perspectivas

Quinta-feira, 25 Setembro 2014

O debate socialista

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 5:53 pm
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Imagem daqui.

Segunda-feira, 21 Julho 2014

A que ponto isto chegou !

Filed under: A vida custa,Esta gente vota — O. Braga @ 9:48 pm
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António José Seguro a tocar ferrinhos em Condeixa

Domingo, 18 Maio 2014

A política socialista aos berros

 

Com António José Seguro voltamos à política aos berros, ao estilo de José Sócrates. Uma qualidade de Passos Coelho é a que ele não berra quando discursa; notou-se uma mudança no discurso político com a mudança de José Sócrates para Passos Coelho. Agora, com António José Seguro, voltamos à política do rasgar das vestes aos gritos.

Segunda-feira, 25 Novembro 2013

Edite Estrela e os socialistas vão andar em maré de azar: o povo anda mais informado

 

A iniciativa “Um de Nós” contra o aborto já granjeou mais de 1,5 milhões de assinaturas nos países da União Europeia, e por isso, o Partido Socialista de António José Seguro e de Edite Estrela sentem-se ameaçados na sua agenda política radical contra o ser humano. E à medida em que o povo ande mais informado, os socialistas vão ficando mais desesperados.

one_of_us_logoPor isso é que a radical socialista feminazi e execrável Edite Estrela espuma de raiva: que o povo ande informado sobre o que a classe política anda a fazer, enche-a de revolta. Para Edite Estrela e para os socialistas de António José Seguro, o povo deve ser ignorante, à moda das ditaduras do passado. Edite Estrela está ligada à indústria do aborto em Portugal: segundo soube, ela tem interesses económicos no negócio. Mas não só ela: existe uma quadrilha de socialistas que a acompanham no negócio abortista em Portugal.

Só assim se compreende que um relatório nauseabundo da autoria da IPPF (The International Planned Parenthood Federation), e adoptado por Edite Estrela — relatório esse que defende, por exemplo, que seja ensinada a masturbação a crianças até aos 4 anos de idade — seja agora de novo apresentado no parlamento europeu depois de ter sido reprovado em plenário do dia 22 de Outubro de 2013. A abortista Edite Estrela e os socialistas de António José Seguro andam desesperados com o andamento do “negócio”: já não conseguem manter o povo totalmente ignorante.

Sexta-feira, 22 Novembro 2013

“Um governo de gente menor” (José Hermano Saraiva)

 

Através da acção, atitude e comportamento deste governo, a percepção internacional em relação aos portugueses é a de um povo inferior. Na realidade, a atitude da própria União Europeia em relação a Portugal é a de equivalência em relação à Grécia, quando sabemos, por exemplo, que os níveis de corrupção nos dois países não são comparáveis: Portugal ocupa o lugar 33 em um total de 176 países, e Grécia ocupa o lugar o lugar 94 (a Irlanda ocupa o lugar 25); e, no entanto, a forma como os dois povos (e não “países”) são vistos pela comunidade internacional é semelhante. E esse nivelamento valorativo deve-se à acção deste governo e principalmente de Passos Coelho e da ministra das finanças Maria Luís Albuquerque.

“Atrás de mim virá, quem bom de mim fará” — diz o ditado popular. Maria Luís Albuquerque faz sentir saudades de Vítor Rabaça Louçã Gaspar.

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Se já existia (antes da crise) preconceito negativo em relação ao povo português, este governo contribuiu para acentuar esse preconceito. A submissão canina do primeiro-ministro Passos Coelho em relação à Troika tem como consequência a sub-valorização das capacidades e dos atributos e virtudes do povo português. Ou seja, Passos Coelho procedeu de forma exactamente oposta à do primeiro-ministro da Irlanda.

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Em Outubro de 2012, escrevi o seguinte:

“PASSOS COELHO foi, desde o princípio, um primeiro-ministro de um governo destinado a cumprir um programa.

Um programa é uma sequência de acções predeterminadas que funciona em certas circunstâncias que permitem o seu cumprimento. E se as circunstâncias externas ou internas não são favoráveis, o programa fracassa — que é exactamente o que aconteceu com o programa do governo de Passos Coelho.

(…)

Ao contrário do programa, a estratégia resulta da reflexão, tem em conta o imprevisto, eventuais situações adversas, e valoriza sempre a Informação que pode alterar o curso dos acontecimentos. Mas, para haver estratégia numa organização, esta não pode ser concebida ab initio para obedecer a um programa. Ou seja, por exemplo, quando se forma um grupo de trabalho para executar expressamente um determinado programa, seria uma estupidez que se exigisse desse grupo de trabalho a elaboração de qualquer estratégia.”

O problema é que não existe qualquer garantia de que o Partido Socialista de António José Seguro seja melhor. É esta a desgraça do povo português: sucumbir à menoridade da sua classe política.

