perspectivas

Domingo, 31 Maio 2015

O Ludwig Krippahl e o dogma religioso dos “gays que nascem assim”

 

G. K. Chesterton escreveu, e com razão, que “quando a perversão se transforma em convenção, surge a ilusão da familiaridade” 1.
Com o “casamento” gay, dá a sensação, para alguns, de que tomar no cu é familiar.

foi cesarianaDesde logo, a eterna ladainha que mistura a cor da pele com o buraco onde se mete o pénis. O que admira é que ainda haja gente estúpida que tenha em conta esse argumento. Ou seja, o “homem de ciência” Ludwig Krippahl, ao fazer essa comparação, acredita que “o gay já nasceu assim”, embora ciência diga que não há provas científicas de que “o gay nasceu assim”. Misturar o comportamento sexual gay com a cor da pele nos negros é um insulto aos negros: é a pior forma concebível de racismo.

Se “é consensual que a relação entre duas pessoas que constroem uma vida em conjunto deve ter reconhecimento legal”, ¿por que razão dois irmãos, independentemente dos sexos, não se podem casar? E claro que o “casamento” gay não é consensual nem nunca será; apenas nos parece ilusoriamente familiar porque a perversão dos costumes se tornou convencional.

Acontece que os cidadãos irlandeses — como os portugueses — não querem guerra com o politicamente correcto; baixaram os braços. Acham que baixando os braços conseguem um pouco de paz, face à agressividade verbal e física do movimento político gayzista e da classe política em geral. Porém, cedo verificarão que a “paz gay” não chegou nem chegará. A guerra gay é uma guerra radical que tem como objectivo destruir o “triângulo de truísmos que é o pai, mãe e filho” (G. K. Chesterton), o que significa a destruição da nossa civilização.

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Segunda-feira, 4 Maio 2015

Está na hora de fazer um referendo acerca do "casamento" gay, e provavelmente anulá-lo

 

foi cesarianaRecentemente, o Conselho da Europa veio rectificar posições anteriores acerca do “casamento” gay: através da comissão de ministros e da comissão de Veneza, o Conselho da Europa decidiu que a recusa do “casamento” gay não viola as normas europeias.

O “casamento” gay foi imposto em Portugal coercivamente por um governo minoritário dirigido pelo corrupto José Sócrates e à revelia de qualquer consulta popular. Podemos, por isso, dizer que o “casamento” gay é inconstitucional.

No seguimento de um referendo a realizar, o “casamento” gay deverá ser revertido para a união-civil entre duas pessoas do mesmo sexo.

O propósito do casamento é, em princípio e em juízo universal, a fundação de uma família — ao passo que o propósito de uma união-civil é o da organização da vida privada, o que corresponde sensivelmente à diferença estabelecida nos artigos 8 e 12 da convenção dos direitos humanos. E, neste contexto, as uniões-civis devem ser limitadas a pares de homossexuais.

Segunda-feira, 15 Setembro 2014

Foi nisto que deu o "casamento" gay

 

No Brasil há uma bebé com 1 pai, 2 mães e 6 avós

poliamoria webTrata-se de um caso de poliamoria: uma mulher é lésbica, a outra é bissexual e coabita sexualmente com a primeira e com um homem que é o pai da criança.

De facto, trata-se já (na prática) de um casamento entre três pessoas, que é o prelúdio para o “casamento” entre quatro, cinco, seis, sete … ou vinte pessoas. Agora imaginem a complexidade jurídica e ética de um divórcio de um “casamento” entre sete pessoas … e com crianças envolvidas!

Abre-se uma caixa de Pandora: dentro em breve haverá uma criança, por exemplo, com cinco mães, sete pais, e 24 avós. O fundamento deste sofisma é a ideia segundo a qual “a família não é uma estrutura natural, e sim cultural” — quando, na realidade, a família é um misto das duas coisas!

Quando se separa a família, por um lado, da natureza, por outro lado, tudo é possível em nome da “cultura”. E mesmo que fosse verdade que “a família não é uma estrutura natural, e sim cultural”, haveria que saber se as culturas são todas igualmente positivas — por exemplo, saber se uma cultura que permite a excisão feminina é tão boa como uma cultura que não a permite.

Uma criança com “seis avós” é um delírio, porque não existe ligação carnal entre a criança e dois dos avós. Separar a família da criança, por um lado, da sua ligação carnal e familiar, por outro lado, é um delírio que coloca em causa o bem-estar da criança — embora se defenda o contrário. O que se pretende é a satisfação dos desejos dos adultos, e as crianças transformam-se em joguetes nas mãos de gente irresponsável e inconsciente.

