perspectivas

Quinta-feira, 3 Abril 2014

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada sobre a co-adopção

 

Quarta-feira, 2 Abril 2014

Palestra do Professor Doutor Menezes Cordeiro sobre a co-adopção de crianças por pares de invertidos

 

Terça-feira, 1 Abril 2014

O João Caguincha e “os filhos pelo ânus”

 

faxista webConsta que o João Caguincha vai casar-se com um peruano: para poder ter filhos “peruânus”. Mas parece que ele ainda não se deu conta de que peruânus não nascem filhos…

Para o João Caguincha, defender o princípio segundo o qual uma criança tem direito a pai e mãe, por um lado, e que, por outro lado, os adultos não têm direito a adoptar uma criança — é sinónimo de “faxismo”. Ou seja, quem defende intransigentemente a família natural ou a sua analogia em caso de adopção, é “faxista”!

Depois, o João Caguincha – perdão! Labrincha! – entra na endémica auto-vitimização gay, neste caso, de quem desejaria ter filhos peruânus: confunde adopção de crianças por pares de invertidos (ou co-adopção, que vai dar no mesmo), por um lado, com “proximidade” de uma criança em relação a um “não-heterossexual” (¿mas o que é isso de “não-heterossexual”?), por outro lado.

Eu imagino que, para alguns gays, deve ser motivo de revolta contra a realidade e contra a natureza não poderem ter filhos peruânus: mas é a vida! Também eu gostaria de ter muita coisa que não tenho!

Get Over It!

Sábado, 29 Março 2014

Dois professores de Direito, um sacerdote e um psicólogo falam da co-adopção de crianças por pares de invertidos (na Faculdade de Direito de Lisboa)

 

Domingo, 23 Março 2014

Um caso de sucesso de adopção de crianças por um casal de lésbicas

 

Os “estudos científicos” demonstram que uma criança é melhor educada por um “casal” de homossexuais do que pela família natural:

3 children found starving, 1 chained to floor in California Home

duas lesbicas web

The boys are 3 and 5 years old, and the girl is 8, authorities said, and they all exhibited bruises and signs of other physical as well as emotional abuse.

Segunda-feira, 17 Março 2014

As contradições de quem defende a adopção de crianças por pares de invertidos

 

Leio esta “pérola” aqui, que foi transcrita daqui.

foi-cesariana“Desde que me lembro, a minha mãe manteve relacionamentos lésbicos.

Não tive duas mães nem nada disso: tinha a minha mãe e tive uma série de “tias”… Tendo em conta que isto se passou desde há 41 anos para cá, e que eu saí de casa para fundar a minha própria família há 21 anos, se ainda hoje era complicado explicar porque vivia eu com duas mulheres, há 40 anos devia ser um terror.

Mas, olha, vai-se a ver e cresci e parece que até sou boa pessoa.

Incrivelmente não sou lésbica — não por convicção, mas porque não conheci nenhuma mulher que me encantasse — tenho 5 filhos (esta é a terceira) e é claro que sou plenamente a favor da co-adopção e da adopção por casais do mesmo sexo.

Este chumbo na Assembleia foi mais uma daquelas aberrações nacionais que só me dá náuseas e vontade de pegar nos 5 putos e fugir daqui para fora.

Mas que mania tem esta gente de misturar o que cada um faz na intimidade da sua cama com tudo resto!”


Vamos lá ver:

1/ a mulher que escreveu aquilo nasceu em 1972. Em 1978, surgiu em Portugal a lei que acabou com os “filhos de pai incógnito”. Ou seja, é provável que essa mulher não seja filha de “pai incógnito”, e que a sua (dela) mãe, apesar de lésbica, a tenha registado na Conservatória do Registo Civil com nome de pai.

2/ o facto de essa mulher ter tido uma mãe lésbica, e de ter tido muitas “tias”, isso não significa que ela não tenha tido um pai biológico — mesmo que o pai biológico não tenha querido saber mais dela. Ou seja, se essa mulher quiser, pode saber a sua árvore genealógica por parte do pai dela (os avós, os bisavós, os trisavós, etc., mesmo para rastreio de doenças hereditárias).

adopçao moderna web3/ portanto, não está em causa, com a adopção, o facto de a mãe de uma criança ser lésbica, e/ou a criança ter muitas “tias” — embora seja muito importante, para a educação de uma criança, que as relações afectivas dos progenitores sejam o mais constantes possíveis.

