perspectivas

Terça-feira, 26 Abril 2022

Com Elon Musk no timão do Twitter, duvido que a censura aconteça

Filed under: Twitter — O. Braga @ 11:31 am

“O Twitter anunciou que não permitirá anunciantes que neguem o consenso científico sobre as alterações climáticas, fazendo eco de uma política já em vigor na Google – noticia a agência Lusa em 23-4-2022.”

Twitter vai banir “negacionistas” climáticos

Segundo Elon Musk, só o discurso proibido por lei será censurado no Twitter. Sublinho: proibido por lei. E, que eu saiba, negar que “o clima nunca terá mudado antes do capitalismo”, não é ainda proibido por lei.

O Poder fáctico da Esquerda, que pretende censurar a opinião geral e estabelecer um Totalitarismo de Veludo, ficou seriamente ameaçado com a compra do Twitter por Elon Musk.

Com a libertação de Elon Musk, voltei ao Twitter

Filed under: Twitter — O. Braga @ 10:13 am

Eu fui banido do Twitter porque reagi a insultos múltiplos vindos de esquerdistas: a minha reacção aos insultos foi punida com banimento pelos censores esquerdopatas, mas os insultos dos esquerdistas raramente são punidos.

Com o advento da libertação do Twitter por parte de Elon Musk, voltei ao Twitter.


Tomem nota da minha conta: @OBraga_02

elon musk tt web

Quarta-feira, 29 Dezembro 2021

A “BIG TECH” de Silicon Valley, e os me®dia, são inimigos dos povos do mundo

Filed under: censura,Globalismo,Twitter — O. Braga @ 7:34 pm

robert Malone twitter web

O dr Robert W. Malone (um dos inventores da tecnologia vacinal de tipo mRNA) foi expulso do Twitter, pela razão de ter defendido a necessidade de mantermos um espírito crítico em relação à ciência, em geral, e às vacinas COVID-19, em particular.

Tinha mais de meio milhão de seguidores no Twitter: é assim que os globalistas censuram!

Poderão seguir o dr Malone no GAB, e/ou no Telegram, aqui.

Terça-feira, 30 Novembro 2021

Este é o novo CEO do Twitter

Filed under: Twitter — O. Braga @ 6:12 pm

Chama-se Parag Agrawal, é indiano, e o Twitter segue o exemplo da Google que também contratou um indiano (Sundar Pichai) para ser seu CEO.

Uma das características dos indianos alcandorados a lugares de chefia é a de que não discutem as ordens dos maiorais esconsos que os manobram na sombra.


Vemos, na imagem em baixo, uma mensagem no Twitter do tal Parag Agrawal, em que este compara os muçulmanos (que são pessoas que seguem uma determinada religião, ou ideologia), por um lado, e as pessoas de raça branca (que são pessoas que não têm culpa da sua cor da pele, porque já nasceram assim), por outro lado.

Por aqui verificamos o nível intelectual da Esquerda alcandorada a cargos de decisão empresarial — quando um CEO de uma empresa não sabe a diferença entre um seguidor de uma determinada religião, e uma pessoa com uma determinada cor de pele, então temos todo o direito de exigir que a referida empresa não tome decisões políticas que discriminem os seus consumidores.

parag agrawal

Sábado, 20 Novembro 2021

Kyle Rittenhouse foi absolvido

Filed under: Twitter — O. Braga @ 2:22 pm

Eu fui expulso do Twitter porque coloquei uma mensagem a defender a inocência de Kyle Rittenhouse em função de um vídeo que tinha visto, e ao abrigo da lei americana que permite o porte-de-arma e a legítima defesa.

Kyle Rittenhouse foi absolvido pela Justiça americana de qualquer crime, mas eu fui definitivamente banido do Twitter.

kyle rittenhouse web

Segunda-feira, 27 Setembro 2021

Temos que saber quem são os censores portugueses no Twitter

Filed under: André Ventura,censura,CHEGA,Esquerda,Twitter — O. Braga @ 9:16 pm

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Há gente que pensa que (no Twitter) quem censura em Portugal “são os americanos”; mas não é verdade!: são portugas, mesmo. Em alguns casos (poucos) podem ser brasileiros; mas na maioria dos casos, a censura no Twitter é operada por portugueses sentados em Lisboa.

O que nós temos que fazer é descobrir a identidade dos censores — não para os processar judicialmente, porque isso seria improcedente, dado trata-se de uma empresa privada; mas antes para lhes aplicar um correctivo radical e, quiçá, uma “solução final”.

Essa gente (portugueses) vai ter que pagar com língua de palmo o mal que está a fazer à sociedade portuguesa.

