perspectivas

Quinta-feira, 22 Dezembro 2016

A Esquerda e o Aquecimento Global

 

“The Sahara Desert experienced its first snowfall in thirty-seven years, according to images taken Monday afternoon.

It is the first time since February 1979 that snow has fallen in Ain Sefra, Algeria, a town in the Sahara Desert, the Daily Mail reports.

The last time it snowed in the area, the snow lasted for about an hour. This time, the snow remained for a day.

Karim Bouchetata, an amateur photographer, captured the images of the snowfall on the red sand dunes.”

Sahara Desert Gets First Snowfall in 37 Years


taxamos o ar web

Quinta-feira, 8 Dezembro 2016

Segundo o Carlos Fiolhais, já existiam motores de combustão na Idade Média

 

O Carlos Fiolhais diz que “as alterações climáticas são reais”. Seria como se alguém dissesse, por exemplo, que a chuva que cai lá fora é real, e não uma ficção.

Não é preciso ser professor universitário para saber que as alterações climáticas são reais — como sempre foram reais, desde que existe atmosfera no planeta Terra.

Por exemplo, por volta do ano 1.000 d.C., em plena Idade Média, aconteceu um período de alterações climáticas que permitiu que se plantassem vinhedos na Gronelândia — ou seja, aconteceu um aquecimento global. Ora, que nós saibamos, não havia automóveis no ano 1.000 d.C.. Ou talvez existissem automóveis no ano 1.000, mas só contaram para o Carlos Fiolhais.

Depois desse período de alterações climáticas e de Aquecimento Global (por causa do Sol), a temperatura global baixou outra vez por volta do fim a Idade Média, no século XV.

O que não é real é a tese (que o Carlos Fiolhais perfilha) segundo a qual o Aquecimento Global deve-se aos flatos dos bebés, e por isso deve-se abortar à fartazana no terceiro mundo, e abortar à vontade os pretos nos Estados Unidos (mas o Carlos Fiolhais não é racista!) e em África, e deve-se adoptar uma política eugenista de tipo nazi (mas sem este nome) que reduza a populaça autóctone europeia — para salvar o planeta. Isto é que não é real: é ideologia política comunista.

save-the-planet-web

Sexta-feira, 15 Janeiro 2016

O Rerum Natura e as alterações climáticas

 

O Rerum Natura anuncia uma palestra sobre o negacionismo das alterações climáticas. Obviamente que se trata de um espantalho, porque desde que existe atmosfera terrestre que existem alterações climáticas.

Portanto, o que se nega não são as “alterações climáticas”; o que se nega é o que o blogue Rerum Natura defende, que é a nova teoria malthusiana do Aquecimento Global Antropogénico segundo a qual, grosso modo, as alterações climáticas se devem aos peidos das vacas e aos arrotos dos bebés — e, portanto, temos todos que comer palha e abortar à fartazana (e importar muçulmanos).

Servindo-se de uma visão apocalíptica e milenarista cientificista das alterações climáticas (alterações climáticas que sempre existiram), essa gentalha engana o povo servindo-se de uma pseudo-ciência — porque é claro que as alterações climáticas existem, como sempre existiram. O que a ciência não pode saber, de forma segura, é o que nos reserva o futuro em relação às alterações climáticas, porque não sabemos o comportamento futuro do Sol.

Desta forma, a tese apocalíptica das alterações climáticas transformou-se em um instrumento político: já não estamos na área da ciência, mas antes na área do cientismo. O Carlos Teixeira pode ter todos os doutoramentos / alvarás de inteligência do mundo, mas, quando utiliza o argumento das alterações climáticas para defender a tese do Aquecimento Global Antropogénico, não passa de um charlatão.

Terça-feira, 3 Novembro 2015

O António Costa arranjou um aliado de peso !

 

Bill Gates  Only Socialism Can Save Us From Climate Change

“Representative democracy” has failed; the private sector is “inept”; and only bigger government – led by China and the US – has the power to save the world from climate change.

Bill Gates

Terça-feira, 16 Junho 2015

A política do Aquecimento Global Antropogénico do "papa Francisco"

 

Domingo, 14 Junho 2015

Isto está bonito, está…!

 

Você é católico e consegue ver o ridículo do vídeo, ainda tem uma mente sã; se não consegue ver o absurdo que é a imagem que o “papa Francisco” quer que façam dele, nem tudo está perdido: inscreva-se como militante em um partido da esquerda radical.

 

“Pope Francis will call for an ethical and economic revolution to prevent catastrophic climate change and growing inequality in a letter to the world’s 1.2 billion Catholics on Thursday.”

Explosive intervention by Pope Francis set to transform climate change debate

Todo o bom católico tem a obrigação moral de repudiar explicitamente este usurpador do papado.

