perspectivas

Domingo, 12 Junho 2016

As excreções da Esquerda brasileira a favor de Dilma e contra Temer

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:55 am
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Fonte.

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Quinta-feira, 17 Março 2016

Olavo de Carvalho tinha razão acerca de Lula da Silva

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:48 am
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O que se está a passar no Brasil é um golpe-de-estado institucional. É uma vergonha!

“A procuradoria de São Paulo acusou Lula de Silva de alegado branqueamento de capitais mediante ocultação de património e falsificação de documentos em relação a um apartamento situado na praia de Guarujá, que estava em nome de uma empresa de construção de civil envolvida no escândalo de corrupção da empresa petrolífera estatal brasileira Petrobras”.

Estamos a assistir a uma venezuelização do Brasil; em vez do Maduro, temos a dupla Dilma/Lula. Quando eu lia algumas crónicas do Olavo de Carvalho acerca do Brasil de Lula da Silva e Dilma, não pensava que ele poderia ter tanta razão.

Quarta-feira, 16 Dezembro 2015

¿Português burro? A culpa é do rei D. Afonso Henriques!

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 9:00 pm
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culpa_do_cabralO Rui Tavares escreveu o seguinte no jornal Púbico:

“A destituição de um presidente (ou “impeachment”) faz sentido num sistema presidencialista quando o presidente comete crimes ou viola a constituição. Mas não é este o caso de Dilma. Nos actuais casos brasileiros há crimes onde não há Dilma, e vice-versa. A direita brasileira sabe disto, — daí a intensidade do ódio —, mas também sabe que se tiver os votos suficientes no Congresso conseguirá destituir Dilma primeiro, e julgá-la só depois. Se os crimes não forem provados, a destituição já não volta atrás”.

Mesmo que Dilma não tivesse cometido nenhum crime — o que ainda está por apurar, e a violação da Constituição é, em si mesma, um crime —, Dilma tem uma responsabilidade política pela situação de corrupção generalizada no Estado brasileiro que, por princípio, justifica o seu pedido de destituição. Sublinho: justifica o pedido, exactamente porque o sistema é presidencialista.

A ideia de Rui Tavares segundo a qual não é possível assacar à presidente do Brasil qualquer responsabilidade política pela corrupção que grassa no Estado brasileiro, é uma ideia enviesada.


O Rui Tavares deveria olhar para as declarações do seu camarada Lula:

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As bases do Ensino Superior brasileiro foram lançadas muito antes, no final de século XVII e XVIII. Em 1792, foi criada a Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho, instituição de ensino superior precursora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em 1808 foi criada a Faculdade de Medicina da Baía, na sequência da chegada ao Brasil da Coroa portuguesa.1

O Brasil tornou-se independente de Portugal em 1822. Se for verdade que a primeira universidade brasileira foi fundada em 1922, o Brasil era já independente há 100 anos! ¿E a culpa é do portuga?!

Nota
1. Fonte

Domingo, 10 Maio 2015

O Brasil vive fora da lei

Filed under: Política — O. Braga @ 4:33 pm
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Eu não fazia ideia de que a situação política no Brasil tinha chegado a uma degradação de alto coturno; e não sabia, em parte, devido aos me®dia portugueses (com excepção do semanário “O Diabo”) ocultarem tudo do Brasil que seja contra a Dilma Roussef.

Parece, a julgar pelo vídeo abaixo, que a classe política controlada pelo partido de Lula e Dilma cometeram actos ilegais, não só do ponto de vista penal, mas também do ponto de vista constitucional. Mas o acto de impugnação (impeachment) da presidente Dilma depende da classe política, nomeadamente do Congresso; e todos os pedidos de impugnação (requeridos por cidadãos) da presidente Dilma foram arquivados (nem sequer foram analisados ou/e discutidos).

Portanto, parece que há duas Constituições brasileiras: uma, real e legítima; e outra inventada pela classe política controlada pelo partido de Dilma, e levada à prática como tal e à revelia de qualquer legitimação popular.

Na prática, o Brasil vive já em uma ditadura suave, em que as instituições democráticas foram tomadas pelos interesses colectivos da classe política que se separou do povo. Criou-se um vácuo político, em que as instituições políticas deixaram de representar não só o povo, mas sobretudo a lei.

O Brasil vive fora da lei. A Constituição é, de facto, um pró-forma, um documento sem valor.

 

Segunda-feira, 27 Outubro 2014

Eu vou ter que dizer alguma coisa acerca das eleições no Brasil…

Filed under: Política — O. Braga @ 8:28 am
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Não se pode desligar o que se passa no Brasil do que se passa no processo de controlo globalista. Dilma Roussef é apenas a ponta do aicebergue.