Quarta-feira, 30 Julho 2014

¿O casamento é uma “construção social”?

 

Se a noção de “construção social” é verdadeira, então segue-se que a noção de “construção social” é, ela própria, uma construção social.

E quando alguém diz que “o casamento é uma construção social e que pode ser mudado para acomodar o casamento gay”, então segue-se que o “casamento” gay é também uma construção social.

E sendo o “casamento” gay uma construção social, temos também o direito de o rejeitar seguindo os mesmos pressupostos de quem o defende.

Terça-feira, 4 Março 2014

O "casamento" gay e a “igualdade” que discrimina os sexos

 

O “casamento” entre pessoas do mesmo sexo constitui discriminação e segregação sexuais. A exclusão de um dos sexos em relação à instituição do casamento é feita intencionalmente.

O que é absolutamente perverso é o facto de que, em nome da “igualdade”, o “casamento” gay pretende codificar na lei a discriminação de sexos. E são as elites que batem palmas à “defesa igualitária” da desigualdade e da discriminação entre os dois sexos (através de uma forma de “casamento” que separa os sexos).

Segunda-feira, 2 Dezembro 2013

A Croácia proíbe o “casamento” invertido e anfíbio

 

 

bandeira da croacia“Os croatas aprovaram, em referendo, uma revisão da Constituição para impedir o chamado «casamento entre pessoas do mesmo sexo». A iniciativa partiu das forças políticas defensoras da Civilização e contou com o apoio da Igreja Católica, que na Croácia se movimenta em defesa dos valores cristãos e da família natural.

O Governo de esquerda tentou travar esta emenda constitucional. O Primeiro-Ministro, Zoran Milanovic, defensor da aberração chamada «casamento entre pessoas do mesmo sexo», lamentou em tom ameaçador a decisão dos croatas.”

(Fonte)

Sexta-feira, 21 Junho 2013

O governo “conservador” inglês diz que a fidelidade conjugal não pertence ao casamento

«In an astonishing statement in the Lords, the Government says fidelity is “not required” in marriage. Baroness Stowell, the Government’s Equalities spokeswoman in the Lords, was put on the spot during a debate about the controversial same-sex marriage Bill.

Lady Butler-Sloss, formerly the country’s top family law judge, asked the Government why there was no provision for adultery or consummation proposed for same-sex marriage.»

Faithfulness not necessary in a marriage, says Govt

Para justificar a lei do “casamento” gay, o governo “conservador” de David Cameron afirmou no parlamento que “a fidelidade conjugal não é necessária ao casamento”. (more…)

Domingo, 16 Junho 2013

O “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de invertidos não interferem com a nossa vida?

Um dos argumentos notórios do Bloco de Esquerda e da ILGA Portugal é este: o “casamento” gay e a adopção de crianças por pares de invertidos não interferem com vida das pessoas. O “casamento” gay e a adopção de crianças são-nos apresentados como uma liberdade negativa .

Nada mais falso! Acontece apenas que essa interferência nas nossas vidas, que tem em si uma forte componente totalitária, é progressiva e, por isso, as pessoas não se vão dando conta dela. Por exemplo, uma escola francesa cancelou a festa tradicional dos pais e mães, com medo dos insultos do lóbi gay:

Après concertation de l’équipe enseignante, un mot a été remis aux enfants de petite et moyenne sections de maternelle à destination de leurs parents. Il dit ceci : « En raison de l’évolution sociale de la structure familiale et afin d’éviter toutes polémiques, [nous avons] décidé de fêter désormais la fête des Parents à l’occasion de laquelle votre enfant vous offrira une surprise. Nous instaurons cette fête entre les dates de fête des Pères et fête des Mères. Ces autres fêtes ne seront plus préparées en classe. »

La directrice d’école supprime la fête des pères et des mères !

Com o passar do tempo e com a continuação dos insultos do lóbi político gay, todas as escolas francesas sofrerão essa pressão política e terão a tendência para cancelar esta festa tradicional do fim do ano escolar dos pais e das mães, com medo dos insultos dos invertidos organizados politicamente.

Entretanto, ficamos a saber que na Holanda, o primeiro país do mundo a legalizar o “casamento” gay, no decorrer de 10 anos apenas 1 em 10 gays se “casaram”. Em Espanha, os números são idênticos, como podemos ler no mesmo artigo.

