perspectivas

Quarta-feira, 3 Junho 2015

Movimento de defesa das minhocas (MDM)

 

Caras e caros compatriotas e compatriotos!

Assistimos neste país a um mal moral generalizado que consiste em os pescadores matarem minhocas para pescar à beira-rio. Por isso, e à semelhança do que aconteceu com o movimento de defesa do caracol (caracol!, amigo!, o povo está contigo!), resolvi fundar o movimento de defesa das minhocas.

MDMA minhoca é um ser senciente. Ao contrário do que acontece com o embrião e fetos humanos, a minhoca sente dor, medo, e emoções em geral. Matar uma minhoca espetando-a num anzol deve ser considerado crime de empalamento. ¿Será que você gostaria de ser empalado?! A perspectiva de lhe ser espetado um pau no cu pode ser agradável para alguns, mas para a minhoca significa a morte. As minhocas não são gays.

Assim como há, segundo a norma ortográfica vigente, espetadores imorais que assistem à tourada, assim há espetadores imorais que espetam as minhocas.

Já convidei o Ricardo Araújo Pereira e o Nuno Markl para fazerem um vídeo de apoio ao movimento de defesa da minhoca.

Matar uma minhoca é uma manifestação cultural anacrónica e preconceituosa de especismo: é considerar que um ser humano é superior a uma minhoca, o que não é verdade. Este fenómeno cultural de domínio do homem branco heterossexual sobre a minhoca, tem que acabar, em nome do progresso da humanidade. Ao contrário do que acontece com a mulher que tem o direito de fazer do corpo o que quiser, o homem branco heterossexual não tem o direito de fazer da minhoca o que que quiser!

É óbvio que a culpa é de Passos Coelho! De tanto minhocar sobre a vida, o povo tem a tendência para passar mais tempo na pesca. Aliás, a pesca deveria ser proibida: deveria ser obrigatório comprar o peixe na peixaria, onde o peixe não é pescado.

Viva a minhoca! A luta continua! Abaixo Passos Coelho! Viva a revolução das minhoquices!

Segunda-feira, 4 Novembro 2013

Os ecologistas deveriam ser afastados da política

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 4:46 pm
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Espera-se que cerca de 200 idosos irão morrer de frio este Inverno em Inglaterra porque não podem pagar a subida dos custos de electricidade. Três milhões de ingleses não têm possibilidade de pagar a conta enorme da electricidade. Os aumentos do custo de energia são devidos aos subsídios dados pelo Estado à energia eólica e às taxas de carbono que subiram 339%.

longo inverno ecológico em inglaterra

Sábado, 18 Junho 2011

Um exemplo do paradoxo do ambientalismo moderno

Quero, desde já, fazer aqui uma declaração: eu gosto de cães.

Soube aqui que na cidade de Berlim são recolhidas das suas ruas, todos os dias, 55 toneladas de excrementos de cão; e que, segundo contas feitas, essas 55 toneladas equivalem ao volume ocupado por 46 automóveis da marca Ford Focus — e isto, diariamente.

Não seria de admirar que a esmagadora maioria dos donos dos cães berlinenses fosse ecologista e a favor da redução dos gases antropogénicos que alegadamente causam o “aquecimento global”. De certa forma, hoje e em termos de juízo universal, ter um cão animal em casa pretende substituir uma criança.

Quarta-feira, 29 Setembro 2010

O cientismo e a doença mental do revolucionário

« A ciência é a maior força para remover barreiras de desentendimento [entre seres humanos]. »

O revolucionário é um doente mental — não no sentido clínico stricto sensu, mas no sentido cultural e social; trata-se de um sociopata incurável.

O maior perigo da modernidade tem sido — e é, infelizmente — a mente revolucionária que surtiu do Iluminismo. A ciência e a técnica não têm culpa do descalabro humanitário do século XX. Foi a mente revolucionária a responsável por mais de 200 milhões de vítimas, muitas delas inocentes, só no século XX. Naturalmente que a ciência e a técnica foram usadas na criação da morte em massa, mas não podemos responsabilizar a ciência e a técnica em si mesmas; devemos, antes, pedir responsabilidades à mente revolucionária.