Não se calem! “Não tenhais medo!”: ataquem-no em todo o lado, desde a opinião no seio da sua família até ao vosso círculo de amigos. Durante a missa dominical, quando o sacerdote fizer menção ao “papa Francisco”, levantem-se e saiam da igreja. Não permitam que um palhaço em trajes papais transforme a Igreja Católica em um circo.

Terça-feira, 9 Junho 2015

A “segunda realidade” da ideologia do Aquecimento Global Antropogénico

 

“O CES apoia a Iniciativa dos Cidadãos Europeus (The European Citizens Initiative – “ECI”), já em curso, que visa apelar à Comissão Europeia que apresente uma proposta legislativa ao Parlamento Europeu e ao Conselho assente numa concepção de protecção ambiental baseada em direitos intrínsecos da Natureza.”

A consagração dos Direitos da Natureza

Ver também aqui a petição pública respectiva.


Não é possível compreender a realidade sociológica e política actual sem se ter lido alguma coisa de Eric Voegelin. O problema é que é bastante difícil compreender Eric Voegelin sem que o leitor tenha umas luzes da história das ideias; ou seja, o requisito mínimo para se compreender Eric Voegelin é uma licenciatura em filosofia ou em história. Ou então, muitos anos de estudo de filosofia que torna a respectiva licenciatura despicienda.

O conceito de “segunda realidade”, de Eric Voegelin, é uma definição real de “ideologia”. A “segunda realidade” consiste na condição de auto-embotamento espiritual e de auto-cegueira por parte dos ideólogos em geral, quando eles colocam imagens e/ou representações por eles construídas em lugar de percepções da realidade (a autêntica realidade percepcionada pelo ser humano comum e vulgar).

A “segunda realidade” é uma patologia da consciência deformada que podemos observar, não só nos ideólogos, mas também em muita gente cujos estados delirantes — delírio interpretativo — não são suficientes para os interditar e os circunscrever a um manicómio.

Por exemplo, quando o Partido Comunista ou o Bloco de Esquerda (e mesmo o Partido Socialista de António Costa) fazem as reivindicações de “direitos” mais estapafúrdios, partem do princípio de que os recursos económicos e financeiros são praticamente ilimitados, e que o povo não vive principescamente devido à “maldade dos capitalistas”: não fora a “maldade dos capitalistas” — segundo a Esquerda —, existiria um paraíso na Terra. Em vez de constatarem factos inerentes à realidade e à Natureza Humana, a Esquerda constrói uma “segunda realidade” através de imagens e representações que negam a Natureza Humana e que são substitutivas da realidade propriamente dita.

A doutrina do Aquecimento Global Antropogénico é a construção de uma “segunda realidade” que tende a transformar-se em dogma.

Em primeiro lugar porque quando os dados não concordam com a teoria, então os dados são modificados para que a teoria se possa manter verificável. A teoria do Aquecimento Global nunca muda: são os dados objectivos que se adaptam a ela. Portanto, constrói-se uma “segunda realidade” ou uma ideologia: não se trata de ciência, mas de construção de uma “segunda realidade”.

Em segundo lugar, trata-se de uma doutrina que pretende retirar ao ser humano a propriedade da terra, em nome de putativos “direitos intrínsecos” dos “organismos vivos” da Natureza. Em quase todas as sociedades ocidentais, o feto humano não é considerado um “organismo vivo” nem tem “direitos intrínsecos”; mas, simultaneamente, pretende-se outorgar a uma árvore ou a um rio putativos “direitos intrínsecos” e o estatuto de “organismo vivo”.

Portanto, a “segunda realidade” do Aquecimento Global Antropogénico é uma das várias construções ideológicas da era pós-comunista no sentido da continuidade da utopia igualitarista e totalitária. O utilitarismo exacerbado de Peter Singer é outra “segunda realidade” pós-comunista; e todas elas passam pela desvalorização ontológica do ser humano com fundamentação nas teorias não corroboradas de Malthus e de Darwin.

Sábado, 6 Junho 2015

O Carlos Fiolhais e a gasolina a 5 Euros

 

Pergunta o Carlos Fiolhais :

“E se os mais importantes combustíveis do mundo não fossem extraídos das profundezas da Terra, mas crescessem em florestas, campos, parques e jardins? E se a gasolina e o diesel poluentes que são queimados nos motores pudessem ser substituídos por combustíveis não poluentes, reciclados a partir de relva cortada, papel usado ou serradura? E se fosse possível fornecer energia aos automóveis, autocarros, eléctricos e comboios ao mesmo tempo que limpávamos o ar do dióxido de carbono, reflorestávamos prados e florestas e tornávamos o mundo mais verde?”

melanciaResposta: se tudo aquilo acontecesse, o preço do combustível, em vez de ser de 1,60 € por litro, passaria a ser de 5,00 € por litro.

