perspectivas

Sábado, 14 Abril 2018

Donald Trump acabou de se suicidar politicamente

Filed under: Donald Trump,Estados Unidos,Globalismo,plutocracia,Síria — O. Braga @ 10:34 am

 

siria-webDepois do ataque de hoje à Síria, a probabilidade de Donald Trump ser destituído da presidência americana, após as eleições intercalares do próximo Outono, aumentaram exponencialmente.

Grande parte da base de apoio eleitoral de Donald Trump critica-o. O comportamento errático de Donald Trump revela não só uma falta de estratégia política, mas algo mais grave: denota uma psicopatia.

Donald Trump falhou nas mais importantes promessas eleitorais: a construção do muro na fronteira com o México, e a retirada das tropas americanas dos vários teatros de guerra civil no Oriente Médio. Cedeu ao lóbi político israelita em toda a linha (não fosse o seu próprio genro um judeu, e a sua própria filha converteu-se ao Judaísmo), e cedeu em relação aos neocons.

O ataque dos Estados Unidos, Reino Unido e a França à Síria tem como fundamento, no mínimo, uma informação não confirmada; e a probabilidade de a informação do tal “ataque químico do governo sírio” — na região de síria de Douma — ser falsa é muito alta.

Pessoalmente acredito que o governo sírio não utilizou armas químicas, e que a política ocidental perdeu já a vergonha e a credibilidade. O ataque “aliado” à Síria provou que a democracia já não existe no Ocidente.

Podemos ver aqui as razões por que Donald Trump atacou a Síria :

1/ o Petro-dólar : os chineses mudaram recentemente o seu padrão financeiro e monetário para o ouro, em lugar de US Dollars. Os dois países que fizeram isso foram o Iraque (que foi destruído) e a Líbia (destruída também). É urgente (para os EUA) a construção do oleoduto proveniente da Arábia Saudita que terá que passar pela Síria.

2/ John McCain e o complexo industrial militar americano

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3/ Arábia Saudita: o príncipe saudita visitou os Estados Unidos, Reino Unido e a França dias antes do ataque destes três países à Síria.

4/ Israel


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Sábado, 1 Julho 2017

O Bloco de Esquerda está ao serviço do neocapitalismo

 

Quando vejo (por exemplo) os militantes do Bloco de Esquerda defender o aborto livre, o "casamento" gay, adopção de crianças por pares de invertidos, a eutanásia, etc., pensando que seguem uma determinada linha de acção programática marxista cultural “contra o capital” — não posso deixar de sorrir, porque eles defendem exactamente o mesmo que a plutocracia internacional defende.

catarina-martins-neanderthal-webO Bloco de Esquerda está ao serviço do neocapitalismo internacional representado, por exemplo, pelo Rothschild, George Soros, Bill Gates, Warren Buffet, etc.. O Bloco de Esquerda é um partido político lacaio dos mais ricos do mundo.

“Neocapitalismo” foi um termo cunhado pelo marxista italiano Pier Paolo Pasolini em 1975, aquando da rodagem do filme “Salò ou os 120 Dias de Sodoma” que, segundo ele, era sobretudo uma crítica ao “neocapitalismo” que lucra com o discurso da liberdade sexual; e a reacção dos marxistas italianos de antanho foi a de apodar o Pasolini de “reaccionário”, porque estavam convencidos de que a liberdade sexual (no sentido da Escola de Frankfurt) era o caminho certo para a destruição do capitalismo.

Pasolini tinha razão: a verdade está à vista, porque aquilo a que Pasolini chamou de “neocapitalismo” é hoje claramente contra a vida humana e contra a natalidade humana — o que engloba, por exemplo, a teoria política do Aquecimento Global Antropogénico que se transformou em uma espécie de religião e que é apascentada pelos mais ricos do mundo, com o apoio político explícito de gente do Bloco de Esquerda e do Partido Socialista.

A automatização dos processos de produção, com o desenvolvimento tecnológico, traz consigo a necessidade de redução drástica de mão-de-obra e, portanto, a eliminação da vida humana, seja através do aborto, seja através da eutanásia.

Era isto a que Pasolini chamava de “neocapitalismo”: numa sociedade que não se reproduz não há problemas de mão-de-obra excedente, por um lado, e por outro lado é uma sociedade narcísica e umbiguista centrada no consumo, que é o ideal da sociedade neocapitalista.

Hoje, Pasolini, que era homossexual, seria chamado de “homófobo” pela Esquerda neocapitalista de que faz parte o Bloco de Esquerda.

É esta a razão por que os mais ricos do mundo (baseados sobretudo nos Estados Unidos) financiam movimentos políticos de Esquerda em todo mundo (por exemplo, o Macron francês, que se diz de esquerda, foi financiado pelos mais ricos do mundo).

Segunda-feira, 8 Maio 2017

A vitória de Pirro dos globalistas em França

 

Marine Le Pen teve mais votos dos trabalhadores / operários do que Macron (63/37). Ora, a economia real de um país é feita de produção concreta, e não só de especulação financeira como se está a transformar o Ocidente.

Tendencialmente, os mais pobres votaram em Marine:

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Pergunto-me como é que um candidato dito de “centro-esquerda”, como se diz ser Macron, teve menos votos dos operários do que a candidata que se diz ser de “extrema-direita” que é Marine Le Pen. Coisa estranha. A verdade é que, sendo que Macron serve os interesses dos globalistas plutocratas, a extrema-direita francesa é representada por ele, e não por Marine Le Pen.

Segundo o Wikileaks, George Soros ofereceu à campanha de Macron 2.365.910 Euros; David Rothschild ofereceu a Macron 976.126 Euros; e a Goldman-Sachs ofereceu a Macron 2.145.100 Euros.

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Naturalmente que Marine Le Pen não foi financiada pela plutocracia globalista; e depois, os filhos da puta insurgentes dizem que “o Macron é de centro-esquerda e que a Marine Le Pen é de extrema-direita”.


Os nacionalistas da Front Nationale tiveram 44% dos votos dos jovens franceses entre 18 e 24 anos.

Tenho muitas dúvidas de que o futuro da França (e da Europa) esteja nas mãos dos globalistas antidemocráticos — porque a democracia só é possível no (e com o) Estado-Nação.

Quando nós lemos o Insurgente  ou o Observador, por exemplo, ou ouvimos e vemos os me®dia portugueses em geral — estamos perante os verdadeiros fascistas, que são aqueles que negam a democracia na medida em que se posicionam politicamente contra o Estado-Nação.

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