perspectivas

Sexta-feira, 10 Junho 2016

Portugueses convidados para a reunião de Bilderberg em Dresden, Alemanha

Filed under: Política — O. Braga @ 11:08 am
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bilderberg-dresden

Durão Barroso, Maria Luís Albuquerque (ex-ministra das Finanças de Passos Coelho) e Carlos Gomes da Silva (CEO da GALP ENERGIA).

Quarta-feira, 8 Junho 2016

Factos que os me®dia escondem

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:52 am
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Os criminosos do grupo de Bilderberg reúnem-se em Dresden, Alemanha, a partir de amanhã.

Sexta-feira, 29 Janeiro 2016

Portugal não tem elites: em vez disso, tem Kapos de Konzentrationslager

Filed under: Portugal — O. Braga @ 7:38 am
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“¿Como é que, algures pelo caminho dos últimos anos, perdemos a independência?

¿Como é que permitimos, todos, povo e governantes, o que se está a passar?

E não me venham com a dívida. A dívida ajuda e muito, mas não é a questão central. A questão central é que ao abdicarmos de soberania, abdicamos também de democracia.

E estamos agora governados por uma burocracia anónima, sem legitimidade eleitoral, que responde aos seus donos e nós não somos donos de nada. Nem sequer de nós próprios”.

José Pacheco Pereira


José Pacheco Pereira faz perguntas mas sabe as respostas. Ou, se não sabe, deveria saber.

Antes de mais, há que perguntar:

  • ¿quem são os “donos” de que fala o José Pacheco Pereira?
  • ¿E quem são os “capatazes” (os Kapos) dos “donos”?
  • ¿E quem são os aspirantes a “Kapos” do futuro “Konzentrationslager” em que se transforma Portugal?

Portanto, existem os “donos”, os capatazes (ou “Kapos”), e os aspirantes a Kapos. E o povo português faz parte da massa do Konzentrationslager. Os aspirantes a Kapos querem ser os futuros capatazes, independentemente da ideologia política que adoptam neste momento. Um Kapo foi Passos Coelho e é António Costa, por exemplo. E podem ser Catarina Martins ou Rui Tavares, no futuro: o que interessa ao Kapo é o Poder apenas pelo Poder (a política enquanto mero meio para atingir quaisquer fins inconfessos), e os “donos” sabem disso.

kapo-web

Por detrás da organização do Konzentrationslager existe uma hierarquia determinada por forças não democráticas que actuam decisiva- e ilegitimamente na sociedade — por exemplo, o grupo de Bilderberg do Pinto Balsemão que o José Pacheco Pereira tanto respeita, ou a maçonaria internacional a quem o José Pacheco Pereira tanto dá loas.

Os “donos” controlam o sistema hierárquico do Konzentrationslager, e nomeiam os Kapos.

Na sua condição de Kapo, este não toma partido pela massa do Konzentrationslager. O Kapo procura o compromisso com o povo que sirva os interesses dos “donos”. O Kapo é um capataz, e no Konzentrationslager não pode existir soberania que não lhe seja exterior. A soberania existe, de facto, mas está fora do Konzentrationslager.

Portanto, o problema de Portugal é o das elites que não existem enquanto tal. Portugal não tem elites: em vez disso, tem Kapos de Konzentrationslager.

Terça-feira, 4 Junho 2013

Os portugueses presentes na reunião de Bilderberg 2013

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 12:07 pm
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Paulo Portas, o Tó-Zero, e o inarrável e epidémico “bolsa-na-mão”. Vamos ter um governo de coligação Partido Socialista / CDS/PP.

Quinta-feira, 18 Abril 2013

Os bárbaros da Europa (2)

Angela Merkel diz que os Untermenschen não têm direito a salário mínimo.


Há cerca de três anos que falo aqui em sinificação da periferia europeia. Provavelmente, muitos leitores não terão prestado a necessária atenção ao conceito de sinificação — que não é novidade e tem sido defendido desde a década de 1970 por gente como Henry Kissinger. A sinificação não se aplica apenas e só à Europa, mas também à América Latina, o que justifica a cumplicidade de uma certa elite plutocrática na manutenção de regimes totalitários como os de Cuba.

