perspectivas

Terça-feira, 25 Setembro 2018

As 5 características principais do Totalitarismo de Veludo que começamos a sentir em Portugal

 

1/ leis opacas de difícil entendimento, ou de interpretação ambígua e ambivalente, insuficientemente objectivas em relação às punições respectivas; politização da justiça;

2/ presença de comissários políticos que se infiltram em todos os níveis da sociedade, e intelectualmente pouco qualificados (por exemplo, alguns jornalistas — como Daniel Oliveira ou Fernanda Câncio — operam, na prática, como comissários políticos do Totalitarismo de Veludo);

3/ ética definida pelo estatuto da pessoa — por exemplo, o homem branco heterossexual e cristão é um alvo preferencial de perseguição política.

4/ medo da discussão pública de assuntos controversos mas fundamentais (a “espiral do silêncio”) — um medo difuso que atravessa a sociedade e impede o contraditório público e real.

5/ demonização da dissidência ideológica e política (“quem não é por mim, é contra mim”); o Totalitarismo de Veludo não só não admite dissidentes, mas também não faz prisioneiros: a dissidência é constantemente fabricada para alimentar a voragem do puritanismo ideológico.

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Segunda-feira, 4 Junho 2018

O Rui Rio aliou-se à Esquerda na defesa do aborto, e agora diz que defende a natalidade

Filed under: aborto,ética,eutanásia,PSD,Rui Rio — O. Braga @ 9:45 pm
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Se há político desprezível, é Rui Rio. Mete nojo aos cães. Consegue ser pior do que o monhé.

Depois de se ter aliado ao Bloco de Esquerda na defesa do aborto, e depois de tornar vender a alma ao diabo na tentativa de legalização da eutanásia, o cabrão vem agora tentar limpar a sua (dele) imagem pública pútrida com uma pseudo campanha de defesa da natalidade.

O cabrão defende o aborto livre (pago com o dinheiro de todos os contribuintes), e depois diz que é preciso mais crianças.

Bardamerda para a avantesma. Puta-que-pariu!

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Quinta-feira, 31 Maio 2018

O Rui Rio identifica-se com a Esquerda utilitarista (herdeira de Bentham, o primeiro socialista)

Filed under: Esquerda,esquerdalho,eutanásia,PSD,Rui Rio,utilitarismo — O. Braga @ 12:20 pm

 

Não está aqui em causa a consciência de cada pessoa; o que está em causa é a afinidade política dos seis deputados do Partido Social Democrata que votaram a favor da eutanásia, a saber: Paula Teixeira da Cruz, Teresa Leal Coelho, Adão Silva, Cristóvão Norte, Margarida B. Lopes e Duarte Marques — e não falando nos três deputados do Partido Social Democrata que não votaram contra (abstiveram-se): Pedro Pinto, Berta Cabral e Bruno Vitorino. esquerda-psd

Por esse país fora, há muitos militantes e simpatizantes do Partido Social Democrata que não se revêem na mundividência de Rui Rio, como é o caso, por exemplo, do deputado municipal do PSD e militante da concelhia de Guimarães, José Couceiro da Costa — porque o que está em causa é a mundividência da pessoa inserida em um determinado movimento político.

Não é possível, em coerência, por exemplo, que uma pessoa seja militante do PSD e tenha uma mundividência que se identifique com a que é predominante no Bloco de Esquerda. Ora, a mundividência não se reduz apenas à concepção que se tenha da economia, porque a economia é uma consequência da mundividência. Reduzir a mundividência à economia é inverter o nexo causal da realidade; é como que se dissesse que a causa da existência da perna é o acto de andar; ou que temos olhos porque vemos.

O Bloco de Esquerda tem escrito nos seus estatutos que é um partido “anti-capitalista” (sic); mas trata-se de um anti-capitalismo utilitarista, na linha ideológica de Bentham, de Lukacs e de Marcuse; e o Partido Socialista não o diz claramente, mas é implicitamente um partido anti-capitalista. ¿Onde fica aqui o PSD de Rui Rio?

O Partido Comunista votou contra a legalização da eutanásia por duas razões principais: a primeira, liga-se com a mundividência herdada de Karl Marx, que dizia que “o utilitarismo é moral de merceeiro inglês” (sic). A ser coerente, um marxista não pode ser utilitarista. Em segundo lugar, porque a demografia eleitoral do Partido Comunista impele-o a não apoiar a eutanásia.

Mas ¿e o PSD de Rui Rio?

