perspectivas

Quinta-feira, 4 Outubro 2012

Ai, Lello!! ¿Também tu, Lelluuu????!!!



A alternativa democrática ao PSD do Pernalonga — o Partido Socialista — é ainda pior do que Passos Coelho. Estamos metidos numa alhada. Venha de lá a tropa, a ver se ainda se salva alguma coisa.

Sábado, 29 Setembro 2012

As tatuagens e a desfiguração do corpo

«Um destes últimos dias – o que, de resto, faço em quase todas as semanas do ano – fui ao supermercado. Que tenha reparado, na ocasião, cruzei-me sucessivamente com três moçoilas, todas elas tatuadas: uma, tinha o desenho de um golfinho no pescoço; outra, de um conjunto de estrelas também no pescoço; outro ainda, por sinal trajada de forma bastante imodesta, de mais um conjunto de estrelas, desta vez abaixo do seu ombro esquerdo, e do que me pareceu ser um sol no respectivo tornozelo direito. Pelo meio, ainda topei um “orc” com um carácter chinês grafado na zona da nuca. Pensei para comigo: isto são pequenos sinais evidentes de uma sociedade em avançado estado de decomposição e em processo de acelerado retorno à barbárie.»

via A Casa de Sarto: Pequenos sinais evidentes.

A tatuagem moderna tem pouco a ver com as culturas dos povos primitivos; trata-se de um fenómeno cultural novo e muitíssimo mais nocivo do que as tatuagens das culturas arcaicas. Enquanto que, nas sociedades primitivas, a tatuagem tinha um valor de ordem, na sociedade actual tem um valor de desordem.
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Quarta-feira, 26 Setembro 2012

Três por cento de todos os óbitos na Holanda são por eutanásia, e a tendência a subir

According to Dutch media reports today, euthanasia deaths in the Netherlands in 2011 increased by 18% to 3,695. This follows increases of 13% in 2009 and 19% in 2010.

In fact from 2006 to 2011 there has been a steady increase in numbers each year with successive annual deaths at 1923, 2120, 2331, 2636, 3136 and 3695.

Euthanasia now accounts for 2.8% of all Dutch deaths.

via Christian Medical Comment: Patients with dementia and psychiatric illnesses included as Dutch euthanasia cases rise steeply.

Para além dos 3% de eutanasiados, 13% dos óbitos na Holanda são resultado de sedação profunda e contínua, com restrição intencional de fornecimento de fluidos expressamente com a intenção de provocar a morte.

Terça-feira, 25 Setembro 2012

O resultado da Primavera Árabe

Com a Primavera Árabe, tão querida pela Esquerda, pelos liberais e pelos “progressistas” — incluindo as feministas, os gueis, etc. — os chamados “crimes de honra” islâmicos, perpetrados em público, tornaram-se legais no Egipto, resultado da validação da lei islâmica (Sharia). Neste vídeo vemos o assassinato público de uma mulher por esfaqueamento.

¡ Tudo legal ! A Esquerda e os liberais devem estar muito orgulhosos.

http://youtu.be/1s8sLYB9KP8

Segunda-feira, 17 Setembro 2012

O feminazismo e a construção paulatina do homofascismo

É tempo de o povo “acordar”, antes que seja tarde.

Teremos que dizer: “sou homófobo, com orgulho!”. Quando os putativos “direitos” dos fanchonos e fufas colidem com os direitos da paternidade biológica, a discussão e a tolerância acabaram!

1/ Uma mulher austríaca teve um filho de uma relação com um determinado homem.

2/ Mais tarde, essa mulher, mãe da criança, juntou-se a outra mulher em uma relação lésbica.

3/ As duas mulheres reclamaram o “direito” à adopção da criança junto dos tribunais austríacos, ou seja, reclamaram o “direito” de colocar o pai da criança fora dos seus direitos, na sua condição de pai, em relação à criança. Ou, por outras palavras: as duas lésbicas defenderam no tribunal austríaco a tese segundo a qual os direitos biológicos da paternidade do homem em relação ao seu filho constituem, em si mesmos, uma forma de “discriminação” em relação aos “direitos” das lésbicas e dos gays.

