perspectivas

Sexta-feira, 18 Março 2011

A prova de que a História não está definida segundo os desígnios do esquerdalho e gayzistas

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos deu o dito pelo não dito, e avaliza agora a presença dos crucifixos nas escolas italianas. A ler, sobre este assunto:

Desde logo, a profissão de fé gayzista do José Carlos Malato, gorou-se; esfumou-se; escafedeu-se.

E depois, o tribunal constatou o óbvio: a presença dos crucifixos nas salas de aula não está associada a uma obrigatoriedade de seguir a religião cristã, por um lado, e que a religião maioritária em um determinado país desempenha um papel preponderante no âmbito escolar, mas que não supõe um acto de doutrinamento, por outro lado.

Quarta-feira, 23 Dezembro 2009

O Tribunal Constitucional italiano manda a União Europeia e o Tratado de Lisboa às malvas

No seguimento da polémica dos crucifixos nas escolas públicas italianas (ver), em que o denominado “Tribunal Europeu dos Direitos Humanos” (TEDH) decretou que todas as escolas italianas deveriam retirar os crucifixos das salas de aula — apesar da esmagadora maioria do povo italiano estar em desacordo com a decisão desse tribunal dito “europeu” —, o Tribunal Constitucional de Itália decidiu que o TEDH não tem legitimidade em decidir nesta como em outras matérias que colidam com as disposições da Constituição da República italiana.

Por outras palavras, o Tribunal Constitucional italiano informou a União Europeia que “quem vai para Abrantes, deixa Tomar atrás”.

Portanto, os crucifixos vão continuar pacificamente nos seus locais milenares da república transalpina, enquanto as mesquitas se multiplicam geometricamente para lá dos Alpes e no norte da Europa (ali mesmo ao lado do TEDH), à espera de uma oportunidade de retribuição da façanha do conde romeno Drácula, que na guerra com os invasores turcos, demoveu as intenções invasoras destes últimos mandando empalar os prisioneiros otomanos. Chegou a hora do “pay back” islâmico e da queda do laicismo na Europa às mãos dos maomedanos. Pelo menos em Itália, já se deu uma pequena contribuição para que o perigo da islamização fosse afastado.

Domingo, 8 Novembro 2009

José Carlos Malato

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Sexta-feira, 6 Novembro 2009

Bardamerda para o povo italiano

« O desejo de igualdade levado ao extremo acaba no despotismo [de uma única pessoa] »

— Montesquieu (“O espírito das leis”)

Em Itália, sondagens diversas feitas ao povo italiano dão uma maioria que ronda os 80% contra a decisão do Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” de fazer retirar coercivamente os crucifixos das escolas públicas italianas. Berlusconi já fez saber que não irá cumprir a decisão de um tribunal europeu que é um tigre de papel: basta que uma só nação lhe faça frente para que todo o “prestígio” artificial construído politicamente desabe como um baralho de cartas em equilíbrio precário.

Em defesa da decisão do tribunal europeu, uma senhora de seu nome Anabela Cabral Ferreira, que penso que seja jurista porque faz comentários jurídicos na TSF, afirmou hoje nesta estação de rádio mais ou menos isto:

“A lei serve a todos e não só a uma maioria”


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Podemos, desde já, reduzir esta proposição ao absurdo partindo do princípio de que, na sequência do desenvolvimento político do Tratado de Lisboa que pretende construir uma federação europeia, um dia destes, um polaco que viva em Portugal poderá apelar para o tribunal europeu dos direitos humanos reclamando a retirada da bandeira nacional portuguesa dos edifícios públicos, uma vez que a presença do símbolo nacional não se compaginaria com a existência de uma federação transnacional europeia. E aqui teríamos uma só pessoa ― o polaco ― a colocar em causa a vontade da esmagadora maioria dos portugueses. E a Anabela Cabral Ferreira faria um editorial na TSF a aplaudir tal decisão do “tribunal europeu dos direitos humanos”.

Adiante.
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Quarta-feira, 4 Novembro 2009

A estaurofobia da União Europeia

estaurofobiaQuando os nazis invadiram a Dinamarca, proibiram que a bandeira dinamarquesa fosse hasteada não só em edifícios públicos como em todas as casas dos cidadãos dinamarqueses. A reacção dos dinamarqueses foi espontânea e imediata: passaram todos a pintar as suas casas de vermelho e branco, que são as cores da bandeira dinamarquesa. Perante isto, a única coisa que restava aos nazis era demolir sistematicamente as casas dos dinamarqueses.

O que se passou com o denominado Tribunal Europeu dos Direitos Humanos ― que é uma instância jurídica da União Europeia, e esta, como sabemos, é controlada pela maçonaria, e que por força de tratados europeus impostos aos diversos países sem direito a referendo, passou a poder intervir directamente no Direito interno ― em relação a Itália é nitidamente a imposição pela violência de uma mundividência vesga das heteronomias maçónicas a um país com mais de 80% de católicos. Além disso, a estaurofobia é uma doença mental que pode ser tratada.

A Itália vai recorrer de uma decisão de um tribunal que, na minha opinião, não só não tem autoridade moral ― porque as suas decisões em relação ao islamismo são exactamente de índole contrária quando esse tribunal emitiu um parecer contrário ao governo francês quando este quis proibir o uso da burka islâmica em locais públicos ―, como não tem autoridade jurídica de facto para meter o bedelho em matérias culturais e tradicionais de cada país membro da União Europeia.

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