perspectivas

Quarta-feira, 6 Janeiro 2016

A culpa é das vítimas

 

“The Mayor of Cologne says women should adopt a “code of conduct” to prevent future attacks following trouble on New Year’s eve when women in the city centre were subjected to sexual assaults by hundreds of men.

Henriette Reker attended an emergency meeting with police and other officials on Tuesday to discuss how best to deal with the crimes that occurred when 1,000 men, “of Arab or North African appearance”, took over the area around the main station”.

Mayor of Cologne urges code of conduct for young women to prevent future assaults

Henriette RekerCentenas de mulheres alemãs foram molestadas sexualmente (e algumas violadas), na cidade alemã de Colónia, por um milhar de “refugiados” segundo o critério do blogue Jugular. Essas mulheres molestadas não andavam nuas na rua, nem sequer de mini-saia no Inverno da Alemanha: estavam vestidas normalmente.

A Presidente da Câmara Municipal de Colónia, Henriette Reker (na imagem: um camafeu e um estafermo inédito! Deve ser feminista!) estabeleceu um código de conduta para as mulheres da cidade, que inclui manterem-se a um braço de distância dos “refugiados” (segundo o critério do blogue Jugular), não se afastarem do seu grupo, e pedir ajuda a transeuntes.

Ou seja, a culpa do comportamento dos “refugiados” (segundo o critério do blogue Jugular) é das vítimas.

Inverte-se a moral, o que é uma característica do politicamente correcto. A culpa da violação sexual da mulher branca europeia por parte do muçulmano, é da mulher branca — porque os muçulmanos estão (por enquanto) em minoria. Ora, é preciso proteger as minorias.

Segunda-feira, 28 Dezembro 2015

¿Mein Kampf como leitura obrigatória na Alemanha? Contra!

Filed under: Europa,Política — O. Braga @ 10:06 am
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A Europa está a entrar por um caminho muito perigoso:

“Foi na véspera de Natal, num artigo no jornal Passauer Neue Presse: “Em vez de permitir que o encanto do proibido cative os jovens, é muito melhor que os alunos conheçam o texto pela mão de professores de História e Política”, defendeu Johanna Wanke. A ministra alemã da Educação referia-se a Mein Kampf (A Minha Luta), o opus maldito de Aldof Hitler. E o reacender da polémica não se fez esperar, com a comunidade judaica a manifestar-se de imediato”.

Queremos Mein Kampf como leitura obrigatória nos liceus?


« Permitted risks are permitted because it is forbidden to forbid them. To condemn them would be to ‘marginalize’ some valid ‘alternative’ » → Roger Scruton

Condenar o Mein Kampf seria marginalizar uma “alternativa” válida. A ideia politicamente correcta segundo a qual “o proibido pode cativar os jovens” significa a eliminação de um tabu cultural, e, por isso, a permissão do risco, ou a instalação da permissividade na cultura antropológica.

Terça-feira, 3 Novembro 2015

Angela Merkel : “os alemães devem aceitar a violência dos imigrantes muçulmanos”

 

Domingo, 1 Novembro 2015

Imigrantes na Alemanha: ‘¿quando é que eu vou receber a minha casa e o meu carro?’

 

Uma casa grátis, um carro oferecido pelo governo, e um rendimento mensal de 2.000 Euros são exigências normais dos imigrantes do Próximo Oriente que chegam à Alemanha.

É caso para dizer: “coitadinhos!!!!”

asyl-auto

Domingo, 25 Outubro 2015

Bem-vindos à cidade de Hanôver, Alemanha

 

Quarta-feira, 21 Outubro 2015

Os ‘migrantes’ de que os me®dia não falam

 

As estações de televisão mostram famílias de ‘migrantes’ — homens, mulheres e crianças; mas o que não mostram é a quantidade enorme de homens sem família. Se isto não é uma invasão, não sei o que seja.


Um hotel na Alemanha foi nacionalizado para acolher ‘migrantes’. Os trabalhadores do hotel foram para o desemprego e a proprietária ficou sem ele.

 


Famílias alemãs estão a ser desalojadas de suas casas para acomodar ‘migrantes’.

Terça-feira, 7 Abril 2015

A Grécia está a ser governada por doentes mentais

Filed under: Europa — O. Braga @ 1:10 pm
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“Greece has demanded nearly €279bn in reparations from Germany, more than the value of its current bail-out, as the cash-strapped country continues to pursue compensation for crimes carried out by the Third Reich.”

Greece demands €279bn from Germany in Nazi war reparations

A Grécia é um manicómio. Dentro desta União Europeia pouco normal e nada homogénea, só nos faltava um país de malucos. Cheguei à conclusão de que é melhor que a Grécia saia do Euro, porque é impossível lidar com psicóticos que não reconhecem qualquer responsabilidade na sua doença. Este ambiente de manicómio europeu é insuportável.

