perspectivas

Domingo, 20 Novembro 2016

O palhaço Pedro Marques Lopes

 

Nos Estados Unidos, grande parte dos assassinos e psicopatas têm três nomes; em Portugal, a maioria dos palhaços que escrevem nos me®dia têm três nomes. Por exemplo, Pedro Marques Lopes. O que muda é o grau de sociopatia.

O palhaço Pedro Marques Lopes escreveu o seguinte acerca de Donald Trump:

“Não perceber que ter como líder da maior potência mundial um indivíduo que nega grande parte dos valores da democracia, que acha que se se tem armas nucleares são para ser usadas, que nega o aquecimento global, que tem criacionistas e racistas confessos no seu gabinete, que advoga armas nas salas de aulas, que quer acabar com a progressividade dos impostos, que se devem abandonar os doentes na rua se não tiverem dinheiro para pagar um médico, que quer negar a entrada de pessoas no país só por que são fiéis de uma certa religião é um dos maiores ataques à nossa civilização, à nossa forma de vida, está cego.”

Só faltava dizer que Donald Trump come criancinhas ao pequeno-almoço e a dá injecções atrás das orelhas aos velhinhos. Aquele texto, se não tivesse maiúsculas, poderia ter sido escrito pela Fernanda Câncio (de tão estúpido que é).

Por exemplo, o racismo é muito mais uma característica dos darwinistas (incluindo o darwinismo social) do que dos criacionistas; mas o palhaço faz uma ligação directa ente criacionistas e racistas. De resto, aquele texto não tem ponta por onde se lhe pegue — para além das invectivas a um texto de António Barreto que ele não compreendeu, e em relação a quem o palhaço não tem estaleca sequer para lhe lamber os pés.

 

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Sábado, 12 Novembro 2016

Os liberais são contra a democracia, mas também a favor da democracia

 

Por um lado, Trump ganhou e é “mais um episódio da luta contra os valores do mercado (liberalismo)”; mas, por outro lado, “um liberal não distingue pessoas: crê que estas devem escolher, sendo as suas escolhas, certas ou erradas, aquilo a que se chama mercado”. Mas quando o sistema político americano escolheu Trump, o liberal já distingue pessoas. O liberal distingue pessoas apenas quando lhe dá jeito.

Lembre-se o leitor que quem escreveu isto é um professor universitário. Por aqui vemos o estado a que chegou a Academia. Já não se distingue entre a imigração legal, por um lado, e a imigração ilegal, por outro lado: para o professor universitário, toda a imigração é legal. Ou seja, o liberalismo passou a ser completa irracionalidade.

A “globalização” passou a ser uma espécie de entidade metafísica (dotada de vida própria) que está acima da populaça.

Essa entidade metafísica hipostasiada está acima da democracia que os ditos liberais defendem. Hoje, um liberal é alguém que depende da democracia para existir enquanto liberal, mas que condena a democracia em nome da deusa “Globalização”. Ou seja, um liberal é simultaneamente contra e a favor da democracia.

E quando a democracia assusta os liberais, dizem eles que é “populismo”.

Quarta-feira, 9 Novembro 2016

Jornalistas de todo o mundo: Fodei-vos!

Filed under: A vida custa,me®dia — O. Braga @ 5:41 am
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Domingo, 6 Novembro 2016

Não sei se Trump é melhor; mas parece-me diferente

Filed under: Política — O. Braga @ 6:12 pm
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Sexta-feira, 4 Novembro 2016

Dois notáveis da Esquerda que votariam em Donald Trump

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:46 am
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O marxista Slavoj Žižek votaria em Trump, se fosse americano:

O esquerdista americano Michael Moore recomenda o voto em Donald Trump :

Quarta-feira, 27 Julho 2016

Donald Trump e a “carta LGBT” [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros]

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:35 pm
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Um político nunca faz aquilo que pensa, mas antes aquilo que julga ser mais eficaz.

