perspectivas

Terça-feira, 4 Março 2014

O "casamento" gay e a “igualdade” que discrimina os sexos

 

O “casamento” entre pessoas do mesmo sexo constitui discriminação e segregação sexuais. A exclusão de um dos sexos em relação à instituição do casamento é feita intencionalmente.

O que é absolutamente perverso é o facto de que, em nome da “igualdade”, o “casamento” gay pretende codificar na lei a discriminação de sexos. E são as elites que batem palmas à “defesa igualitária” da desigualdade e da discriminação entre os dois sexos (através de uma forma de “casamento” que separa os sexos).

Segunda-feira, 2 Dezembro 2013

A Croácia proíbe o “casamento” invertido e anfíbio

 

 

bandeira da croacia“Os croatas aprovaram, em referendo, uma revisão da Constituição para impedir o chamado «casamento entre pessoas do mesmo sexo». A iniciativa partiu das forças políticas defensoras da Civilização e contou com o apoio da Igreja Católica, que na Croácia se movimenta em defesa dos valores cristãos e da família natural.

O Governo de esquerda tentou travar esta emenda constitucional. O Primeiro-Ministro, Zoran Milanovic, defensor da aberração chamada «casamento entre pessoas do mesmo sexo», lamentou em tom ameaçador a decisão dos croatas.”

(Fonte)

Sexta-feira, 21 Junho 2013

O governo “conservador” inglês diz que a fidelidade conjugal não pertence ao casamento

«In an astonishing statement in the Lords, the Government says fidelity is “not required” in marriage. Baroness Stowell, the Government’s Equalities spokeswoman in the Lords, was put on the spot during a debate about the controversial same-sex marriage Bill.

Lady Butler-Sloss, formerly the country’s top family law judge, asked the Government why there was no provision for adultery or consummation proposed for same-sex marriage.»

- Faithfulness not necessary in a marriage, says Govt

Para justificar a lei do “casamento” gay, o governo “conservador” de David Cameron afirmou no parlamento que “a fidelidade conjugal não é necessária ao casamento”. (more…)

Domingo, 16 Junho 2013

O “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de invertidos não interferem com a nossa vida?

Um dos argumentos notórios do Bloco de Esquerda e da ILGA Portugal é este: o “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de invertidos não interferem com vida das pessoas. O “casamento” gay e a adopção de crianças são-nos apresentados como uma liberdade negativa .

Nada mais falso! Acontece apenas que essa interferência nas nossas vidas, que tem em si uma forte componente totalitária, é progressiva e, por isso, as pessoas não se vão dando conta dela. Por exemplo, uma escola francesa cancelou a festa tradicional dos pais e mães, com medo dos insultos do lóbi gay:

Après concertation de l’équipe enseignante, un mot a été remis aux enfants de petite et moyenne sections de maternelle à destination de leurs parents. Il dit ceci : « En raison de l’évolution sociale de la structure familiale et afin d’éviter toutes polémiques, [nous avons] décidé de fêter désormais la fête des Parents à l’occasion de laquelle votre enfant vous offrira une surprise. Nous instaurons cette fête entre les dates de fête des Pères et fête des Mères. Ces autres fêtes ne seront plus préparées en classe. »

- La directrice d’école supprime la fête des pères et des mères !

Com o passar do tempo e com a continuação dos insultos do lóbi político gay, todas as escolas francesas sofrerão essa pressão política e terão a tendência para cancelar esta festa tradicional do fim do ano escolar dos pais e das mães, com medo dos insultos dos invertidos organizados politicamente.

Entretanto, ficamos a saber que na Holanda, o primeiro país do mundo a legalizar o “casamento” gay, no decorrer de 10 anos apenas 1 em 10 gays se “casaram”. Em Espanha, os números são idênticos, como podemos ler no mesmo artigo.

Os invertidos politicamente organizados não querem “casar”! O que eles querem é acabar com as instituições do casamento e da família!

Quarta-feira, 13 Março 2013

Vem aí o “casamento” grupal

“Boris Dittrich, the homosexual activist called the “father” of the political movement in favor of Dutch gay “marriage”, has admitted that group marriages of three or more people, is the next, inevitable logical step in the dismantling of the western world’s traditional marriage laws.”

via Group marriage is next, admits Dutch ‘father’ of gay ‘marriage’ | LifeSiteNews.com.

casamento grupal webPrimeiro, dirigiram-se ao coração e aos sentimentos dos tolos, reclamando por direitos de reconhecimento legal da relação homossexual, e obtiveram a união-de-facto gay.

