perspectivas

Sexta-feira, 15 Janeiro 2016

O Rerum Natura e as alterações climáticas

 

O Rerum Natura anuncia uma palestra sobre o negacionismo das alterações climáticas. Obviamente que se trata de um espantalho, porque desde que existe atmosfera terrestre que existem alterações climáticas.

Portanto, o que se nega não são as “alterações climáticas”; o que se nega é o que o blogue Rerum Natura defende, que é a nova teoria malthusiana do Aquecimento Global Antropogénico segundo a qual, grosso modo, as alterações climáticas se devem aos peidos das vacas e aos arrotos dos bebés — e, portanto, temos todos que comer palha e abortar à fartazana (e importar muçulmanos).

Servindo-se de uma visão apocalíptica e milenarista cientificista das alterações climáticas (alterações climáticas que sempre existiram), essa gentalha engana o povo servindo-se de uma pseudo-ciência — porque é claro que as alterações climáticas existem, como sempre existiram. O que a ciência não pode saber, de forma segura, é o que nos reserva o futuro em relação às alterações climáticas, porque não sabemos o comportamento futuro do Sol.

Desta forma, a tese apocalíptica das alterações climáticas transformou-se em um instrumento político: já não estamos na área da ciência, mas antes na área do cientismo. O Carlos Teixeira pode ter todos os doutoramentos / alvarás de inteligência do mundo, mas, quando utiliza o argumento das alterações climáticas para defender a tese do Aquecimento Global Antropogénico, não passa de um charlatão.

Segunda-feira, 28 Dezembro 2009

Climategate: uma discussão académica sobre a maior fraude de sempre

“A crippled man, however, does not cease to be a man.

Spiritual obscurantists, or anithumanistic utilitarians, are not animals; they continue to function as humans. Still, they can no longer solve human problems rationally, or on the basis of the spiritual experiences the possession of which characterizes mature man.

Hence there appear the curious transpositions of the problems of mature Western civilization to the new level of utilitarian immaturity.”

Eric Voegelin (“Positivism and Its Antecedents”)

Esta polémica é absurda, por três razões essenciais:
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Terça-feira, 22 Dezembro 2009

Polícia agride Lord Monckton em Copenhaga

Lord Monckton

O conhecido céptico do aquecimento global, Lord Monckton (Viscount Monckton of Brenchley) foi impedido de entrar na sessão final da conferência de Copenhaga sobre as “alterações climáticas” que não existem. Estava acompanhado por várias pessoas, entre elas o senador australiano Steve Fielding.

Apesar de estar credenciado para poder oficialmente assistir à sessão de encerramento do conferência de Copenhaga, a ONU decidiu que apenas 90 observadores de ONG’s presentes poderiam entrar ― ou seja, apenas poderiam entrar aqueles observadores que tivessem uma verdadeira no aquecimento global.

Depois de ter esperado duas horas ao frio até que os organizadores da conferência decidissem o que fazer com os “indesejáveis” que não arredavam pé da entrada, a polícia dinamarquesa, por ordem dos serviços de segurança da ONU, interveio e agrediu Lord Monckton, deixando estatelado e inconsciente no solo.

Ler o resto aqui.

Quarta-feira, 16 Dezembro 2009

Kopenhagen Entschluss Politik

“Es trat an uns die Frage heran: Wie ist es mit den Frauen und Kindern? Ich habe mich entschlossen, auch hier eine ganz klare Lösung zu finden. Ich hielt mich nämlich nicht für berechtigt, die Männer auszurotten- sprich also, umzubringen oder umbringen zu lassen – und die Rächer in Gestalt der Kinder für unsere Söhne und Enkel groß werden zu lassen. Es musste der schwere Entschluss gefasst werden, dieses Volk von der Erde verschwinden zu lassen.” (1)

— Heinrich Himmler, discurso de 1943

Se o planeta Terra oscilar no seu eixo, como já aconteceu várias vezes desde que foi formado, todas as preocupações dos “aquecimentistas” globais iriam por água abaixo, porque provavelmente uma oscilação do eixo da Terra em apenas dois graus traria um arrefecimento global de tal dimensão que transformaria toda a Europa em uma camada de gelo equivalente à do pólo sul. Para além disso, uma tal oscilação do eixo da Terra daria lugar a um período de catástrofes naturais com vagas de oceânicas a engolir literalmente as regiões costeiras de todos os continentes, e na sequência da acção que tal oscilação axial terrestre teria sobre as placas telúricas, aconteceria uma série terramotos de primeira grandeza em todo o mundo. As consequências de tal oscilação axial terrestre fariam a alegria dos malthusianos utilitaristas e dos niilistas: provavelmente, a população da Terra seria reduzida em [pelo menos] dois terços.

