perspectivas

Quinta-feira, 31 Janeiro 2013

Já ninguém pode dizer que ignora a agenda política homossexualista

Chris Ashford, Reader in Law and Society at the University of Sunderland analyses the Marriage (Same sex Couples) Bill for PinkNews and argues that despite first appearances, it isn’t the final piece of the jigsaw to achieving gay equality.

via Comment: The same-sex marriage bill isn’t the end of the journey towards gay rights – PinkNews.co.uk.

Chris Ashford, activista político homossexualista e Leitor em Direito da Universidade de Sunderland, Reino Unido, escreveu no sítio PinkNews que a legalização do “casamento” gay é apenas o início de um “caminho sem fim” em direcção à “total liberdade sexual”, que deverá incluir acesso livre e universal à pornografia (incluindo as crianças), à poligamia, ao incesto e às relações sexuais com crianças em função do “consentimento” dado por estas.

Verificamos, assim de repente, três factos objectivos:

1/ As academias e/ou universidades conduzem o processo de degeneração da cultura antropológica na Europa.

2/ A maçonaria perfilha esta agenda política homossexualista, como vemos hoje, por exemplo, em França e em Inglaterra.

3/ Os ideólogos homossexualistas já não escondem a sua agenda política, por um lado, e por outro lado, dado o clima de inanição cultural na Europa, partem já do princípio segundo o qual a “vitória é certa”.

the same sex marriage bill isn’t the end of the journey towards gay rights   PinkNews.co

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Sábado, 5 Janeiro 2013

O jornal inglês The Guardian defende a legalização da pedofilia

O jornal inglês The Guardian publicou um artigo recentemente advogando a legalização da pedofilia.

vitima_pedofiliaSegundo o pedófilo inglês de alto coturno Tom O’Carroll, citado pelo Guardian, e que foi já condenado em tribunal por actividades ligadas à promoção da pedofilia, “se não existir bullying, coerção, abuso de poder, e se a criança entrar num relacionamento sexual com um adulto de forma voluntária … é evidente que não existe nenhum mal para a criança”.

1/ O acto pedófilo é, em si mesmo, um acto de abuso de poder. O abuso de poder faz parte da definição do acto pedófilo. Por isso, dizer que é possível o acto pedófilo sem abuso de poder, é dizer que o acto pedófilo não é um acto pedófilo.

2/ Por outro lado, dizer que uma criança entra em um relacionamento sexual com um adulto de “forma voluntária” é dizer que uma criança tem a mesma capacidade de discernimento de um adulto — o que significa a negação da condição natural da criança.

3/ O que estamos a assistir na sociedade ocidental é a destruição da Razão e da racionalidade. O princípio da autonomia de Kant, levado ao radicalismo actual, pretende legitimar qualquer tipo de comportamento. Paradoxalmente, Kant baseava o seu princípio na liberdade versus responsabilidade, enquanto que a actual interpretação da autonomia do indivíduo baseia-se num putativo e alegado determinismo genético: “a culpa do pedófilo ser pedófilo, é dos genes”.

4/ A destruição massiva da Razão teve a sua origem em Darwin. Aconselho a visualização deste vídeo do professor Stephen Clark : “How Darwin Destroyed Reason”.

Domingo, 30 Dezembro 2012

Não devemos confundir a forma com o conteúdo

Filed under: ética,Pedofilia,Ut Edita — O. Braga @ 6:28 am

“a heresia, por exemplo, é um crime e um pecado muito mais graves do que o abuso de menores”

via Logos: Abuso de menores e relativismo na Igreja – por Nuno Serras Pereira.


«E tomando um menino, colocou-o no meio deles, abraçou-o e disse aos seus discípulos: “Quem receber um destes meninos em meu nome, é a mim que recebe; e quem me receber, não me recebe a mim mas Àquele que me enviou” ». (S. Marcos, 9, 36 – 37)

« Disse, depois, aos discípulos: “ É inevitável que haja escândalos, mas ai daquele que os causa! Melhor seria para ele que lhe atassem ao pescoço uma pedra de moinho e o lançassem ao mar, do que escandalizar um só destes pequeninos.” » — (S. Lucas, 17, 1 – 2).


Não devemos confundir a forma com o conteúdo. A doutrina específica da Igreja Católica é a forma; a palavra de Jesus Cristo é o conteúdo.

