perspectivas

Segunda-feira, 23 Março 2015

Marine Le Pen, o Insurgente e o Jugular

 

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Começo por dizer que, se eu fosse francês, não votaria na Front Nationale de Marine Le Pen,  a não ser por voto de protesto contra o sistema político; por várias razões, e fundamentalmente porque a Front Nationale é tão radicalmente laicista quanto o Partido Socialista francês.

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Eu vou mais pelo secularismo, por exemplo, de um UKIP (United Kingdom Independent Party); vou mais por aqui, mas vou mais longe: em minha opinião, a Igreja Católica deveria fazer parte do protocolo de Estado, e portanto, fui contra a posição do Partido Social Democrata que há anos se aliou à  Esquerda e à  maçonaria para revogar a tradição portuguesa da presença da Igreja Católica nos protocolos de Estado que vigorava desde a fundação de nacionalidade.

Segundo o critério do Insurgente, o UKIP, sendo um partido nacionalista e que defende até a saída do Reino Unido da União Europeia, é um partido socialista.

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Quinta-feira, 19 Fevereiro 2015

A União Europeia e a Branca de Neve

Filed under: Europa,Passos Coelho — O. Braga @ 11:26 am
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Na União Europeia da Branca de Neve, há sete anões. A Grécia do Syriza é o Ranhoso (“dengoso”, no Brasil); o Portugal de Passos Coelho é o Fanhoso (“soneca”, no Brasil). Claro que a Branca de Neve é a Angela Merkel. Quando o Ranhoso anda chateado com a Branca de Neve, o Fanhoso diz logo que “põia que nãum põde ser!”

Quando a Branca de Neve quer que o Ranhoso tenha um excedente orçamental de 1,5% (em relação ao PIB) em 2015,  3% em 2016 e 4,5% em 2016, para que possa pagar rapidamente a sua dívida aos credores alemães, o Ranhoso recusa porque tem cerca de 50% de desempregados jovens; mas o Fanhoso diz logo: “Õda-se!, pãece que é pãivo!”

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Terça-feira, 13 Janeiro 2015

O Islão pertence à Alemanha

Filed under: Europa — O. Braga @ 8:34 am
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angela merkel muslim web

Quarta-feira, 26 Novembro 2014

As empresas privadas alemãs vão ser mais divertidas

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 7:32 pm
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O Governo alemão de Angela Merkel acordou esta quarta-feira a introdução de uma quota mínima de 30% para mulheres nos conselhos de administração das empresas privadas.

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Sábado, 15 Novembro 2014

Angela Merkel dá muita importância aos banhos

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 9:22 pm
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No dia 9 de Novembro de 1989 — o dia em que o muro de Berlim caiu —, Angela Merkel, que vivia na Alemanha de Leste, passou a tarde na sauna.

Angela Merkel dá muita importância os banhos

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Quarta-feira, 5 Novembro 2014

Vamos interpretar Angela Merkel

Filed under: educação,Política,politicamente correcto,Portugal — O. Braga @ 11:13 am
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“Angela Merkel afirmou esta terça-feira que países como Portugal e Espanha têm demasiados licenciados, o que faz com que não tenham noção das vantagens do ensino vocacional.”

Angela Merkel diz que Portugal tem demasiados licenciados

Eu penso que o que Angela Merkel quis dizer é que existem demasiadas “licenciaturas erradas”, e não propriamente “demasiados licenciados”.

Em Portugal, tira-se um curso superior para se ser automaticamente “general”; ninguém quer ser “sargento”. Uma economia sem “sargentos” não funciona; e uma economia em que os “generais” são produto de um qualquer “alvará de inteligência”, e não são produto de trabalho e demonstração práticos, também não funciona.

Temos que voltar ao velho Liceu e à Escola Técnica. Salazar e Marcello Caetano tinham razão.

Terça-feira, 17 Junho 2014

Ressaca

Filed under: Europa — O. Braga @ 7:10 am
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Preferiria que Portugal perdesse os dois jogos com o Gana e com os Estados Unidos do que perder com a Alemanha — porque uma coisa é perdemos com gente normal, e outra coisa é perdermos com psicopatas.

Com psicopatas não se pode perder, nem a feijões. O problema europeu dos psicopatas alemães começou quando a Alemanha ganhou a primeira guerra contra os franceses em 1848; a partir daí foi o descalabro na Europa: soltou-se o demónio alemão e ainda hoje sofremos todos as consequências.

Acho que o Exército Vermelho, durante e logo após a II Guerra Mundial, não acabou o seu trabalho. Um dos planos de Estaline, em relação ao qual Churchill concordou parcialmente, era a desindustrialização total da Alemanha depois da guerra; ou seja, a indústria alemã seria totalmente desmantelada. Os americanos não deixaram, e ainda vamos todos pagar bem caro mais essa imprudência americana.

angela merkel psicopata
Há dias estive a ver um programa no Canal História sobre o processo de captura dos criminosos de guerra nazis, em que se demonstrou como a Alemanha do pós-guerra protegeu os criminosos nazis, dentro e fora do seu território. As instituições alemãs só agiram contra os criminosos nazis sob pressão externa, nomeadamente através da acção de Simon Wiesenthal. Não houvesse essa pressão externa, os alemães continuariam a acarinhar os seus nazis, como fariam hoje se lhes dessem a oportunidade.

O que me choca nos alemães não é o facto de serem nacionalistas (eu próprio sou nacionalista). O que me indigna na história recente do povo alemão é o conceito inventado por eles de Lebensraum aplicado à Europa. Depois da derrota penosa dos alemães na II Guerra Mundial, o conceito de Lebensraum transmutou-se para o de Wirtschaftsraum — não apenas no sentido estritamente económico, mas sobretudo no sentido da construção de um Lebensraum económico para a construção de um IV Reich.