4/ o tribunal austríaco recusou o pleito das lésbicas, argumentando que se existe um pai biológico que se interessa pela criança e que paga a pensão de alimentos, o superior interesse da criança não permite a adopção por parte do par de lésbicas.

5/ perante a decisão dos tribunais austríacos, as duas vagabundas recorreram para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, com o apoio do lóbi político gayzista europeu apoiado financeiramente pela Comissão Europeia de Durão Barroso, e apresentando a mesma tese: os direitos do pai biológico em relação ao seu filho são, em si mesmos, um factor de “discriminação” em relação à “orientação sexual” homossexual.

6/ este caso revela-nos, com uma evidência cristalina, que a homofobia terá que passar a ser novamente a norma cultural, sob pena de passarmos a viver numa sociedade surreal. Não há mais espaço para tolerância. Teremos que dizer: “sou homófobo, com orgulho!”. Quando os putativos “direitos” dos fanchonos e fufas colidem com os direitos da paternidade biológica, a discussão e a tolerância acabaram!

Segunda-feira, 10 Setembro 2012

Presidente checo Václav Klaus: ‘o Ocidente regressa ao socialismo’

Filed under: cultura,economia,Europa,Política,Vamos Endireitar — O. Braga @ 12:26 am
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Klaus, un crítico de la Unión Europea y decepcionado por el desarrollo de Europa tras la caída de los regímenes comunistas, considera que “la pérdida de los valores tradicionales, el populismo democrático de los políticos, el creciente poder de los tribunales, organizaciones no gubernamentales y medios de comunicación”, están poniendo en peligro la democracia y la economía de todo Occidente.

“Para mí, una persona que activamente participa en la preparación de radicales cambios políticos y económicos, el mundo contemporáneo está lleno de decepciones. Vivimos en una sociedad mucho más socialista dirigida por el Estado, algo que antes no se podía imaginar”, dijo el mandatario en la apertura de una conferencia internacional en Praga.

via Presidente checo: Occidente está regresando al socialismo y 'se asfixia' sin libertad – RT.

Domingo, 9 Setembro 2012

A ficção do contrato social

Eu sou muito crítico da teoria moral e da teoria do conhecimento de David Hume, mas já não sou tanto da sua teoria política e da teoria de justiça. A teoria do conhecimento de Hume foi pelo menos parcialmente desbaratada pela praxis científica, mas a sua teoria moral é a que prevalece hoje na elite portuguesa.

A ambiguidade de David Hume consiste na discrepância ou incoerência entre as suas teorias moral e do conhecimento, por um lado, e as suas teorias da política e da justiça, por outro lado.

A vida social organiza-se segundo ficções, por exemplo, a ficção do contrato assente na promessa, que permitiu que a classe política portuguesa tivesse conduzido o nosso país à ruína e à dissolução em apenas 30 anos.

Na teoria política, David Hume denunciou a ilogicidade e a irracionalidade do contrato social iluminista, demonstrando a evidência da nulidade das promessas feitas pelos políticos, promessas essas que estão subjacentes ao contrato social entre o povo e as elites. A governança de Passos Coelho prova à saciedade que David Hume tinha razão.
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Sexta-feira, 7 Setembro 2012

As elites académicas e a cultura

A Comissão para a Igualdade e contra a Discriminação Racial quer processar uma empresa turística algarvia por discriminação, por alegadamente obrigar os clientes de etnia cigana a pagar cauções até 10 mil euros para arrendar casas de férias.

via Empresa pediu caução de 10 mil euros a ciganos para arrendar casas de férias – Sociedade – Sol.