Na Europa, o conceito de sinificação foi congeminado através do conhecido Straßburger Rotes Haus Bericht e pelos herdeiros ideológicos do nazismo logo a seguir à II Guerra Mundial que se reuniram na cidade holandesa de Bilderberg.

A sinificação da periferia da Europa já não pode ser hoje racionalmente considerada como uma teoria da conspiração: trata-se de um fenómeno político real que pode ser confirmado por factos.


A falácia de Angela Merkel consiste em pretender dizer que na Alemanha não existe salário mínimo, quando o que se passa na realidade é que existe, de facto, salário mínimo por cada sector de actividade — o que vai dar no mesmo. E em nenhum sector de actividade da economia alemã, o salário mínimo é igual ou sequer aproximado do salário mínimo português que é de 485 Euros mensais bruto (antes de impostos)! Na Alemanha, nenhum sector de actividade económica tem um salário mínimo inferior a 1500 Euros mensais.

O que Angela Merkel pretende dizer é que se Portugal adoptasse o sistema alemão de salários mínimos sectoriais, haveria sectores de actividade económica em Portugal que passariam a ter salários mínimos inferiores a 485 Euros mensais — o que não resolveria o problema do desemprego, por um lado, e por outro lado atiraria o nosso país para uma condição real de sinificação.

O problema é que Angela Merkel pensa mesmo que, não só é possível como é até legítimo, que um cidadão inserido numa economia da zona Euro viva com menos do que 485 Euros mensais…! Angela Merkel parte de uma concepção de Untermenschen aplicada aos cidadãos europeus de uma periferia europeia que tem como centro a própria Alemanha.

A única forma de combater a sinificação da periferia europeia é através de uma via política que conduza à excentricidade da Alemanha (retirar-lhe o estatuto de centro político da Europa). E isso só é possível por intermédio de uma aliança estratégica entre países como Inglaterra, Portugal, Espanha, Irlanda, Itália e França, entre outros, que recoloque o estatuto da Alemanha como país vencido na II Guerra Mundial. Nesta fase, dos Estados Unidos e da Rússia não podemos esperar nada.

Segunda-feira, 24 Dezembro 2012

O Nobel da paz para a União Europeia, ou a Missa Requiem

A velha e já póstuma Comunidade Europeia foi feita pelos fundadores exactamente para não ser aquilo que é hoje, foi feita para garantir a paz através da partilha de recursos, da coesão e da igualdade das nações.

via ABRUPTO.

Eu não sei bem se estou de acordo com a ideia ou ideias deste verbete de José Pacheco Pereira — porque a confusão ideológica reina de tal forma que podemos estar de acordo sem que aparentemente estejamos de acordo.
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Domingo, 2 Dezembro 2012

Pinto Balsemão e o controlo da Internet por parte da ONU

Ele há “coincidências” do diabo! Ainda há dias, Pinto Balsemão defendia em Coimbra a censura da opinião na Internet, para além de ter defendido a ideia segundo a qual o Google deveria pagar dividendos aos me®dia nacionais. Pinto Balsemão é “nacionalista” quando lhe interessa; e quando não lhe interessa é globalista e mestre de cerimónias do grupo de Bilderberg.

Nem de propósito, leio esta notícia: Internet: reunião na ONU pode mudar radicalmente a rede. A ONU, que é um organismo anónimo e anódino e digno de “1984” de Orwell, prepara-se para controlar a Internet, temendo-se a censura organizada.

balsemao 1984 web

Quinta-feira, 8 Novembro 2012

O advento de um novo fascismo na Europa, ou a sinificação da Europa

Há cerca de dois anos que venho a falar aqui em “sinificação da periferia da Europa”. Sinificação é um termo “criado” para transmitir um determinado conceito de organização política que é nova, e que passa pelos desígnios da planificação política global levada a cabo pelo grupo de Bilderberg e por outras organizações plutocratas internacionais.