O Globalismo actua sempre de forma dialéctica: qualquer dos candidatos, Dilma ou Aécio, a serem eleitos, serviam os interesses dos globalistas, embora de maneira diferente — e não servem propriamente os interesses do Brasil. Ganhou Dilma e os mentores do globalismo estão satisfeitos, como ficariam satisfeitos se Aécio tivesse sido eleito.

Os globalistas actuam dialecticamente, em todo lado, da seguinte maneira: ou a sinificação (Dilma) ou a desnacionalização (Aécio). Os dois processos são sancionados pela plutocracia globalista.

Tanto num caso como no outro, a plutocracia globalista fica sempre a ganhar. Hoje, não existe nacionalismo político no Brasil; pode existir nacionalismo na cultura antropológica brasileira, mas a ruling class ou tende a um processo político de sinificação (Dilma) ou a um processo político de desnacionalização (a chamada “direita liberal”). Só o futuro poderá dizer qual dos dois processos políticos, minimamente controlados pelos globalistas, irá ter sucesso definitivo no Brasil.

O processo de sinificação, encarnado por Lula / Dilma, é o mais perigoso para o Brasil, porque tende a enquistar-se a si próprio e ao país. Apesar dos seus inconvenientes, a desnacionalização liberal teria a vantagem de tirar rapidamente o Brasil do seu actual estatuto global de “anão comercial”.

Através de argumentos ad Terrorem contra Aécio, Dilma nada mais fez do que continuar o processo de enquistamento do Brasil na cena internacional: esse enquistamento pode ser o prelúdio de um provável desenvolvimento da sinificação do Brasil.

“Sinificação” não significa que o Brasil se transforme em uma cópia fiel da China. Isso seria impossível.

O que é comum a todos os países, no processo de sinificação, é o desenvolvimento de uma qualquer forma absolutista de Poder “em nome do povo”, que em uma fase inicial pode utilizar as eleições para legitimar o enraizamento cultural da necessidade de um Poder político cada vez mais discricionário. O Brasil tem vindo a resistir a esse processo de sinificação, como prova o facto de Aécio ter tido uma votação próxima de Dilma.

Este processo político — de sinificação progressiva do Brasil — só poderá ser contrariado mediante um qualquer fenómeno político extraordinário que hoje não podemos prever. Hoje encontrei um texto no FaceBook que resume a realidade do processo de sinificação no Brasil:

“Ganhou a Dilma de novo.

O pobre não entrava na faculdade. O que o PT fez? Investiu na Educação? Não, tornou a prova mais fácil.

Mesmo assim, os negros continuaram a não conseguir entrar na faculdade. O que o PT fez? Melhorou a qualidade do ensino médio? Não, destinou 30% das vagas nas universidades públicas aos negros que entram sem fazer as provas.

O analfabetismo era grande. O que o PT fez? Incentivou a leitura? Não, passou a considerar como alfabetizado quem sabe escrever o próprio nome.

A pobreza era grande. O que o PT fez? Investiu em empregos e incentivos à produção e ao empreendedorismo? Não. Baixou a linha da pobreza e passou a considerar classe média quem ganha R$300,00.

O desemprego era grande. O que o PT fez? Deu emprego? Não. Passou a considerar como empregado quem recebe o “bolsa família” ou não procura emprego.

A saúde estava muito ruim. O que o PT fez? Investiu em hospitais e em infraestrutura de saúde, criou mais cursos na área de medicina? Não. Importou um monte de cubanos que sequer fizeram a prova para comprovar sua eficiência e que aparentemente nem médicos são. (Um já foi identificado como capitão do exército cubano)

Alguém ainda duvida que esse governo é uma tremenda mentira?”

Terça-feira, 7 Outubro 2014

Sobre as eleições no Brasil

Filed under: Política — O. Braga @ 5:54 am
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Na minha condição de português, não tenho legitimidade para falar grande coisa sobre a actual política brasileira. Mas há uma intuição que eu tenho, mesmo vendo a situação de fora: qualquer solução para a presidência do Brasil é melhor do que Dilma Roussef — mesmo que fosse a Marina.

Se Lula da Silva foi um fenómeno de populismo político, o caso de Dilma foi um erro de casting que os brasileiros poderiam pagar muito mais caro se ela fosse reeleita.

Quarta-feira, 20 Agosto 2014

A coisa está “braba”, no Brasil

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 8:57 am
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Terça-feira, 15 Julho 2014

Foram os brasileiros que elegeram a “presidenta”: o povo tem o que merece e não vale a pena chiar

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 7:39 am
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“A Presidente brasileira Dilma Rousseff vai estar ausente da X Cimeira da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) que se celebra na próxima semana em Díli na capital de Timor-Leste, confirmou esta tarde o PÚBLICO junto da delegação diplomática do Brasil na CPLP (Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa).”