Quinta-feira, 9 Maio 2013

O Partido Socialista quer ‘meter só a cabecinha’

Lembram-se a cantiga do Quim Barreiros, “Deixa-me meter a cabecinha?” O Partido Socialista de António José Seguro está igual:

Não significa que todos os casais constituídos por pessoas do mesmo sexo possam vir a poder adoptar crianças. Significa apenas “acautelar o futuro, o bem-estar e a segurança” das crianças que “já vivem os seus dias em famílias homoparentais”. Como? O membro do casal que não é pai deve ter a possibilidade de adoptar o filho do seu companheiro. A proposta é do PS. Na próxima semana o Parlamento debate o tema.” — Adopção por pares gay volta ao Parlamento, advogados defendem chumbo

Entretanto, Marinho Pinto e com razão recusa adopção por famílias onde “um homem faz de mãe e uma mulher faz de pai”. Mas isto é tão básico que até um animal, como por exemplo António José Seguro, deveria ver. Mas ele não vê, o que o relega para a condição vegetal.

O Partido Socialista quer resolver alguns problemas pessoais de alguns deputados que não deveriam estar na bancada socialista em função da sua ideologia.

Enquanto o Partido Socialista não recambiar a Isabel Moreira para o Bloco de Esquerda de onde não deveria nunca ter saído, não se safa. Pode até ganhar as autárquicas como sinal de protesto do povo contra Passos Coelho; mas nunca conseguirá uma maioria absoluta no parlamento enquanto patrocinar as políticas esdrúxulas e psicóticas do Bloco de Esquerda.

Segunda-feira, 29 Abril 2013

Os régulos da administração colonial não podem resolver o problema da economia portuguesa

“Apesar de terem tido uma evolução positiva nos últimos anos, os rácios da solvabilidade dos bancos portugueses não deixam dormir em paz quem lá tenha dinheiro depositado. Pois António José Seguro, substituindo-se às competências próprias do Banco de Portugal, propõe injectar dinheiro na economia diminuindo-os ainda mais, ou seja, deixando os seus cofres praticamente vazios. É este o homem que nos pede uma maioria absoluta para governar o país. Todo o cuidado é pouco. Preparem-se.”

Eu sou insuspeito porque classifico António José Seguro ao nível de Passos Coelho. Pertencem os dois às juventudes partidárias. Posto isto, vamos àquilo.

1/ António José Seguro poderia injectar mais dinheiro na economia gastando mais em alguma despesa pública. Mas para isso terá que cortar noutra despesa pública, para não correr o risco de aumentar o défice público.

2/ injectar mais dinheiro na economia não significa necessariamente menor liquidez dos depósitos bancários. Basta que a taxa de juro directriz do Banco emissor aumente um pouco, e que se reinstalem os Certificados de Aforro que José Sócrates eliminou, para que se restabeleça um equilíbrio entre os depósitos bancários, por um lado, e por outro lado o aumento de liquidez em um determinado sector da economia, em relação ao qual o quantitative easing pretende beneficiar. O problema é que nós não podemos mexer na taxa de juro por estarmos no Euro (essa prerrogativa pertence ao BCE [Banco Central Europeu]) e aos alemães.

3/ portanto, enquanto estivermos no Euro, qualquer política de injecção de liquidez na nossa economia terá que ser previamente sancionada pela potência colonial, isto é, pela Alemanha, que por sua vez dará as suas ordens e instruções compensatórias ao BCE [Banco Central Europeu] nesse sentido. Portugal, na sua condição de colónia, não pode, com Passos Coelho ou com António José Seguro, alterar a situação, porque ambos são régulos coloniais ao serviço da potência colonial alemã.

Domingo, 28 Abril 2013

A imagem que me ficou de António José Seguro

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 4:09 pm
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seguro puzzle png 180 webUm certo dia, era então primeiro-ministro António Guterres, viajamos no mesmo avião para Bruxelas. Juntamente com António Guterres ia uma comitiva de que fazia parte António José Seguro.

Pouco tempo depois do avião decolar, Guterres saiu da 1ª classe (onde estava instalado com a sua comitiva e com António José Seguro), veio para a 2ª classe (onde eu estava) e pôs-se à conversa com os passageiros, de pé, no corredor do avião. Atrás de mim (na 2ª classe) estava sentado o deputado europeu Carlos Pimenta do Partido Social Democrata (o ambientalista), e às páginas tantas, António Guterres sentou-se ao lado dele e estiveram os dois em uma amena cavaqueira durante mais de uma hora de voo.

Neste interim, e enquanto Carlos Pimenta e António Guterres conversavam nas cadeiras atrás de mim e me impediam de dormir, António José Seguro veio três vezes à porta da 2ª classe pedir a António Guterres que voltasse à 1ª classe, a que este dizia que “já ia”; mas Guterres não ia. Passado algum tempo, e com ares de animal doméstico, lá aparecia de novo o António José Seguro à porta da 2ª classe com aquele olhar de um cão de “tanto sofrer” a pedir companhia ao dono. E só quando o avião se preparava para aterrar é que Guterres voltou à 1ª classe; ele lá teria as suas razões para fugir de António José Seguro.

