente que George Soros, Rockefeller, Rothschild, et al, estão completamente fora de suspeitas por parte do WFC, pois é a judaico-maçonaria plutocrata internacional que financia a “esquerda” radical europeia.

Porque é que a Comissão Europeia, que é comandada por Bilderberg e pela plutocracia judaico-maçónica internacional, acolhe tão bem estas ideias e organizações radicais ditas de “Esquerda”?
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Segunda-feira, 1 Setembro 2008

A verdadeira causa do aquecimento global

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 10:13 pm
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Pela primeira vez num século de observação, o sol não apresenta as “manchas solares”.

«The sun has reached a milestone not seen for nearly 100 years: an entire month has passed without a single visible sunspot being noted.

The event is significant as many climatologists now believe solar magnetic activity – which determines the number of sunspots — is an influencing factor for climate on earth.

According to data from Mount Wilson Observatory, UCLA, more than an entire month has passed without a spot. The last time such an event occurred was June of 1913. Sunspot data has been collected since 1749.

When the sun is active, it’s not uncommon to see sunspot numbers of 100 or more in a single month. Every 11 years, activity slows, and numbers briefly drop to near-zero. Normally sunspots return very quickly, as a new cycle begins.»

Drop in solar activity has potential effect for climate on earth.

Quarta-feira, 27 Agosto 2008

Mandem-no à merda!

Filed under: Política — O. Braga @ 1:11 pm
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Da próxima vez que alguém vos disser que o “aquecimento global” é devido aos seres humanos que produzem o CO2, que o aborto é ecológico, e que os pretos em África não têm direito ao desenvolvimento por causa do “aquecimento global”, mandem-no à merda!

Vejam este (60 MB) : http://www.youtube.com/watch?v=Be8Ymq21kU4

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