perspectivas

Quarta-feira, 21 Dezembro 2016

Assunção Cristas visita a mesquita de Lisboa

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 12:46 pm
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Assunção Cristas vestiu o véu islâmico durante a sua (dela) visita à mesquita de Lisboa, e aceitou o preceito islâmico da segregação entre sexos. Podem ver o vídeo aqui.

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Entretanto, só falta que a Assunção Cristas aceite a dinâmica doméstica receitada no Alcorão, conforme vídeo abaixo. Assunção Cristas não resistiria a 5 minutos de discussão comigo acerca do Islão.

 

Porrada todos os dias faz bem à saúde da mulher, diz o profeta.

Não contem comigo para votar no CDS/PP de Assunção Cristas. Também não vou com o Partido Social Democrata de Passos Coelho das "barrigas de aluguer". Provavelmente vou ter que me virar para outros movimentos políticos.

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Domingo, 5 Junho 2016

A Isabel Moreira diz que a Assunção Cristas é “pragmática”; e que isso é negativo

 

A Isabel Moreira tentou ser civilizada (coisa rara nela) em relação a Assunção Cristas, fazendo-lhe uma crítica ideológica:

“No que toca à substância, Cristas, depois de 4 anos de saque, com um povo inteiro à espera de consistência ideológica em substituição da tecnocracia, optou pelo pragmatismo. Ora, o pragmatismo é a negação de uma estrutura ideológica, é a gestão do país caso a caso, sem fio condutor, é um saco sem fundo e, por isso, o vazio. O único partido de direita que podia apresentar-se resgatando a tal da substância das suas raízes, a democracia cristã e a doutrina social que suspendeu por quatro anos, afirma-se como a esquina do pragmatismo”.


isabel-moreira-jc-webPartamos do princípio de que o que a Isabel Moreira escreve, corresponde à verdade.

O pragmatismo, é em si mesmo, uma ideologia; e mesmo que o “pragmatismo” seja sinónimo de “empirismo”, também é ideologia. Mesmo uma pretensa “ausência de ideologia” é uma forma de ideologia.

Por outro lado, “democracia cristã” não é sinónimo de “socialismo”.

A Isabel Moreira reduz “ideologia” à “lógica de uma ideia” (Hannah Arendt) do pensamento totalitário:

1/ a pretensão de explicar tudo;

2/ dentro desta pretensão, está a capacidade de se afastar de toda a experiência;

3/ a capacidade de construir raciocínios lógicos e coerentes que permitem crer em uma realidade fictícia a partir dos resultados esperados por via desses raciocínios — e não a partir da experiência.

Por isso é que, quando Assunção Cristas não se afasta da experiência e do “real social”, a Isabel Moreira faz-lhe uma crítica ideológica.

Outra das características da “lógica de uma ideia” é o delírio interpretativo (uma doença mental que aflige a maior parte dos esquerdistas e a Isabel Moreira em particular), e a recusa de valorizar a realidade e de ter em devida consideração a natureza das coisas. Na Isabel Moreira há a tendência para substituir a ciência pelo Direito Positivo, ou seja, por uma construção de raciocínios que parte de uma base subjectiva, discricionária e arbitrária.

Quinta-feira, 2 Junho 2016

Não há pessoa mais abjecta, na sociedade portuguesa, do que Isabel Moreira

 

Ia lendo este artigo acerca das invectivas da Isabel Moreira em relação a Assunção Cristas, até que surgiu este trecho escrito pela deputada socialista:

“Para Cristas não basta que a religião de cada um seja respeitada e que cada pessoa escolha matricular os seus filhos numa escola de cariz religioso. Não: Cristas quer o mesmo que o Cardeal Patriarca. A líder quer usar o falso slogan liberdade de escolha para arregimentar com menos custos mais pessoas para a sua doutrinação abjecta de padronização comportamental de toda uma sociedade”.

A Isabel Moreira tem todo o direito de defender posições jurídicas acerca do que quiser; mas, como figura pública, não tem que transportar para o Direito Positivo e para a política nacional, a sua condição de lésbica desbragada e a do putedo que a acompanha.

Não há nada mais abjecto do que uma puta — não confundir “puta” com “prostituta”; uma prostituta é uma pessoa digna, ao passo que uma puta está ontologicamente isenta de qualquer dignidade. Qualquer prostituta de rua tem muitíssimo mais dignidade do que a Isabel Moreira. E entre as putas mais abjectas de Portugal está a Isabel Moreira, que se serve da confiança que os portugueses depositaram nela para fazer ataques públicos soezes à religião.