Reparem bem no seguinte: André Ventura foi censurado pelo Twitter no dia seguinte às eleições autárquicas, e por uma razão simples: se lhe tivessem cancelado a conta no Twitter antes das eleições, haveria a possibilidade de um “efeito de vitimização” por parte de André Ventura, o que lhe daria mais votos.

Assim, foi-lhe cancelada a conta e sem qualquer razão invocada para tal, no dia imediatamente a seguir às eleições. E não me venham dizer que esta estratégia censória é planeada por americanos.

Em resumo: temos que saber quem são os Tugas que praticam a censura de ideias em plena democracia; e depois, limpar-lhes o sebo. Para radical, radical e meio!

Sexta-feira, 26 Fevereiro 2021

¿Qual a melhor rede social libertária para substituir a censura do Facebook?

Filed under: Facebook,GAB,Mewe,Twitter,VKontakte — O. Braga @ 8:35 pm

O FaceBook e o Twitter tendem a transformar-se em câmaras de eco — locais onde o contraditório ideológico foi banido, e por isso onde só ecoam as vozes politicamente correctas.

A alternativa libertária ao Twitter é decididamente o GAB.

Em relação ao FaceBook, existem duas alternativas libertárias: o MEWE ou o VK.

¿Qual das duas é a melhor?


Nota: eu já desinstalei o WhatsApp e, em vez desta aplicação, estou a utilizar o SIGNAL e o Telegram.

Quarta-feira, 11 Novembro 2020

O Twitter diz que tenho a minha conta bloqueada, mas não me diz por que razão

Filed under: censura,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,Globalismo,Twitter — O. Braga @ 10:09 am

twitter-conta bloqueada-web

Provavelmente, a censura da minha conta no Twitter tem a ver com este artigo que publiquei:

benford

O resultado do apuramento dos votos em Joe Biden viola a lei matemática de Benford.

Ora, tudo isto está a deixar nervosa a Esquerda, em geral: a pretexto de um qualquer argumento racional contra a ideia que eles têm da realidade, entram em dissonância cognitiva e desatam aos tiros (como dizia Goering: “quando ouço falar em cultura, saco logo da pistola”).

Provavelmente não irei voltar ao Twitter. Estou mais virado para o Parler.

Quarta-feira, 23 Setembro 2020

A minha conta no Twitter bloqueada por delito de opinião

Filed under: censura,Twitter — O. Braga @ 4:40 pm

A minha conta no Twitter foi bloqueada, alegadamente por “glorificação da violência”, porque publiquei o seguinte (ver imagem abaixo):

tweet censurado web

O “Link” apontava para aqui.

Não publiquei quaisquer imagens violentas nem qualquer tipo de incitamento à violência. Foi apenas e só o texto que consta da imagem supra (ver aqui a imagem da informação de censura do Twitter).

ADENDA:

Kyle Rittenhouse é um jovem americano de 17 anos que foi preso na cidade de Kenosha (Estados Unidos) porque se defendeu (utilizando uma arma de fogo) dos ataques armados (com armas de fogo) dos marxistas do Black Lives Matter.

Acontece que o processo de Kyle Rittenhouse ainda não transitou em julgamento, pelo que se presume a sua (dele) inocência salvo decisão do tribunal em sentido contrário.

Porém, para a extrema-esquerda e para os seus mentores e financiadores globalistas bilionários (em que se inclui a empresa do Twitter), Kyle Rittenhouse é já considerado culpado, e por isso qualquer defesa do jovem é entendida (pelos radicais e pelo Twitter) como uma “glorificação da violência”.

Domingo, 12 Janeiro 2020

O pânico moral da nova Inquisição esquerdista

politicamente correcto gráfico webO António Balbino Caldeira (ABC) é o exemplo do pânico moral imposto pela Esquerda: a reacção à censura de opiniãoqualquer que seja o tipo de opinião, desde que não coincida com os cânones do politicamente correcto do esquerdalho — é de pânico: tal como a vítima da velha Inquisição, o ABC jura a pés juntos que “não é racista”.

Uma das consequências do pânico moral que a Esquerda instituiu é a de que o cidadão tem que provar a sua inocência: é a chamadainversão do ónus da prova”; não são os censores que têm que provar a culpa do acusado: é o próprio acusado que tem que provar que é inocente (neste caso, que não é “racista”) 1.

Foi o que fez o António Balbino Caldeira com esta lengalenga, em que ele jura “que não é racista” — tal como a súplica do condenado à fogueira ou à forca, no tempo em que os acusados tinham que provar que estavam inocentes.

