perspectivas

Domingo, 15 Novembro 2015

O Anselmo Borges e os escândalos do Vaticano

 

O Anselmo Borges fala aqui nos escândalos do Vaticano que se relacionam — segundo as palavras dele — com a ganância do dinheiro e do Poder. Mas o que ele não se refere — porque é tabu e mesmo uma heresia católica contemporânea — é à máfia alfazema 1 .

anselmo-borgesPara o Anselmo Borges, parece que os escândalos no Vaticano estão circunscritos ao dinheiro — o que é uma característica geral dos hodiernos, em geral.

Que se façam orgias gay no Vaticano, para o Anselmo Borges é apenas a manifestação de uma “orientação sexual”: o que é escandaloso, para o Anselmo Borges, é que os clérigos católicos gay não se possam casar uns com os outros, quiçá em “casamentos” múltiplos.

Ao contrário do que o Anselmo Borges diz, a principal razão por que o Papa Bento XVI resignou foi devido à influência da máfia alfazema no Vaticano, como se pode verificar com os dois sínodos realizados pelo papa-açorda Francisco, e nos quais alguns prelados afectos à máfia alfazema defenderam o reconhecimento da Igreja Católica do “casamento” gay. Há mesmo hoje um “teólogo” católico que diz que S. Tomás de Aquino era a favor do “casamento” gay.

A estratégia do Anselmo Borges não é nova, nem é dele: concentrando o conceito de “escândalo” na ganância do dinheiro, liberta a máfia alfazema da noção de “escândalo” aos olhos do povo católico. Para o Anselmo Borges, a luxúria e a imoralidade é reduzida ao desfrute do dinheiro.


Monsenhor Battista Ricca, braço-direito do “papa Francisco”

ricca-pope-francis[4]

Nota
1. lóbi gay dentro do Vaticano

Segunda-feira, 9 Fevereiro 2015

Comparação astrológica entre o "papa Francisco" e o Papa Bento XVI

Filed under: Igreja Católica — O. Braga @ 9:11 am
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Há quem prefira um papa político, uma espécie de chefe partidário. Pois aí tem o “papa Francisco”. Há quem prefira um papa religioso e místico: aí tem o papa Bento XVI. Temos o que merecemos.

Podemos ver aqui em baixo as cartas natais do “papa Francisco” e o Papa Bento XVI (clique nas imagens para ampliar). Para quem tem noções básicas de astrologia — como é o meu caso — fica claro que, se compararmos as potencialidades das características das duas cartas, o “papa Francisco” é o um erro de casting.

 

 

papa franciscopapa b16

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Sábado, 7 Dezembro 2013

Os dois primeiros Papas do século XXI

Filed under: Igreja Católica — O. Braga @ 6:57 am
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os dois papas

Tivemos a sorte ou o privilégio de viver no tempo de João Paulo II, de conviver com ele, e o ouvir nos meios de comunicação social ou aquando das nossas peregrinações ao santuário de Fátima. Foi também um privilégio termos vivido no mesmo tempo do Papa Bento XVI, braço direito de João Paulo II e “uma cabeça com pernas”.

Quinta-feira, 17 Outubro 2013

Os dois Papas e o viés me®diático

 

Vemos aqui em baixo uma notícia (clique nas imagens para ampliar): “O Papa Francisco I envia 200 Euros a uma pensionista vítima de assalto”.

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Agora imaginem como seria a mesma notícia no tempo de Bento XVI (há pouco mais de seis meses):

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Quinta-feira, 10 Outubro 2013

O Novo Cisma

Filed under: Igreja Católica — O. Braga @ 7:30 am
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O que nós assistimos hoje na ICAR é a um cisma papal.

 

« O Grande Cisma do Ocidente, Cisma Papal ou simplesmente Grande Cisma foi uma crise religiosa que ocorreu na Igreja Católica de 1378 a 1417.

Entre 1309 e 1377, a residência do papado foi alterada de Roma para Avinhão, na França, pois o Papa Clemente V foi levado (sem possibilidade de debate) pelo rei francês para residir em Avinhão.

Em 1378, o Papa Gregório XI voltaria para Roma, onde faleceria. A população italiana desejava que o papado fosse restabelecido em Roma. Foi então eleito o Urbano VI, de origem italiana. No entanto, ele demonstrou ser um papa muito autoritário, de modo que uma quantidade considerável do Colégio dos Cardeais, anularia a sua votação e foi realizado um novo conclave, sendo eleito Clemente VII, que passou a residir em Avinhão. Iniciara-se assim o Cisma, em que o Papa residia em Roma e o Antipapa residia em Avinhão, reclamando ambos para si o poder sobre a Igreja Católica. Posteriormente, surgiria outro Antipapa em Pisa. O cisma terminou no Concílio de Constança em 1417, quando o papado foi estabelecido definitivamente em Roma.»

 

Portanto, não é a primeira vez que existem simultaneamente dois Papas. Só que desta vez, o Vaticano e os cardeais tentaram disfarçar o cisma, fazendo de conta que não existe.

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Domingo, 6 Outubro 2013

Cardinalis Bergoglio contra Pontificum Ioannes Paulus II et Benedictus XVI

 

«32. Certain currents of modern thought have gone so far as to "exalt freedom to such an extent that it becomes an absolute, which would then be the source of values". This is the direction taken by doctrines which have lost the sense of the transcendent which are explicitly atheist. The individual conscience is accorded the status of a supreme tribunal of moral judgment which hands down categorical and infallible decisions about good and evil.

