perspectivas

Sábado, 30 Julho 2011

Todos os dias, temos que repetir para nós mesmos que 1+1 = 2

O absurdo dos tempos que correm consiste em sermos obrigados a constatar e a reiterar sistematicamente algumas evidências lógicas e verdades primárias da razão.

Por exemplo, dizer que Peter Singer não tem razão quando defende a legitimidade ética da bestialidade (sexo com animais), para além de ser uma espécie de reiteração lógica de um axioma natural que confina a sexualidade à espécie (eu nunca vi um leão montar uma égua, senão para garantir o seu almoço), passou a ser um exercício necessário de higiene mental.

O absurdo tomou conta do mundo ocidental. Face às ideias de gente como Peter Singer, muitas pessoas dizem hoje que já não sabem distinguir o bem do mal. E depois aparecem, cada vez mais, fenómenos como o de Anders Behring Breivik — e as pessoas ainda se admiram…!

Peter Singer não se fica por aqui. Não há um único tabu vigente na nossa cultura que ele não pretenda eliminar. Em alternativa, e sabendo que uma cultura sem tabus é um círculo quadrado, gente como Peter Singer (que tem a sua correspondência em Portugal no Bloco de Esquerda e no PAN — Partido Pelos Animais) pretende substituir os nossos tabus culturais por novos tabus. Por exemplo, um novo tabu será o seguinte: “é interdito a alguém defender que uma mulher não deve abortar”; ou: “é interdito alguém criticar o seu vizinho que tem actos sexuais com um porco (seja humano ou não”). Os novos tabus são diametralmente opostos aos tabus naturais. Peter Singer defende alegadamente a natureza em nome de uma ética anti-natura.

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Peter Singer defendeu, num artigo publicado não há muito tempo, que movimentos políticos de Esquerda — como por exemplo o Bloco de Esquerda — deveriam abandonar provisoriamente o marxismo, e adoptar uma linha ideológica de destruição total dos valores que escoram os princípios morais oriundos da lei natural que sustenta, não só a ética de raiz cristã, como também a islâmica, a budista, a hindu, etc. Na medida em que, no Ocidente, predomina a ética de herança cristã, e dado que o alvo primário de gente como Peter Singer é a destruição do Ocidente, o ataque destrutivo a esses princípios morais naturais deve ser realizado sem quartel e utilizando todos os meios necessários.

Para justificar a destruição da cultura ocidental, pessoas como Peter Singer dizem que “todas as culturas são iguais”; porém, a verdade é que só a cultura que gerou o Peter Singer (e quejandos) chegou a essa conclusão, e em nenhuma outra cultura, que não a nossa, a bestialidade, por exemplo, é encarada como uma característica da sexualidade humana. Porém, o que é realmente incompreensível é que pessoas como Peter Singer continuem a ser pagos para ensinar em universidades: chegará, com certeza, o dia em que uma “limpeza” geral terá que ser feita nas nossas instituições.

Terça-feira, 4 Agosto 2009

Contra a homofilia gayzista totalitária e niilista

Para se entender este postal será necessário ler estoutro. A coisa começou por ali.

Como se sabe, o substantivo adjectivante “gayzismo” não é da minha lavra; foi criado pelos nossos amigos brasileiros ― foi do Brasil que surgiu o termo. O seu a seu dono. Portanto, a a assunção do escriba deste postal está errada. Vou abster-me de apodar o dito escriba de “gajo” (como fez em relação a mim), porque não tenho a certeza daquilo que é; quando não temos a certeza se uma pessoa — que pode ser um “gajo” — o é realmente, não devemos tomar o certo pela aparência.
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Sexta-feira, 6 Junho 2008

Activista gay: “sexo com animais é legítimo”

No rol da “luta gay”, cabe tudo: um activista gay conhecido, Frank Kameny, defende a ideia de que o sexo com animais — a chamada “bestialidade” — é perfeitamente aceitável se os animais derem o seu consentimento.
bestiality

“Frank Kameny, a hero to the homosexual community who was integral in pressuring the American Psychiatric Association to reclassify same-sex activities as ‘normal,’ has written to a pro-family organization that he believes bestiality is fine, ‘as long as the animal doesn’t mind.’

«Kameny, now 83, said, “Bestiality is not my thing … But it seems to be a harmless foible or idiosyncrasy of some people. So, as long as the animal doesn’t mind (and the animal rarely does), I don’t mind, and I don’t see why anyone else should.”»

Via

A ler:


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