perspectivas

Sábado, 10 Janeiro 2015

A desonestidade dos me®dia acerca do Islamismo

Estou seguro de que a maior parte dos comentadores televisivos que falaram sobre o caso Charlie Hebdo não leu o Alcorão — por exemplo, aquela pindérica que foi ministra da cultura de José Sócrates ou a sestrona Teresa Leal Coelho; ou mesmo o Boaventura Sousa Santos. Talvez o único comentador em que eu pressenti conhecimento bastante sobre o Alcorão foi o Nuno Rogeiro, mas ele não se “esticou” muito no comentário: não convém; não é politicamente correcto.

Boaventura Sousa Santos  afirmou em um canal de televisão que “o Cristianismo é parecido com o Islamismo”. ¿Onde é que existe, nos Evangelhos, qualquer imperativo moral deste género?:

“Combatam na causa de Alá os que trocam a vida mundana pela outra! A esses, que combatam na senda de Alá e sejam mortos ou vencedores, dar-lhe-emos uma enorme recompensa.”

→ Alcorão, capítulo IV, 74

Poderia citar aqui muitos trechos do Alcorão de incitamento à  violência. Para se falar sobre o Islamismo é preciso ter lido o Alcorão. E os comentadores que leram o Alcorão e sonegam informação ao público estão a ser desonestos.

Quarta-feira, 10 Dezembro 2014

O murcon e a violência doméstica

 

O murcon transcreve um artigo do semanário Sol sem comentários, ou seja, assina por baixo o conteúdo do artigo do Sol sem se comprometer (“com um vestido preto, nunca me comprometo”). O artigo transcrito pelo murcon não refere a violência física doméstica dos gays (1 em 4 gays são agredidos física- e regularmente pelos seus pares, e vice-versa), e o murcon também não refere esse facto, o que também é muito conveniente — não vá acontecer que o murcon deixe de ser o Curandeiro da RDP. Criticar o comportamento dos gays dá despedimento com justa causa nos me®dia.

O politicamente correcto é como os burros: colocam-lhes uns antolhos e só vêem o que querem que eles vejam.

julio machado vaz webDesde logo, o murcon assina por baixo, sem comentários, que se misture a violência psicológica (os insultos, as difamações), por um lado, com a violência física, por outro lado. Quem ler o artigo fica com a ideia de que é a mesma coisa — independentemente dos efeitos subjectivos diferentes que possam causar os dois tipos de violência —, e o murcon assina por baixo sem comentários.

Estudos feitos em Espanha revelam que 37% das vítimas de violência doméstica em 2011 foram homens e 63% foram mulheres, embora não tenha ficado claro quantas delas foram agredidas por outras mulheres.

Mas o murcon assina por baixo um artigo politicamente correcto que defende a ideia de que o homem português é mais violento do que o homem espanhol — não vá acontecer que contrato de Curandeiro da RDP  não lhe seja renovado!

Colocar em estatísticas (alegadamente, para se poder prever o futuro) o comportamento humano é a maior estupidez que se pode conceber — mas o murcon assina por baixo, porque lhe interessa ideologicamente que a mulher seja a vítima eterna, e os gays também e por isso é que não se lhes refere o artigo: é o conceito de tolerância repressiva de Marcuse que o murcon assina por baixo —, porque não é possível medir a subjectividade humana através de um determinado comportamento que pode ser momentâneo e raro, ou mesmo único na vida de um indivíduo.

Confundir psicopatia, por um lado, com um acto que pode ser atributo de um momento dramático, por outro  lado, faz parte das estatísticas laboriosamente elaboradas pelas chamadas “ciências sociais” para fazer a prova da merda da cultura ocidental capitalista.

