perspectivas

Domingo, 17 Janeiro 2010

Quando José Sócrates sair do poleiro, há que extinguir a ASAE e substituí-la por algo decente

O modus operandi da ASAE é quase nazi, e reflecte bem o espírito do governo de José Sócrates. Há qualquer coisa de totalitarista em José Sócrates que não é detectável a olho nu, e que podemos adivinhar pela forma como ele grita no parlamento ― José Sócrates não faz discursos: ele grita para o povo e berra para a oposição! É o que se chama de um “político de gritos”. (more…)

Segunda-feira, 28 Janeiro 2008

O terrorismo em Portugal

Os me®dia do regime andam preocupados com o terrorismo islâmico na Rua da Betesga. Numa altura em que o Sócrates tem sido apertado pelas mais diversas razões, o Jornal de Notícias (o paladino socialista a norte) não fala noutra coisa desde há uma semana para cá. O aumento do leite em 15% não interessa: o que interessa ao povo é o terrorismo islâmico no Bairro Alto.
Que país é este em que o leite aumenta 15% e o IVA dos ginásios diminui de 21% para 5%? É o país do terrorismo islâmico inventado, para que se dê a sensação de que Portugal é um país da Europa: o ordenado mínimo anda nos 400 Euros, mas já somos europeus no terrorismo. Viva o luxo!

De facto, não existe ameaça de terrorismo em Portugal: o terrorismo existe mesmo, está no terreno, e o cabecilha da organização terrorista que actua em Portugal é José Sócrates. As tácticas terroristas clássicas são devidamente utilizadas: propaganda, manipulação dos mídia, desvio das atenções do essencial para o supérfluo, manobras de diversão, criação de factos políticos, e no caso recente do bastonário Marinho Pinto, vemos a perseguição política a quem denuncia o que o povo está cansado de saber. Este país é surreal: uma figura pública faz declarações sobre aquilo que considera ser corrupção ao mais alto nível, e depois a própria polícia bate-lhe à porta intimando-o a provar o que disse. A polícia não existe para investigar, mas para intimar quem se atreve a botar a boca no trombone. Só podem estar a brincar com o pagode…Será que o povo está a engolir esta coisa do terrorismo islâmico madrugador na Avenida 24 de Julho à saída das discotecas? Só se for o terrorismo da ASAE, a controlar o fumo nos locais de diversão nocturnos.

No próximo dia 1 de Fevereiro faz 100 anos que se perpetrou neste país um verdadeiro acto de terrorismo, e o povo português tem vindo amargamente a pagar a factura desde então: o assassínio do rei D. Carlos e do seu filho primogénito. Se existe terrorismo em Portugal, é um terrorismo interno dos herdeiros da Carbonária que raptaram Portugal da sua História, e que agora vendem a soberania do povo em troca de um prato de lentilhas. A ironia suprema da História de Portugal do último século é que os republicanos utilizaram o ultimato inglês – no caso da soberania portuguesa sobre o mapa cor-de-rosa – para condenarem o rei à morte, e agora são os republicanos que entregam toda a soberania portuguesa de bandeja – não já se preocupam com o mapa das colónias, mas entregam o país inteiro e colocam em causa a quintessência lusa em todo o mundo. Estes são os verdadeiros terroristas com que o povo se deveria preocupar.

PS: Quando é que o Correio da Manhã investe a sério no norte, com uma edição nortenha e com um pequeno grupo de jornalistas no terreno?

Sábado, 19 Janeiro 2008

ASAE

Filed under: Humor — O. Braga @ 1:14 pm
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“É a notícia do dia: a ASAE decidiu inspeccionar uma missa na Sé de Lisboa para verificar as condições de higiene dos recipientes onde são guardados o vinho e as hóstias usadas na celebração.
Depois de sugerir ao cardeal que se assegurasse que as hóstias têm um autocolante a informar a composição e se contêm transgénicos e que o vinho deveria ser guardado em garrafas devidamente seladas, os inspectores da ASAE acabaram por prender o cardeal já depois da missa, depois de terem reparado que D. José Policarpo não procedia à higienização do seu anel após cada beijo de um crente.
A ASAE decidiu encerrar a Sé até que a diocese de Lisboa apresente provas de que as hóstias e o vinho respeitam as regras comunitárias de higiene e de embalagem, bem como de que da próxima vez que cardeal dê o anel beijar aos crentes, procede à sua limpeza usando lenços de papel devidamente certificados, exigindo-se o recurso a lenços descartáveis semelhantes aos usados nos aviões ou nas marisqueiras, desde que o sabor a limão seja conseguido com ingredientes naturais.
Sabe-se ainda que a ASAE inspeccionou igualmente a sacristia, para se assegurar que D. José, um fumador incorrigível, não andou por ali a fumar um cigarro, já que não constando nas listas dos espaços fechados da lei anti-tabaco, as igrejas não beneficiam dos favores dos casinos, pois tanto quanto se sabe o inspector-geral da ASAE nunca lá foi apanhado a fumar uma cigarrilha.”

(recebido por email)

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