Terça-feira, 26 Julho 2016

A “estagnação secular” e a Religião da Humanidade

 

Ontem, em um programa na RTP3, três economistas falaram da “estagnação secular”. Um deles (de Esquerda) fez referência a Karl Marx, e outro (da Não-Esquerda) afirmou que a solução para o problema da estagnação económica é uma (ainda) maior globalização das economias (internacionalização). Vemos como a Esquerda e a Não-Esquerda estão de acordo em pontos essenciais sobre este assunto.

Em ambos os casos (na Esquerda e na Não-Esquerda) verificamos a eliminação do elemento ético nas relações económicas, e a redução de toda a realidade humana à economia.


Segundo Karl Marx (“Ideologia Alemã”), a estagnação da economia deve-se às “relações de propriedade” — que é a relação que existe entre as “forças produtivas” e as “relações de produção”: alegadamente, quando as “forças produtivas” atingem determinado estado de desenvolvimento, “entram em contradição” com as “relações de produção”, e essa “contradição” é a causa da estagnação económica.

Quando os marxistas e os neoliberais reduzem a realidade inteira à economia, simplificam o que é complexo e adoptam um pensamento dogmático que ignora as retroacções da História. A História é vista por eles como sendo linear e progressiva, sem possibilidade de recuperação, por parte da sociedade, de conceitos do passado; e quando esses conceitos retroactores surgem, marxistas e neoliberais adoptam o ad Novitatem, fazendo com que o “novo” nunca possa ter qualquer coisa em comum com o “velho”.

A reacção contra a estagnação secular já se está a fazer sentir. Por exemplo, o Brexit é uma reacção à estagnação económica na União Europeia; a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos também; na Hungria temos o Viktor Orbán com os 12% de IRS universal; fenómenos similares acontecem na Irlanda, na Polónia, na Rep. Checa, ou mesmo na Eslovénia. No Japão, a reacção à estagnação secular é por demais evidente:

“This week, Japan’s Liberal Democratic Party and its coalition partners won a two-thirds majority in the legislature’s upper house, to go along with their two-thirds majority in the lower house. A two-thirds majority is required in each house to begin the process of amending Japan’s constitution. And amending the constitution is one of the central planks in the LDP’s platform”.

Japan’s New Fascism

Os direitos humanos, entendidos em si mesmos como uma política, tende a ser colocada em causa ou questionada. Os Direitos do Homem não são uma Política [Marcel Gauchet, “Le Débat”, 1980].


É neste contexto que surge a imigração aberta e suicida na Europa. É uma fuga para a frente, no sentido errado.

mulher islamica em inglaterra kodachromeAntes de o problema da “estagnação” ser económico — é metafísico, ético, cultural e político. Os “comunistas do mercado” (os neoliberais) e os “comunistas da revolução” (os marxistas) descobriram a vantagem da imigração em massa, e dizem que os resultados são excelentes: ambos pensam que saem a ganhar do negócio da imigração em barda.

A instalação multiculturalista de comunidades de imigrantes acelera a proletarização dos imigrantes, e também reduz os trabalhadores indígenas (os brancos europeus) à antiga condição de proletários: privados da protecção de uma nação coerente, tratados como “suspeitos históricos” pelo poder político controlado pelos “comunistas do mercado” (os neoliberais) e pelos “comunistas da revolução” (os marxistas), os europeus indígenas perdem as suas últimas imunidades comunitárias: transformam-se em uma versão actualizada dos proletários do século XIX, em zômbis em potência.

Esta estratégia de proletarização geral da sociedade convém tanto aos neoliberais como aos marxistas, embora por razões distintas — é aquilo a que eu chamei de sinificação.

Trata-se de uma aliança entre Trotski e Hayek.

O neoliberalismo utiliza os velhos intelectuais marxistas (por exemplo, Francisco Louçã, José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, etc.) que são os seus compagnons de route, e que se transformam no novo clero inquisitorial da Religião da Humanidade (esse novo ópio do povo): uma religião que se baseia nas tábuas da lei dos direitos humanos, ou seja, nos direitos dos zômbis, e que se transformam nos deveres do Homem. A Religião da Humanidade tem os seus dogmas, e o seu braço secular: a União Europeia e os tribunais nacionais e internacionais.