Sexta-feira, 27 Maio 2016

Assunção Cristas está errada:

Filed under: Política — O. Braga @ 12:24 pm
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as vacas voam!

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Sexta-feira, 6 Maio 2016

A Esquerda faz merda, e a Direita pede desculpa

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 10:16 am
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“Lamentando o tom "agressivo" e "crispado" das bancadas à esquerda, Assunção Cristas insistiu que é possível tentar "um mínimo consenso na matéria" e respondeu às críticas afirmando que o governo do qual fez parte esteve sob um programa de ajustamento financeiro assinado pelo governo PS.

A deputada argumentou que o Governo PSD/CDS conseguiu, apesar do programa de ajustamento "salvaguardar muitos apoios à família" até "progredir" assim que o país se viu livre da `troika´.”

Abono de família aumenta nos três primeiros anos

Vem aí um quarto resgate de Portugal, provocado pela Esquerda. E a Direita vai ter que pedir novamente desculpa ao povo por ter salvo o país.

Quinta-feira, 5 Maio 2016

Assunção Cristas é bem-comportada e respeita a Esquerda

 

Um diplomata português foi preso pela polícia belga porque tirou uma fotografia a um edifício público em Bruxelas. A sorte dele é que era diplomata e foi libertado no mesmo dia: se fosse um simples cidadão português, ficaria de molho na cadeia.

Ao mesmo tempo que este clima de pânico acontece na Bélgica, a Esquerda (incluindo o José Pacheco Pereira e o papa Chiquinho) continua a defender a entrada livre de imigrantes islâmicos na Europa, a ponto de a União Europeia se preparar para autorizar a livre circulação de 77 milhões de turcos muçulmanos nos países da União.

Em Inglaterra, prepara-se uma lei que considera uma pessoa como “extremista” se não concordar com o "casamento" gay; e sendo “extremista”, é preso. Entramos no crime por ter uma opinião; quem afirmar publicamente o seguinte: “Não concordo com o "casamento" gay!”, é considerado “extremista” por lei e vai para a cadeia. Embora o cunservador David Cameron concorde com a lei, esta tem origem na Esquerda britânica. A repressão da liberdade de expressão é uma glória da Esquerda.

Diz a BBC (Bolshevik Broadcasting Corporation) que, em Inglaterra, crianças com idade de três anos de idade são objecto de cirurgias para serem transexuais. Qualquer dia mudam-lhes o sexo à nascença.

Dei aqui alguns factos (e poderia dar muitos mais) que demonstram o estado de insanidade da cultura antropológica na Europa, a que nos conduziu a Esquerda. Ou limpamos a nossa casa, ou entramos em guerra.


No contexto desta cultura europeia insana, Assunção Cristas pretende revitalizar a natalidade em Portugal. ¿E como? Seguindo as mesmas receitas da Esquerda, ou sejam, paliativos.

O “faxista” Viktor Orbán implementou na Hungria — onde a taxa de IRS é única e universal, de 14% — algumas medidas a favor da natalidade que deveriam ser seguidas pela “direita” portuguesa:

  • se um avô ou avó cuidam dos netos enquanto os pais trabalham, têm direito a uma prestação social (adicional) equivalente a uma pensão mínima de velhice;
  • os patrões que empreguem pais que tenham pelo menos 3 filhos ficam isentos de prestações sociais (a “taxa única”) durante três anos (em relação a esses pais, obviamente), e depois ficam sujeitos a uma taxa única de 14% em vez da taxa normal de 27% durante os dois anos seguintes;
  • o pai ou a mãe têm direito, durante os primeiros três anos da criança nascida, ao trabalho em tempo parcial (part-time);
  • o Estado deposita a prazo em um Banco, e em nome da criança, um determinado valor que acumulará juros até poder ser levantado quando a criança tiver 18 anos;
  • ¼ das despesas com a criança (saúde, educação, etc.) são deduzidas em sede de IRS — para além dos normais incentivos fiscais em vigor no governo português de Passos Coelho e que o António Costa eliminou;
  • 32.000 Euros supridos (oferecidos) pelo Estado para aquisição ou obras em habitação própria, a famílias que se comprometam a ter pelo menos 3 filhos nos 10 anos seguintes.