A mundividência é fundada em valores e convicções. E ¿o que são os “valores”? Os utilitaristas dizem que “os valores não existem por si mesmos”, e os realistas dizem que “os valores existem por si mesmos”: esta diferença de concepção dos “valores” também define a diferença de mundividências.

O valor é a qualidade das coisas, das personagens, das condutas, da acção, cuja conformidade em relação a uma norma — ou a sua proximidade em relação a um ideal — a tornam particularmente dignas de estima.

Para uma pessoa que não perfilhe o utilitarismo, por exemplo, a beleza de uma pintura tem um valor em si mesma, ou a justiça tem um valor em si mesma e não depende de uma qualquer utilidade. Tal como existe o axioma segundo o qual “o círculo tem um centro”, assim também existe sempre e é sempre verdadeiro, numa dimensão espiritual ― independentemente de o ser humano o reconhecer ou não ―, o valor da honestidade ou o da justiça (por exemplo); estes valores existem igualmente numa dimensão do “ideal”, independentemente do seu reconhecimento ou da sua aplicação moral.

Para Rui Rio, o conceito de “valor” reduz-se à economia, ao preço das coisas — como escreveu Óscar Wilde: “O cínico é aquele que conhece o preço de tudo e o valor de nada”. O utilitarista é necessariamente um cínico, no sentido dado por Óscar Wilde. Rui Rio não se dá conta de que, a montante da economia está a política, a cultura, a ética e a metafísica (e mesmo a eventual negação da metafísica é, ainda assim, uma forma de metafísica).

Se considerarmos as personalidades de Teresa Leal Coelho ou Paula Teixeira da Cruz, por exemplo, verificamos que as duas personagens se encaixam perfeitamente no ideário do Partido Socialista.

Se ambas pertencessem aos quadros do Partido Socialista, não admiraria a ninguém. Mas o Rui Rio afirma claramente que é a favor do capitalismo; ou, pelo menos, é o que se pensa dele, na opinião pública. Mas ¿será que o Rui Rio defende uma sociedade em que o capitalismo é o sistema económico desejado? Não me parece.

Para defendermos o capitalismo (ou seja, o liberalismo económico da escola escocesa de economia que teve o seu principal intérprete em Adam Smith) temos de saber qual foi a sua origem sociológica e cultural, e como evoluiu ao longo dos séculos. O capitalismo não pode ser a sua própria negação ideológica fundamental — que é o que defende o Rui Rio, talvez por pura ignorância. Não basta ser licenciado em economia para se saber automaticamente dos fundamentos (culturais, sociais, históricos) das teorias económicas.

JPP-ZAROLHO

Quando Rui Rio diz que “a eutanásia é uma questão de liberdade”, ou está a fazer de todos nós burros, ou é ele próprio um indivíduo naturalmente privado de liberdade devido a deficiência cognitiva congénita — o Adolfo Mesquita Nunes demonstrou, num artigo publicado algures, que a identificação da “eutanásia” com a “liberdade” é um sofisma para enganar os tolos, ou para os estúpidos se enganarem a si próprios.

O problema do Rui Rio é a sua mundividência; ele tem uma mundividência que se identifica com a Esquerda, e por isso é que o José Pacheco Pereira o defende tanto. O que não se admite é que o Rui Rio se identifique com a Esquerda (tal como acontece com o José Pacheco Pereira) e engane os militantes do PSD dizendo que ele próprio não é de Esquerda.

Terça-feira, 29 Maio 2018

Ó Rui Rio : vai pr’ó cara**o !

Filed under: eutanásia,PSD,Rui Rio — O. Braga @ 7:18 pm

 

Todos as propostas-de-lei da eutanásia foram chumbadas no parlamento. Ó Rui Rio, é tempo de ires embora; vai pr’ó caralho!

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Domingo, 27 Maio 2018

#Eutanásia : carta aberta ao Rui Rio

Filed under: A vida custa,eutanásia,Rui Rio — O. Braga @ 5:15 pm

 

Caro Dr. Rui Rio

Foi com estupefacção que li as suas declarações à TSF (conforme constam no site respectivo) e nas quais “lamenta pressões por parte de quem rejeita a eutanásia”.

De acordo com as suas palavras essa pressão, exercida por quem se opõe à eutanásia, consistirá em que se procura “trazê-los para a sua posição (do não)” deputados “que possam estar no sim ou que possam estar com dúvidas”.