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Segunda-feira, 1 Dezembro 2014

As análises (políticas) femininas

Filed under: A vida custa,me®dia,Política,Portugal — O. Braga @ 6:35 am
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Reparem nesta análise política da jornalista Teresa de Sousa. Há excepções que confirmam a regra, mas em geral a análise feminina é, por um lado, sinuosa e tão abrangente que consegue meter o universo inteiro em uma folha A4; e, por outro lado, é uma espécie de “introdução geral” segundo o conceito de António Sérgio:

Women“Liga-se a este culto a sabichice estreme o portuguesíssimo apego às introduções gerais. Sempre que um típico intelectual lusitano tem por mira instruir-nos sobre determinado assunto — embrenha-nos na selva de uma introdução genérica, histórico-filosófico-preparatória, cheia de cipoiais onde se nos enreda o espírito e onde nunca se avista a estrada recta e livre.

Depois, quando já nos achamos cerca da orla da floresta, principiando-se a enxergar o bom caminho e o objectivo — pronto!, acaba-se o fôlego ao nosso autor e a nós próprios, exactamente no instante em que se ia abordar o tema.”

A “introdução geral” da Teresa de Sousa serve para disfarçar um facto insofismável: Portugal não tem um Estado de Direito.

A principal razão por que Portugal não sai da “cepa torta” é a de que não existe um Estado de Direito de facto. E são os próprios jornalistas que servem as elites deste Não-Estado-de-Direito, os primeiros a branquear a situação. E quando o Estado de Direito, na sua insipiência, emite qualquer vagido, clama-se a terreiro que “a Justiça é injusta”; parece que a função da Justiça é a de validar o Não-Estado-de-Direito: e é esta gente que se diz “anti-fascista”.

Quinta-feira, 13 Novembro 2014

¿O jornalista Filipe Alves tem cornos?!

Filed under: A vida custa,me®dia — O. Braga @ 11:32 am
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cornosParece que o marido da ministra das Finanças, António Albuquerque, escreveu um SMS ao jornalista Filipe Alves dizendo que eventualmente lhe “ia aos cornos”.

Das duas, uma: ou o jornalista Filipe Alves tem cornos, ou não.

Se o Filipe Alves não tem cornos, não teria que ficar preocupado com aquilo que o António Albuquerque escreveu. Mas se o jornalista Filipe Alves se apressou a fazer queixinha ao Ministério Público, é por que naturalmente pensa que os tem, e teme, por isso, pela integridade física dos seus (dele) putativos cornos.

Ora, eu acho que a auto-estima do jornalista Filipe Alves anda muito em baixo, porque toda a gente sabe que os cornos não fazem parte da anatomia do homo sapiens. Mesmo que o Filipe Alves seja chifrudo (o que acontece a muita boa gente), isso não significa que ele tenha que interpretar literalmente a sua situação existencial.

Sexta-feira, 24 Outubro 2014

A ILGA Portugal, os me®dia, e a destruição linguagem

 

ilga filhos de gays

Repare-se na linguagem: “Portugal ainda não protege filhos de casais homossexuais”. Parece que os “casais” homossexuais dão filhos.

Um gay adopta uma criança, por exemplo, e automaticamente a criança passa a ser “filha” de outro gay com quem ele vive. Através da destruição da linguagem e do senso-comum, pretende-se a destruição da família natural.

Se um homem tem uma filha, essa filha tem uma mãe. E se uma mulher tem um filho, esse filho tem um pai. Mas o politicamente correcto elimina, da cultura, a noção de maternidade e de paternidade naturais. E os me®dia aplaudem. E depois temos toda a gente a dizer que existe uma crise de natalidade em Portugal.

Se um homem tem uma filha de uma mulher e depois casa-se com outra mulher, ninguém diz que a filha é da segunda mulher do referido homem. Mas se um gay tem um filho de uma mulher e depois “casa-se” com um outro gay, os me®dia e o politicamente correcto dizem que o filho é também do outro gay com quem ele vive. Os gays passam a parir pelo cu.

fascista familiar

Sexta-feira, 22 Agosto 2014

Meets de me®dia

Filed under: me®dia — O. Braga @ 7:54 am
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Se um grupo de 500 jovens brancos, porventura alguns com cabeças rapadas, entrasse de rompante no centro comercial Vasco da Gama em Lisboa, fazendo alarido e provocando uma comoção pública, a polícia de choque seria chamada e os me®dia não lamentariam a porrada aplicada.

