perspectivas

Quarta-feira, 24 Fevereiro 2021

A cumplicidade criminosa dos neocons e a Esquerda do João Bidé, por um lado, e a China comunista, por outro lado

Filed under: China,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia,João Bidé,Neocons — O. Braga @ 3:27 pm

Se o João Bidé (ou/e Kamala Harris) estiverem na Casa Branca dois mandatos seguidos, Taiwan será anexada pela China comunista. Aposto o que quiserem.

Quarta-feira, 7 Agosto 2019

Donald Trump — “entalado” entre o internacionalismo trotskista e o globalismo Neocon

Filed under: Donald Trump,Globalismo,Neocons — O. Braga @ 5:48 pm

A economia americana (ou seja, a economia dos Estados Unidos da América) cresce a cerca de 3% por ano, sob os auspícios de Donald Trump; e poderia ter um crescimento maior se o Banco central americano (aka “Reserva Federal”) não tivesse adoptado uma política de taxa de juros “anti-Trump”.

Ou seja: a economia dos Estados Unidos cresce “a olhos vistos”, embora “contra ventos e marés” — o que se está a passar nos Estados Unidos de Donald Trump é um verdadeiro milagre económico, na medida em que uma maioria da ruling class [que inclui as elites política (o parlamento), académica (as universidades), e financeira (Wall Street)] se manifesta claramente contra a governação de Donald Trump.

Em contrapartida, a economia chinesa entrou já em pré-recessão, e a ponto tal de a China ter que desvalorizar drasticamente a sua moeda, por um lado, e por outro lado, o governo chinês ameaça retaliar contra os Estados Unidos através da compra de petróleo ao Irão — a retaliação chinesa é política, e não é tarifária ou comercial.


É neste contexto que me refiro a este texto do ABC:

«The Trump administration will blink» face ao governo chinês no caso da Huawey e na guerra comercial, porque precisa do acordo – Mike Baker (ex-CIA) em entrevista a Joe Rogan, em 31-7-2019.


Desde logo, só é entrevistado por Joe Rogan quem pertence à Esquerda americana, ou então quem é crítico de Donald Trump. Não tenho conhecimento de nenhum apoiante de Donald Trump que tenha sido entrevistado no programa de Joe Rogan (e, note bem, eu sigo o fenómeno político americano de muito perto).

Do ponto de vista ideológico, o referido Mike Baker é um Neocon e, por isso, anti-Trump. 
  
Neocon que se preze não gosta de Donald Trump.

Aliás, a chamada “direitinha” europeia — desde Assunção Cristas (ou João César das Neves), a Angela Merkel e a Theresa May — é pautada pelo ideário ideológico e político Neocon.

Quem manda na “direitinha” europeia são os globalistas neocons.

A melhor forma de compreendermos o ideário Neocon será o de analisar a evolução política de James Burnham, que foi inicialmente um internacionalista trotskista e, mais tarde, passou a defender o globalismo Neocon (les bons esprits se rencontrent...).

Sábado, 8 Abril 2017

O ataque químico na Síria foi filmado; mas não foi um “ataque químico”

Filed under: Donald Trump,Neocons,Síria — O. Braga @ 6:56 pm

 

SIRIA-FAKE NEWS
Esta “notícia” (da imagem acima) foi apagada do sítio https://de.sputniknews.com ; mas eu consegui recuperar o “cache” do Google. Podem traduzir a página para o inglês. Podem ler aqui o original, em alemão, em ficheiro PDF; ou podem ver aqui a tradução em inglês, também em PDF.

De acordo com especialistas, nenhuma destas crianças reveladas no vídeo de propaganda dos Capacetes Brancos (grupo financiado pelo governo do Reino Unido) morreu de ataque de gases químicos; as crianças estavam sobre efeito de opiáceos e morreram (foram mortas) por “overdose” de opiáceos.

Não se deixem levar pelos me®dia.

merdia-web

“Em política, o que parece, é!” → António de Oliveira Salazar

Filed under: Donald Trump,Marine Le Pen,Neocons,Nigel Farage,Síria — O. Braga @ 12:22 pm

 

Em relação a este verbete, alguém escreveu isto:

Bush-Cheney-Neocons-web“Desta vez discordo de si, apesar da recepção da notícia ter dado muito que pensar. Acho que o Trump acabou de realizar um golpe muito inteligente, este "ataque foi teatral" foi uma resposta directa a uma verdadeira e evidente "false flag". Ele estava pouco feliz quando falou aos Média, mas teve de ser:

•Com isso, calou a oposição interna dos Democratas e dos Média, sobre as imaginárias interferências e relações com os russos. Um verdadeiro contra-golpe mediático!

•Enviou uma mensagem para a China, cujo presidente estava de visita aos EUA, por assim dizer, na sala de visitas do Trump, na Flórida.

•Enviou, através da China, uma mensagem para a Coreia do Norte, sobre os testes contínuos de mísseis nucleares.

•Enviou uma mensagem para os países Árabes. Creio que poderá mesmo congelar os avanços da ISIS, segundo as intenções sempre referidas por Trump. Está toda a gente flutuando, sem saber como interpretar as contradições superficiais.

•Enviou uma mensagem para a Rússia de Putin, recompondo a posição de Trump mediante as intensas críticas internas, preparando a cimeira do Verão entre Trump e Putin. Aliás, a Rússia foi avisada 2 horas antes do ataque, o Assad foi avisado, o bombardeamento foi visado a uma base sem importância, os danos materiais foram negligenciáveis e o uso de mais de 50 tomahawk antigos (ao preço unitário de $100 milhões), parece um excesso que só pode justificar-se pelo aspecto teatral da acção. As queixas estão cheias de teatro.

Esta foi uma daquelas acções que é muito difícil de explicar ao público, antes de acontecerem os seus efeitos.”


“Depois de se alojarem em uma mente norte-americana, as ideias passam a saber a Coca-cola.”

→ Nicolás Gómez Dávila


Neoconed-web

Segundo o nosso grande mestre António de Oliveira Salazar, “o que parece, é!”. Portanto, em política, não valem a pena grandes exegeses e exercícios de hermenêutica à moda do Pedro Marques Lopes. Quem fez aquela interpretação dos factos “trumpistas”, poderia ter feito outra qualquer diferente. O que nos interessa é aquilo que é, e aquilo que é, é aquilo que parece ser.

Por exemplo, Marine Le Pen criticou Donald Trump; Farage anda calado acerca do assunto. O general Loureiro dos Santos disse que este ataque à Síria estava previsto desde o tempo de Obama; ou seja, o Donald Trump nada mais fez do que seguir a linha política de Hillary Clinton, George Soros e os globalistas, para ver se acalma as hostes republicanas que são maioritariamente neocons.

Hoje, nos Estados Unidos, ser republicano é (maioritariamente) ser Neocon; ser Neocon é seguir as ideias de Leo Strauss, por um lado, e por outro lado é negar a diversidade cultural dos diferentes povos do mundo.

Um Neocon que se preze pretende impôr a cultura americana, por exemplo, entre os nativos das montanhas da Papua Nova-Guiné, por um lado; e por outro lado, pretende que todas as ideias do mundo tenham sabor a Coca-cola.

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