perspectivas

Terça-feira, 15 Outubro 2019

Os esquerdistas são doentes mentais

Os esquerdistas — sob os auspícios da ONU e com o apoio dos globalistas — andam a ensinar as crianças, nas escolas, que tomar no cu faz bem à saúde; e autoriza a “mudança de sexo” das crianças sem a autorização dos pais…

Mas as touradas é só para maiores de 18 anos!

Touradas para maiores de 18 anos

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Segunda-feira, 30 Setembro 2019

Segundo o PAN (Pessoas-Animais-Natureza), cagar também é um “acto político”

Filed under: A vida custa,Esta gente vota,PAN,politicamente correcto — O. Braga @ 10:10 pm

Os antigos atenienses distinguiam a “vida privada”, por um lado, da política enquanto “vida pública”, por outro lado.

O esteio da vida privada era (para os atenienses, mas não para os espartanos) a família que, por sua vez, era a condição da liberdade (sem a família natural, não podia haver liberdade política); e é em função da “vida privada” e da família que se exerce a política enquanto “vida pública”.

Ora, o pós-modernismo reduziu a nossa vida privada ao tempo que passamos a dormir — e este fenómeno de eliminação da vida privada não é só de esquerda: os chamados “liberais” (os da "Direitinha" politicamente correcta, dos insurgentes e dos blasfemos) também defendem a redução da vida privada ao tempo de inacção durante o sono. É neste sentido que devemos compreender a seguinte citação:

« Hoje o Presidente do PAN foi a uma festa Vegan explicar que os comedores de carne andam a estragar o planeta e que “comer é um acto político”.»

Ora, se “comer é um acto político”, segue-se então que cagar também é (um acto político), porque o cagar é uma consequência do comer. Ou, como escreveu o poeta:

Dando peidos um sujeito,
para mim estava olhando
dizendo de quando em quando:
— Que me faça bom proveito!
Eu disto não satisfeito,
pus-me a comer, e dizendo:
— Se você caga, eu merendo.
E disto fizemos alarde,
assim passamos a tarde,
ele cagando, eu comendo.

(“Ele cagando, eu comendo”, de autor anónimo do século XVIII, manuscrito da biblioteca de Cardoso Marta, “Antologia de Poesia portuguesa Erótica e Satírica”, página 270 — de Natália Correia, 2000).

la-grande-bouffe-web

Um símbolo cultural da eliminação da vida privada na pós-modernidade é, por exemplo, o filme “La Grande Bouffe”, de 1973; de assinalar uma cena do referido filme em que os protagonistas se sentaram em sanitas em redor de uma mesa, e iam cagando à medida em que iam comendo e confraternizando.

Ora, se — segundo o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) — “comer é um acto político”, então segue-se que cagar para o PAN deve ser o corolário lógico da escatologia fisiológica entendida como acto público.

Segunda-feira, 14 Janeiro 2019

O paralamento português é unânime: a Terra é redonda

 

O parlamento aprovou esta sexta-feira, 11 de Janeiro, por unanimidade, os projectos de lei de Bloco de Esquerda (BE) e partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) que definem que o sexo sem consentimento seja considerado crime de violação”.

E quem pense (basta pensar!) que a Terra não é redonda, incorre em crime de pensamento.

E basta que uma esposa (subjectivamente) se queixe à polícia de que o seu marido a “violou” na intimidade da cama de casal, para que o desgraçado do homem passe a ser criminoso — já não basta a legalização do divórcio unilateral e “na hora”: há que criminalizar o sexo conjugal.

Sábado, 21 Abril 2018

Com o actual regime político, Portugal não tem qualquer hipótese de existência futura

 

Eu penso hoje que Portugal é um país que não tem qualquer hipótese de existência futura.

Dou um exemplo da inviabilidade portuguesa: a Esquerda (que inclui o Partido Social Democrata) fez a promoção do aborto “gratuito” (andam todos os portugueses a pagar “cambalhotas” irresponsáveis) e dos contraceptivos em massa, o que levou a uma taxa de fertilidade de 1,53 bebés por mulher que é inferior à taxa de reposição populacional (2,1 crianças por mulher).

Ou seja, a Esquerda, em vez de apoiar a maternidade, promoveu o aborto e a contracepção massivos e “gratuitos” (pagos pelo Estado que somos todos nós).

É claro que as políticas de Esquerda levaram Portugal a um inverno demográfico. Para resolver o problema, ¿o que faz agora a Esquerda? Em termos práticos, acaba com a nacionalidade portuguesa!

Nacionalidade automática para filhos de imigrantes há dois anos em Portugal

Esquerda e PAN aprovam alterações. Os centristas votaram contra e o PSD absteve-se. Nacionalidade pela ascendência introduzida por projecto do PS.

Vendo a porcaria que fizeram em matéria demográfica, os esquerdistas (incluindo o Partido Social Democrata) tentam agora que qualquer imigrante seja “português automático” : bastam dois anos de residência em Portugal para que uma criança imigrante (não nascida em Portugal) obtenha a nacionalidade portuguesa.

Ou seja: a nacionalidade portuguesa está em saldo; vale praticamente nada!

Um dia destes a Esquerda vai oferecer grátis a nacionalidade portuguesa, sem necessidade de qualquer tempo de permanência em Portugal. E como tudo o que é grátis (ou quase grátis), perde o seu valor.

Este regime político está a destruir Portugal, por um lado, e a substituir a sua população, por outro lado; por isso temos o dever de acabar (literalmente) com as elites temos.

(via)

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