Sábado, 6 Abril 2013

Ele cagando, eu comendo

Filed under: A vida custa,Passos Coelho,Política,Portugal — O. Braga @ 12:21 pm
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Dando peidos um sujeito,
para mim estava olhando
dizendo de quando em quando:
— Que me faça bom proveito!
Eu disto não satisfeito,
pus-me a comer, e dizendo:
— Se você caga, eu merendo.
E disto fizemos alarde
assim passamos a tarde,
ele cagando, eu comendo.

(de autor anónimo do século XVIII, manuscrito da biblioteca de Cardoso Marta, “Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica”, página 270 — de Natália Correia, 2000).

Domingo, 10 Fevereiro 2013

Seguro assume legado de Sócrates

Filed under: josé sócrates — O. Braga @ 4:36 pm
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“Querer assacar a qualquer Governo a responsabilidade pela crise não é sério. Justo será reconhecer que todos os governos tiveram a sua responsabilidade na situação do país”. Com esta frase, inscrita no novo documento estratégico do PS apresentado hoje pelo seu líder, António José Seguro assume o legado político do seu antecessor.

As primeiras sete páginas do documento – Portugal Primeiro (carregue no link para ler o documento de orientação estratégica) – tentam fazer a quadratura do círculo face ao que pedia António Costa e o que entende a actual direcção. Seguro lembra a importância das circunstâncias externas da crise das dívidas soberanas, valoriza-a, explica com isso a importância “decisiva de uma resposta europeia” a essa crise. Mas sempre anota as “responsabilidade passadas e presentes” do partido, mostrando que também não as esqueceu – nomeadamente as “fragilidades estruturais do país, não resolvidas nesse consulado.

via Seguro assume legado de Sócrates – Política – Sol.

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Quarta-feira, 30 Janeiro 2013

António Costa não tem apoio da maçonaria

Filed under: Maçonaria,Política — O. Braga @ 9:35 am
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“O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, ameaçou candidatar-se à liderança do PS na reunião da Comissão Política, mas, no final, acabou a dizer que irá trabalhar para a unidade e evitar a confrontação.”

via Afinal, António Costa não se candidata à liderança do PS – Política – Sol.

antonio jose seguro chuva webEntre António José (in) Seguro e António Costa como líder do Partido Socialista, a maçonaria apoia o primeiro.

Desde logo porque é mais difícil “torcer” António Costa porque, concorde-se com ele ou não, tem ideias próprias e sobretudo convicções fortes. A maçonaria não gosta de pessoas de convicções fortes que estejam “fora da loja”.

Depois, António Costa “alinha” mais à esquerda. Para a maçonaria, a esquerda só é boa se obedecer.

Quando o maçon Rui Pereira substituiu António Costa como ministro do governo de Sócrates, tratou-se de uma manobra de fortalecimento da maçonaria na estrutura do governo socialista; e em contrapartida, a maçonaria ofereceu a António Costa uma “gaiola dourada” — ou uma “prateleira”, como quiserem — como presidente da câmara de Lisboa.

A possibilidade de António Costa vir a ser líder do Partido Socialista depende apenas dele próprio, e da sua capacidade de se descaracterizar politicamente, e de se submeter caninamente ao ideário obscuro de uma sociedade secreta. E é isto que António José Seguro faz.

Segunda-feira, 28 Janeiro 2013

A imaginação do Partido Socialista no despedimento de professores

O governo de Passos Coelho está a tentar despedir professores, mas tem falta de imaginação — imaginação essa que o Partido Socialista de Isabel Moreira poderá ter.

Por exemplo, se o Partido Socialista de António Seguro e Isabel Moreira chegar ao Poder, poderá decretar o despedimento com justa causa de professores que recusem ensinar às crianças o seguinte:
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  • O aborto é um acto moralmente positivo, deve ser praticado sem restrições e como contraceptivo.
  • O “casamento homossexual” é, não só igual ao “casamento heterossexual”, mas até melhor do que este no que diz respeito à educação das crianças.
  • A adopção de crianças por “casais” de homossexuais é um sinal de progresso.
  • A eutanásia é um “direito” que deve ser concedido a pedido do indivíduo e exclusivamente em função da sua vontade discricionária.
  • As “barrigas de aluguer” são instituídas como um “direito dos homossexuais”.
  • O “direito” à procriação medicamente assistida é extensível a todas as mulheres — férteis ou inférteis, ou solteiras —, e neste sentido, é um factor de progresso, porque a árvore genealógica dos seres humanos é a condição da desigualdade e da injustiça sociais.
  • A autonomia do indivíduo deve ditar a sua condição humana, e uma criança recém-nascida não é ainda um ser humano. Por isso, é um “direito” da mãe matar a sua cria antes que esta adquira a sua autonomia (Peter Singer).

Perante esta cartilha obrigatória de ensino, milhares de professores começariam a pedir a reforma antecipada, mesmo com prejuízo de diminuição do valor das reformas. E António José Seguro receberia uma medalha da Troika por bons serviços prestados. É tudo uma questão de imaginação, que o Partido Socialista tem.

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