Embora no tempo de Jesus não existisse, na cultura antropológica, o aborto institucionalizado (não obstante fosse praticado pelas elites decadentes em Roma), nestas duas passagens dos Evangelhos, Jesus Cristo condena o aborto (S. Marcos) e o abuso de poder e de confiança sobre menores (S. Lucas).

vitima_pedofiliaA minha não-discordância não-concordância (1) com o Padre Serras Pereira consiste no facto de eu considerar que a palavra de Jesus Cristo está acima da heresia em relação a qualquer doutrina de qualquer igreja terrena. Mais importante do que não ser considerado herético pela Igreja Católica, é tentar seguir os ensinamentos de Jesus Cristo.

A pergunta que se faz é a seguinte: ¿existe uma relação de causa e efeito entre a heresia em relação à doutrina da Igreja Católica, por um lado, e por outro lado, a relapsia em relação ao seguimento da mensagem de Jesus Cristo? A minha resposta é: não, necessariamente. Por exemplo, existem outras confissões religiosas cristãs que defendem escrupulosamente o seguimento da palavra de Jesus, e no entanto são heréticas em relação à doutrina da Igreja Católica. Por exemplo, a Igreja Ortodoxa.

Não devemos confundir a forma com o conteúdo. A doutrina específica da Igreja Católica é a forma; a palavra de Jesus Cristo é o conteúdo.

1. Peço desculpa pelo lapsus calami

Terça-feira, 25 Dezembro 2012

Richard Dawkins diz que o Cristianismo é pior do que pedofilia

“Raising your children as Roman Catholics is worse than child abuse, according to militant atheist Richard Dawkins.2

via 'Being raised Catholic is worse than child abuse': Latest incendiary claim made by atheist professor Richard Dawkins | Mail Online.

Em declarações ao canal de televisão islâmico Al Jazeera, Richard Dawkins afirmou que, para uma criança, ser educada de acordo com o catolicismo é pior do que ser abusada sexualmente.

Richard_Dawkins_muslim 469 web

Segunda-feira, 17 Dezembro 2012

O movimento político gay e as crianças

movimento gay e as crianças web

Imagem de uma Manif gayzista em França. “De pequenino se torce o pepino”. E com jeitinho, a criança dá o “consentimento”.

Domingo, 9 Dezembro 2012

Padre homossexual preso no Fundão por abuso sexual de menores

Filed under: Pedofilia — O. Braga @ 6:32 am
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Alguns habitantes do Fundão mostraram-se hoje surpreendidos e incrédulos com a detenção, pela Polícia Judiciária (PJ), do vice-reitor do seminário local por suspeita de abuso de menores.

O responsável pelo seminário, um padre de 37 anos, é o presumível autor de “vários crimes de abuso sexual de crianças e de menores dependentes sobre os quais detinha funções de educação e protecção”, refere a PJ em comunicado.

via Fundão surpreendido com detenção de padre por abuso de menores – Sociedade – Sol.

O acto pedófilo é, na maior parte dos casos, um fenómeno de violência intergeracional adquirida por aculturação: o pedófilo foi ele, muitas vezes, também vítima de abuso sexual continuado na sua infância ou pré-adolescência. Podemos dizer que se trata de um círculo vicioso maléfico e intergeracional, porque as vítimas de abuso, quando chegam a idade adulta, passam a ser os perpetradores do abuso sobre a nova geração de crianças.
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Sábado, 1 Dezembro 2012

A União Europeia, a extrema-esquerda e os estereótipos de género

A eurodeputada holandesa e radicalíssima de extrema-esquerda, Kartika Tamara Liotard, apresentou um “projecto de lei” (directiva europeia) a aplicar a todos os países da União Europeia, segundo o qual os “estereótipos de género” devem ser proibidos nos meios de comunicação social e nos sistemas de educação. Ou seja, na União Europeia já temos a extrema-esquerda a fazer leis; e o pior é que Portugal não tem nada a ver com a Holanda e com o radicalismo político holandês que já legalizou a eutanásia e está em vias de legalizar a pedofilia. Nós, portugueses, queremos que os holandeses se entroikem! Para nos entroikar, já nos chega a Troika!

Vamos pensar um poucochinho.


1/ O problema não está em eliminar “estereótipos de género”; o problema é pretender que não existam quaisquer “estereótipos de género”, o que é absolutamente irracional. Eu até poderia compreender o princípio segundo o qual os actuais “estereótipos de género” pudessem ser substituídos por outros “estereótipos de género” — por exemplo, a ideia estereotipada segundo a qual os homens passassem a ter filhos pela barriga das pernas.

O que são “estereótipos de género”? Podemos encontrar aqui uma noção: “os estereótipos de género são generalizações dos papéis (sociais) de cada género (sexo)”.

