perspectivas

Terça-feira, 13 Novembro 2012

A Comunhão Eucarística “self-service” volante com direito a menu, café e cachaça

“Encouraged by the Pope’s recent choice of Archbishop Gerhard Müller, a strong defender of Liberation Theology, to be the head of the Congregation for the Doctrine of the Faith, the main leaders of this movement decided to gather at a congress. Their aim is to give a new momentum to Liberation Theology.

Their old Marxist solutions were again proposed  from the platform. At the same time,  some liturgical innovations already being applied in the Base Christian Communities were spotlighted.”

via Self-serve Communion, a sign of the future.

Sábado, 20 Março 2010

A Quinta Coluna marxista na Igreja Católica

A partir dos anos 50 do século XX, afirmou-se no cristianismo protestante europeu a Nova Teologia de Dietrich Bonhoeffer. Não vou entrar aqui em grandes exercícios de análise filosófica que seriam fastidiosos para quem lê. Apenas direi que a Nova Teologia foi devastadora e altamente destrutiva, não só para a Europa como para a América Latina na medida em que a Nova Teologia esteve na base da Teologia da Libertação que ainda hoje se mantém activa e que é a ponta do icebergue da infiltração comunista/marxista na estrutura da Igreja Católica.
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Sábado, 27 Setembro 2008

Bonhoeffer e a Nova Teologia

Filed under: Religare — orlando braga @ 3:32 pm
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Bonhöffer

Bonhöffer

Ontem (26/9) estive a ver um programa na RTP2 sobre a vida de Dietrich Bonhoeffer, e dei comigo a pensar que sendo Bonhoeffer contemporâneo de Maximiliano Kolbe, nunca se deu a este último a importância nos me®dia que se dá àquele. Uma das razões é, certamente, a de que Kolbe foi católico e Bonhoeffer era luterano. A cultura anglo-saxónica não se perdoa a si mesma pelo seu falhanço teológico, e por isso continua sistematicamente a secundarizar a importância da ICAR na História do Cristianismo.


A Reforma de Lutero foi um fenómeno que anunciava muita coisa de positivo e depois resultou exactamente no contrário das suas intenções de princípio, porque a Reforma luterana trazia já em si os germes da sua contradição.

A Reforma teve duas consequências historicamente marcantes e negativas:

A primeira, foi a de reconhecer o princípio inabalável do Estado absolutista e o princípio da inexistência de liberdade humana na sua própria teologia (que consequentemente acabou por defender a limitação dos direitos dos cidadãos em relação ao Estado, em consequência de uma visão determinista do mundo), e o princípio da total submissão da igreja luterana ao absolutismo de Estado. Não sei como Bonhoeffer, como luterano, se pôde revoltar contra Hitler se o próprio Lutero já tinha legitimado todos os ditadores “ad Aeternum”.
Ademais, não podemos esquecer que o próprio Lutero defendeu por escrito a perseguição aos judeus, tal como a Igreja Católica o fez; não sei com que argumentos os luteranos podem denunciar ou criticar a Inquisição católica.
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Segunda-feira, 10 Dezembro 2007

O Novo Cristianismo e a crítica à Nova Teologia de Bonhoeffer

Filed under: Religare — orlando braga @ 11:34 am
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O cristianismo tende a voltar à tradição profética do cristianismo primitivo, desempenhando um papel de guia da comunidade de fé como uma vanguarda da humanidade, abrindo espaço à humanização da “Tecnópole” e mantendo viva a esperança num reinado de paz e pão para todos. Todos os sinais apontam nesse sentido, embora me pareça que a interpretação desses sinais nem sempre seja feita da forma mais consentânea com a realidade, isto é, “voltar à tradição profética” do cristianismo não significa recuar no tempo e nas tradições – pelo contrário, significa adequar a tradição profética ao mundo da Tecnópole moderna.
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