Mas quando um grupo de 500 jovens, na sua esmagadora maioria negros, entra de rompante no centro comercial Vasco da Gama em Lisboa, fazendo alarido e provocando uma comoção pública, os me®dia consideram que a acção da polícia foi exagerada quando expulsou o grupo do centro comercial.

Para os me®dia, é diferente ser negro ou branco; e, a seguir, dizem que “os racistas são os outros”.

meets

Terça-feira, 24 Junho 2014

Começo a pensar que faz todo o sentido impôr a censura à comunicação social

 

O semanário SOL publicou uma “notícia” acerca um “estudo científico” segundo o qual o sexo sem compromisso faz bem à saúde mental:

Um estudo da Universidade de Nova Iorque, publicado no início deste mês, mostra que ter relações sexuais com alguém com quem não mantemos uma ligação duradoura não só não dá cabo da nossa auto-estima, como faz bem à saúde mental.

Os investigadores pediram a alunos daquele estabelecimento de ensino para, durante 12 semanas, manterem um ‘diário’ da sua vida sexual e escreverem o que sentiam após terem feito ‘casual sex’ (em português seria ‘sexo casual’ ou ‘sexo sem compromisso’), lê-se no site Metro.

Segundos os autores do estudo, aqueles que mantinham relações sexuais deste género tinham níveis mais altos de auto-estima e de satisfação pessoal, bem como uma probabilidade mais baixa de desenvolverem problemas relacionados com depressões e ansiedade.

“Normalmente, os indivíduos que mantêm relações sociosexuais sem restrições sentem menos angústia e mais felicidade após as relações sexuais, o que sugere que este tipo de relacionamento pode trazer vários benefícios”, referem os investigadores.

O estudo mostra ainda que não existem diferenças quanto ao género: Tantos as mulheres como os homens são adeptos desta prática.

O artigo é assinado pela jornaleira do SOL Joana Marques Alves.

Ou seja, o sexo sem compromisso é dissociado da emoção, por um lado, e por outro lado, decorrendo dessa dissociação, o praticante do sexo sem compromisso fica em boa condição emocional.

Qualquer pessoa com dois dedos de testa vê aqui uma contradição em termos; o problema é que há muita gente que não tem dois dedos de testa, porque o “estudo” é apresentado como sendo “científico” — tal como os “estudos científicos” behaviouristas que dizem que a educação de crianças por parte de pares de homossexuais é melhor do que a educação de crianças por parte de casais.

Por outro lado, a tentativa de colocar na mesma situação as mulheres e os homens é um absurdo, desde logo por razões biológicas (já nem falo em razões emocionais).

Muito sinceramente, começo a dar razão a Salazar. A comunicação terá que começar a ser censurada. Temos que voltar a impôr a censura nos me®dia. Se os jornalistas não têm discernimento e preparação para serem jornalistas, a sociedade será forçada a impôr uma censura à imprensa.

Sexta-feira, 20 Junho 2014

Os me®dia portugueses gostam da monarquia dos outros

Filed under: me®dia,Portugal — O. Braga @ 8:30 am
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Foi ver os canais de televisão ocupar grandes partes dos telejornais para falar do charme da monarquia espanhola. “O que é estrangeiro é que é bom”. Do nosso próprio charme monárquico, os me®dia portugueses falam pouco ou quase nada.

casal real

Quinta-feira, 5 Junho 2014

O maçon inveterado Nuno Magalhães, a SICn, e a eleição de Jean-Claude Juncker

 

O deputado do CDS/PP e maçon inveterado, Nuno Magalhães, afirmou ontem na SICn em um debate com o João Soares (filho de Mário Soares), que “o luxemburguês Jean-Claude Juncker tinha sido eleito pelos europeus para presidente da Comissão Europeia nas últimas eleições europeias”, e que “não compreendia a hesitação de Angela Merkel” (entre outros primeiro-ministros e chefes-de-estado europeus) em lhe reconhecer o direito a ser o próximo presidente da Comissão.

