perspectivas

Sexta-feira, 13 Novembro 2009

“A coisificação da criança”, por Maria José Nogueira Pinto

« No recente estudo de opinião efectuado pela Eurosondagem, 45,5% dos inquiridos concordam com o casamento homossexual, contra 49,5%, que se opõem. Contudo, à pergunta “E com a adopção por casais homossexuais?”, o resultado do “não” (68,4%) mais que triplica o do “sim” (21,8%).
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Sábado, 14 Março 2009

Agenda política gay: «Quem não é homófilo é “lélé da cuca”»

Nazismo Gay

Nazismo Gay

Este artigo faz referência a este blogue, e o postal tem como título “Homofobia ou Preconceito Sexual?”. O que esse artigo (ver em PDF) faz é complicar aquilo que é de muito fácil explicação; para isso, o escriba gayzista recorre a definições em torno de conceitos abstractos pseudo-científicos, partindo do princípio que através da retórica psicossexual se pode alterar a realidade dos factos.

PROPOSIÇÃO

O escriba gayzista parte do princípio de que os homossexuais são discriminados na nossa sociedade. Grosso modo, é este o pressuposto que dá a forma e conteúdo ao artigo, e em que se escora toda a argumentação: “o homossexual é discriminado e quem o discrimina sofre de perturbações mentais” ― e segue-se uma ladainha de teorias “científicas” gayzistas.

Portanto, é nesta base da argumentação do escriba ― a “discriminação” em relação aos gays ― que vou assentar a minha demonstração. Desmontando o argumento da “discriminação” em que se baseia o artigo, torna-se, assim, nula a retórica do dito.
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Quinta-feira, 24 Julho 2008

Vencendo pelo cansaço

Olavo de Carvalho escreve sobre a nova lei brasileira que condena a 5 anos de prisão quem ofender um gay.

«Não existe qualquer epidemia de violência contra os homossexuais neste país, mas, mesmo que houvesse, nenhuma lei contra opiniões religiosas poderia fazer nada para detê-la, pela simples razão de que, fora dos países islâmicos, casos de violência anti-homossexual por motivo de crença religiosa são a raridade das raridades, e no Brasil até agora não se comprovou nenhum. Rigorosamente nenhum.

Em compensação, a lei tornaria automaticamente criminosos e sujeitaria à pena de prisão milhões de brasileiros honestos, cujo único delito é acreditar na Bíblia. Eles poderiam ser presos não só por ler em voz alta versículos tidos como “homofóbicos”, mas por protestar contra qualquer casal gay que, por mera provocação ou genuína falta de autocontrole, se afagasse com a maior impudência dentro de uma igreja, quanto mais numa praça pública.

Os gays, indefesos como todo o restante da população num país que tem cinquenta mil homicídios por ano, continuariam tão sujeitos quanto agora à truculência de assassinos e estupradores – estes últimos necessariamente homossexuais eles próprios, no caso –, mas estariam protegidíssimos contra o apelo suave do Evangelho que os convoca a mudar de vida.

Alegar que essa lei se destina à protecção da comunidade gay é cinismo; ela se destina, isto sim, à destruição da comunidade cristã, sem nada oferecer aos homossexuais em troca, apenas dando à parcela politizada e anti-religiosa deles a satisfação sadística de alegrar-se com a desgraça alheia. Desgraça tanto mais satisfatória, a seus olhos, quanto mais injusta, arbitrária e sem motivo.

Se algum dia houve no Brasil uma proposta de lei desprovida de qualquer razão de ser além do puro ódio, é essa.

Mas não é somente sobre os cristãos que ela despeja esse ódio. É sobre toda a concepção do Estado democrático, do governo do povo pelo povo. Não há um entre os proponentes dessa lei que o ignore, nem um só que não se regozije com isso. No Estado democrático, o governo é a expressão da vontade popular e, portanto, da cultura reinante. Ele pode elevá-la e aperfeiçoá-la, mas o próprio fundamento da sua existência consiste em respeitá-la e protegê-la. Na nova concepção imposta pela elite globalista iluminada, o Estado é o “agente de transformação social”, a vanguarda da “revolução cultural” incumbida de fazer o povo gostar do que não gosta, aprovar o que não aprova, cultuar o que despreza e desprezar o que cultuava. É o órgão do estupro psicológico permanente, empenhado em chocar, escandalizar e contrariar a alma popular até que esta se renda, vencida pelo cansaço, e passe a aceitar como decreto da Providência, como fatalidade natural inevitável, o que quer que venha da burocracia dominante.»

Texto de Olavo de Carvalho (o sublinhado é meu, obviamente).

Sexta-feira, 30 Novembro 2007

Os Mídia e a agenda gay

Filed under: Hydra gay,politicamente correcto — O. Braga @ 6:09 pm
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Recorrentemente, os Mídia portugueses referem-se ao preconceito social que rodeia os seropositivos em Portugal. Ainda no último fim-de-semana aconteceu mais uma campanha de “sensibilização” pública através dos Me®dia. O acento tónico dos Me®dia é o seguinte:
existem N pessoas com SIDA em Portugal ”, e a SIDA passa a ser, por decreto cultural, uma “doença heterossexual”. Acabaram com os grupos de risco.

O “Jornal de Notícias” (socialista dos sete costados) fala de 400 casos de incidência da SIDA em heterossexuais com mais de 65 anos. Se existirem 3 milhões de heterossexuais com mais de 65 anos em Portugal, a percentagem de incidência da doença neste grupo é de 0,01%.

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Segunda-feira, 26 Novembro 2007

A guerra cultural: a agenda gay, o Evolucionismo e as religiões

“Quanto for escrita a História da nossa Era, será a batalha cultural que contará.”

Stanley Kurtz – professor de Antropologia Social na Universidade de Stanford (EUA)

É normalmente aceite que a visão religiosa e a visão evolucionista sobre a homossexualidade é de oposição entre as duas visões do mundo. Esta ideia é uma meia-verdade.

As religiões consideram que o corpo físico e a mente humana foram desenhados para a actividade heterossexual, tendo em vista a família e a reprodução, considerando o comportamento homossexual como sendo anti-natura.
O Evolucionismo darwinista adopta a primazia da fertilidade, e consequentemente, a heterossexualidade, diferindo apenas das religiões quando assume uma posição de neutralidade relativamente à homossexualidade que não interfere no factor reprodutivo da espécie humana.
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Terça-feira, 20 Novembro 2007

Não se estiquem, porque a corda pode partir

Este artigo no Baixa Autoridade chama a atenção para o substantivo “tolerância” que vem do verbo “tolerar”, derivado do latim “tolerare”, que segundo o dicionário Michaelis de Língua Portuguesa, significa “suportar, sem no entanto consentir expressamente”. Quando toleramos algo ou alguém, não concordamos com esse algo ou alguém, mas suportamos sem consentir expressamente. Quando concordamos com algo ou com alguém, não toleramos, mas permitimos e consentimos. Agradeço que alguém passe esta dica ao José Sócrates, porque sendo ele “engenheiro” pela UNI, não terá tido a formação adequada em Língua Portuguesa (1).

O substantivo “tolerância” está a ser utilizado como parte de uma campanha para a promoção de uma agenda política de que o “casamento” gay é apenas uma pequena parte, e que engloba a legalização da pedofilia. O que nos estão a pedir não é tolerância, mas consentimento, concordância, permissividade e cumplicidade com uma aberração natural, ética e moral.
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