Os invertidos politicamente organizados não querem “casar”! O que eles querem é acabar com as instituições do casamento e da família!

Quarta-feira, 13 Março 2013

Vem aí o “casamento” grupal

“Boris Dittrich, the homosexual activist called the “father” of the political movement in favor of Dutch gay “marriage”, has admitted that group marriages of three or more people, is the next, inevitable logical step in the dismantling of the western world’s traditional marriage laws.”

via Group marriage is next, admits Dutch ‘father’ of gay ‘marriage’ | LifeSiteNews.com.

casamento grupal webPrimeiro, dirigiram-se ao coração e aos sentimentos dos tolos, reclamando por direitos de reconhecimento legal da relação homossexual, e obtiveram a união-de-facto gay.

Depois, em nome da não-discriminação, convenceram os tolos sentimentais de que o “casamento” gay não incomoda nem prejudica o casamento da maioria dos membros da sociedade; e os tolos tiveram pena deles, e não só aceitaram o “casamento” gay , como chamaram aqueles que não concordavam com ele , de “intolerantes”.

A seguir, quiseram adoptar crianças, e os tolos piegas aceitaram que se colocassem os interesses dos adultos acima dos interesses das crianças. E agora, os mesmos que “com papas e bolos enganaram os tolos”, já reclamam o “casamento grupal” constituído por três ou mais pessoas que poderão adoptar crianças. E os tolos continuam democraticamente tolos.


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Quinta-feira, 7 Março 2013

Finlândia rejeita “casamento” gay

A Finlândia rejeitou uma proposta de legalização do “casamento” gay, o que pode ser compreendido como uma inversão da tendência da moda política ocidental em ceder ao lóbi político homossexualista. Parece que a “moda gay” está a passar.

A Austrália foi outro país que recentemente rejeitou o “casamento” gay, depois de um debate nacional em que a opinião maioritária do povo australiano foi ouvida — o que não acontece nunca em Portugal.

Dos 193 países do mundo, apenas 11 países legalizaram o “casamento” gay — incluindo Portugal, o que revela o domínio discricionário e arbitrário da Esquerda (que inclui o Partido Social Democrata) no espectro político nacional, e quase sempre contra a opinião maioritária do povo português.


“The Finnish Parliament’s Legal Affairs Committee has rejected a Bill to introduce ‘gender-neutral’ marriage.”

via Finland rejects same-sex marriage Bill | News | The Christian Institute.

Domingo, 13 Janeiro 2013

Manif em França: “Todos pelo Casamento”

Podem ver aqui as imagens da manifestação pública em Paris a favor do casamento entre um homem e uma mulher, e contra a adopção de crianças por pares de avantesmas. As fotografias irão sendo adicionadas na página à medida em que a Manif ocorre; por isso, actualizem a página ao longo do dia.

A maioria dos franceses está contra o casamento anfíbio. (more…)

Quarta-feira, 9 Janeiro 2013

A maçonaria francesa, os não conservadores ingleses, e o casamento anfíbio

Um anfíbio é um animal vertebrado cuja fêmea põe ovos que são posteriormente e exteriormente fertilizados pelo macho. É o caso, por exemplo, do sapo; ou da sapatão. Ora, o ser humano, por sua própria natureza, não é anfíbio; mas hoje é politicamente correcto dizer que é.

casamento anfíbio webAtravés do ministro maçon Manuel Valls, o governo socialista francês de François Hollande, totalmente controlado pela maçonaria jacobina como não havia memória desde a I Guerra Mundial, criou um organismo a que deu o nome de Observatório Nacional do Secularismo, que alegadamente tem a função de reprimir a livre expressão das religiões na praça pública.

E o ministro da educação do governo francês Vincent Peillon, também ele maçon inveterado, tenta agora impôr a rei da rolha nas 8.300 escolas católicas francesas acerca da discussão do casamento anfíbio, ou seja, a maçonaria jacobina francesa, através do próprio governo francês, proíbe a discussão pública do casamento anfíbio, transformando o ministro da educação num comissário político.

Entretanto, em Inglaterra, uma lista assinada por de cerca de 700.000 cidadãos a favor do casamento humano — e por isso, contra o casamento anfíbio — e apresentada no parlamento inglês está a ser totalmente ignorada pelo não-conservador David Cameron(também ele obrigado à maçonaria inglesa), para além de que uma esmagadora maioria dos deputados Tories estarem contra o seu próprio líder.

Quem se mete com maçonaria, leva! A maçonaria é a própria democracia.

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