perspectivas

Quarta-feira, 12 Dezembro 2018

O enriquecimento cultural trazido pelos suspeitos do costume

Filed under: imigração,islamização,islamofobismo — O. Braga @ 5:50 pm
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Bélgica.

Os suspeitos do costume, que (segundo a Angela Merkel e o Macron) vieram para enriquecer a cultura europeia, desviam mercadoria nas localidades de Tamines e Montigny-le-Tilleul.

 

Sábado, 8 Dezembro 2018

Imagens de uma estação de Metro a norte da cidade de Bruxelas, Bélgica.

Filed under: Europa — O. Braga @ 7:31 pm
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Importamos o terceiro mundo, e ficamos o terceiro mundo.

 

Quinta-feira, 3 Março 2016

É isto que os defensores da eutanásia pretendem para Portugal

Filed under: Política — O. Braga @ 11:15 am
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Segunda-feira, 5 Outubro 2015

Polícia marroquina vai patrulhar cidades da Bélgica

Filed under: Europa — O. Braga @ 5:07 pm
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policia-marrocos
O governo belga pediu a Marrocos que enviasse agentes da polícia marroquina para patrulhar os bairros muçulmanos das cidades de Bruxelas e de Anvers.

(sem comentários)

Domingo, 26 Abril 2015

A Igreja Católica do "papa Francisco" faz funerais de cães

Filed under: Igreja Católica — O. Braga @ 9:07 am
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“The Novus Ordo Sect has reached a new low in Belgium. Explicitly citing “Pope” Francis’ call to reach out to the peripheries, “Fr.” Francis Lallemand has conducted a “Liturgy of the Word” funeral service for a dog in his parish church of St. Victor in Sambreville, Belgium. The abomination took place on Wednesday, April 22. Lallemand is part of the “Catholic” diocese of Namur, whose local “bishop” is Remy Victor Vancottem, appointed by Benedict XVI in 2010.

The “funeral” was conducted for “Miss Chiwa”, an 11-year-old Chihuahua who had become somewhat famous for having appared in various television shows. It was attended by approximately 70 people, many of whom brought their own dogs to the service.”

Gone to the Dogs : “Catholic” Funeral for Chihuahua in Belgium

Invocando o “papa Francisco” e a sua “teoria das periferias” que o Frei Bento Domingues tanto preza, celebrou-se na Bélgica uma missa de um funeral católico de uma cadela. A cerimónia foi presidida pelo próprio Bispo da diocese da cidade de Namur.

Um dia destes vamos ver o “papa Francisco” a baptizar cães, gatos, antas e formigas.

Domingo, 22 Março 2015

¿Um maluco é livre de escolher a sua própria morte?

Filed under: ética — O. Braga @ 8:42 am
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Entre 50 a 60 pessoas são eutanasiadas na Bélgica, a cada ano, por terem problemas psicológicos ou depressões.

Um dos problemas da psiquiatria actual é o de que depende muito da neuro-biologia que, por sua vez, já não distingue — em termos práticos — os problemas somáticos (por exemplo, a depressão que se traduz numa incapacidade de estabelecer laços sociais sem uma razão clara, sociopatia) e os problemas psíquicos (a depressão por infelicidade, porque morreu um familiar, porque perdeu o emprego, etc.).

A depressão psicológica tende hoje a ser reduzida a um problema físico de mau funcionamento de neuro-transmissores: é assim que raciocina o psiquiatra, por muito que o negue: enche o doente depressivo com químicos, na esperança que os neuro-transmissores voltem a funcionar ou que sejam desbloqueados. E quando os neuro-transmissores não voltam a funcionar, aceita-se a eutanásia como um “acto de liberdade” do alegado doente mental.

Ora, se uma pessoa é alegadamente maluca (os neuro-transmissores não funcionam bem), ¿como pode ser “livre de escolher” a eutanásia?

Na Bélgica, 18% dos doentes que morrem são assassinados pelos seus médicos. Temos a barbárie dentro da União Europeia, mas a classe política mantém-se calada. Mas se alguém vai contra o “casamento” gay e contra a adopção de crianças por pares de invertidos — aqui d’El Rei! porque não se pode contrariar os fanchonos.