Uma das características da ruling class contemporânea, e principalmente das elites académicas retrógradas, é a alienação decadente do conceito de “cultura”, atribuindo-lhe invariavelmente um significado de “subcultura”. Para a elite académica, cultura é apenas e só o conjunto das subculturas, e a cultura dominante é vista, à moda de Karl Marx, como uma estrutura de opressão. Este enviesamento conceptual e decadente está de tal forma calcinado nos poucos neurónios do académico moderno e contemporâneo, que não consegue discursar sem ele.

Ora, a cultura de um indivíduo não pode ser isolada da do grupo social a que pertence, e a cultura do grupo não pode ser concebida de uma forma abstracta quando colocada em relação à sociedade entendida como um todo. O que acontece com os mentecaptos académicos modernos e contemporâneos é que o conceito de “cultura”, tal qual eles concebem exclusivamente como um conjunto de subculturas, deixa de ter definição, ou seja, deixa de existir uma noção de cultura — uma vez que a definição de qualquer coisa é a sua noção ou delimitação de significado.

Por outro lado, os estúpidos académicos modernos e contemporâneos eliminam — principalmente os coimbrinhas —, na sua retórica acerca do conceito de cultura, qualquer tipo de hierarquia que deveria estar sempre presente para que as partes constituam um todo. Ou seja, um todo sem partes hierarquizadas é o absurdo (irracional); mas as cavalgaduras académicas coevas fazem da eliminação da hierarquia na cultura, a sua principal razão de discurso.

É um facto que existe uma cultura antropológica portuguesa, diferente, por exemplo, da subcultura cigana. Essa cultura portuguesa tem características multi-seculares que se distinguem da subcultura cigana. E é um facto que a cultura cigana adquiriu, mediante pura observação empírica, algumas características que não abonam em favor do seu prestígio social — não estamos aqui a falar de preconceito: estamos a falar de constatação empírica de factos e de acontecimentos.

Quando falamos em “ciganos” temos a tendência — e bem — a fazer um juízo universal, porque não há outra forma de pensar logicamente. As excepções à regra não definem a regra [não são a regra]. E, ou neste caso a regra é falsa e trata-se de preconceito, ou sendo verdadeira não a podemos objectivamente ignorar.

[ via ]

Sexta-feira, 31 Agosto 2012

O apelo à emoção e a retórica de lupanar

« Ou mais corrente ainda, desde as inúmeras situações de crueldade e violência gratuita, de que os filmes e séries televisivas nos inundam constantemente, banalizando as situações mais brutais e cruéis, embotando a nossa sensibilidade e humanidade, até à ganância mais criminosa de muitos grandes financeiros, que puseram o mundo na crise em que está e não revelam nenhum remorso pelos imenso sofrimentos que provocaram. A incapacidade de arrepiar caminho, uns e outros, mostra bem como o veneno matou de todo a consciência do mal que provocam. »

via De Rerum Natura: Da maldade de cada dia nos livrai hoje: A propósito de uma ilustração.

A dialéctica ideológica/política actual parece-se com uma refrega de bordel, em que duas lambisgóias se arrepelam e se arranham uma à outra, para afirmarem a sua ascendência em matéria de virtudes.

Quando lemos este texto (na íntegra) temos a sensação primeira de racionalidade na análise; por exemplo, toda a gente tem a noção de que as guerras são negativas e más. E misturando as guerras e a “violência gratuita”, por um lado, com “a ganância mais criminosa de muitos financeiros”, por outro lado, pretende-se apelar emocionalmente para uma conclusão. O apelo emocional [entendido apenas em si mesmo] para uma determinada conclusão é uma falácia lógica.

O grande problema de muitos textos ditos “filosóficos” — que eu próprio critiquei, por exemplo, na filosofia de Antero de Quental — é o recurso sistemático à retórica falaciosa e ao apelo emocional. A ética, fazendo parte da filosofia, não é poesia! Estamos aqui em plena “doxa” e não em “episteme”. Dou um exemplo.

