perspectivas

Terça-feira, 2 Dezembro 2008

É certo como o destino

Filed under: Portugal,Sociedade — O. Braga @ 3:22 pm
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Ouvi hoje (2/12/2008) na Antena 1 da RDP um comentário de um senhor que dá pelo nome de João Gobern (ou João Govern?), que embora eu não saiba quem é ― nem me interessa saber e nem isso é importante ― tem um lugar cativo no palanque dos me®dia que tentam formar opinião aculturada neste país. Dizia ele que o dia Primeiro de Dezembro não lhe dizia tanto por ter sido o dia da restauração da independência portuguesa em relação ao jugo espanhol, mas muito mais por ter sido o dia da morte (ou de nascimento?) de Oscar Wilde ― e dito isto com aquela pesporrência “intelectual” característica da indústria cultural lisboeta que desafia toda a lógica e transforma a realidade, em nome da necessidade de desconstruir a História.

Naturalmente que o dito João secundou Oscar Wilde na crítica à “moralidade que desrespeita a ética”, jogando assim com a verdade que deveria sempre acompanhar as palavras, e referindo-se à sociedade coeva de Wilde que, segundo o João-com-nome-de-estrangeiro, “perseguiu Wilde por ser homossexual”.

O que o João (“ou é tolo, ou bufão”, diz o povo) não disse ― escondeu por ignorância ou pior: mentiu por omissão ― foi o facto de Oscar Wilde ter sido um assumido pederasta (gostava especialmente de enrabar mocinhos dos 12 aos 16 anos) (more…)

Terça-feira, 22 Julho 2008

Emídio Rangel estava errado?

Filed under: Sociedade — O. Braga @ 12:19 am
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Pelo que se pode ver, os portugueses não apreciam emissoras de rádio com muita informação: as 4 estações de rádio com mais audiência privilegiam a música. A TSF vem em 5º lugar, apenas com 4,5% de share.

Terça-feira, 1 Julho 2008

A deificação do “grande timoneiro”

Filed under: josé sócrates,Política — O. Braga @ 10:47 pm
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Eduarda Maio escreveu uma apologia laudatória e panegírica socretina. Já me disseram que o livro passa por cima do curso da UNI e dos exames ao domingo. O Jornal das 22 horas da RTP2 perdeu cerca de 15 minutos com a entrevista a Eduarda Maio — a funcionária da propaganda do governo socretino, através da Antena 1 que é paga por todos os portugueses.

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