Domingo, 23 Fevereiro 2014

Armadilha legalista da maçonaria

Filed under: Maçonaria — O. Braga @ 11:13 am
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“No domínio do Direito, nenhuma dedução científica é possível”S. Boaventura

A eutanásia foi legalizada na Bélgica em 2002, e agora surge a primeira litigância judicial contra um “médico” que assassinou uma “cliente”. Mas o problema de qualquer litigância judicial é que parte do princípio de que a lei (da eutanásia, neste caso) deve ser respeitada, ou seja, parte do pressuposto de que a lei (da eutanásia) é aceitável e legítima.

A única forma de combater uma lei maçónica iníqua — como, por exemplo, a lei da eutanásia ou do aborto — é não a considerar legal porque é ilegítima. Não há como considerar um quadro legal iníquo para uma qualquer litigância judicial: essa lei simplesmente não existe porque deve ser recusada enquanto lei ilegítima. E sendo que uma determinada lei não existe de facto (porque não é legítima), não faz sentido qualquer litigância judicial em torno dela.

Domingo, 16 Fevereiro 2014

O silêncio dos defensores portugueses da eutanásia

 

A notícia segundo a qual a Bélgica legalizou a eutanásia para crianças sem qualquer limite de idade, foi recebida com um silêncio de morte por parte dos defensores portugueses da eutanásia, na sua maioria da esquerda maçónica, mas também do Bloco de Esquerda e de uma certa “direita” libertária. Não vi nada escrito sobre o assunto, e não sei explicar esse silêncio senão pelo total absurdo que a eutanásia de crianças implica.

bandeira belgaPerante os critérios de inimputabilidade moral e jurídica que o Direito contempla o estatuto da criança, estamos, atónitos, perante uma contradição fundamental que roça a irracionalidade mais abjecta: por um lado, as crianças não podem ser juridicamente e moralmente responsabilizadas se cometerem um acto de assassínio; mas, por outro lado, já podem ser juridicamente e moralmente responsáveis para decidirem a sua própria morte. O legislador belga não responsabiliza (integralmente) as crianças se estas atentarem contra a integridade física de outrem, por um lado; mas, por outro lado, dá às crianças liberdade total para atentarem contra a sua própria integridade física.

Como escreveu Christian Vanneste, a esquerda europeia e maçónica (com o beneplácito da “direita” libertária, acrescento eu) desistiu das reformas no âmbito da economia e passou à revolução da moral — nomeadamente através da inversão e perversão dos tabus tradicionais na esfera da família e da concepção da pessoa. Essa inversão, maçónica, esquerdista, alegadamente “libertária” e perversa, dos tabus, passa pela exaltação da autonomia individual mas sempre desprovida de qualquer culpa: é um sistema que permite a eutanásia de crianças inocentes de 12 anos, por exemplo, mas já não permite a punição da culpa de um adolescente de 17 anos.

Estamos a lidar com uma classe política perversa e próxima da “loucura” aqui entendida em termos do senso-comum. Esta gente é louca, e como tal deve ser tratada. Não devemos dar um “palmo de terreno” à maçonaria, por exemplo: essa gentalha deve ser combatida sem quartel e através de todos os meios considerados adequados.

Quinta-feira, 13 Fevereiro 2014

O abismo moral da Europa e o Totalitarismo Jurídico

 

A ética de John Locke pode ser resumida em três pontos essenciais:

1/ O Criador do universo, na sua condição de criador, exerce um poder e um direito de propriedade sobre tudo o que Ele cria.

2/ Os direitos humanos não são mais do que a contrapartida daquilo que a Lei Natural — que decorre dos direitos de propriedade do Criador — impõe ou impede que se faça aos outros.

3/ O útil não é o fundamento da lei jurídica nem a razão pela qual esta obriga, mas antes é a consequência da observância da lei.

No primeiro ponto, qualquer teoria que reclame o “direito à propriedade do meu corpo” é recusada; o corpo não é meu. O aborto e suicídio são faltas, não só à luz da Lei Natural como à luz do Direito Positivo.

