perspectivas

Quarta-feira, 4 Fevereiro 2009

A intolerância da religião do ateísmo

A maioria dos Estados da União Europeia, controlados pela maçonaria, adoptam uma nova religião de Estado: o ateísmo. Em nome da prevalência e do exclusivismo dessa nova religião de Estado, deu-se início a uma nova Inquisição medieval em pleno século 21.

O que está em causa com a crítica ao movimento do Novo Ateísmo que se organiza a nível internacional, não é a propaganda do ateísmo como uma visão peculiar da realidade, mas a tentativa deliberada de limitar a liberdade individual do cidadão em geral, impedindo-o de livremente seguir uma outra religião que não a ateísta.

Exactamente na medida em que o movimento ateísta pretende restringir a liberdade individual, faz parte integrante de uma agenda política claramente totalitária que se desenha nos areópagos internacionais, nomeadamente em organismos da ONU como é o caso da UNESCO.

Caroline Petrie

Caroline Petrie

Caroline Petrie é uma enfermeira inglesa que trabalhava para uma empresa que se dedica à assistência domiciliária a idosos doentes. Numa visita a uma senhora idosa que necessitava de cuidados de enfermagem, e antes de sair de casa dela, Caroline perguntou à idosa “se queria que rezasse pelas suas melhoras”, ao que a senhora idosa respondeu que não precisava das orações da enfermeira.

Acontece que a tal senhora idosa queixou-se à empresa onde a enfermeira Caroline trabalhava, e a empresa suspendeu-a sem vencimento desde 17 de Dezembro de 2008, e Caroline foi obrigada a frequentar um curso sobre “Igualdade e Diversidade”, não se sabendo ainda se será reintegrada na empresa ou não. A razão alegada pela empresa para a suspensão sem vencimento da enfermeira Caroline foi a de que ela “não demonstrou um comprometimento pessoal em relação à igualdade e diversidade” (sic).

Vamos tentar racionalizar o caso da Caroline Petrie.
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