É por demais evidente que a ciência, por sua própria natureza, não se ocupa do sujeito, ou seja, do indivíduo como ser humano. Só podemos fundamentar a noção de sujeito de uma forma tautológica, baseando-a na experiência subjectiva.
O conhecimento científico só concebe acções determinadas e determinísticas; não concebe a autonomia, o sujeito, tão pouco a consciência e a responsabilidade. Esta última é não-senso e não-científica. As noções de autonomia, sujeito, consciência e responsabilidade, pertencem à ética e à metafísica — e não à ciência positiva.

Quando a ciência positiva criou as ciências humanas, varreu paulatinamente o sujeito, colocando em lugar dele as leis, determinações e estruturas. Rapidamente a ideia de sujeito tornou-se mistificadora e insensata, à luz da ciência positiva e da opinião opinativa (Doxa).
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Terça-feira, 22 Dezembro 2009

Polícia agride Lord Monckton em Copenhaga

Lord Monckton

O conhecido céptico do aquecimento global, Lord Monckton (Viscount Monckton of Brenchley) foi impedido de entrar na sessão final da conferência de Copenhaga sobre as “alterações climáticas” que não existem. Estava acompanhado por várias pessoas, entre elas o senador australiano Steve Fielding.

Apesar de estar credenciado para poder oficialmente assistir à sessão de encerramento do conferência de Copenhaga, a ONU decidiu que apenas 90 observadores de ONG’s presentes poderiam entrar ― ou seja, apenas poderiam entrar aqueles observadores que tivessem uma verdadeira no aquecimento global.

Depois de ter esperado duas horas ao frio até que os organizadores da conferência decidissem o que fazer com os “indesejáveis” que não arredavam pé da entrada, a polícia dinamarquesa, por ordem dos serviços de segurança da ONU, interveio e agrediu Lord Monckton, deixando estatelado e inconsciente no solo.

Ler o resto aqui.

Quarta-feira, 16 Dezembro 2009

Kopenhagen Entschluss Politik

“Es trat an uns die Frage heran: Wie ist es mit den Frauen und Kindern? Ich habe mich entschlossen, auch hier eine ganz klare Lösung zu finden. Ich hielt mich nämlich nicht für berechtigt, die Männer auszurotten- sprich also, umzubringen oder umbringen zu lassen – und die Rächer in Gestalt der Kinder für unsere Söhne und Enkel groß werden zu lassen. Es musste der schwere Entschluss gefasst werden, dieses Volk von der Erde verschwinden zu lassen.” (1)

— Heinrich Himmler, discurso de 1943

Se o planeta Terra oscilar no seu eixo, como já aconteceu várias vezes desde que foi formado, todas as preocupações dos “aquecimentistas” globais iriam por água abaixo, porque provavelmente uma oscilação do eixo da Terra em apenas dois graus traria um arrefecimento global de tal dimensão que transformaria toda a Europa em uma camada de gelo equivalente à do pólo sul. Para além disso, uma tal oscilação do eixo da Terra daria lugar a um período de catástrofes naturais com vagas de oceânicas a engolir literalmente as regiões costeiras de todos os continentes, e na sequência da acção que tal oscilação axial terrestre teria sobre as placas telúricas, aconteceria uma série terramotos de primeira grandeza em todo o mundo. As consequências de tal oscilação axial terrestre fariam a alegria dos malthusianos utilitaristas e dos niilistas: provavelmente, a população da Terra seria reduzida em [pelo menos] dois terços.

Acontece que a probabilidade de o planeta aquecer 3 graus Celsius até ao fim do século é menor do que a probabilidade de um deslocamento axial que pode acontecer sem qualquer aviso ou sinal, porque a redução dos gases de efeito de estufa passa pela reflorestação do planeta. As plantas alimentam-se de CO2, e mantêm o ciclo de condensação do vapor de água. O que se está a discutir em Copenhaga é um negócio gigantesco a nível global e a atribuição de “jobs for the boys” nos organismos da ONU à custa de um imposto mundial sobre todos os seres humanos cidadãos dos diversos países. Assistimos em Copenhaga à instituição da maior fraude consentida de todos os tempos.