Quando, durante a toda a década de 1990, a militância política de base comunitária dos Estados Unidos — por exemplo, a ACLU, de que foi militante o próprio Barack Hussein Obama — fizeram uma pressão política enorme sobre o governo americano no sentido de a Banca conceder crédito para a aquisição de habitação própria sem garantias mínimas da parte dos credores, George W. Bush fundou as duas empresas [ a Fannie Mae e a Freddie Mac] que serviram de charneira para o desastre financeiro internacional com a crise do Subprime em 2007. Se a culpa da crise do Subprime — que gerou toda esta recessão económica — foi da especulação financeira, também foi da pressão política da Esquerda no sentido de se atribuir crédito para compra de casa própria a quem não podia pagar. Vemos aqui como devemos procurar as causas dos fenómenos [episteme], e não devemos apenas ter uma opinião desprovida de nexo causal [doxa].

Portanto, o Rerum Natura parece-me, a espaços, um blogue que põe antolhos e só vê uma parte da realidade. E depois entra por uma retórica poética, floreada, apelando à emoção, no sentido de sustentar a razão de uma determinada conclusão.

Hoje vivemos numa cultura em que predomina a ideologia da raspadinha (ganância irracional generalizada) e a ideologia do espectáculo (perda de privacidade e exibicionismo generalizado).

Mas não há aqui inocentes nem virgens ofendidas: a Esquerda está metida na merda até ao pescoço — e depois vêm com este tipo de discurso cândido e angelical. Enquanto que a “direita” neoliberal branqueia capitais, a esquerda branqueia comportamentos individuais em nome de putativos novos “direitos”: uma diz “mata”, e a outra diz “esfola”. A dialéctica ideológica/política actual parece-se com uma refrega de bordel, em que duas lambisgóias se arrepelam e se arranham uma à outra, para afirmarem a sua ascendência em matéria de virtudes.

Quarta-feira, 29 Agosto 2012

As micro-guerras na Europa e salve-se quem puder

As pessoas, em geral, ainda não se deram conta do que realmente está a acontecer.

As micro-guerras surgem quando as condições económicas dos povos batem no fundo.
“Bater no fundo” significa uma situação em que o empobrecimento é acompanhado pela atomização da sociedade, e por uma generalizada fraca coesão social instituída pela acção de desconstrução cultural-antropológica levada a cabo, tanto pela esquerda radical, como pelos neoliberais.

Nós estamos já em plena guerra económica, o que significa uma possibilidade pesada de eclodirem guerras civis em pequena escala — micro-guerras — um pouco por toda a Europa. O que o directório europeu — leia-se: Alemanha e França + países satélites do BENELUX — estão a tentar fazer é que essas micro-guerras se travem na periferia da Europa e, por isso, fora dos seus territórios. A Inglaterra, não pertencendo ao Euro mas sendo hoje um anão económico, obedece ao mesmo princípio de “exportação da possibilidade de micro-guerra” para outros países da Europa. Salve-se quem puder!

Os países europeus que não fazem parte do directório europeu, dividem-se sobre a estratégia a seguir. Alguns países, como o Portugal do PSD do Pernalonga, pensam que se “safam” aliando-se ao directório europeu como “bons alunos” — o que é um contra-senso, porque a política actual do directório é a de “sacudir a água do capote”, ou seja, a de “exportação da possibilidade de micro-guerra” para os países periféricos [exportação do desemprego]. No caso da Espanha, Rajoy já viu o problema, porque a Espanha é hoje uma manta de retalhos de nacionalismos recalcados, onde a micro-guerra tem pasto abundante para lavrar. E não nos podemos esquecer que tudo o que acontece em Espanha tem sempre repercussões directas em Portugal.