Um dia destes, os psicóticos que governam a Grécia irão pedir compensações financeiras à Itália por causa da ocupação romana na Antiguidade Tardia.

Terça-feira, 10 Março 2015

They are so tight they shit diamonds

Filed under: Europa — O. Braga @ 5:35 pm
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“Wolfgang Schäuble ainda não percebeu que tem de fazer de conta. Fazer de conta que não manda assim tanto. Tipo falar sobre as reuniões antes das reuniões ou das decisões antes das decisões. Tem de fazer de conta que aquilo é mesmo um órgão colegial onde a opinião dos outros também conta. Mesmo que depois não interesse. Os americanos fazem isso lindamente. É uma questão de aprender.”

Quem escreveu isto ainda não percebeu que os alemães são tão apertados mentalmente e tão rígidos na sua compostura que cagam pedaços de diamante.  

Sexta-feira, 6 Março 2015

A Espanha está f*did*!

 

Aquilo que me chateia no “pensamento único” é que o Estado se meta, através dele, na minha vida privada; se o pensamento único não tiver nada a ver com a força bruta do Estado, então não me preocupa grande coisa.

Se toda a gente pensar da mesma maneira mas que não se coloque o Estado a vasculhar a minha casa, por mim podem pensar como quiserem.

tu-quoqueEm Espanha, os socialistas dizem que os neoliberais seguem um “pensamento único”, e estes dizem o mesmo daqueles. A verdade é que os neoliberais aproveitam-se do socialismo para aumentar impostos; e os socialistas aproveitam-se do neoliberalismo para ir reforçando o poder do Estado com o aumento dos impostos. A diferença é que uns chupam o povo de uma maneira, e os outros “xuxam” no povo de outra maneira. O que há de comum entre eles é que ambos defendem — na prática e por razões diferentes — aumento de impostos.

Portanto, o “pensamento único” é o aumento de impostos — seja para pagar a dívida pública rapidamente porque os Bancos alemães andam aflitos (os neoliberais) e não podem esperar, seja porque “a dívida pública não é para pagar” (os socialistas) e o “necessário aumento de impostos” serve para reforçar o poder absoluto do Estado.

Enquanto não se quebrar este “pensamento único” comum a neoliberais e socialistas, não saímos da cepa torta; ou então saímos do Euro. Neoliberais e socialistas fazem parte do problema, e não da solução.

Razão tinha o Salazar: quando chegou ao Poder (na década de 1920) só ia pagando os juros da dívida pública: o pagamento da dívida propriamente dita ficou congelado até meados da década de 1950. Mas hoje a Alemanha não facilita pagamentos, não obstante tenha tido condições muito favoráveis para o pagamento da sua dívida contraída com a II Guerra Mundial. “Pimenta no cu dos outros é chupa-chupa”.

“Liberalismo económico” com brutal aumento de impostos, para pagar a dívida pública aos Bancos alemães em uma década, é abuso de poder.

Quinta-feira, 5 Fevereiro 2015

É possível que a Grécia “fabrique” Euros “falsos”

Filed under: Europa — O. Braga @ 10:05 pm
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Se o braço-de-ferro entre a União Europeia — comandada pela Alemanha — e a Grécia continuar, e estando eu convencido de que o Syriza não vai ceder grande coisa em relação à reestruturação da dívida grega, é bem possível que a Grécia mande imprimir notas de Euro para evitar uma corrida aos Bancos gregos (medida acompanhada por uma restrição drástica de movimento de capitais para o exterior do país) — uma vez que o BCE [Banco Central Europeu]  ameaça já cortar o financiamento da economia grega.

Quando o Banco Central da Grécia começar a imprimir Euros, isso significará que a Grécia estará oficialmente de saída da zona Euro e a preparar a introdução do novo dracma. E a responsabilidade política da sua saída será atribuída ao BCE [Banco Central Europeu]  e aos alemães. A acontecer isto, é bem provável que a dívida grega directamente conotada com  Alemanha não seja nunca paga: em um cenário medonho, a Grécia corta relações diplomáticas com a Alemanha.

Sexta-feira, 30 Janeiro 2015

Ou uma coisa, ou outra

Filed under: Europa — O. Braga @ 6:38 am
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“Esta constatação de facto sobre as características do povo alemão persiste até hoje. Existem dois tipos clássicos de germânicos, o boçal defecador e o intelectual angustiado e profundo.”

Para onde vai o chucrute?

Diz-se uma coisa parecida dos italianos: quando um bebé italiano nasce, metem-lhe o dedo mindinho no ânus. Se ele chora, vai ser cantor; se não chora, vai ser fanchono.

Terça-feira, 13 Janeiro 2015

O Islão pertence à Alemanha

Filed under: Europa — O. Braga @ 8:34 am
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