perspectivas

Quarta-feira, 10 Agosto 2011

Os turcos não esquecem a História, mas a Europa só vive no presente

A Turquia sempre negou o genocídio arménio, mas isso não impede que um alto político turco venha a terreiro exigir que a “islamofobia” seja considerada como um crime contra a humanidade.

Naturalmente que o turco não se referiu aos cerca de cem mil cristãos que são assassinados, em todo o mundo e todos os anos, às mãos dos islamitas; nem se lembrou a miserável condição feminina nos países islâmicos — para não falar na forma como os homossexuais são tratados nesses países. O turco apenas se serviu da tragédia perpetrada por Anders Behring Breivik para exigir ainda mais facilidade de imigração islâmica na Europa — naturalmente com o beneplácito da Esquerda mais radical.

Ainda estou para saber como é que o Bloco de Esquerda concilia, por exemplo, a sua defesa da livre imigração islâmica, por um lado, com a defesa dos direitos das mulheres, por outro lado; mas não vale a pena sequer tentar entender o Bloco de Esquerda.

Ao longo da História, os portugueses — com a única excepção, talvez, de José Sócrates, que apreciava particularmente os homens turcos, e até teve um “guarda-costas” turco — nunca se deram bem com os turcos. Onde existisse um português e um turco havia logo bordoada. E, pelo que se vê, a saga vai continuar.

Quarta-feira, 3 Agosto 2011

O massacre de Oslo e a responsabilidade da Esquerda

«There is no doubt that Anders Breivik, the Norwegian mass-murderer, is a savagely dehumanized, socially disconnected, and incorrigibly evil person.

Breivik is also, however, the product of a civilization that is itself dehumanized, whose implacable program of subordinating every aspect of society to a tendentious politics hinders the making of authentic, non-politically mediated personal connections.»

via The Utøya Massacre And Its Meaning | The Brussels Journal.

Sábado, 30 Julho 2011

O cristianismo no país de Anders Behring Breivik

Filed under: A vida custa — orlando braga @ 8:02 pm
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A lista das igrejas cristãs queimadas na Noruega, o país de Anders Behring Breivik. Imaginem agora o ruído nos me®dia , se em vez de igrejas, fossem mesquitas islâmicas…

Norway Church Burnings

Quinta-feira, 28 Julho 2011

A tentativa de minimizar o problema político do caso Anders Behring Breivik

Filed under: Política — orlando braga @ 6:34 pm
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A polícia norueguesa, certamente por recomendação política, declarou que Anders Behring Breivik agiu sozinho e que é um sociopata. Vemos aqui, claramente, a tentativa de varrer o problema para debaixo do tapete, para que a sujidade da casa não seja visível.
(more…)

Olavo de Carvalho escreve sobre o caso Anders Behring Breivik

«A mídia iluminada está em festa: no meio de milhares de atentados mortíferos praticados por gente de esquerda, conseguiu descobrir o total de um (1, hum) terrorista ao qual pode dar, sem muita inexatidão aparente, o qualificativo de “extremista de direita”.

O entusiasmo com que alardeia a presumida identidade ideológica do norueguês Anders Behring Breivik contrasta da maneira mais flagrante com a discrição cuidadosa com que o qualificativo de “extremista de esquerda” é evitado em praticamente todos os demais casos.»

via Quem aí lê norueguês?

O aproveitamento político da Esquerda multiculturalista do caso “Breivik”

Filed under: Europa,Política — orlando braga @ 4:48 am
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«On contents, the so-called multiculturalists have lost the Islam debate. They have never been able to make a dent in the case against Mohammed and his religion presented by Islam scholars and ex-Muslims.
(…)
In politics, they have had to suffer the rejection of so-called multiculturalism with its Islam-favouring policies by leading public figures including the Prime Ministers of Germany, Belgium, France and Great Britain, and the adoption of more realistic integration policies by various European countries. So, what to do?

They were at the end of their wits, but fortunately for them, Anders Breivik went into action and killed 76 fellow-countrymen.»

via If Only He Had Read The Brussels Journal | The Brussels Journal.

Quarta-feira, 27 Julho 2011

Anders Behring Breivik é a expressão real e concreta do movimento revolucionário

Muita gente que escreve nos me®dia ainda não percebeu (ou não querem perceber) que o que se passou em Oslo, no caso de Anders Behring Breivik, foi um acto neonazi. A confusão surge quando, por exemplo, o confesso assassino em massa norueguês afirma que é “pró-Israel”; e sendo que se ele se afirma a favor de Israel, os me®dia tendem a considerar que ele não pode ser neonazi, porque tradicionalmente os nazis não gostam de judeus…

Um exemplo de um conservador: Alexis de Tocqueville

Não se dão conta de que o facto de o partido nazi alemão não ter gostado de judeus, tratou-se de um acidente (na linguagem de Aristóteles). E a prova disso é que os judeus não foram as únicas vítimas do nazismo. É óbvio que o neonazismo não é igual ao nazismo; a História não se repete.