Se um dia a justiça for feita, o povo alemão há-de sofrer um holocausto proporcional ao holocausto judeu em relação ao qual todo o povo alemão é moralmente responsável. A estória segundo a qual “o povo alemão não sabia da actividade diabólica do partido nazi” é conversa para boi dormir. Se os alemães assassinaram brutalmente cerca de 5 milhões de judeus, este número deveria ser proporcional à população alemã actual num holocausto que eles merecem (é uma questão de fazer as contas).

IV Reich

Um povo como o alemão é um problema para a Europa: primeiro, convenceram os europeus, incluindo os franceses, de que estavam abertos a uma unidade europeia em troca da unidade alemã no seguimento da queda do muro de Berlim (os ingleses não se deixaram enganar). Depois, através do controlo das instituições da União Europeia de Durão Barroso, os alemães minaram as economias de todos (sem excepção) países da Europa, colocando toda a Europa de cócoras. Até os franceses baixaram as calças.

O corolário da actual política de Wirtschaftsraum da Alemanha (através do controlo das instituições europeias) será o fim do Euro (que nunca deveria ter existido). É uma questão de tempo. Com o fim do Euro, fica em causa o tratado de Schengen e estará aberta a possibilidade de uma estratégia de união dos países da Europa, em geral, contra a Alemanha; é provável que surja, mais ou menos explicitamente, um bloco político europeu anti-alemão — por exemplo, o estabelecimentos de acordos entre países impondo taxas aduaneiras proibitivas em relação à importação de produtos alemães: seria muito mais barato comprar, por exemplo, uma máquina ou um automóvel em França ou em Itália do que na Alemanha.

O “milagre económico” alemão, que submete a Europa actual, foi construído sobre homicídios em massa. O número de escravos e pessoas sujeitas a trabalho forçado pelos alemães, e que morreram em condições de trabalho inumanas, ascendem ao número de 2.700.000 (dois milhões e setecentas mil pessoas).

É este “milagre alemão”, manchado de sangue de genocídio, que impõe hoje as regras da União Europeia. E é esta União Europeia do IV-Reich que é apoiada por federalistas europeus como Durão Barroso, Paulo Rangel ou Mário Soares.

Segunda-feira, 10 Março 2014

Esta gente está a fazer de você um estúpido!

 

Você considera-se estúpido? Não?! Não adianta o que você pensa de si mesmo: você é estúpido!, quer queira, quer não queira.

angela-merkel-ue-webDepois do que os Estados Unidos, a União Europeia e a NATO fizeram no Kosovo, Angela Merkel diz agora a Putin que um referendo na Crimeia é ilegal. Ou seja, o referendo no Kosovo foi legal, mas o da Crimeia já não é.

Percebeu? Não?!!!!! Então você é estúpido!

Repare-se numa coisa: eu não sou a favor da Rússia. O que eu recuso é ser classificado de estúpido.

Chateia-me ser estúpido! Mesmo os estúpidos não gostam de ser estúpidos. É um direito que nos assiste, a recusa a ser catalogado de estúpido. Um verdadeiro estúpido, porém, é aquele que aceita que o referendo no Kosovo tenha sido legal, mas que o referendo na Crimeia seja agora ilegal. É esse o verdadeiro estúpido!

Mas Angela Merkel não fica por aqui: depois de ter destruído as economias dos países mais pobres da Europa e de ter perdido o debate político, Angela Merkel e os federalistas europeístas pretendem agora a lobotomia das nossas crianças através de lavagens cerebrais nas escolas, e a instalação de um pensamento único na Europa.

Sexta-feira, 24 Janeiro 2014

Um pouco de decoro não lhe ficaria mal

Filed under: IV Reich — O. Braga @ 7:28 pm
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“Depois da pressão sobre os pares europeus para as subidas da idade da reforma, a coligação alemã decide agora fazer o contrário no seu próprio país”.

Alemanha vai baixar a idade da reforma para os 63 anos

Segunda-feira, 2 Dezembro 2013

O “Alemão”

Filed under: Coelhismo — O. Braga @ 5:13 pm
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Bruno Himmler Maçães web 400

Quarta-feira, 23 Outubro 2013

E diz um estupor para outro estupor:

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 11:09 am
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Eu concordo com o estupor José Sócrates quando ele disse que o ex-ministro alemão das finanças, Schäuble, é um estupor.

Porém, o Schäuble é um estupor com atenuantes: sendo ele paraplégico, é de supôr a hipótese de que a paralisia lhe tenha chegado ao cérebro. Já José Sócrates é um estuporado natural, já que a hemiplegia aparece nele independentemente de qualquer outra característica física.

os dois estupores

Terça-feira, 15 Outubro 2013

A Croácia entrou para a União Europeia e… F***U!

Filed under: Europa — O. Braga @ 8:20 am
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A Croácia entrou para a União Europeia há dois meses. E apenas nesses dois meses, as exportações daquele país caíram em 11%! Agora imaginem o descalabro da economia croata se algum dia entrar no Euro…!

Uma quebra de 11% nas exportações, e em dois meses, é obra! Um fenómeno destes só acontece em situação de ameaça de guerra. A verdade é que entrar para a União Europeia é a mesma coisa que entrar numa situação de guerra contra a soberania nacional.

A União Europeia do Tratado de Lisboa servem para duas coisas: enriquecer desalmadamente uma pequeníssima elite nacional, e servir os interesses económicos e vitais da potência imperial (Alemanha). Sempre foram estes os princípios de construção de qualquer império.

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