O que está em causa é que aquela mulher, cuja mãe é ou foi lésbica, tinha o direito a ter reconhecidos pela sociedade (e, portanto, pela lei), um pai e uma mãe. E quando, na adopção, não é possível, por qualquer infortúnio ou infelicidade da vida, a uma criança ter um pai e uma mãe, a adopção deve processar-se, por princípio geral, por analogia em relação à representação dos dois sexos. Ou seja, a adopção deve ser feita por um homem e uma mulher casados (porque o casamento é uma instituição, assim como a adopção é uma instituição).

4/ aquela mulher, embora criada por uma mãe lésbica e por muitas “tias”, sabe quem é o pai dela. Mas, ao mesmo tempo, ela defende a adopção de crianças por pares de invertidos, o que significa que ela defende que algumas crianças não tenham direito a saber quem são os respectivos pais, ou respectivas mães biológicas — e, desta vez, não por contingência, infortúnio ou infelicidade da vida da criança a adoptar, mas de uma forma propositada e deliberada e em nome do interesse dos adultos.

5/ não está em causa, na adopção, “o que as pessoas fazem na cama”. O que está em causa, na adopção, é a negação do princípio segundo o qual uma criança deve ter uma representação masculina e feminina no seu lar e na sua educação — negação essa que faz parte da agenda de engenharia social da Esquerda, que pretende destruir o valor da família natural na nossa cultura antropológica: destruindo-se os valores da família natural, o cidadão passa a depender quase exclusivamente do Estado.

Domingo, 16 Março 2014

Confusão de alhos com bugalhos

 

Deve haver gente em Portugal que se quer suicidar. É um facto. E sendo um facto, o blogue Estado Sentido deve pensar que deve haver uma lei da eutanásia “à La Carte” e “à vontade do cliente”. Porque é um facto social.

Segundo o raciocínio do escriba, qualquer facto social ou cultural justifica uma lei que o regulamente. Por exemplo, se existirem relações polígamas entre a comunidade muçulmana portuguesa (é um facto!), o Estado Sentido defende a legalização da poligamia — “porque é uma realidade!, e devemos olhar para a realidade!”. Segundo o Estado Sentido, o facto cria o Direito.

(more…)

Sexta-feira, 14 Março 2014

É necessário um referendo acerca da adopção de crianças por pares de invertidos

 

O parlamento “chumbou” a proposta de lei do Partido Socialista de adopção de crianças por pares de invertidos. Mas não chega.

foi-cesarianaÉ preciso um referendo sobre esta — como outras — matérias. A classe política não tem o direito de tratar os portugueses como atrasados mentais. Aqui não há “águas mornas”: ou há democracia, ou não há.

O argumento segundo o qual “a democracia custa dinheiro” que fundamenta a recusa de referendos, justifica também a abolição da democracia.

Outro argumento é o de que “o povo português é burro e, por isso, não merece referendos” (por exemplo, o deputado do CDS/PP João Almeida), só revela a burrice de quem assim argumenta.

E um terceiro argumento é o de que “os direitos das minorias não se referendam” (toda a esquerda assume este argumento), como se a adopção de crianças por pares de invertidos fosse um “direito”, por um lado, e como se os interesses das minorias estivessem acima dos interesses de toda a sociedade, por outro lado.

A democracia fortalece-se com a tradição democrática. Com a tradição surgem leis “invisíveis”, que não estão escritas, que solidificam a prática democrática. A tradição democrática só se constrói com a participação do povo: quando uma casta política de iluminados pretende — através do conceito abstracto de “Vontade Geral” — substituir-se à vontade do povo expressa através do voto, o que normalmente acontece é a revogação da democracia.