Um dos instrumentos privilegiados de controlo dos zômbis europeus por parte dos “comunistas do mercado” e dos “comunistas da revolução”, é a exploração sistemática do sentimento de culpa colectiva dos europeus: a Victimilogia “virou” ciência, e transformou-se em um sistema de legitimização de uma sociedade pouco legítima.

“A classe que tem o poder material dominante da sociedade é, ao mesmo tempo, a que tem o poder espiritual do dominante” → Karl Marx, “Miséria da Filosofia”

¿Quem detém hoje o Poder espiritual dominante? É a Religião da Humanidade. E repartem entre si o poder material. Trata-se de uma aliança que aparece ao povo como a mistificação de uma cisão política. É a nova “superstrutura” constituída pelos “comunistas do mercado” e pelos “comunistas da revolução” (Karl Marx pode ser útil, mesmo quando é inútil).

Terça-feira, 14 Junho 2016

Donald Trump é uma consequência de Hillary Clinton

Filed under: Política — O. Braga @ 9:01 am
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Eu estou de acordo com o ABC:

Trump é principalmente a consequência nefasta do delírio ideológico da esquerda marxista norte-americana que protege o islamismo (doutrina desumana que trata as mulheres como animais e os outros não-crentes no Islão como alvos), enquanto promove os clubes de consumo de droga, a utilização do estilete sobre o crânio de bebés no late-term abortion e, as barrigas de aluguer e a utilização cruzada de balneários escolares por homens que se digam mulheres e vice-versa. E da corrupção política e promiscuidade dos princípios dos moderados que representam um sistema degenerado e endogâmico”.

Ou seja, se eu fosse americano e tivesse que escolher entre Hillary Clinton e Donald Trump, escolheria o mal menor. Depois de Obama, Hillary Clinton irá ditar o total descrédito dos Estados Unidos.

Depois do que a Esquerda tem feito nos Estados Unidos, teria infalivelmente que aparecer um Donald Trump qualquer, como contrapeso político.

Sábado, 28 Maio 2016

Quando a democracia assusta, então é “populismo”

Filed under: Política — O. Braga @ 6:34 pm
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“Populismo é o nome que os democratas usam quando a democracia os assusta” — Nicolás Gómez Dávila.


Face à ascensão de Donald Trump nas sondagens, um jornalista de um jornal conservador americano defende publicamente a ideia segundo a qual o voto deve ser restrito a uma “elite esclarecida”. Sublinho: “conservador”.

É este um dos problemas da democracia.

pendulum-loop3Um outro problema da democracia, é o de que quem saca prebendas do Estado e não paga impostos, vota sempre no sentido de manter o seu estilo de vida parasita. E por isso há quem defenda que só deve votar quem paga impostos ao Estado. Eu vou mais por esta ideia.

¿Por que razão o Donald Trump é popular nos Estados Unidos?

Porque os americanos sofreram dois mandatos desastrosos de Obama. Quando há excessos, na Natureza, esses excessos são compensados com excessos em sentido contrário, até que se estabeleça um equilíbrio natural. Donald Trump é o “excesso” que sucede ao “excesso Obama” — o que é natural e democrático.

O que pode surpreender é que ninguém apelou a um voto selectivo quando Obama concorreu às eleições; a democracia desvirtuou-se de tal forma, que qualquer manifestação de oposição a uma determinada corrente política é considerada “populismo”.

Se 99,99 % da população votasse em Hillary Clinton, a Esquerda (e os CU-servadores) consideraria isso como “democrático”; mas se 51% votar em Trump, já é “populismo”.

Quarta-feira, 18 Maio 2016

Como eu vejo o Donald Trump

Filed under: Política — O. Braga @ 10:09 am
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“O inimigo do meu inimigo, meu amigo é.” (ditado popular português)


Segunda-feira, 14 Março 2016

Os “faxistas” são os que se opõem à ideia de “progresso” como uma lei da natureza

Filed under: Política — O. Braga @ 12:08 pm
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“Não vale falar de ideias ou opiniões onde não se admite uma instância que as regula, uma série de normas às quais na discussão cabe apelar. Estas normas são os princípios da cultura”.