E agora pergunto eu: se o litro de combustível passasse a 5 Euros por litro, ¿o Carlos Fiolhais ficaria feliz? Resposta: ficaria feliz e contente! Se passasse a 10 Euros/L, mais feliz ele ficaria!

E ¿por que ficaria ele contente? Porque a maioria das pessoas passaria a andar de bicicleta, e então seríamos quase todos iguais…!

Sermos quase todos iguais — com excepção dele e dos eleitos da academia coimbrinha, obviamente! — é um ideal de Carlos Fiolhais: por isso é que o Aquecimento Global foi inventado na década de 1990 pela quinta coluna comunista que perdeu a guerra com a queda do muro de Berlim.

Quarta-feira, 25 Março 2015

Neologismo: “Climocondríaco”

Sábado, 7 Fevereiro 2015

A religião neolítica moderna da mãe-terra e o fundamentalismo ecologista

Este vídeo faz um resumo da mundividência darwinista e materialista. Eu já escrevi aqui há alguns anos que o darwinismo tem como corolário o retorno ao culto da mãe-terra do neolítico inferior. Desde logo não podemos dissociar Darwin, por um lado, de Engels (a família e a propriedade) sobretudo, mas de Karl Marx também, por outro  lado. Ou seja, o culto da mãe-terra é recuperado por uma certa auto-proclamada “elite” no sentido de impôr às massas uma cultura do neolítico adaptada à  modernidade.

Se lerem com cuidado o que escreve Carlos Fiolhais  ou o David Marçal no blogue Rerum Natura, e até mesmo o Boaventura Sousa Santos  em outros locais, verificarão que a tentativa de imposição de uma cultura do neolítico às massas vem acompanhada pela apologia da ciência que é darwinista no seu fundamento.

Vamos ao vídeo.

Nenhum método científico pode provar a idade da Terra e/ou do universo.

Quando nos referimos à  idade da terra de 4,5 mil milhões de anos, estamos a falar de uma teoria, porque todos os cálculos sobre os vários estádios da idade da Terra implicam necessariamente assunções que derivam de interpretações actuais e modernas acerca do passado. Naturalmente que os cientificistas irão dizer que existe o carbono14, mas o carbono14 não pode provar que a terra tem 4,5 mil milhões de anos (muita areia para a camioneta).

A idade da Terra de milhares de milhões de anos foi calculada assumindo-se que o rácio do processo de mudanças no passado é o mesmo do do presente (princípio da uniformidade). Ou seja, os cálculos são baseados em um preconceito negativo darwinista. Mas, ainda assim, luminárias como as do Rerum Natura falam da idade da Terra como uma certeza absoluta e em nome da ciência, ou seja, com pretensas autoridade de direito e de facto — com uma certeza tão grande como é certo que o planeta Lua existe. E é assim que os pacóvios que lêem o blogue ou que frequentam as universidades são industriados em um mito moderno.

Quando se fala em idade da Terra de 4,5 mil milhões de anos  — como eu também falo aqui — temos que ter bem presente na nossa mente que se trata de uma teoria que implica uma crença. Mas essa crença é apresentada pela “ciência” aos pacóvios como sendo uma verdade absoluta, e essa assumida verdade absoluta é utilizada pelas elites cientificistas para fins políticos e ideológicos. Chama-se a isso cientismo. As verdades absolutas assumidas implicitamente pela ciência são os fundamentos em que se escora o novo culto da mãe-terra que pretende actualizar o neolítico, embora com vestes modernas.


O problema filosófico do tempo geológico ou cósmico foi abordado por Kant como uma categoria da percepção. O tempo requer uma consciência que o regista — neste caso, uma consciência colectiva que é a humanidade — e quando não existe uma consciência que regista o tempo — porque a humanidade não existia —, então é difícil dizer o que significa o tempo geológico e/ou cósmico.

A ciência parte de várias hipóteses subsumidas (modus ponens): por exemplo, que uma consciência que regista o tempo esteve sempre presente desde a formação da Terra; e que essa consciência utilizou as medidas humanas (segundo, minuto, hora, dia, ano). Por isso é extremamente difícil  falar em termos de tempo geológico e/ou cósmico senão através de uma analogia que assume como única verdadeira a noção humana de tempo.

Naturalmente que os alunos do Carlos Fiolhais  e do David Marçal, que sofreram uma lobotomia e não têm qualquer preparação filosófica e principalmente lógica (e têm mesmo um desprezo pela filosofia), não poderão compreender o que acabei de escrever.


Finalmente, o vídeo é imbuído de uma concepção apocalíptica da realidade, tirando partido de uma subcultura milenarista (ver Milenarismo) que existe em quase todas as culturas mas principalmente na cultura ocidental cristã desde a Antiguidade Tardia. O vídeo transmite uma visão escatológica cristã mas sem Cristo, que pretende incutir o medo às pessoas.