O João Soares nem pestanejou e até apoiou a ideia do maçon inveterado Nuno Magalhães. E a própria entrevistadora e pivô da SICn, a Ana Lourenço, fez “ouvidos de mercador”. Aliás, teria que fazer “ouvidos de mercador”, não vá o patrão do grupo de Bilderberg e patrão dela, Pinto Balsemão, acordar com uma indisposição qualquer.

Ora, o povo sabe que as eleições europeias não contam para o totobola. E por isso é que cerca de 66% dos eleitores portugueses não foram votar. E bem! E o povo sabe também que não existem eleições directas para a Comissão Europeia. Portanto, o maçon inveterado Nuno Magalhães  tentou fazer dos portugueses um bando de estúpidos — como é, aliás, característica da estupidez maçónica.

No meio disto tudo, quem foi honesta foi a Angela Merkel (pasme-se!), porque disse ao povo alemão a verdade: não existem eleições directas para os cargos de gestão da União Europeia! E os deputados eleitos para o parlamento europeu são uma espécie de palhaços que fazem recomendações políticas a mando dos dirigentes das potências do directório europeu.

Quinta-feira, 24 Abril 2014

Um exemplo do jornalismo do semanário SOL

Filed under: me®dia — O. Braga @ 9:50 am
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jornalismo do Sol web
Vejam bem o comentário do jornalista do semanário SOL:

“Três mortos e cinco feridos, um deles em estado grave, após a derrocada de um muro na sequência de uma praxe”.

Depreende-se que “o muro caiu por causa da praxe”: estavam, por ali perto do muro, uns estudantes a praxar, e vai daí, o muro incomodou-se com tamanha indignidade estudantil e resolveu agir, caindo sobre eles e matando três. “Até os muros são contra a praxe”, infere o jornalista do SOL.

Ou, visto de outra maneira: se os estudantes não estivessem a praxar, não estariam perto do muro que caiu. Ou seja, a culpa da tragédia é dos estudantes porque estavam perto do muro. Não é suposto que um muro situado em um sítio público esteja em condições de segurança: o que é suposto é que os estudantes não tenham ido praxar, para não provocar as derrocadas dos muros deste país.

Corolário: as praxes causam quedas de muros, desabamentos de terras, e ondas gigantes.

Quarta-feira, 12 Março 2014

O semanário SOL é mentiroso

 

Reparem no título do SOL:

Alemanha aprova co adopção por casais homossexuais   Economia   Sol

Agora, vamos aos factos (cliquem nas imagens para ler as notícias):

German court rejects case to allow gay adoption on technicality   Reuters

German court rules against allowing same sex couples to adopt   News   DW.DE   21.02.2014

O semanário SOL está cada vez mais parecido com o pasquim Público.

Quinta-feira, 20 Fevereiro 2014

O preconceito está na causa da SIDA nos gays — dizem os me®dia

 

Segundo os me®dia, a razão por que um gay apanha a SIDA é devida ao preconceitos dos odientos heterossexuais: acontece uma espécie de milagre modernista: um homófobo odeia um gay, e vai daí, ele apanha “tomaticamente” a SIDA.

Gay people Mail Online

Por isso é que os gays morrem mais cedo do que os não-gays: é por causa dos porcos odientos heterossexuais que lançam pragas aos gays e, por isso, em função dessas pragas inclassificáveis, estes apanham a SIDA e outras doenças mortais, como por exemplo o cancro anal. Portanto, a única forma de acabar com a SIDA entre os gays é combater o heterossexismo e os cabrões dos heterossexuais odientos que estão na causa da morte prematura dos coitados dos gays.

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