Dilma Rousseff ausente da cimeira de Díli da CPLP

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Segunda-feira, 18 Novembro 2013

Alguma coisa vai muito mal no reino do Brasil

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 7:39 am
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Como é possível um presidente da república em exercício participar em um congresso de um partido político?!!

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Seria inimaginável, por exemplo, que o ex-presidente da república portuguesa, Mário Soares, e/ou Jorge Sampaio, que eram ambos militantes do Partido Socialista antes da eleição, participassem em um congresso do Partido Socialista enquanto exerciam as funções de presidente da república. Faz parte da tradição política portuguesa que um presidente da república em exercício se abstenha de actividade partidária.

No Brasil parece que não é assim. A presidente Dilma Roussef participou e discursou no congresso do Partido Comunista do Brasil! Já seria mau que ela, na qualidade de presidente da república em exercício, participasse no congresso do seu próprio partido (o PT); mas pior ainda foi a presidente da república ter participado e intervindo em um congresso de um outro partido que parece não ser o seu.

O activismo partidário de um, ou uma, presidente da república é a subversão do Estado de Direito. Dilma Roussef foi eleita para minar qualquer possibilidade de sedimentação cultural da tradição democrática no Brasil.

Terça-feira, 25 Junho 2013

A PresidentA do Brasil e o Acordo Ortográfico

Com a mesma lógica que levou à criação do substantivo “presidenta“, é possível que venhamos a ter “agentas da polícia” (a prender “delinquentas”), “texugas”, “melras”, e outras curiosidades linguísticas.

Se assim for, proponho que, em compensação, se aplique a regra inversa aos substantivos “femininos” – passando a haver, p. ex., “polícios”, “guios turísticos”, para já não falar de “girafos”, “minhocos”, “carraços”, “pulgos” e outras palavras que facilmente enriqueceriam o Novo Acordo Ortográfico (visto que a novidade vem do Brasil – e do mais alto nível!).

Sexta-feira, 1 Março 2013

O governo brasileiro considera a sodomia um comportamento sagrado

O governo de Dilma Roussef pretende proibir que se diga publicamente, por exemplo, que um sodomita tem uma enorme probabilidade de contrair a SIDA/AIDS. Para o governo brasileiro, o apanascamento é um acto sagrado e não pode ser passível de qualquer crítica. Podemos criticar o mulherengo; podemos criticar o bígamo; podemos criticar o amoral; podemos criticar o pedófilo; podemos criticar o ladrão; podemos criticar o amigo da onça, etc., — mas criticar o apanascamento é heresia porque, segundo o governo brasileiro, é um comportamento sagrado.

Para Dilma Roussef, enfiar um pénis no ânus é de tal forma um acto sagrado que já se fala em decretar a censura de opinião e a proibição da leitura, nas igrejas, de passagens bíblicas que sejam críticas em relação à sodomia.


“Brazilian lawmakers are seeking pass a law prohibiting “homophobia,” which would potentially outlaw all criticism of homosexual behavior. The bill is part of the country’s criminal code reform currently being undertaken in the National Congress, according to members of Brazil’s newly-formed National Association of Evangelical Jurist (ANAJURE).”

via Video: Brazilian politicians seeking to outlaw 'homophobic' speech, warn evangelicals | LifeSiteNews.com.

Destruição de Sodoma, por Camille Corot (1796-1875)

Destruição de Sodoma, por Camille Corot (1796-1875)

Quarta-feira, 29 Agosto 2012

Ricardo Gama e a ‘privatização’ da repressão política no Brasil

Fiquei hoje a saber da existência de um caso, no Brasil, de um bloguista (ou blogueiro?), de seu nome Ricardo Gama, que levou 11 tiros por ter desafiado publicamente o status quo lulista/dilmista brasileiro. Quem se mete com Dilma Roussef, leva! O problema é que Ricardo Gama sobreviveu…!

E como — infelizmente para o status quo dilmista — Ricardo Gama sobreviveu a 11 tiros “encomendados” pela política correcta brasileira, foi condenado a três meses de prisão por delito de opinião. Naturalmente que, logo que o bloguista esteja dentro da prisão, acabam definitivamente com ele e de forma silenciosa.

Não me interessa saber se Ricardo Gama é libertário ou conservador. O que me interessa saber é que, provavelmente, não existe hoje mais liberdade de expressão no Brasil do que a que existia durante a ditadura militar. O que mudou foi o método de repressão.

Hoje, a repressão política dilmista não é assumida pelo Estado brasileiro [como o era na ditadura militar], mas antes é utilizada uma rede “privada” — ou seja, oficialmente, essa rede não pertence ao Estado brasileiro nem é directamente controlada por este — de operacionais actuando em roda livre. Ou seja, a situação actual tende a ser ainda pior do que era no tempo da ditadura militar, porque durante esta última existia, pelo menos, um certo controlo na acção política repressiva por parte do Estado brasileiro.

Ricardo Gama


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