Não veremos jamais Assunção Cristas propôr medidas destas. Jamais! Ela está demasiado comprometida com a mentalidade de Esquerda para correr o risco de ser faxista.

Quinta-feira, 7 Abril 2016

Um guei para presidente da Câmara Municipal de Lisboa fica bem

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 12:31 pm
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“O nome do ex-secretário de Estado do Turismo pode ser uma alternativa a uma candidatura de Assunção Cristas, que deve ficar livre para se afirmar como candidata a primeira-ministra”.

Adolfo Mesquita Nunes candidato de Assunção Cristas à Câmara Municipal de Lisboa

É preciso recuperar, de forma inclsuiva e para a cidade de Lisboa, a zona do parque Eduardo VII. E é necessário recuperar a dignidade da diversidade no Bairro Alto — para além de se criarem os semáforos inclusivos.

A Assunção Cristas tem razão. O CDS tem que ser uma espécie de Bloco de Esquerda da Direita.

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Domingo, 20 Março 2016

A nova geração do CDS

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A nova geração de progressistas direitosos e campeões dos direitos de braguilha. Prefiro a bala marxista a uma palmadinha direitóide.

A preponderância da mulher na política é prejudicial à sociedade

 

 

1/ O José Manuel Moreira escreveu o seguinte:

“Razões para a ascensão do BE há muitas. A começar pela afirmação de uma nova geração de jovens mulheres: Catarina, Mariana e Marisa. Uma ‘troika’ que soube usar os filhos da droga do sistema para alcançar o poder adoptando causas capazes de iludir gente confusa, apreensiva e perdida. Contando com a falta de defesas contra um racionalismo agressivo que – em nome de todo o género de igualdade e diversidade – acelerou a substituição do Ethos tradicional do povo pelo Ethos indiferente e niilista que justifica o Estado de Bem-estar. Movimento que evoluiu de um Estado Paternal para um Estado Maternal com oferta aos desfavorecidos de serviços sociais tendencialmente gratuitos: da saúde à educação”.

catarina-martins-neanderthal-webInfelizmente, o texto do José Manuel Moreira é de difícil entendimento para o cidadão comum. E é este um dos trunfos das mulheres na política: por um lado, trabalham sobre a uma certa ignorância do povo (a que Fernando Pessoa chamou de “instinto”), e por outro lado, somam, à ignorância do povo, o apelo sistemático à emoção.

O “racionalismo agressivo”, a que se refere o José Manuel Moreira, deve ser entendido no sentido de “’Razão’ como um meio de conhecimento seguro e independente da experiência sensível, por oposição ao empirismo”. Ou seja, o racionalismo agressivo é “ideologia política agressiva”. Quando nós vemos a Mariana Mortágua, por exemplo, a falar na televisão, trata-se de uma cassete — diferente da cassete do Cunhal, é certo, mas não deixa de ser uma cassete.

O Estado Maternal de Bem-estar, de que nos fala o José Manuel Moreira por oposição ao absolutismo do Estado Totalitário Paternalista (seja este o de Luís XIV, seja o de Mussolini), não é novo. Sobre o governo do Wohlfahrtsstaat do século XVIII, Kant escreveu:

“Um governo que fosse fundado sobre o princípio da benevolência para com o povo — tal o do pai para com os seus filhos, quer dizer, um governo paternal —, onde, por consequência, os sujeitos, tais filhos menores, incapazes de decidir acerca do que lhes é verdadeiramente útil ou nocivo, são obrigados a comportar-se de um modo unicamente passivo, a fim de esperar, apenas do juízo do chefe do Estado, a maneira como devem ser felizes, e unicamente da sua bondade que ele o queira igualmente — um tal governo, digo, é o maior despotismo que se pode conceber.”

O que a União Europeia tem vindo a implementar é uma nova estirpe do Wohlfahrtsstaat (o Estado Maternal de Bem-estar), desta vez com contributo do marxismo cultural. O Wohlfahrtsstaat alemão  do século XVIII não era uma ditadura, no sentido policial: era algo talvez pior, porque destituía o cidadão de qualquer noção universal de felicidade que não fosse a imposta pela elite política.

