perspectivas

Terça-feira, 3 Julho 2012

Alguma coisa não vai bem na Madeira do Alberto João

Filed under: Política — O. Braga @ 10:06 pm
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Terça-feira, 20 Setembro 2011

Alberto João : truculento, sim; desonesto, não.

Filed under: Política,Portugal — O. Braga @ 12:27 pm
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O Alberto João defendeu os interesses da Madeira. Podemos aqui discutir a ética utilizada na defesa desses interesses da Madeira (ou seja, podemos discutir a honorabilidade política de Alberto João), mas o que não podemos colocar em causa é a sua honestidade pessoal como cidadão.

Existe um off-shore na Madeira, e muitos políticos do “contnente”, directa e indirectamente, têm lá a sua continha; e se não for no off-shore da Madeira, será noutro qualquer.

Ou seja, muitos dos exemplos que temos dos políticos do “contnente” são de gente que se abotoa pessoalmente à custa do erário público e das comissões dos Freeports e outros escândalos de corrupção, e são esses (ou os me®dia mandatados por eles) que agora criticam ad Hominem o Alberto João por ter defendido, não os seus interesses pessoais e as suas contas bancárias privadas, mas apenas os interesses da sua região.

Segunda-feira, 28 Setembro 2009

O que se está a passar agora no PSD é uma vergonha!

Uma das características do partido republicano de finais do século XIX era a de que era um partido de bases, e não era um partido de quadros. Em contraponto, os partidos do rotativismo monárquico eram partidos de quadros mas não eram partidos de base, e portanto, a partir do momento em que os quadros abandonaram os partidos do rotativismo ― e logo que se implantou a república ― os partidos extinguiram-se. Naturalmente que os partidos que evoluíram a partir do velho partido republicano ― como por exemplo, o partido democrático e o partido evolucionista ― rapidamente se transformaram em partidos de quadros também, e por isso foi possível o Sidonismo e a ditadura de 28 de Maio de 1926 que deu origem ao Estado Novo de António de Oliveira Salazar.

Tudo isto para dizer que as acusações que são feitas a Pacheco Pereira responsabilizando-o pela “derrota” do PSD são a manifestação típica de um partido de quadros perante um revés eleitoral. Quem critica Pacheco Pereira são os quadros do PSD ― aqueles que se mudam de um lado para o outro enquanto o diabo esfrega um olho.
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Sábado, 22 Agosto 2009

O PS e as suas ideias e propostas

ps-ajuda

Um indivíduo está de férias, acorda e ainda estremunhado liga o laptop, e dá de caras com esta notícia: Ferreira Leite tem falta de ideias e propostas, acusa Santos Silva. Para além de estremunhado fiquei estupidificado; fui tomar um café bem forte.

Portanto, de acordo com o caceteiro do PS, a governação de um país resume-se a “ideias e propostas”. “Quer-se-dizer”: a gente faz uns brainstorms aqui no bairro, inventa umas ideias porreiras, e está feito: ficamos aptos para a governação.

E depois há pelo menos uma coisa que de facto separa o PS de José Sócrates do PSD de Manuela Ferreira Leite: o nível de intervenção do Estado na sociedade civil. As ideias e as propostas do PS ― para além de serem muitas delas promessas de mau pagador [aperta-me as mamas!] ― têm como alvo a asfixia da sociedade civil e o condicionamento por parte do Estado em relação às empresas e aos cidadãos.

As únicas ideias boas que um governo pode ter são aquelas que se destinam a facilitar a organização autónoma da sociedade, e nunca aquelas que pretendem intervir directamente na sociedade de forma a condicionar a sua auto-organização. Simplesmente não queremos um governo que se meta na nossa vida privada com as “ideias e propostas” da sua lavra.

Eu espero que Manuela Ferreira Leite siga Alberto João Jardim na recusa dos chips electrónicos nas matrículas dos automóveis que são privados porque pertencem aos cidadãos. O meu automóvel é privado, não pertence ao Estado, e portanto não tem que ser localizável discricionariamente pelas forças policiais a seu bel-prazer, e contra a minha vontade. A colocação obrigatória dos chips electrónicos de controlo dos automóveis privados não faz absolutamente nenhum sentido e pode constituir um precedente extremamente perigoso. Se querem estabelecer portagens nas SCUTS que construam pontos de portagem tradicionais.

Quarta-feira, 19 Agosto 2009

Eu sou madeirense!

Automóveis: Madeira recusa lei dos chips nas matrículas

chip“O Parlamento Regional invoca o receio de um Big Brother e as dúvidas da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) sobre as implicações relativas à privacidade dos cidadãos e respectivos direitos, liberdades e garantias. O decreto regional contesta a inclusão da Madeira prevista na legislação publicada a 18 de Maio, e segundo a qual a matrícula electrónica será obrigatória em todos os veículos automóveis a partir de 2010. O chip permite o controlo e a gestão de várias funcionalidades, que vão do pagamento electrónico de portagens – solução do governo para a cobrança nas scut (auto-estradas sem custos para o utilizador) – à fiscalização rodoviária e localização de veículos, a qualquer momento, para efeitos de segurança rodoviária e controlo de criminalidade.”

A segurança pública não pode depender da instalação de uma sociedade de Big Brother, em que é colocada em causa paulatina e seriamente a privacidade do cidadão; antes passa pelo controlo da imigração, pela revisão da lei penal no que respeita à celeridade da justiça e aplicação das penas, investimento a sério na Justiça e nas infraestruturas prisionais, e modernização das forças policiais.

Quinta-feira, 1 Maio 2008

Alberto João para tirar a maioria absoluta ao Sócas

Filed under: Política — O. Braga @ 8:45 pm
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Já assinei a petição. Como português do Continente, quando eu “for grande” gostaria de pagar o IVA a 16%, como acontece na Madeira.

Segunda-feira, 14 Abril 2008

Cambada de malucos

Filed under: Política — O. Braga @ 12:56 pm
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Alberto João tem razão: a república portuguesa é hoje composta por malucos e por sociopatas; quando não se é uma coisa, é-se outra. Com a visita do “Sr. Silva” ao arquipélago, o Alberto João acha bem que os malucos da Assembleia Regional recolham aos seus manicómios particulares e sejam tratados no recato da sua privacidade.

Devo dizer que entre o desvario de uns e a sociopatia de outros, até aprecio o Alberto João: não tem papas na língua, é desbragado na sua linguagem, e por isso, é um pouco diferente dos outros. De facto, existir na Madeira um padre católico que é deputado por um partido político que defende o totalitarismo de Estado anti-teísta, só revela um estado avançado de degradação da saúde mental da política da república. Fez bem o Alberto João. Juntar os malucos da Madeira ao “Sr. Silva do Contnente“, tudo isto em altura de Lua Cheia, só poderia resultar em danos sérios para o povo madeirense.

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