(1) “É-nos colocada a pergunta: o que fazer com as mulheres e as crianças? Encontrei aqui uma solução clara. Não me considerei satisfeito em exterminar os homens – isto é, matá-los ou proporcionar a sua morte – e permitir que os vingadores dos nossos filhos e netos, na forma das suas crianças, possam crescer. A difícil decisão teve que ser tomada para fazer este povo desaparecer da terra.”

Sexta-feira, 11 Dezembro 2009

Salvem o planeta! (2)

Quinta-feira, 10 Dezembro 2009

Salvem o planeta!

« (…) irão aparecer grupos de pressão dos adeptos do suicídio, chamados suicidiodependentes a exigir os mesmos direitos que os mortos, e a moda pega: ser progressista será ser pró-morte-precoce, irmãos, quanto mais cedo a pessoa se consciencializar que deve matar-se mais progressista será e então gera-se um movimento de solidariedade para com os coitadinhos dos suicidiodependentes, arranjam-se salas de «chuto» mas desta vez com «chutos» mesmo a sério e sem subterfúgios, irmãos. »

Ler o resto em “Salvem o Planeta!”

😆

Terça-feira, 8 Dezembro 2009

O ambientalismo das “mudanças climáticas antropogénicas” é uma religião gnóstica (3)

O que se está a passar em Copenhaga é uma hierofania, isto é, o aparecimento ou a revelação de uma religião que tem a característica de ser uma corruptela gnóstica judaico-cristã. Se não, reparem neste texto editorial publicado no jornal Público e em mais 56 jornais de 44 países, em que são utilizados termos e conceitos como:
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Segunda-feira, 7 Dezembro 2009

Histeria em Copenhaga

Perante o que está a acontecer na conferência de Copenhaga do “aquecimento global antropogénico por via do CO2”, fico sem palavras. Sinto náuseas. Existe algo de profundamente errado com os nossos líderes políticos que se deixaram embarcar por um princípio de um processo anti-humanista monstruoso e sem precedentes. É a histeria total, a insanidade mental que resulta de uma lobotomia religiosa gnóstica. É espantoso o que está a acontecer!

É preciso reflorestar o planeta? Claro que sim. É preciso prevenir e não poluir os oceanos? Sem dúvida. É preciso gerir racionalmente os recursos piscatórios e cinegéticos? É óbvio que sim. É preciso substituir paulatinamente o petróleo por energias renováveis? Ninguém duvida disso.

Mas o que é que estes imperativos supracitados têm a ver com um aquecimento global que não existe?! E porque é que esse aquecimento global que não existe é principalmente atribuído aos seres humanos?! O que é que está por detrás de Copenhaga?

E acima de tudo: como foi possível toda esta histeria? Ou estou a ficar velho, ou anda tudo louco…

Fonte das imagens: http://www.geocraft.com/WVFossils/greenhouse_data.html

Sexta-feira, 20 Novembro 2009

A origem do ecologismo (2)

Recentemente, o bioeticista eugenista Peter Singer reduziu o estatuto de um ser humano recém-nascido a um peixe; contudo, a Singer é permitido não só exercer a profissão de professor universitário em Princeton, nos Estados Unidos, como a venda dos seus livros com este tipo de ideias têm vindo a crescer. É bom recordar esta aberração ideológica exactamente hoje, no dia em que faz 50 anos depois da convenção dos direitos da criança.
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Quinta-feira, 19 Novembro 2009

A origem do ecologismo (1)

O movimento ecologista nacional e internacional, em termos gerais, deve merecer a nossa atenção pelo extremo perigo que representa; e isso significa que a noção de “esquerda” e de “direita” deve ser equacionada e definida à luz da razão e não ao sabor de emoções mais ou menos fortes. Desde logo, surge uma pergunta: os movimentos ecologistas são de esquerda? E depois outra pergunta: o partido nacional-socialista (Nazi) da Alemanha era de esquerda ou de direita? E finalmente uma outra: o que é “ser de direita” ?

Se analisarmos a amálgama ideológica que deu corpo ao nacional-socialismo, não podemos chegar a uma conclusão senão a de que o nazismo era de esquerda. Aliás, a aliança entre o nazismo e o fascismo italiano era, de certa forma, contra-natura, porque este último era de facto um sistema (e o único) de extrema-direita: o corporativismo é antítese gnóstica da esquerda, também ela gnóstica.
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