Depois, em nome da não-discriminação, convenceram os tolos sentimentais de que o “casamento” gay não incomoda nem prejudica o casamento da maioria dos membros da sociedade; e os tolos tiveram pena deles, e não só aceitaram o “casamento” gay , como chamaram aqueles que não concordavam com ele , de “intolerantes”.

A seguir, quiseram adoptar crianças, e os tolos piegas aceitaram que se colocassem os interesses dos adultos acima dos interesses das crianças. E agora, os mesmos que “com papas e bolos enganaram os tolos”, já reclamam o “casamento grupal” constituído por três ou mais pessoas que poderão adoptar crianças. E os tolos continuam democraticamente tolos.


(more…)

Quinta-feira, 7 Março 2013

Finlândia rejeita “casamento” gay

A Finlândia rejeitou uma proposta de legalização do “casamento” gay, o que pode ser compreendido como uma inversão da tendência da moda política ocidental em ceder ao lóbi político homossexualista. Parece que a “moda gay” está a passar.

A Austrália foi outro país que recentemente rejeitou o “casamento” gay, depois de um debate nacional em que a opinião maioritária do povo australiano foi ouvida — o que não acontece nunca em Portugal.

Dos 193 países do mundo, apenas 11 países legalizaram o “casamento” gay — incluindo Portugal, o que revela o domínio discricionário e arbitrário da Esquerda (que inclui o Partido Social Democrata) no espectro político nacional, e quase sempre contra a opinião maioritária do povo português.


“The Finnish Parliament’s Legal Affairs Committee has rejected a Bill to introduce ‘gender-neutral’ marriage.”

via Finland rejects same-sex marriage Bill | News | The Christian Institute.

Domingo, 13 Janeiro 2013

Manif em França: “Todos pelo Casamento”

Podem ver aqui as imagens da manifestação pública em Paris a favor do casamento entre um homem e uma mulher, e contra a adopção de crianças por pares de avantesmas. As fotografias irão sendo adicionadas na página à medida em que a Manif ocorre; por isso, actualizem a página ao longo do dia.

A maioria dos franceses está contra o casamento anfíbio. (more…)

Quarta-feira, 9 Janeiro 2013

A maçonaria francesa, os não conservadores ingleses, e o casamento anfíbio

Um anfíbio é um animal vertebrado cuja fêmea põe ovos que são posteriormente e exteriormente fertilizados pelo macho. É o caso, por exemplo, do sapo; ou da sapatão. Ora, o ser humano, por sua própria natureza, não é anfíbio; mas hoje é politicamente correcto dizer que é.

casamento anfíbio webAtravés do ministro maçon Manuel Valls, o governo socialista francês de François Hollande, totalmente controlado pela maçonaria jacobina como não havia memória desde a I Guerra Mundial, criou um organismo a que deu o nome de Observatório Nacional do Secularismo, que alegadamente tem a função de reprimir a livre expressão das religiões na praça pública.

E o ministro da educação do governo francês Vincent Peillon, também ele maçon inveterado, tenta agora impôr a rei da rolha nas 8.300 escolas católicas francesas acerca da discussão do casamento anfíbio, ou seja, a maçonaria jacobina francesa, através do próprio governo francês, proíbe a discussão pública do casamento anfíbio, transformando o ministro da educação num comissário político.

Entretanto, em Inglaterra, uma lista assinada por de cerca de 700.000 cidadãos a favor do casamento humano — e por isso, contra o casamento anfíbio — e apresentada no parlamento inglês está a ser totalmente ignorada pelo não-conservador David Cameron(também ele obrigado à maçonaria inglesa), para além de que uma esmagadora maioria dos deputados Tories estarem contra o seu próprio líder.

Quem se mete com maçonaria, leva! A maçonaria é a própria democracia.

Quinta-feira, 5 Abril 2012

Continua a pressão do lóbi político gay sobre as crianças

Aconselho veementemente a leitura deste artigo de Pedro Vaz Patto acerca do parecer do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV), sobre as propostas de alteração à lei da procriação medicamente assistida e barrigas-de-aluguer, que pode ser lido aqui [PDF].

O parecer do CNECV não é ético: é político. E politicamente correcto. O parecer do CNECV seria ético se tivesse como preocupação central a parte mais fraca da problemática da procriação medicamente assistida — ou seja, as crianças: mas acontece que o parecer do CNECV centra-se nos interesses dos adultos. Por isso, trata-se de um parecer político, e não propriamente de um parecer estritamente ético.