To the affirmation that one has a duty to follow one’s conscience is unduly added the affirmation that one’s moral judgment is true merely by the fact that it has its origin in the conscience.

But in this way the inescapable claims of truth disappear, yielding their place to a criterion of sincerity, authenticity and "being at peace with oneself", so much so that some have come to adopt a radically subjectivistic conception of moral judgment.

As is immediately evident, "the crisis of truth" is not unconnected with this development. Once the idea of a universal truth about the good, knowable by human reason, is lost, inevitably the notion of conscience also changes. Conscience is no longer considered in its primordial reality as an act of a person’s intelligence, the function of which is to apply the universal knowledge of the good in a specific situation and thus to express a judgment about the right conduct to be chosen here and now. Instead, there is a tendency to grant to the individual conscience the prerogative of independently determining the criteria of good and evil and then acting accordingly.

Such an outlook is quite congenial to an individualist ethic, wherein each individual is faced with his own truth, different from the truth of others. Taken to its extreme consequences, this individualism leads to a denial of the very idea of human nature.

These different notions are at the origin of currents of thought which posit a radical opposition between moral law and conscience, and between nature and freedom.»

(Ioannes Paulus II)


«A pope who today would not undergo criticism would be failing in his task in the face of these times. Paul VI resisted telecracy and demoscopy, the two dictatorial powers of the present. He was able to do so because he did not take success and approval as the parameter, but rather conscience, which is measured by the truth, by the faith.

This is why on many occasions he sought compromise: the faith leaves very much open, it offers a wide spectrum of decisions, it imposes as the parameter love, which feels obligated toward everything and therefore imposes great respect. This is why he was able to be inflexible and decisive when what was at stake was the essential tradition of the Church. In him this toughness did not derive from the insensitivity of one whose journey is dictated by the pleasure of power and by disdain for persons, but from the profundity of the faith, which made him capable of bearing the opposition.»

(Benedictus XVI)

Quinta-feira, 3 Outubro 2013

Habemus Papam

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 7:46 pm
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Sexta-feira, 20 Setembro 2013

O contraste entre os dois Papas

Filed under: Igreja Católica — O. Braga @ 9:25 am
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«O Papa Bento XVI disse hoje, a bispos brasileiros, no Vaticano, que é papel da Igreja emitir juízo moral em questões políticas quando isso for importante para defender os direitos fundamentais da pessoa. No discurso, ao qual a reportagem da Gazeta do Povo teve acesso com exclusividade, o Pontífice afirmou que os padres devem se posicionar quando estiverem em discussão temas como aborto e a eutanásia (a abreviação da vida de doentes terminais).»

Bento XVI defende acção política da Igreja contra o aborto

A notícia é de 28 de Outubro de 2010, mas poderia ser de hoje, não fora o golpe-de-estado que um grupo de cardeais operou no Vaticano, colocando no poder uma espécie de títere. É por demais evidente que quem manda hoje, e de facto, na Igreja Católica não é o Papa Francisco I: existe uma plêiade esconsa e sinistra que controla o Papa em exercício.

bento 16

Sábado, 9 Fevereiro 2013

O Cristianismo começa de novo

Filed under: Europa — O. Braga @ 9:21 am
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“Se um falso pessimismo afirma que o Cristianismo fez o seu tempo, pois bem, dizemos que não e que ele começa de novo.”Papa Bento XVI

papa no mexico web

Quinta-feira, 22 Setembro 2011

Uma imagem vale mais do que mil palavras…

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 5:55 pm
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Terça-feira, 8 Fevereiro 2011

O Papa Bento XVI e a “questão antropológica”

O nosso Papa Bento XVI tem-se referido amiúde àquilo a que ele chama de “questão antropológica”, ou seja, ele sublinha a diferença entre o ser humano e os outros animais — o conceito de “excepcionalidade da vida humana”. O Papa reitera, assim, a ideia de que a liberdade humana depende da validade da noção cultural da excepcionalidade da vida humana. Sem esta noção cultural , o Homem deixa de ser livre, ou melhor: a liberdade do Homem passa a ser equivalente à liberdade de um animal sem consciência (animal irracional).
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Sábado, 1 Janeiro 2011

A necessidade de limpar a Igreja Católica

Filed under: Religare — O. Braga @ 12:55 pm
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«A Igreja, nesses quatro anos, ocupou-se muito do homem, do homem tal como ele se apresenta na realidade na nossa época, o homem vivo.

O homem todo inteiro ocupado consigo mesmo, o homem que se faz não somente o centro de tudo o que lhe interessa, mas que ousa pretender ser o princípio e a razão última de toda a realidade […]. Nós, mais do que ninguém, temos o culto do homem.»

(Discurso de Paulo VI no encerramento do Concílio Vaticano II, 7-XII-1965

O Papa Bento XVI foi uma escolha de compromisso entre a ala tradicionalista da Igreja Católica e a ala marxista que imperou e mandou na Igreja pelo menos desde o Concílio Vaticano II, de que faz parte, por exemplo, o actual cardeal-patriarca de Lisboa. A limpeza da Igreja Católica tem que começar pela sua hierarquia mais alta. É urgente limpar a Igreja.
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