Kostas Vaxevanis

O que se está a passar hoje, um pouco por toda a Europa, chamou finalmente à atenção de um jornal inglês — coisa rara, porque os me®dia ingleses são quase todos a favor da política correcta imposta pela aliança estratégica entre a plutocracia internacional e a esquerda radical. E foi o caso da recente prisão do jornalista grego Kostas Vaxevanis que despoletou a polémica acerca da liberdade de imprensa na Europa em geral.

Kostas Vaxevanis foi recentemente detido em Atenas por ter publicado no seu jornal (“Hot Doc”) uma lista de 2.059 gregos ricos que fugiram aos impostos, colocando em Bancos suíços cerca de mil milhões de Euros. Toda a gente sabia da existência dessa lista de criminosos, que foi até referida, em conferência de imprensa há cerca de dois meses, pela chefe do FMI, Christine Lagarde. Por isso, a prisão de Vaxevanis foi um acto político de intimidação em relação aos jornalistas, passando a mensagem segundo a qual, mesmo que uma notícia contra o movimento plutocrata internacional seja verdadeira, talvez não compense aos jornalistas correrem o risco de passar uma semana na prisão pela sua publicação.

O processo de sinificação da Europa decorre da degradação da ética na política. O Daily Mail percorre vários casos, em vários países da Europa, onde a decadência das culturas antropológica e intelectual é por demais evidente. Desde Berlusconi e ao governo ilegítimo de Monti, em Itália, até à promiscuidade sexual da elite socialista francesa agora no Poder, e até ao caso do britânico Sir Jimmy Savile que afinal era um pedófilo inveterado e cujo comportamento foi ocultado pela BBC e pelo Establishment inglês durante décadas — há de facto, hoje, uma tentativa por parte das elites em calar ou censurar a comunicação social.

A censura da comunicação social, ainda que mitigada numa primeira fase, faz parte desse processo de sinificação regional, e que tem como paradigma o sistema fascista chinês — que consiste na aliança estratégica entre uma elite riquíssima (por exemplo, o próximo chefe do Partido Comunista Chinês, o multi-milionário Xi Jinping), por um lado, e por outro lado as bases radicais, totalitárias e activas do partido que policiam a sociedade — e pretende utilizar alguns instrumentos políticos de controlo de massas e de infra-estruturas de coerção. Por exemplo, no sistema chinês, a política de filho único é uma infra-estrutura de coerção política totalitária. Na Europa e no Brasil, a criminalização da “homofobia” e a criminalização do chamado “discurso de ódio”, são também infra-estruturas de coerção totalitária.

Não é por acaso que a agenda politica para a cultura antropológica global, defendida pelo plutocrata radical George Soros, coincide em grande parte com a agenda política cultural da esquerda portuguesa e, nomeadamente, com a do Bloco de Esquerda. E quem diz “esquerda portuguesa”, diz “esquerda europeia”. Existe, de facto, uma aliança estratégica entre a plutocracia internacional e a esquerda mais radical no sentido da implementação de uma agenda política de sinificação de algumas regiões do globo. Neste caso, a tese e a antítese aliam-se para produzir uma síntese: trata-se de uma dialéctica convergente, e não já divergente como acontecia no tempo da Guerra Fria.

O processo de sinificação não se resume à Europa. Na América Latina, e a coberto da agenda política do famigerado Foro de São Paulo, Lula da Silva e agora Dilma Roussef prosseguem a política de sinificação regional que engloba, para além do Brasil, outros países da região. E toda essa agenda política é apoiada financeira e politicamente por plutocratas, como por exemplo, Rockefeller, Bill Gates ou George Soros.

A pressão política censória sobre os jornalistas e sobre a comunicação social tende, por isso, a aumentar. A liberdade de imprensa está hoje seriamente ameaçada na Europa.

Segunda-feira, 30 Julho 2012

Pinto Balsemão e o abate da população portuguesa

Filed under: A vida custa,Portugal — O. Braga @ 12:21 am
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“Se a população portuguesa fosse metade da que existe actualmente, não teríamos problemas económicos nem de défice.” — Francisco Pinto de Balsemão

Esta frase foi proferida por Balsemão num programa de televisão (SICn).