Mas não lhe adianta muito: o novo tribunal do santo ofício, coordenado pelos plutocratas globalistas em aliança tácita com os caciques locais radicais de Esquerda, já lhe colou o rótulo. Perante a acusação que o incrimina automaticamente, só resta ao ABC enfiar a carapuça e sair de cena, entrar no anonimato. De nada lhe adianta chorar baba e ranho e de pedir perdão pelo pecado que não cometeu.

O que há de mais pérfido no governo dito “democrático” de Esquerda, é que consegue ser pior do que uma ditadura: é um regime de Silêncio que se verga a uma pretensa “Tolerância” Tirana.

Adenda: aconselho a leitura deste artigo da Helena Matos no Observador (ver aqui em PDF).


Nota
1. A plataforma mais livre, do ponto de vista da liberdade de expressão, é o Twitter.

Porém, convém dizer que quem cesura o ABC no FaceBook (como já me censuraram também; não tarda muito e o ABC será apodado de “Radical de Extrema-direita) é português: embora com o patrocínio do FaceBook nos Estados Unidos, os censores do FaceBook em Portugal são portugueses. São militantes políticos esquerdistas que actuam no Facebook.

Terça-feira, 21 Agosto 2018

A liberdade de expressão e os tubarões da Internet

Filed under: Facebook,liberdade de expressão,Twitter,YouTube — O. Braga @ 5:21 pm

 

1/ Um padeiro americano ganhou uma batalha judicial contra um par de gays, porque estes se queixaram em tribunal de discriminação, porque o padeiro se recusou a cozinhar um bolo para o seu (deles) “casamento” gay.

¿E por que razão o padeiro ganhou o processo judicial? Porque o direito à liberdade e consciência religiosas é garantido pela Constituição dos Estados Unidos (a Primeira Emenda). Não fosse essa garantia constitucional americana, o padeiro perderia a contenda judicial.

2/ Quando dois direitos colidem ou entram em conflito (por exemplo, o direito do padeiro a não cozinhar o bolo do “casamento” gay por motivos religiosos, contra o direito do par de gays em ser servido de um bolo para o seu “casamento”), quem ajuíza deve ter sempre presente a validade jurídica do “direito negativo” (desde que este esteja plasmado na lei) — o padeiro não está a impedir o “casamento” gay: apenas se recusa a colaborar com a realização de qualquer “casamento” gay. A essa recusa chamamos “direito negativo”, que em nada impede ou proíbe o direito dos gays à realização do seu (deles) “casamento” gay.

Porém, não existe na Constituição dos Estados Unidos nenhuma cláusula ou emenda constitucional que permita a uma empresa privada que preste serviço público discriminar cidadãos em função de meras opiniões pessoais.

Ou seja, não existe, na lei americana — incluindo na Constituição dos Estados Unidos — nenhuma disposição legal que autorize uma empresa privada que preste serviços públicos a praticar a censura em função de ideias políticas.

3/ Mas há por aí uns burros, que se dizem “libertários”, que pensam que a liberdade está acima da lei.

A ideia que anda por aí é a seguinte:

“O FaceBook, o Twitter, o YouTube, etc., são empresas privadas; e, por isso, têm o direito absoluto de censurar a opinião de quem muito bem entenderem, segundo critérios muito vagos e pouco objectivos, ambíguos, discricionários até.
O direito à propriedade privada é um direito absoluto; e por isso, essas empresas privadas podem censurar conteúdos em função de critérios que não tem necessariamente que ser públicos, e sem dar cavaco a ninguém”.

Porém, não existe, na lei americana, qualquer disposição legal que autorize uma empresa privada a discriminar os cidadãos em função das suas opiniões políticas. Pelo contrário, a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos proíbe a censura de opinião. Portanto, essas empresas privadas, ao censurar opiniões, não estão a respeitar a lei fundamental dos Estados Unidos.

4/ O que iremos assistir, infelizmente, é a regulamentação (por parte do governo de Donald Trump) da actividade dessas empresas privadas, por forma a que a Constituição dos Estados Unidos seja cumprida.

As empresas privadas não estão acima da lei. O direito à propriedade privada não é um direito absoluto.

5/ Na Idade Média, a propriedade privada não era considerada um direito: em vez disso, era um privilégio concedido pelo Rei e confirmado pelas Cortes.

Até finais do século XVIII, o “direito” à propriedade privada era controverso, como podemos verificar nos escritos de conservadores políticos, como David Hume ou Edmund Burke. Nem no tempo do liberalismo clássico (Adam Smith) o direito à propriedade privada era considerado absoluto. Foi só com o marginalismo que o direito à propriedade privada passou a ser considerado um direito absoluto.

Domingo, 19 Agosto 2018

O fassista Donald Trump que os políticos portugueses odeiam

 

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