Ortega y Gasset

Ortega y Gasset tem razão, mas o problema é o de saber que normas são aquelas. A propósito temos dois textos que ilustram a dificuldade do estabelecimento das normas que regulem a liberdade de opinião e das ideias. O primeiro, de Rui Tavares no jornal Púbico (como não poderia deixar de ser); e o segundo publicado no Insurgente.


O Rui Tavares considera que tudo o que não seja de Esquerda é uma “catástrofe”. Ou seja, em última análise, toda a opinião ou ideia que não seja consentânea com uma política correcta conforme a Esquerda prometaica, é catastrófica; o princípio da defesa da Pátria (que se verifica na Hungria ou na Rússia, por exemplo) é apocalíptico, e revela uma “obsessão pelo colapso”. E o Rui Tavares considera que a putrefacção ideológica da Esquerda é um sinal de declínio do universo inteiro — o que revela uma mentalidade conservadora de Esquerda que se baseia na ideia abstrusa de “progresso” como uma lei da natureza (Comte → Hegel → Karl Marx).

O Rui Tavares acaba por raciocinar nos termos pessimistas de Oswald Spengler. Segundo Oswald Spengler, a cultura (e a política, consequentemente) constitui-se como um organismo vivo, evolui e entra em decadência sem possibilidade de ter um retorno ou salvação. E, nesta linha de pensamento pessimista e catastrofista, para o Rui Tavares, qualquer sinal de decadência da psicose revolucionária é uma “catástrofe”. A lógica da dialéctica hegeliana (e marxista) é negada quando a realidade não corresponde à ideologia.


No texto do Insurgente encontramos uma ode à liberdade: Donald Trump tem o direito de expulsar pessoas que perturbam os seus comícios. Clinton (e provavelmente o Rui Tavares) pensam que não: o princípio da intolerância só se aplica pela Esquerda (tolerância repressiva): se fosse a Clinton a expulsar os “reaccionários” dos seus comícios, esta acção seria correcta. Para o Rui Tavares, a tolerância é unívoca, não funciona em dois sentidos: tem um sentido único, o imposto pela Esquerda.

A mentalidade do Rui Tavares é totalitária; ele fundou um partido político a que chamou “Livre”, mas diz implicitamente que quem não concorda com ele é “faxista”. É este o problema levantado por Ortega y Gasset.

¿Será que Donald Trump quer acabar com a democracia nos Estados Unidos? 

Qualquer mente sadia sabe que não. Então ¿por quê o ápodo de “faxista” que lhe cola o Rui Tavares, a Clinton e a Esquerda em geral? Se Trump defendesse o fim da democracia na América, teriam razão; mas não é o caso.

O problema da Esquerda em relação a Trump é o de que este copiou o tradicional populismo de Esquerda que Ortega y Gasset critica no trecho. Com Trump, a Direita americana perdeu os seus tradicionais pruridos puritanos e bem comportados. E só por isso é que ele é “faxista”.

Segunda-feira, 22 Fevereiro 2016

Putin contra Lenine

Filed under: Política — O. Braga @ 1:17 pm
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Uma característica dos Cunservadores ocidentais é a de identificar Putin com o comunismo soviético.

No primeiro vídeo vemos Putin chamar de “traidor da pátria” a Lenine, porque durante a I Guerra Mundial os bolcheviques aliaram-se à Alemanha contra a Rússia. Por outro lado, Putin compara os bolcheviques com os actuais liberais (Esquerda) do ocidente e dos Estados Unidos: estes também são traidores das respectivas pátrias.

É de supôr que Putin terá um melhor relacionamento com Donald Trump como presidente dos Estados Unidos do que o que teve com Obama.

No segundo vídeo vemos Putin afirmar que 85% dos membros do primeiro governo da ex-URSS eram judeus, que reprimiram igualmente a expressão pública de qualquer religião na sociedade soviética. E Putin regozija-se com a queda dessa falsa ideologia.

Eu penso que a visão de Putin do seu país é a anterior à revolução russa. Não se trata de uma ucronia, mas da crítica de uma revolução baseada em falsas premissas.

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