Além disso, nas mesmas declarações diz que sabe “de casos concretos dentro e fora do Parlamento” por parte de quem “quer condicionar a Assembleia da República”. O que também terá dito ofende o princípio de que “é preciso respeito pelo conceito de liberdade de voto em consciência”.

Ler o resto aqui.

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Domingo, 18 Fevereiro 2018

A amálgama política portuguesa

Filed under: António Costa,Partido Socialista,PSD,Rui Rio — O. Braga @ 11:44 am

 

Conforme eu tinha previsto aqui, o Partido Social Democrata de Rui Rio não se distingue do Partido Socialista de António Costa.

bastonaria-psd-web

Sexta-feira, 2 Fevereiro 2018

No Canadá do radical Trudeau, acabou o estatuto médico de objecção de consciência

 

Depois da legalização da eutanásia no Canadá, os médicos objectores de consciência ou são despedidos, ou são despromovidos na sua carreira profissional.

É esta a “liberdade de decisão e de consciência” que os actuais defensores da legalização da eutanásia em Portugal — que incluem os cabrões Rui Rio e/ou José Pacheco Pereira, do Partido Social Democrata — defendem para os médicos e enfermeiros.

É uma questão de tempo e veremos o inenarrável José Pacheco Pereira defender na televisão a ideia segundo a qual “os médicos objectores de consciência devem mudar de profissão, por exemplo, passar a trolhas ou picheleiros”.

eutanasia-cadeiras

Sexta-feira, 12 Janeiro 2018

José Pacheco Pereira e a depuração necessária

Filed under: José Pacheco Pereira,PSD,Rui Rio,Santana Lopes — O. Braga @ 10:14 am

 

As declarações de hoje de José Pacheco Pereira aos me®dia, acerca de Pedro Santana Lopes, são a demonstração de que o Partido Social Democrata necessita urgentemente de uma depuração assim que Santana assumir o Poder. E que Rui Rio seria a perpetuação da influência do esquerdista José Pacheco Pereira no partido.

jpp-marx

Segunda-feira, 8 Janeiro 2018

Santana Lopes é medíocre, Rui Rio é péssimo

Filed under: PSD,Rui Rio,Santana Lopes — O. Braga @ 11:18 am

 

1/ O argumento das “boas contas”, a favor de Rui Rio e contra Santana Lopes, não serve; hoje, quem manda nas contas portuguesas é a União Europeia. Tanto faz estar lá o Rui Rio como o Santana Lopes: o Orçamento de Estado é previamente sancionado pela União Europeia.

2/ Votar em Rui Rio ou em António Costa é a mesma coisa. São ambos adeptos do politicamente correcto. São ambos revolucionários nos costumes e contra a tradição portuguesa.

3/ Santana Lopes é a favor do Acordo Ortográfico; Rui Rio também. Neste aspecto estão empatados.

4/ Rui Rio é de Esquerda; tem o apoio, por exemplo, de José Pacheco Pereira e de Manuela Ferreira Leite. Santana Lopes é liberal: do mal, o menos.

Sábado, 4 Novembro 2017

Rui Rio pertence à Esquerda

 

Ter Rui Rio como primeiro-ministro, ou ter António Costa, é praticamente a mesma coisa.

São ambos de Esquerda. Mais: a eventual eleição de Rui Rio a presidente do Partido Social Democrata cai que nem uma luva nos planos políticos de José Pacheco Pereira, que assim seria “recuperado” politicamente para o PPD/PSD.

Entre o Rui Rio e o Santana Lopes, venha o diabo e escolha; mas é preferível eleger “os violinos de Chopin”.

Quarta-feira, 1 Novembro 2017

As elites actuais negam que a Natureza Humana seja universal e imutável

O sistema político coloca jovenzinhos a defender o indefensável; são os novos jornaleiros dos me®dia, totalmente manipulados pela ilusão da falácia ad Novitatem segundo a qual “tudo o que é novo é melhor do que é velho”. O jornalismo actual vive da ignorância, como é o caso, por exemplo, desta Marta F. Reis; e quanto mais ignorante e estúpido, melhor é o jornaleiro de serviço.

E depois temos gente radicalmente venenosa, como é o caso do João Semedo (Bloco de Esquerda); e tecnocratas ignorantes que assaltam o Poder, como é o caso de Rui Rio (Partido Social Democrata). Gentalha desta espécie representa o Poder globalista que determina os rabiscos do jornalismo ignorante da laia da Marta F. Reis(more…)

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