No segundo ponto é recusada a ideia segundo a qual os direitos humanos são aquilo que a política de cada espírito do tempo quiser que sejam, e ao sabor das modas.

O terceiro ponto defende a ideia segundo a qual a utilidade decorre do cumprimento da lei e tendo em conta os dois pontos anteriores — e não é a utilidade que fundamenta ou condiciona a feitura das leis: o que é útil é a consequência da existência de leis, mas não é aquilo que é útil que deve ser o critério fundamental de construção do Direito Positivo.


Naturalmente que haverá sempre alguém que pode dizer que “não há prova de que exista um Criador do universo”. Porém, a ausência de prova é apenas uma prova de ausência, e nada mais do que isto; este argumento não é logicamente válido. E, por outro lado, só um estúpido ou um “cientista” actual não concordará que o universo deve ter uma causa; e a essa causa convencionou-se chamar de Criador ou Deus.

Eu, que vivo no século XXI, considero que essas três premissas da ética de John Locke continuam válidas — não porque simpatize necessariamente com elas, mas porque a razão e a lógica me compelem a aceitá-las como válidas. E mesmo que haja por aí alguém que não simpatize com essas três premissas, tratar-se-á de puro gosto pessoal, mas dificilmente poderá argumentar racionalmente contra elas.

Uma coisa é aquilo que eu gosto; e outra coisa, diferente, é aquilo que o raciocínio me obriga a aceitar, mesmo que não gostemos de aceitar essa coisa. Segundo John Locke, e com razão, uma coisa é o direito como regra de acção obrigatória e que é criadora do laço do direito; mas outra coisa diferente é o direito como puro poder de uso ou usufruto. O meu corpo não é meu: apenas tenho o direito de uso ou usufruto do meu corpo.

“Pelo vínculo do direito deve entender-se o vínculo da lei natural segundo o qual todos são obrigados a pagar uma dívida natural, ou seja, a cumprir o dever natural que lhe incumbe em razão da sua natureza própria ou de sofrer a pena em caso de delito.” — John Locke, Essays on the law of nature, VI, 181, Oxford University Press, 1986

eutanasia-webO que me espanta, até à incredulidade, é que estas três premissas de John Locke, que fundamentaram o Direito Positivo ocidental até há pouco tempo, estejam a ser colocadas em causa pelo Direito europeu. Desde logo, o Direito Positivo europeu actual coloca o útil como pressuposto da feitura das leis — por exemplo, a recolha de órgãos humanos está na base da lei da eutanásia a “pedido do cliente” da Bélgica e na Holanda. Depois, o Direito Positivo europeu defendido pelo Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” assenta exclusivamente em um critério de liberdade negativa do indivíduo, fazendo de conta que a liberdade positiva não existe — por exemplo, “casamento” gay, adopção de crianças por pares de invertidos, “barriga de aluguer”, procriação medicamente assistida para toda a gente, e outros “direitos” a torto e a direito.

Podemos afirmar, de uma forma objectiva e baseada em factos insofismáveis, que a Europa está em decadência acelerada. Não se trata aqui de pessimismo da minha parte. Não há um fundamento racional para o que se está a passar na Europa em matéria de Direito Positivo. Já não existe uma base lógica e racional para as leis que se fazem na Europa senão um critério de pura utilidade que torna as leis arbitrárias e dependendo apenas e só da moda de cada época.

É perfeitamente racional que possamos supôr que toda e qualquer irracionalidade traduzida em lei passa agora a ser possível na Europa: e essa irracionalidade e arbitrariedade jurídica traduz-se em um Totalitarismo Jurídico — uma nova forma de totalitarismo ou de fascismo.

Quarta-feira, 12 Fevereiro 2014

A Bélgica prepara uma lei para assassinar crianças

Filed under: ética — O. Braga @ 7:32 am
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Sexta-feira, 7 Fevereiro 2014

Bélgica deve ser expulsa da União Europeia


“I have previously documented Belgium’s meteoric rise to become the euthanasia capital of Europe and its grisly descent down the slippery slope. Now the country is moving to allow euthanasia for sick children. The measure has already passed by 50 votes to 17 in Belgium’s upper house and only needs a vote in the lower house to pass fully into law. The Belgian government announced yesterday that the debate on the child euthanasia bill, in the Chamber of Deputies, will occur on 12 February.”