Se um “referendo sai caro”, como dizem alguns, podem ser realizados dois referendos no mesmo dia — como acontece na Suíça. Há que olhar para a democracia participativa da Suíça! Há que reformar o sistema político/democrático português, porque se continuar como está, o risco de ser abolido é muito alto. A classe política portuguesa tem que se convencer do seguinte: ninguém conhece o futuro!, e mais vale prevenir do que remediar.

Sexta-feira, 7 Março 2014

Conferência: "Que direitos para as famílias? A co-adopção em casais do mesmo sexo."

 

Respigado aqui:

conferencia cuadopcao web

Pérolas do discurso do Deputado Pedro Delgado Alves (Partido Socialista) durante a conferência:

“Psicologia demonstra claramente que o melhor para as crianças é viver num casal homossexual.” ” Esta proposta é estruturante para as famílias.” ” Eu não gosto desta sociedade milenar (…) e deve acabar-se com ela.”

Pérola do discurso da Dra. Dulce Rocha (Instituto de Apoio à Criança):

“Discriminar uma criança é deixá-la só com um pai e uma mãe.”

Pérolas do discurso do juiz António José Fialho:

“(…) é discriminação das crianças.” ” Sejamos sinceros, o que está em causa é o preconceito.” ” não gosto da palavra co-adopção (…)”

Pérolas do discurso do Prof. Doutor Paulo Côrte-Real (ILGA):

“Esta lei é muito limitada e apenas dá uma família às crianças.” ” Há uma vontade de discriminar sobre as crianças.” ” Os gays, lésbicas e bissexuais tem o direito de assumir as suas responsabilidades paternais.”


Sem comentários.

Quinta-feira, 6 Março 2014

Um indivíduo vota na Direita, e saem-lhe deputados do Bloco de Esquerda

Filed under: politicamente correcto — orlando braga @ 9:36 am
Tags: , , , , , ,

 

É esta a “democracia” que temos: o cidadão vota no Partido Social Democrata ou no CDS/PP, mas o resultado das eleições são deputados de “direita” com o arquétipo mental do Bloco de Esquerda ou do Partido Socialista.

Não faz sentido dar liberdade de voto a deputados que não foram eleitos em um sistema de círculos uninominais. Se o deputado faz parte de uma lista composta pelo partido a que pertence, e sem escolha directa do povo na eleição dos deputados dessa lista, é um absurdo que o deputado tenha liberdade de voto no parlamento.

Já não há volta a dar a isto. Precisamos de um UKIP (United Kingdom Independent Party) em Portugal.

Co-adopção votada na próxima semana com liberdade de voto do PSD

Quarta-feira, 26 Fevereiro 2014

Tribunal Constitucional alemão reprova co-adopção de crianças por pares de invertidos

 

“The Constitutional Court in Karlsruhe on Friday dismissed on procedural grounds a request from a Berlin district court to rule on whether gay couples living in a registered civil partnership could adopt children.”

O Tribunal Constitucional alemão reprovou a co-adopção (ou “adopção sucessiva”) de crianças por pares de invertidos. Mas isto é na Alemanha!: em Portugal, a “direita” de Passos Coelho não se diferencia do Bloco de Esquerda. Os deputados do Partido Social Democrata são, em geral, uma vergonha!

Quinta-feira, 20 Fevereiro 2014

A lei espanhola tenta travar o tráfico esclavagista e homofascista de crianças

 

“La Sala Civil del Supremo ha rechazado el acceso al Registro Civil de unos niños nacidos en California de un vientre de alquiler y a los cuales un matrimonio de varones homosexuales pretendía inscribir como hijos suyos.

En una sentencia pionera, el Alto Tribunal avala la tesis sostenida por la Fiscalía y por la Audiencia de Valencia en el sentido de que no es posible que la certificación registral extranjera -en la que los dos miembros de la pareja gay figuran como progenitores- sea inscrita en el Registro Civil español puesto que la legislación nacional prohíbe la gestación por sustitución, con o sin precio.”

Os activistas homofascistas tentam, através da “barriga de aluguer”, traficar crianças; e contam com a co-adopção para legalizar esse tráfico moderno de seres humanos.

Página seguinte »

The Rubric Theme Blog em WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 445 outros seguidores