O principal argumento político invocado pelo CNECV para aconselhar a extensão da procriação medicamente assistida a pares de homossexuais, consiste no facto de existir a figura jurídica do “casamento” gay. Parece-me impossível que o CNECV não saiba perfeitamente que se trata de um argumento político, e não estritamente ético. O argumento é o seguinte: se dois homossexuais podem “casar”, por que não podem recorrer a uma barriga-de-aluguer? Ou se duas lésbicas podem “casar”, por que não pode uma delas recorrer à inseminação in vitro?

O CNECV sabe perfeitamente que dois homens “casados” não é a mesma coisa que o casamento natural, ou seja, entre uma mulher e um homem. Penso que os membros do CNECV não serão tão estúpidos a ponto de não perceberem a diferença.

O problema começou precisamente com a cedência política à reivindicação do lóbi político gay em relação ao “casamento” gay. A instituição do casamento foi, assim, utilizada como uma forma de reconhecimento [ou uma bênção social] da homossexualidade como equivalente, por falsa simetria, à heterossexualidade [o conceito de “heterossexualidade” é tautológico, como referi num postal anterior]. A reivindicação do “casamento” gay pretendia uma e só coisa: validar uma orientação sexual.

Diga-se que a expressão “casamento homossexual” é bizarra. Nunca eu tinha ouvido antes falar de “casamento heterossexual”, porque o casamento, em si mesmo, não é nem homossexual nem heterossexual: antes, é heterossexuado — envolve as pessoas e os géneros, mas não uma orientação enquanto tal.

A reivindicação do lóbi político gay em relação ao casamento [a procura da tal “bênção social”] exprime o desejo de ver [toda] a sociedade encarregar-se de um problema intrapsíquico próprio do homossexual — sendo que a função do casamento não é propriamente a de resolver problemas intrapsíquicos de uma determinada minoria social, comportamental e/ou cultural.

Portanto, este problema não tem solução; com adopção de crianças ou sem adopção de crianças; com procriação medicamente assistida ou sem ela — o problema intrapsíquico homossexual não fica resolvido, com a agravante de se estar a envolver as crianças em problemas que não têm nada a ver com elas.


Em suma: pelo que pude ler, parece-me que o Conselho Nacional de “Ética” para as Ciências da Vida é um órgão político ao serviço de uma determinada e conhecida agenda política correcta.

Terça-feira, 11 Outubro 2011

O casamento deve sair do Código Civil

Filed under: Tempo de Café — orlando braga @ 10:39 am
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Com a legalização do “casamento” gay, o casamento deixou de ser a aliança entre os dois géneros com a sucessão de gerações, e passou a ser um simples contrato. E sendo um simples contrato, o Estado já não tem nada a ver com o assunto, e as leis devem doravante servir apenas para regular as disputas sobre eventuais violações de cada contrato em particular, e para a regulação do poder paternal no caso de existirem crianças.

As instituições da sociedade civil, como por exemplo a Igreja Católica, teriam a responsabilidade (cada uma à sua maneira) de instituir o tipo específico de contrato de casamento, afastando o Estado desta problemática. Voltaríamos ao tempo em que se dizia: “são casados segundo a tradição católica”, ou, “são casados segundo a lei muçulmana”, etc.

Quarta-feira, 3 Agosto 2011

Jean-Pierre Olieu e o “casamento” gay

O que se passa hoje é uma tentativa escandalosa da classe política, na sua maioria influenciada pelo movimento revolucionário, de se servir do pacto social que lhes garante o poder político para impôr coercivamente ao povo o conceito de “progresso da opinião pública”, “progresso” esse que coincide totalmente com uma visão elitista e desenraizada da realidade da sociedade.
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Terça-feira, 14 Junho 2011

A Esquerda e a cultura da irresponsabilidade (2)

No postal anterior falou-se de duas leis que comprometem seriamente o futuro de Portugal: a lei do aborto tal qual existe hoje, e a lei do “casamento homossexual” (vulgo “gaymónio”). Porém, a irresponsabilidade da Esquerda parece ter ainda em banho-maria outras aberrações em forma de lei: a lei da eutanásia (para evitar os custos do Estado nos cuidados paliativos), a lei da extensão dos direitos humanos aos animais (que na prática significará exactamente o inverso do que é proposto, ou seja, será a equiparação dos seres humanos aos animais), e a adopção de crianças por duplas de homossexuais.
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