2/ Desde logo, causa confusão o termo “género”, porque segundo a politicamente correcta Wikipédia, a androginia também é considerada um “género”. Ou seja, segundo o politicamente correcto, os “papéis de género” não podem consequentemente ser inerentes apenas aos dois sexos, uma vez que existe alegadamente um “terceiro género” (a androginia). Portanto, seria mais racional que em vez de “estereótipos de género”, se falasse em “estereótipos de sexos”.

3/ Segundo a politicamente correcta Wikipédia, “1/ ‘género’ é o conjunto de características da feminilidade e/ou da masculinidade. 2/ Dependendo do contexto, o termo ‘género’ pode referir-se ao conceito de ‘sexo’ (o estado de ser macho ou fêmea), ‘papéis sociais’, ou ‘identidade de género’.” O que vemos aqui, no item 1, é uma definição; e no item 2 é um conceito. Portanto, em termos de noção de “género”, podemos dizer que é sinónimo de “sexo”.

4/ A “identidade de género”, segundo a Wikipédia, é o sentimento privado e subjectivo de pertença a um ‘género’ (isto é: a um sexo. Género = Sexo). Ou seja: a identidade de género fundamenta-se no desejo, ou na concupiscência. A “identidade de género” é, portanto, subjectivismo puro, na medida em que não coincide com “identidade sexual” (biologia).

Se a “identidade de género” se fundamenta no desejo, o desejo é então considerado positivo ou a base do Bom (ver utilitarismo e falácia naturalista). E se o desejo é a base do Bom, todos os desejos de todos os agentes morais são igualmente “desejos”, e merecem igualmente satisfação. Concluímos — e seguindo estritamente a lógica radical da extrema-esquerda holandesa — que, por exemplo, o desejo de um pedófilo é bom e merece igualmente satisfação.

5/ Voltemos aos “estereótipos de género” (ou de sexo).

A definição da Wikipédia fala em generalizações de papéis sociais”. Ou seja, fala em juízo universal. Ora, não é possível que uma sociedade se organize com um mínimo de racionalidade sem a prevalência de juízos universais. O que a eurodeputada radical holandesa poderia eventualmente propor é que o juízo universal fosse diferente do que é — mas o juízo universal implica necessariamente a existência de categorias (categorização, no sentido kantiano). Porém, o que a guerra cultural contra os “estereótipos de género” pretende é a abolição das categorias implícitas necessariamente em qualquer juízo universal — ou seja: o que se pretende é acabar com qualquer juízo universal.

Abolindo o juízo universal por via da proibição da categorização, o “conhecimento social” torna-se impossível: o cidadão deixa de poder ter uma noção clara do social e um entendimento do conceito de sociedade. Instala-se a confusão. A luta de classes tradicional é transferida para uma guerra entre uma metade da humanidade (as mulheres) contra a outra metade da humanidade (os homens). A sociedade é atomizada, reduzida ao indivíduo, uma vez que o juízo universal foi banido e a categorização abolida. Estamos no advento do Estado totalitário caracterizado no livro “1984” de George Orwell.

É isto que o politicamente correcto pretende. É isto que tem que ser combatido a todo o custo.

Sexta-feira, 23 Novembro 2012

Ainda sobre a legalização da prostituição, vem a talhe de foice

Filed under: ética,feminismo,Pedofilia,Política,politicamente correcto — O. Braga @ 10:48 am
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Talvez já daqui a uma ou duas gerações, quando os nossos descendentes se derem conta do desastre que as engenharias sociais causaram na nossa sociedade, a classe política actual — e os seus descendentes — será maldita. Os filhos e netos de gente como Francisco Louçã, por exemplo, serão tratados da mesma forma (ou ainda pior) que eles próprios trataram os filhos e familiares dos agentes de PIDE.

A loucura política deste tempo em que vivemos vai ser paga com língua de palmo. Não se trata apenas daquela loucura socialista e socratina de contrair dívida para ser paga pelas próximas gerações: é também a loucura da “roubalheira moral” que preside às engenharias sociais que vai ser paga, pelos futuros, com juros sociais de usura.

Para os socialistas, aconselho a leitura deste artigo no Daily Mail, acerca da experiência holandesa da legalização da prostituição.

Anything-goes Amsterdam has long been hailed as a sex mecca. The red-light district attracts thousands of customers, many of them tourists, who walk through alleys where half-naked prostitutes prance in the windows of some 300 brothels illuminated with scarlet bulbs.

A century ago, the brothels were banned to stop the exploitation of women by criminal gangs of Dutch men. But gradually the sex establishments crept back, with the authorities turning a blind eye.