O partido nazi, sendo parte do movimento revolucionário, tende sempre a eleger inimigos ontológicos (inimigos entendidos como indivíduos) a nível interno, e inimigos ideológicos a nível externo: os inimigos internos são pessoas ou grupos de pessoas, e os inimigos externos são ideias ou sistemas político-ideológicos.

Uma das premissas aceites pelo movimento conservador é a de que um conservador não pode utilizar, na sua acção política, o mesmo tipo de meios que o movimento revolucionário habitualmente usa — ou seja: a violência. Um conservador que utilize a violência não é um conservador: é um revolucionário. Anders Behring Breivik é um revolucionário neonazi.

O que está a acontecer agora, no rescaldo da infausta notícia de Oslo, é que a esquerda revolucionária — que não usa a violência na acção política somente porque (ainda) não pode — está a utilizar este caso para tentar calar a oposição política e ideológica, tentando escamotear, por exemplo, o falhanço político do multiculturalismo na Europa, que está na génese de acções tresloucadas como a de Anders Behring Breivik. E quem fala no multiculturalismo, também pode falar na crescente islamização da Europa, sendo que o Islamismo não é apenas uma religião, mas também um princípio de ordem política.

A esquerda revolucionária sempre matou milhões e milhões (mais de 200 milhões de pessoas foram vítimas do movimento revolucionário, e só no século XX !), e em barda, e pretende agora fazer crer que um neonazi que matou 92 pessoas é um conservador (e cristão!). E pior do que isso, pretende fazer crer que a acção de Anders Behring Breivik decorre das ideias conservadoras, e não da políticas sociais e culturais, concretas e reais seguidas na Europa — em geral — pelo politicamente correcto determinado ideologicamente pela esquerda marxista.

A ler: Anders Breivik’s broken family

Terça-feira, 26 Julho 2011

Afinal, o assassino norueguês é darwinista…!

Filed under: A vida custa,Darwinismo,Política,religiões políticas — orlando braga @ 11:53 am
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«In “Norway Killer Cultural Christian, Practical Darwinian” (July 24, 2011), we learn from Creation-Evolution Headlines a bit of the background to World News Daily’s bringing the Darwinian leanings of the Norway killer to light.»

via Breivik: “According to strict, atheist Darwinism, the purpose of life is to reproduce.” | Uncommon Descent.

Segunda-feira, 25 Julho 2011

A opinião do conhecido ateu Sam Harris acerca do norueguês Anders Behring Breivik

«It has been widely reported that Breivik is a “Christian fundamentalist.” Having read parts of his 1500-page manifesto (2083: A European Declaration of Independence), I must say that I have my doubts. These do not appear to be the ruminations of an especially committed Christian.»

via The Blog : Christian Terrorism and Islamophobia : Sam Harris.

Isto explica por que razão só nos me®dia portugueses se continua a falar em “fundamentalista cristão”, quando se referem a Anders Behring Breivik; nem os ateus mais famosos do mundo acreditam naquilo que os me®dia portugueses propalam.

O ataque dos me®dia ao Cristianismo: vai haver perseguição!

«Breivik writes in his manifesto that he is not religious, has doubts about God’s existence, does not pray, but does assert the primacy of Europe’s “Christian culture” as well as his own pagan Nordic culture

via Terrorist proclaimed himself ‘Darwinian,’ not ‘Christian’.

“As for the Church and science, it is essential that science takes an undisputed precedence over biblical teachings. Europe has always been the cradle of science, and it must always continue to be that way. Regarding my personal relationship with God, I guess I’m not an excessively religious man. I am first and foremost a man of logic. However, I am a supporter of a monocultural Christian Europe.”

— Anders Behring Breivik

Domingo, 24 Julho 2011

A tragédia norueguesa e a ausência do debate político

Filed under: Política — orlando braga @ 9:30 pm
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«If there were a real counter-power, symbolic or spiritual, enabling a critical debate on the role of Islam in the world without being accused as a racist, maybe this  inexcusable and vile act would have taken another form?

Nobody knows. But please, do not put all the blame on islamo-criticism gone wrong. This criticism is either absent in the mainstream, or demonized. The thousands and thousands of people murdered by (radical) Islam should weigh heavier than these 92 deaths.»

Norwegian Tragedy And Absence Of Debate | The Brussels Journal.

Sobre o caso Anders Behring Breivik

Para além do horror dos 92 mortos causado por essa personagem de seu nome Anders Behring Breivik, este caso suscita-me algumas perplexidades e esclarecimentos que passo a enunciar.
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