2/ O que é novo, no novo Wohlfahrtsstaat, é maniqueísmo ideológico imposto pelo contributo do marxismo cultural. O José Manuel Moreira escreve:

“Ao contrário do Estado totalitário paternalista, que utiliza directamente as polícias, o maternal Estado de Bem-estar prefere sociólogos, psicólogos e assistentes sociais. Em vez da força, usa a persuasão e a provocação, visando alterar costumes, usos, instituições e hábitos que configuram as formas de vida. Mudanças orientadas para a transformação, se for preciso, dos critérios da consciência procurando normalizar através de leis novos hábitos e suscitar outros costumes e outras formas de vida de modo a que o “normal” substitua progressivamente o natural”.

Ou seja, o novo Wohlfahrtsstaat usa e abusa do cientismo. Por isso é que, por exemplo, a Raquel Varela diz que as ciências sociais são tão exactas quanto as ciências da natureza ou as ciências formais. O primado do novo Wohlfahrtsstaat é o da manipulação política da ciência. Por outro lado, pretende-se substituir, na cultura antropológica, determinados tabus por outros novos tabus: por exemplo, pretende-se que o tabu do aborto, ou do infanticídio, ou da eutanásia sejam eliminados, e em seu lugar se estabeleçam novos tabus como por exemplo o tabu da tourada, o tabu da desigualdade, etc. — porque uma cultura sem tabus é um círculo quadrado.

O sistemático apelo à emoção, por um lado, e o racionalismo agressivo (que inclui o cientismo), por outro lado, tendem a afastar a política da racionalidade.

O maniqueísmo ideológico do novo Wohlfahrtsstaat é baseado no conceito marxista de “tolerância repressiva”. Uma vez que a realidade é reduzida a uma “construção social e cultural”, as leis podem ser literalmente aquilo que as novas elites políticas quiserem, através de um processo de “progresso da opinião pública” que se baseia em um tipo de “persuasão violenta e sistemática” que tem como estratégia a estimulação contraditória das massas e a subsequente dissonância cognitiva dos cidadãos mediante o controlo dos me®dia e imposição de uma espiral do silêncio. Ou seja, pretende-se que as normas (as leis) substituam a Natureza Humana — o que é o superlativo absoluto simples de “utopia”.

4/ Toda esta estrutura ideológica totalitária (do novo Wohlfahrtsstaat) assenta no apelo constante e sistemático à emoção.

Se ouvirmos a Catarina Martins a falar na televisão, dá-nos a sensação que ela está a soluçar; parece uma menina mimada a quem tiraram a boneca, com a voz embargada pela emoção. Esta estratégia da “menina mimada a quem tiraram a boneca” desarma a oposição masculina; os seus opositores masculinos não se atrevem a confrontá-la como fariam em relação a um homem, porque, sendo a mulher considerada o “sexo fraco” na cultura antropológica, qualquer confrontação ideológica séria de um homem em relação a uma mulher seria vista (no instinto do povo) como uma forma de violência.

O terreno político está minado, com a preponderância da mulher na política. O sistemático apelo à emoção, por um lado, e o racionalismo agressivo (que inclui o cientismo), por outro lado, tendem a afastar a política da racionalidade.

Segunda-feira, 14 Março 2016

Comparação incomparável

Filed under: Política — O. Braga @ 10:17 am
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A Helena Matos coloca Manuela Ferreira Leite e Assunção Cristas em uma mesma categoria; mas qualquer semelhança é pura coincidência. Manuela Ferreira Leite nunca defendeu qualquer sistema de quotas para mulheres, na política ou fora dela; Assunção Cristas defende sistemas de quotas para mulheres.

Para a Não-Esquerda, Assunção Cristas é muito mais perigosa do que Catarina Martins, porque esta última não engana ninguém.

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Domingo, 13 Março 2016

Paulo Portas, o voto útil e os amanhãs que cantam

Filed under: Política — O. Braga @ 7:19 pm
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Paulo Portas diz que acabou o voto útil. Esquece-se que os portugueses, em geral, votam no potencial primeiro-ministro, e não na potencial constituição do parlamento.

Por exemplo, entre Passos Coelho e a Assunção Cristas para primeiro-ministro, do mal, o menos mau. E lá se vai a teoria do Paulo Portas… pela pia abaixo.

O partido da Uber

Filed under: Política — O. Braga @ 6:55 pm
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Com Assunção Cristas, o CDS não será o “partido do táxi”, mas antes será o “partido da Uber”: qualquer traquitana lhe serve para servir de geringonça.

ASSCRIS-WEB

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