perspectivas

Segunda-feira, 4 Setembro 2017

Ó Adolfofinho: deixa lá em paz a xenofobia !

 

“Durante um debate na Rádio Cova da Beira entre candidatos à Junta de Freguesia de São Francisco de Assis, na Covilhã, a candidata apoiada pelo PS, Joana Campos, imitou o sotaque do candidato do CDS, Júlio Canhoto, de origem venezuelana, conta o Público.

Segundo o CDS, a actual presidente da junta “humilhou” o opositor com um acto de “xenofobia”. Adolfo Mesquita Nunes, candidato do CDS à Câmara da Covilhã pede ao PS que se demarque desta atitude.”

Mais um caso de xenofobia nas autárquicas? Candidata do PS “humilha” opositor com sotaque espanhol


Vamos ter que acabar com estas manipulações estapafúrdias que incentivam a incompreensão e ódio em relação à verdadeira xenofobia: a maioria dos xenófobos são pessoas serenas e pacíficas que querem viver em paz e praticar a sua xenofobia em harmonia com a natureza.

Este caso isolado do Júlio Canhoto (estranho nome para um candidato do CDS/PP) nada tem a ver com a autêntica xenofobia — aliás, denunciamos a Joana Campos como uma impostora ao serviço dos inimigos da xenofobia: não devemos relacionar o sucedido com a verdadeira xenofobia porque isso provocaria um repúdio da dita no seio da sociedade — e é isso que os radicais pretendem!

A xenofobia (assim como a islamofobia) é uma ideologia de paz, tolerância e concórdia. Temos que estar unidos e evitar que surjam episódios de intolerância e ódio contra os xenófobos honrados e pacíficos. A imensa maioria dos xenófobos são gente de bem, pessoas de conduta impecável e de elevados princípios e valores.

Não devemos confundir — como faz o Adolfofinho — xenofobia, por um lado, e xenofobismo, por outro lado.

Os inimigos da convivência, da tolerância e do respeito pelos outros estão sempre prontos para desvirtuar os factos sociais e criminalizar o todo colectivo xenófobo perfeitamente integrado na sociedade e respeitador das leis.

Somos contra esta campanha de estigmatização que pretende sujar o bom nome da comunidade xenófoba, completamente alheia a este caso em concreto: os verdadeiros xenófobos pretendem viver sem medo e praticar a sua xenofobia em plena luz do dia, sem temer represálias pelos inimigos da tolerância — esses extremistas que pretendem que a xenofobia seja retirada da praça pública e seja praticada na clandestinidade: estamos no século do progresso e da liberdade, e exigimos poder colocar em prática as nossas ideias sem sermos objecto de difamações e agressões ao nosso credo.

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Quinta-feira, 22 Junho 2017

Se ser etnocêntrico é ser racista, então os negros e os muçulmanos são muito racistas

 

A Esquerda e o politicamente correcto (marxismo cultural) enganam o povo quando confundem propositadamente o racismo, por um lado, e o etnocentrismo e a xenofobia, por outro lado.

welcome-refugeees-gay-webTodavia, o etnocentrismo e a xenofobia são constantes culturais normais e inerentes a qualquer ser humano: todo o indivíduo — repito: todo o indivíduo, seja preto, seja branco, amarelo ou azul — tem uma tendência natural para se identificar com as normas da sua própria cultura, para a valorizar, e para rejeitar o outro nas trevas da barbárie.

Mas a Esquerda diz “que não”: diz que o “etnocentrismo”, quando expresso da parte do europeu, é sinónimo de “racismo”; ou seja, segundo a Esquerda, o europeu etnocêntrico é “racista”; mas (segundo a Esquerda) se o etnocêntrico for preto, já não é racista.

A ideia da Esquerda, ao estigmatizar o etnocentrismo europeu (mas já não o de outras culturas) classificando-o de “racismo”, é o de eliminar as identidades culturais dos povos europeus.


A teoria do racismo é outra coisa, diferente do etnocentrismo e da xenofobia (que é natural em qualquer cultura antropológica); a teoria do racismo apareceu muito recentemente na História do século XIX, por exemplo, com o “Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas”, de Gobineau (1856) que exalta a raça ariana. 1


Quando a Esquerda portuguesa — por exemplo, o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista, o Partido Socialista, e o Partido Social Democrata que fecha a Esquerda à direita — diz que “o etnocentrismo português ou europeu é a mesma coisa que racismo”, o que ela está a fazer é a tornar legítimo o próprio racismo.

Em vez de separar o etnocentrismo natural, por um lado, e o racismo, por outro lado, a Esquerda mistura os dois conceitos de tal forma que o próprio racismo passa a ganhar uma justificação racional na nossa cultura antropológica.

É uma questão de tempo e veremos (aliás, já está a acontecer na Europa!) que o racismo será justificado mediante a legitimação natural do etnocentrismo e da identidade cultural, e isto por culpa da Esquerda e do politicamente correcto em geral, uma vez que se misturam estes conceitos e reduzem todos eles ao “racismo”.


Nota
1. O racismo pode ser de “dominação”, que é aquele que justifica a exploração económica, como por exemplo, o apartheid na África do Sul; ou o racismo “diferencial”, de tipo nazi ou árabe-islâmico, que em que as outras raças não são assimiláveis nem inferiorizáveis e devem ser exterminadas.

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