Acontece que a probabilidade de o planeta aquecer 3 graus Celsius até ao fim do século é menor do que a probabilidade de um deslocamento axial que pode acontecer sem qualquer aviso ou sinal, porque a redução dos gases de efeito de estufa passa pela reflorestação do planeta. As plantas alimentam-se de CO2, e mantêm o ciclo de condensação do vapor de água. O que se está a discutir em Copenhaga é um negócio gigantesco a nível global e a atribuição de “jobs for the boys” nos organismos da ONU à custa de um imposto mundial sobre todos os seres humanos cidadãos dos diversos países. Assistimos em Copenhaga à instituição da maior fraude consentida de todos os tempos.

(1) “É-nos colocada a pergunta: o que fazer com as mulheres e as crianças? Encontrei aqui uma solução clara. Não me considerei satisfeito em exterminar os homens – isto é, matá-los ou proporcionar a sua morte – e permitir que os vingadores dos nossos filhos e netos, na forma das suas crianças, possam crescer. A difícil decisão teve que ser tomada para fazer este povo desaparecer da terra.”

Sexta-feira, 11 Dezembro 2009

Salvem o planeta! (2)

Quinta-feira, 10 Dezembro 2009

Salvem o planeta!

« (…) irão aparecer grupos de pressão dos adeptos do suicídio, chamados suicidiodependentes a exigir os mesmos direitos que os mortos, e a moda pega: ser progressista será ser pró-morte-precoce, irmãos, quanto mais cedo a pessoa se consciencializar que deve matar-se mais progressista será e então gera-se um movimento de solidariedade para com os coitadinhos dos suicidiodependentes, arranjam-se salas de «chuto» mas desta vez com «chutos» mesmo a sério e sem subterfúgios, irmãos. »

Ler o resto em “Salvem o Planeta!”

😆

Quinta-feira, 3 Dezembro 2009

O ambientalismo das “mudanças climáticas antropogénicas” é uma religião gnóstica (2)

Ponto prévio: Convém que fique claro que uma coisa é o monismo religioso do “aquecimento global antropogénico por via do CO2”, e outra coisa é a poluição dos oceanos, o excesso e desperdício que decorre da predação do mundo animal e a desflorestação.


Para o gnosticismo, a integridade e a honestidade da ciência não têm absolutamente nenhum valor senão como instrumento de eliminação da “ordem do ser” que decorre da condição existencial metáxica do ser humano

Num postal anterior referi o facto de que o cristianismo criou as condições para o desenvolvimento da ciência quando reconhece a transcendentalidade de Deus. Sendo Deus transcendente ao universo material, o cristianismo libertou, assim, o espaço necessário à sociedade europeia para a investigação científica. O objecto da investigação científica ― o mundo ― é dessacralizado pelo cristianismo porque não faz parte da essência divina propriamente dita; o Génesis bíblico estabeleceu o mundo como sendo criado ― separado do Criador ― e portanto susceptível de ser investigado pelo Homem. Isto significa que o mundo, segundo o cristianismo, pertence ao vulgar profano e não pertence, por isso, ao sagrado, e a vulgaridade do mundo criou o espaço cultural necessário e suficiente para que a investigação científica pudesse ocorrer de uma forma descomplexada.

No primeiro postal desta série, falei da “metaxia” segundo Platão como condição da existência humana. Eric Voegelin altera sensivelmente a concepção platónica de metaxia que ele define como sendo “a experiência do encontro da consciência humana com a realidade transcendente”. Assim, a metaxia segundo Voegelin é o espaço da consciência onde o Homem participa da realidade transcendente de Deus.

Portanto, para os cristãos, o mundo físico ― o tal mundo criado por Deus ― é objectivo, mesmo quando partimos do princípio quântico da descontinuidade material: segundo o cristianismo, a realidade do macrocosmos é objectiva, assim com as leis da natureza que se aplicam nesse macrocosmos, e o microcosmos quântico pertence a uma realidade imanente com leis e regras próprias e distintas das que existem na objectividade macroscópica em que vive o ser humano a sua existência metáxica.
De igual modo, a transcendência de Deus é para os cristãos algo de concreto e real que decorre da existência metáxica, entendida tanto do ponto de vista platónico como do de Voegelin.
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Quarta-feira, 2 Dezembro 2009

O ambientalismo das “mudanças climáticas antropogénicas” é uma religião gnóstica (1)

No party da elite jacobina realizado ontem em Belém, onde ― salvas algumas excepções ― se juntou a malfeitoria da pior espécie que existe na Europa, ouvimos [nos discursos] por duas vezes a referência às “alterações climáticas” que nada mais é do que uma versão mais actualizada do “aquecimento global antropogénico” (ou o “aquecimento global por culpa do Homem”).
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