Belgian Parliament on verge of fully legalizing child euthanasia with final vote on 13 February

A Bélgica prepara-se para aprovar uma lei da eutanásia para crianças doentes. Note-se: não estamos a falar de crianças em estado terminal, mas de crianças com doenças incuráveis mas que têm tratamento.

Eutanásia “a pedido do cliente” por uma simples depressão psicológica, eutanásia para cegos, para mulheres anorécticas, já são prática corrente na Bélgica.

Mas as intenções selvagens da classe política e do povo belgas não fica por aqui: já se pensa em estender a eutanásia compulsiva a pessoas com demência.

Não é possível conviver, dentro da União Europeia, com um país como a Bélgica. Ou a Bélgica é expulsa da União Europeia, ou os países civilizados europeus — que ainda restam — devem ostracizar a Bélgica e, inclusivamente, colocar a hipótese de sair desta União Europeia que promove uma cultura de assassínio de crianças.

Sábado, 9 Novembro 2013

Esta União Europeia não tem qualquer hipótese

 

Hoje começa a ser comum, na cultura europeia, a tentativa de legitimar a desumanização do Homem a partir de uma determinada noção de “autonomia”, que nada mais é do que corrupção do sentido dado por Kant a esse conceito. Para Kant, autonomia significa a assunção simultânea da liberdade negativa e da liberdade positiva: o cidadão e o legislador; e a liberdade positiva implica a validade moral do Dever, do imperativo categórico, e do ser humano visto sempre como um fim e não como um meio.

A actual justificação racionalizada do aborto e da eutanásia, em nome da “autonomia”, baseia-se na corrupção ou deturpação do conceito de “autonomia” de Kant: apenas a liberdade negativa é considerada como pertencendo à “autonomia do indivíduo”, e a liberdade positiva — ou seja, o dever e o imperativo categórico — é deliberadamente afastada do conceito de “autonomia”.

Quando uma sociedade chega a um ponto em que o conceito deturpado de “autonomia” se implantou profundamente na cultura antropológica, já nada há a fazer senão assistir à sua decadência e implosão enquanto sociedade.

eutanasiaÉ uma questão de tempo. Já não há retorno. Países como a Bélgica, onde existe a eutanásia a pedido do cliente, entraram já por um caminho de degenerescência social sem retrocesso possível, em que a morte é a realidade suprema, e a vida não passa de uma qualidade da morte. A morte tornou-se na norma cultural ou o fundamento da vida que, por sua vez, se tornou excepção. O conceito de “autonomia” é de tal modo corrompido e invertido que passou a significar e a assumir, na cultura, o seu contrário.

A Bélgica é um país da União Europeia; e a Grécia também. Os burocratas de Bruxelas e Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" andam muito preocupados com as uniões civis na Grécia, e obrigaram o governo grego a estender as uniões civis aos homossexuais. Mas nunca — jamais! — ouvimos ou ouviremos os burocratas de Bruxelas e os juízes do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" a criticar a eutanásia a pedido do freguês na Bélgica, porque são os próprios mentores desta União Europeia que sancionam e promovem o conceito enviesado de “autonomia”.

A contaminação da decadência cultural e civilizacional belga, por via da União Europeia, coloca em risco o nosso país, a nossa cultura, e a nossa herança civilizacional. Somos nós todos, e as gerações vindouras, que estão em causa com a pertença a esta União Europeia.

No vídeo acima, vemos duas pessoas, cidadãos belgas: o velho Adelin, que tinha deixado um testamento escrito para ser eutanasiado mas que, num assomo serôdio de autoconsciência, recusou a eutanásia e acabou por ter uma morte natural; e Eva, uma mulher de 34 anos que alegadamente sofria de “depressão psicológica”, e que foi eutanasiada tendo como justificação a sua “autonomia”.

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