Do que estamos hoje a falar não é um mero empobrecimento conjuntural para uma posterior retoma económica. Não. Do que estamos a falar é de um empobrecimento radical, estrutural e permanente. Do que estamos a falar não é de um retorno ao nível de vida dos anos 90: do que estamos a falar é de uma situação que vai evoluir paulatinamente, e ao longo do tempo para que se torne imperceptível com o passar das gerações, para uma situação similar à que se vivia na década de 1960 em Portugal — incluindo o aumento da repressão política e da limitação liberdade de expressão, e em nome da democracia (sinificação).

Este caminho sinificação da periferia europeia poderia ser evitado, por exemplo, com uma união política da União Europeia da zona Euro; mas isto é uma impossibilidade objectiva, porque o que os países do directório pretendem com os sucessivos Tratados que impõem a toda a Europa, é uma espécie de Conferencia de Viena actual que estabeleça os novos feudos das potências europeias, só que desta vez as colónias da Europa do directório são literalmente os próprios países periféricos da Europa (sinificação).

O caminho alternativo para Portugal é o do reforço da prioridade em políticas regionais — por exemplo, uma política económica assertiva em relação a Espanha ou a Inglaterra e a diversificação da política de exportações para fora da União Europeia, o que significa um aumento da capacidade de decisão política endógena portuguesa. Esse caminho alternativo passa, por exemplo, pelo estreitamento das relações políticas, comerciais e económicas com a Rússia. Os políticos portugueses têm que compreender que a Rússia é hoje um instrumento de desestabilização da agenda política de “exportação da possibilidade de micro-guerras” do directório europeu.

As micro-guerras surgem quando as condições económicas dos povos batem no fundo. “Bater no fundo” significa uma situação em que o empobrecimento é acompanhado pela atomização da sociedade, e por uma generalizada fraca coesão social instituída pela acção de desconstrução cultural-antropológica levada a cabo, tanto pela esquerda radical, como pelos neoliberais. Ora, essa fraqueza de coesão social não existia no tempo do Estado Novo, o que significa que a situação social portuguesa futura pode ser ainda pior do que a que existia na década de 1960.

As pessoas têm a tendência para considerar o que têm hoje como sendo garantido. O ser humano sempre foi assim. Mas quando se encontram numa situação de “encavação”, clamam aqui d’El Rei e que, afinal, o “lunático monárquico” tinha razão. Como afirmou Manuela Ferreira Leite, é sempre difícil ter razão antes do tempo. Não se trata aqui de profetizar nem de uma teoria da conspiração: trata-se apenas e só de “verificar para que lado sopra o vento”, o que é um exercício absolutamente empírico.


Para que lado sopra o vento?

Quarta-feira, 15 Agosto 2012

A política demográfica irracional da União Europeia

«Britain and the rest of the European Union are ignoring a demographic time bomb: a recent rush into the EU by migrants, including millions of Muslims, will change the continent beyond recognition over the next two decades, and almost no policy-makers are talking about it.

via Muslim Europe: the demographic time bomb transforming our continent – Telegraph.

Lidar com a realidade revela o reaccionário, e ser progressista é exactamente fazer de conta que a realidade não existe.
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Terça-feira, 14 Agosto 2012

A direita paternalista

«Os movimentos culturais dos anos cinquenta e sessenta no Ocidente fizeram algum sentido ao por em causa poderes e instituições demasiadamente rígidas e tendencialmente hipócritas.»

via A liberdade de perder a liberdade – Corta-fitas.

A alternativa à censura cultural e comportamental “tendencialmente hipócrita”, é a hipocrisia total consumada mediante a censura do pensamento.

A não-esquerda tende a ver a esquerda como um movimento de idiotas bem-intencionados e de irresponsáveis que não sabem o que andam a fazer. Contudo, basta constatarmos a coincidência de pontos-de-vista existente entre a esquerda, por um lado, e George Soros & Plutocracia Lda., por outro lado, para verificarmos que as idiotices do Bloco de Esquerda e da ala radical do Partido Socialista nada têm de idiota.
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