“Vem aí o fim do mundo: arrependei-vos!, e adorai a mãe-terra!”.

A Terra é vista como um organismo vivo — fundamentalismo na linha do biólogo super-darwinista Ernst Haeckel, que definiu a ecologia como “o conjunto da ciência das relações do organismo com o ambiente, incluindo em sentido amplo todas as condições da sua existência”; ele refere-se a Darwin e insiste no carácter evolutivo das relações entre o Homem e a Natureza. Este fundamentalismo já vem de Comte e é continuado hoje pelo radical e fundamentalista James Lovelock: a Terra é um ser vivo de que o Homem faz parte.

Para os fundamentalistas e radicais, o ser humano é a única espécie “anti-natural”: é a mais nociva, devendo a Natureza ser protegida prioritariamente. É aqui que entra o elemento gnóstico moderno da ecologia: existe uma casta de iluminados — os novos Pneumáticos —, que são uma elite que já garantiu a sua salvação devido ao conhecimento que têm e que adquiriram o direito de dispôr da maioria ignorante — os novos Hílicos — para proteger a Natureza. Ou seja, se é verdade que o ser humano é a única espécie anti-natural, os Pneumáticos são excepção: são uma espécie de super-homens de Nietzsche que detêm o conhecimento que lhes permite a salvação.

Como é característica de todo e qualquer movimento gnóstico, o fundamentalismo ecologista desemboca em um anti-humanismo vitalista (por exemplo, o nazismo foi a subida ao poder de uma elite gnóstica) que tem como corolário a apologia de uma qualquer ditadura ou até uma apologia do terror em nome do respeito devido à  natureza tornada o objecto de uma verdadeira idolatria religiosa: a religião neolítica moderna da mãe-terra.

“Ambientalismo” não é a mesma coisa que “fundamentalismo” ecologista. Para os verdadeiros ambientalistas,  só o Homem tem importância, é o único ser de direito, não possuindo a Natureza valor intrínseco.

Segunda-feira, 26 Janeiro 2015

A universidade coimbrinha e a falta de vergonha

 

Depois do chamado Climagate, o Carlos Fiolhais deveria ter um pouco de vergonha. Mas se há uma característica certa da universidade coimbrinha, é a falta de vergonha.

Sexta-feira, 2 Janeiro 2015

O “papa Francisco” e as “alterações climáticas”.

 

Já chegamos ao ponto de se atribuir a causa da queda dos aviões às “alterações climáticas”.

Qualquer pessoa com dois dedos de testa consegue ver o absurdo da ideologia política das “alterações climáticas”, que começou por ser o Aquecimento Global Antropogénico e depois sofreu uma alteração camaleónica e semântica para “alterações climáticas” — como se o clima nunca tivesse mudado no planeta Terra.

Uma coisa é constatar o facto de 1/ os mares e os rios estarem poluídos; de 2/ não se poder respirar convenientemente em muitas cidades; e de 3/ as grandes florestas estarem a ser devastadas; ou de 4/ algumas espécies animais e vegetais estarem ameaçadas de extinção. Outra coisa, bem diferente, são as “alterações climáticas”.

s-roberto-belarmino-web-pngSe o papa Bergoglio defendesse uma ecologia racional e na linha da doutrina católica tradicional — em consonância, por exemplo, com os quatro pontos supracitados —, estaria eu de acordo. Que o papa Bergoglio alinhe com a ideologia política do Aquecimento Global Antropogénico que surgiu na sequência da queda do muro de Berlim, penso que é uma desgraça. Aliás, este papa é uma desgraça, e a maioria dos católicos ainda não se apercebeu disso.

A teoria do Aquecimento Global Antropogénico, ou “alterações climáticas”, é uma teoria política niilista e anti-humana; desde logo pretende colocar em causa o excepcionalismo da vida humana, e é uma afronta directa aos países subdesenvolvidos, nomeadamente em África, que se vêem impedidos de seguir um caminho de desenvolvimento social e económico em nome de uma ideologia política escatológica, apocalíptica e irracional. Que o papa faça parte desta agenda política niilista, é uma desgraça para todos os católicos.

Ao assumir a defesa da ideologia política do Aquecimento Global Antropogénico, aka “alterações climáticas”, o papa Bergoglio entra em contradição profunda com o princípio católico e cristão da defesa intransigente da vida humana.

E são as porcarias das contradições deste papa que causam náuseas, repugnância, nojo. E essas contradições são assumidas pelo papa Bergoglio com a demagogia que caracteriza o populismo político, como se a Igreja Católica não passasse de um projecto ideológico político-partidário.

Muita gente que elegeu este papa — mas não toda — já verificou o erro que cometeu e a grande armadilha criada por ele para a Igreja Católica.

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