perspectivas

Domingo, 21 Dezembro 2014

Não há almoços grátis! ¿Será que o "papa Francisco" tem dinheiro para pagar?

Filed under: Política — O. Braga @ 1:59 pm
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“Con el restablecimiento de las relaciones diplomáticas entre EEUU y Cuba ha llegado la hora de saldar cuentas y que ambos países pongan su contador a cero. Durante estas últimas décadas, mucho se ha hablado de las malignidades de un embargo impuesto al país castrista en octubre de 1960, aunque muchas veces se olvida que esta medida surgió como respuesta a la monumental oleada de expropiaciones acometidas por el Gobierno de la isla tras la Revolución cubana.

Viviendas, cuentas bancarias, maquinaria, arte… La lista de activos de los que se apoderó Castro en durante el proceso de nacionalización de la economía de su país es infinita. Según ha publicado el periódico The Boston Globe, ascendería a 7.000 millones de dólares, unos 5.685 millones de euros. La publicación ha calculado esta cifra sumándole unos intereses del 6% a unos activos que fueron valorados en 1.800 millones de dólares.”

EEUU reclama a Cuba 5.700 millones en inmuebles expropiados

viva cuba livre web

Terça-feira, 15 Maio 2012

Marxismo cultural em Cuba: a evolução na continuidade

«HAVANA, CUBA, May 14, 2012, (LifeSiteNews.com) – For all the negative backlash it has inspired, Barck Obama’s support for same-sex “marriage” has its share of supporters – such as the daughter of the Communist president of Cuba.

Mariela Castro called Obama’s speech, which cited the Golden Rule as his reason for redefining the family, “humane” and “understanding.” The daughter of Raul Castro and niece of Fidel – who stepped down as president in 2006 – said she hoped the American president’s “words will be taken seriously in the political and legislative decisions made in different states and in the whole world.” »

via Castro’s daughter: Obama should legalize same-sex ‘marriage’ | LifeSiteNews.com.

A sobrinha de Fidel Castro, Mariela Castro, aplaude Barack Hussein Obama por este defender o “casamento” gay.

Recorde-se que os regimes comunistas, como por exemplo o de Cuba ou da ex-União Soviética, reprimiram violentamente – e mais do que nenhum outro regime — a sodomia. Por exemplo, numa célebre entrevista de Álvaro Cunhal, feita por Carlos Cruz na RTP1 há cerca de 20 anos, o líder comunista português referiu-se à sodomia como “uma coisa muito triste” (sic). E eu concordo com ele.

A actual posição política da filha de Raul Castro acerca do “casamento” gay tem dois significados políticos evidentes: o primeiro, a evolução na continuidade do marxismo, ou seja o anúncio do marxismo cultural em Cuba e a continuação de uma politica insidiosa de ataque à família natural; e, por outro lado, a procura do estabelecimento de laços políticos com a Esquerda marxista cultural norte-americana protagonizada por Barack Hussein Obama, no seguimento das reformas políticas que se avizinham em Cuba que pressupõem uma abertura ao investimento norte-americano.

Em Cuba não existem hoje nem uniões civis gay, nem tão pouco “casamento” gay.

Segunda-feira, 13 Junho 2011

Blogue cubano a acompanhar

Filed under: Blogosfera — O. Braga @ 8:31 am
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Quarta-feira, 25 Maio 2011

Um exemplo do erro da visão histórica da Esquerda

Se após o 25 de Abril de 1974, o Partido Comunista tivesse tomado o poder em Portugal e instalado uma ditadura do proletariado, será que quem escreveu isto teria a mesma opinião que tem acerca da tomada do poder político em Cuba, por parte de Fidel Castro? Provavelmente, e no que se refere ao caso português, não teria a mesma opinião porque, caso contrário, poucas pessoas concordariam com o escriba.
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Quarta-feira, 24 Fevereiro 2010

Orlando Zapata Tamayo

Morre em La Habana, depois de 82 dias de greve de fome, o prisioneiro político Orlando Zapata Tamayo.

Terça-feira, 14 Abril 2009

Obama: abertura a Cuba, fechamento a Israel

Filed under: Política — O. Braga @ 9:57 am
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Tenho muitas dúvidas sobre a eficácia da nova política norte-americana em relação a Cuba. Penso mesmo que um sinal norte-americano de abertura ao regime ditatorial de Cuba numa altura em que 13 países marxistas da América Latina se reúnem para formarem a chamada “Pátria Latina” (de que Cuba faz parte), veio na pior altura.

É certo que 40 anos de isolamento cubano não fizeram cair o regime sanguinário de Fidel Castro. Cuba é uma ilha não só no sentido geográfico e territorial, como no sentido ideológico. A ilha isola-se do mundo pelo não-confinamento territorial. Cuba não tem vizinhos com que se preocupar, e por isso inventa damas quixotescas a quem acudir e moinhos de vento para combater, auto-justificando-se, assim, o regime.

Cuba viveu, vive e viverá um eterno síndroma de Helsínquia, independentemente da abertura norte-americana; é uma ilha-nação cercada de inimigos por todos os lados, e a complacência com a ditadura só irá exacerbar a psicose cubana que se pauta pela necessidade de exportar o regime ditatorial ao mundo circunvizinho, como forma de justificar a sua própria patologia identitária e idiossincrática, da qual parece não conseguir sair pelos seus próprios meios.

Por outro lado, Obama segue à risca a cartilha ideológica da ex-União Soviética e do KGB. Ao mesmo tempo que se abre a Cuba, apresenta sinais claríssimos de pretender isolar Israel. Hoje, e como nunca aconteceu desde 1917, é mais seguro ouvirmos aquilo que Putin diz do que escutarmos Obama. É claríssimo que é o primeiro que dita a política internacional; o resto são títeres que se movem numa espécie de teatro de sombras.
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Terça-feira, 9 Outubro 2007

Astrologicamente falando (2)

Filed under: Política,Religare — O. Braga @ 4:09 pm
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“Fuzilamentos? Sim! Fuzilamos e continuaremos a fuzilar sempre que seja necessário. A nossa luta é uma luta de morte.” – Che Guevara, em discurso nas Nações Unidas a 11 de Dezembro de 1964

Em 1963, a cidade de Argel era uma encruzilhada revolucionária do mundo. Nunca uma cidade africana tinha sido tão importante depois de Cartago. No entanto, o absurdo instalara-se na capital de um país que chorava a morte de um milhão de cidadãos: a uma terra saída da desolação de uma guerra de independência, arribavam os abutres do planeta. Che Guevara foi um dos que por lá viveu durante meses desse ano de 1963 – já em rota de colisão com Fidel Castro – vindo do Congo onde sofreu derrotas militares, umas atrás de outras. Regressado a Cuba a pedido da sua mulher, Che Guevara começou a preparar a expedição à Bolívia, porque o “El Comandante” já não cabia na ilha de Fidel Castro.
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