In 2000, after pressure from prostitutes (demanding recognition as sex workers with employment rights) and Holland’s liberal intelligentsia (championing the choice of women to do what they wished with their bodies), the brothels were legalised. The working girls got permits, medical care, and now there are 5,000 in the red-light district.

But things went badly wrong. Holland’s newly legal sex industry was quickly infiltrated by street-grooming gangs with one target: the under-age girl virgin who can be sold for sex.

The men in the gangs are dubbed — incongruously — ‘lover boys’, because of their distinct modus operandi of making girls fall in love with them before forcing them into prostitution at private flats or houses all over Holland, and in the window brothels. The lover boy phenomenon has appalled Dutch society, not least because of the sheer numbers of girls involved.

via A feminist revolution that cruelly backfired – and a brutal lesson for Britain about telling the truth on sex gangs and race | Mail Online.

Os novos chulos holandeses já não querem qualquer coisa: está na moda as meninas virgens de 10 ou 11 anos. Está na moda, por exemplo, a “importação” de meninas de 10 e 11 anos da Ásia, para suprir o problema da míngua de “abastecimento” do “mercado” local.

As engenharias sociais, alegando defender direitos de minorias, estão a criar novos tipos de injustiça, e mesmo novas formas de escravatura.

Quarta-feira, 20 Junho 2012

A Justiça politicamente incorrecta

Filed under: Justiça,Pedofilia,politicamente correcto — O. Braga @ 7:29 pm

Um pai que matou um homem com os próprios punhos, após o apanhar a abusar sexualmente da sua filha de 5 anos, não cumprirá qualquer pena de prisão. E nem chegou a ser detido. A história teve lugar nos EUA, e o seu episódio principal ilibou o pai das acusações de homicídio por ter actuado em protecção da sua filha.

via Pai não foi detido nem condenado após matar homem que apanhou a abusar sexualmente da sua filha – Vida – Sol.

Se fosse em Portugal, o pai da menina de 5 anos seria preso, condenado e ainda tinha que indemnizar a família do pedófilo.

Terça-feira, 12 Junho 2012

“Casamento” gay e adopção de crianças? Não, obrigado!

“Ultimately, Mark Regnerus set out to answer the question of whether children who have parents in a same-sex relationship experience disadvantages when compared with children raised by their biological, married parents. The answer, contra the zeitgeist, appears to be a resounding yes.

Children with a parent in a same-sex relationship “underperform” in almost every category. Some of these differences may be relatively benign — whether one voted in the last presidential election, for example — but most are decidedly not. One deficit is particularly worrying: Less than 2 percent of children from intact, biological families reported experiencing sexual abuse of some nature, but that figure for children of same-sex couples is 23 percent.

Similarly disturbing is that 14 percent of children from same-sex couples have spent some time in foster care, compared with around 2 percent of the American population at large. Arrest, drug experimentation, and unemployment rates were all higher among children from same-sex families.”

via Is Gay Parenting Bad for the Kids? – Charles C. W. Cooke – National Review Online.

Com o passar do tempo, a experiência humana vai constatando a verdade acerca do “casamento” gay e da adopção de crianças por pares de gays e lésbicas. Vamos todos ganhando experiência, verificando dados e estatísticas; vamos lidando com a realidade, tal qual ela é, sem ideologias políticas e sem sofismas.
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Terça-feira, 3 Abril 2012

O avanço da agenda política homossexual e pedófila

A ONU considera criar “direitos sexuais” para crianças a partir de 10 anos de idade.

No Brasil, um pedófilo foi absolvido porque o tribunal teve em consideração que as meninas de 12 anos de idade eram “prostitutas”.

Ou seja, o supremo tribunal brasileiro considerou que uma menina de 12 anos, ou ainda de menos idade, pode ter o estatuto de “prostituta”.

O tribunal brasileiro decidiu que as meninas de 12 anos “não eram inocentes”, e por isso decidiu também que os pedófilos não são culpados. Para estas meninas de 12 anos, o supremo tribunal brasileiro não encontra qualquer protecção legal.
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Quinta-feira, 23 Fevereiro 2012

Com jeitinho, ‘foram os rapazes da Casa Pia que abusaram sexualmente de Carlos Cruz’

Filed under: Pedofilia — O. Braga @ 8:21 pm
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“O Tribunal da Relação de Lisboa decretou a nulidade do acórdão na parte respeitante aos abusos cometidos na casa de Elvas, o que significa que os crimes de Elvas terão de ser julgados de novo na primeira instância.”

via Tribunal anula crimes a Marçal, Cruz e Silvino e manda repetir parte do julgamento – Sociedade – PUBLICO.PT.

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