perspectivas

Sexta-feira, 6 Abril 2012

As vacinas contraceptivas e o cancro da mama

Filed under: feminismo,politicamente correcto — O. Braga @ 9:05 pm
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“Des chercheurs du Fred Hutchinson Cancer Research Institute de Seattle viennent de rendre publics les résultats d’une étude sur plus de 1.000 femmes jeunes, de 20 à 44 ans, ayant un cancer du sein. 10 % d’entre elles avaient eu recours à une injection contraceptive. L’étude a établi un lien entre le depo-medroxyprogesterone acetate (DMPA), principal ingrédient du Depo-Provera et le cancer du sein. Ce moyen contraceptif s’utilise selon divers dosages, généralement par injection tous les trois mois. Il contient de la progestine, une hormone utilisée dans un traitement de la ménopause lié lui aussi au cancer du sein.

L’étude montre un risque 2,2 fois plus grand d’avoir un cancer du sein chez les femmes ayant utilisé le DMPA pendant un an au moins, un risque que l’on n’a pas retrouvé chez celles ayant cessé de l’utiliser depuis plus d’un an ou qui l’avaient utilisé depuis moins d’un an.

Le cancer du sein demeure exceptionnel chez les femmes aussi jeunes mais le niveau d’augmentation du risque justifie une meilleure recherche sur les contraceptifs, d’autant que d’autres solutions existent, assure le Dr Christopher Li. Sans évoquer pour autant la moins chère, la plus morale et la plus sûre, sur le plan de la santé, de toutes : la régulation naturelle des naissances.

Les injections contraceptives font l’objet d’une promotion frénétique dans les pays du tiers-monde.”

via Le blog de Jeanne Smits: Le “vaccin” contraceptif double le risque du cancer du sein chez les jeunes femmes.

Sábado, 2 Agosto 2008

É preciso racionalizar as questões


Preservativo do século 16

O que é a contracepção? O uso do preservativo é contracepção? Claro que é. Tudo o que evite a gravidez da mulher é contracepção. Visto deste prisma, até a abstenção sexual é uma forma de evitar a gravidez, e portanto, uma forma passiva de contracepção.

E o onanismo (masturbação) é contracepção? Pela mesma bitola de valores, é. E um sonho erótico que cause uma ejaculação, é contracepção? Pela mesma bitola, alguém que tenha um sonho erótico que cause uma ejaculação incorre em pecado contra a vida humana.

Hoje estou em maré de contraditório. Gosto de ler o FIAT LUX, mas quando a ICAR coloca no mesmo saco o preservativo e o aborto, o que faz é ― nada mais e nada menos ― do que validar eticamente o aborto, porquanto desvaloriza as diferenças entre as duas situações. Em vez de convencer racionalmente as pessoas acerca da inviolabilidade da vida humana, quando radicaliza posições, a ICAR descredibiliza ― aos olhos do povo ― a importância da vida, na medida em que compara coisas incomparáveis. Em resultado isso, o aborto passou a ser um método de contracepção, porque um dos lados da contenda se descredibiliza quando coloca no mesmo nível o onanismo e o aborto.

Sob o ponto de vista ético, é absolutamente irracional que alguém defenda a ideia de que o uso do preservativo é mais grave do que o incesto. Custa-me imenso que a Igreja Católica assuma posições destas.

Muitas das “guerras” culturais perdidas nos últimos 30 anos se devem a uma posição monolítica da Igreja Católica em assuntos de “lana caprina”. Eu sou insuspeito para falar nisto, porque sou e assumo-me publicamente como cristão.

Em relação a Elisabeth Anscombe: comparar o onanismo ― ou o uso do preservativo ― à sodomia e a outros desvios sexuais é classificar, à partida, o ser humano como um animal irracional. A ICAR deveria dar o exemplo na racionalização do ser humano numa altura em que este é cada vez mais tratado (pela política correcta) como um animal controlado pelo instinto. Partindo do princípio de que o ser humano é um ser irracional, Elisabeth Anscombe defende a ideia de que ao se condescender com o uso do preservativo, a besta humana cairá automaticamente na sodomia, isto é, uma coisa leva inexoravelmente à outra, como se a sodomia não existisse quando ainda não tinha sido inventado o preservativo. Este raciocínio só joga a favor de quem defende a degradação ética e moral da Humanidade, e os resultados estão à vista.

Toda a ética tem uma escala de valores racionalmente construída; misturar tudo no mesmo saco só lembra ao diabo.

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