O que é que leva, do ponto de vista objectivo e científico, alguém com a responsabilidade de Balsemão (o representante em Portugal do grupo de Bilderberg) a afirmar uma coisa destas? Façamos uma comparação com países europeus de uma dimensão semelhante à de Portugal:

Portugal : 92,090 Km2 de área — 10,781,459 habitantes = 117.07 habitantes por km2

Áustria : 82,445 km2 de área — 8,219,743 habitantes = 99.7 habitantes por km2

Holanda: 33,893 Km2 de área – 16,730,632 habitantes = 493.63 habitantes por km2

Bélgica : 30,278 Km2 de área – 10,438,353 habitantes = 344.75 habitantes por km2

Ora, à excepção de Portugal, nenhum dos outros países supracitados têm os problemas económicos e o défice de Portugal. Reportemo-nos aos dados dos défices de 2010, que são os que tenho disponíveis:

Portugal: 9,8% do PIB // Áustria : 4,5% do PIB // Holanda : 5,1% do PIB // Bélgica : 3,8% do PIB

Portanto, a tese da relação negativa entre a população e a economia não pode ser sustentada. O problema é outro: o das elites. Portugal não tem as elites que os outros três países têm. E Pinto Balsemão faz parte da nossa desgraçada elite.

O que faz falta é abater, que nem cães raivosos, grande parte da elite que temos, incluindo o Francisco Pinto Balsemão.


«O nosso Povo tem sempre correspondido, nas alturas de crise. As elites, as chamadas elites, é que sempre o traíram (…)»

— Francisco Sá Carneiro – Abril de 1978 (dois anos antes de ser assassinado)

Sexta-feira, 13 Julho 2012

Um cenário pessoano das tendências políticas actuais

O que é espantoso, na nossa época, é a forma como o sincretismo político e ideológico que é uma característica fundamental da maçonaria especulativa de todos os tempos, consegue fazer alianças fundamentais, aparentemente tão improváveis, como a que se desenha entre a plutocracia internacional — que controla a maçonaria global — e a esquerda radical e neognóstica de algumas nações.

“Todo o grande partido político de oposição, ou seja, todo o partido de oposição que adquire vulto bastante para subverter um regime ou parte dele, se forma com a congregação de três elementos distintos, e não está completo, nem apto para efectuar o intuito, em torno do qual se gerou, senão quando efectivamente congrega todos esses elementos.

Esses três elementos são: (1) um pequeno grupo de idealistas, cujas ideias se infiltram abstractamente por vária gente inactiva; (2) um grupo maior de homens de acção, atraídos pelos elementos activos e combativos do partido, e já distante psiquicamente de todo o idealismo propriamente dito; (3) um grupo máximo de indivíduos violentos e indisciplinados, uns sinceros, outros meio sinceros, outros ainda pseudo-sinceros, que, por sua própria natureza de indisciplinados e violentos, ou desadaptados do meio, naturalmente se agregam a toda a fórmula política que está numa oposição extrema.

Quando o regime ou fórmula, que assim se tornou partido, conquistar o poder, desaparecem os idealistas, pelo menos na sua acção, que acabou historicamente com a realização; assumem o poder os homens práticos, os anónimos derivados dos idealistas e os maus elementos. Agregam-se, formando com estes últimos um pacto instintivo, os que querem comer do regime. Tal é a história de todas as revoluções; por alto que seja o ideal de onde se despenharam, vêm sempre ter ao mesmo vale da sordidez humana.

Forma-se uma ditadura de inferiores. Um período revolucionário é sempre uma ditadura de inferiores.” — Fernando Pessoa
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Segunda-feira, 9 Julho 2012

Lista dos participantes na reunião de Bilderberg 2012

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 8:10 am
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Aqui. De Portugal temos o socialista e agora Presidente do BANIF, Luís Amado; o eterno bilderberger Bolsa-na-mão; e Jorge Moreira da Silva [o menino querido do Pernalonga do PSD].

Segunda-feira, 7 Fevereiro 2011

As impressões digitais de George Soros na revolução egípcia

Filed under: globalização,Tuitando e blogando — O. Braga @ 7:03 am
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