perspectivas

Sábado, 9 Setembro 2017

O Libertarismo é uma forma de alienação em relação à realidade

 

libertarismo-alien-webNa mitologia grega, a noção de “Caos” ou Ápeiron era algo que preexistia a todas as coisas, uma miscelânea racionalmente indeterminada preexistente aos elementos do mundo real a que o demiurgo irá dar forma à variedade de seres e de coisas. Ou seja, o demiurgo definia as normas das formas a partir do Ápeiron (caos) cuja norma era a ausência de forma.

Segue-se que até o caos tem uma norma: a ausência de normas ou de padrão. A ausência de normas é em si mesma uma norma.

A Maria João Marques é a favor da ausência de normas-padrão na educação das crianças; mas ela é tão tapada que não compreende que a ausência de normas-padrão na educação das crianças é, em si mesma, uma norma.

A pretensa “liberdade em relação a estereótipos” é um estereótipo; mas ela ainda não se deu conta que o pretenso libertarismo pode ser uma forma de opressão social sobre o indivíduo (sobre a “opressão do libertarismo” ler, por exemplo, Durkheim).

O que interessa saber — em relação ao tipo de normas-padrão na educação das crianças — é ¿qual o sistema de normas educativas e culturais que melhor assegura o futuro e a continuidade da sociedade?

A Maria João Marques acha que o normativo da “ausência de normas” é o melhor sistema para garantir o futuro e a continuidade da sociedade.

O governo pensa que a “igualdade” e “identidade” são a mesma coisa, e que “diferença” é sinónimo de “hierarquia”; e para que não exista uma hierarquia social (ou, por outras palavras, para que exista “igualdade”), meninos e meninas têm que ser educados (normativamente) da mesma maneira.

A realidade encarrega-se (já!) de nos demonstrar que tanto a Maria João Marques (e quem “pensa” como ela), como o governo esquerdalho, estão errados.

Por isso é que a Maria João Marques (e gente da laia) anda preocupada com a influência islâmica na Europa — porque o padrão normativo cultural islâmico é diferente do defendido por ela, e também diferente do padrão delirante e psicótico do governo do Bloco de Esquerda comandado pelo António Costa, segundo o qual todos os cidadãos (independentemente do sexo) são intermutáveis.

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Sexta-feira, 1 Setembro 2017

Os ‘libertários’ portugueses ainda seguem Ayn Rand

 

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada fez um comentário a um texto psicótico da Maria João Marques que eu também já tinha comentado. O meu comentário foca-se no absurdo que é a ausência de argumentos válidos no texto de Maria João Marques; o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada vai mais longe e faz um fisking do textículo de Maria João Marques.

O Padre Gonçalo Portocarrero de Almada fez bem em publicar o comentário, por razões pedagógicas — não em relação a Maria João Marques, mas antes em relação ao público em geral. É bom que o cidadão valorize o argumento válido, em uma tese ou discussão.


libertarismo-webDo ponto de vista filosófico, a Maria João Marques é uma nódoa — como é uma nódoa a maioria dos escribas do Insurgente. Não há ponta por onde se lhe pegue.

É daquela gente que ainda não se deu conta de que o Objectivismo, de Ayn Rand, já foi consistentemente reduzido ao absurdo. Os Insurgentes fazem lembrar os comunas que ainda vivem no tempo de Estaline, quando ainda se baseiam em uma doutrina ética auto-contraditória que nenhum manual de filosofia digno desse nome já faz referência.

Do ponto de vista da filosofia e da ética, o Objectivismo de Ayn Rand é paupérrimo e não tem nada de original senão um sincretismo pobre e mal construído entre Nietzsche e a corrente marginalista de Carl Menger e Walras. Nenhum manual sério — repito: sério — e completo de filosofia menciona Ayn Rand; ela simplesmente não conta para a história da filosofia.

De Nietzsche, Ayn Rand foi buscar a noção de “selecção natural darwinista” que determina as elites sociais [social-darwinismo] e o desprezo pelo Cristianismo, pelos cristãos, e pela religião em geral. De Carl Menger e do marginalismo, Rand foi buscar a noção utilitarista radical segundo a qual “é tão útil a oração para o homem santo, como é útil o crime para o homem criminoso”.

Hoje, os manuais de filosofia (propriamente ditos) referem-se a David Gauthier e sobretudo a Nozick, quando tratam o Libertarismo; e mesmo assim, este “libertarismo” é evocado para fazer a crítica de John Rawls e de Habermas. De resto, o chamado “libertarismo” foi devidamente destruído pelos chamados “filósofos comunitaristas” — Michael Sandel, Alasdair MacIntyre, Michael Walzer, Charles Taylor, entre outros.

Quinta-feira, 31 Agosto 2017

A Maria João Marques consegue ser pior do que a Fernanda Câncio

 

Das mulheres que escrevem nos me®dia, não há ninguém mais repugnante que a Maria João Marques; ela consegue ser mais repugnante do que a Fernanda Câncio — porque esta toda a gente sabe que é de Esquerda e não engana ninguém.

A Maria João Marques é uma “feminazista de Direita”, o que é uma contradição em termos.

A Maria João Marques é especialista na argumentação sem argumentos válidos. Por exemplo, quando afirma aqui que o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada mente, mas ela nunca diz onde é que ele mente. “Ele mente! Prontos!”

E neste sentido, também é pior do que a Fernanda Câncio — que é o mais aproximado que temos da Maria João Marques: é que a Fernanda Câncio, mesmo entrando por uma interpretação delirante qualquer, fundamenta com argumentos (mesmo que em delírio interpretativo) aquilo que escreve.

Lendo o texto da Maria João Marques, fiquei sem saber em que é que o Padre Gonçalo Portocarrero de Almada mente neste texto.

O único argumento da Maria João Marques que merece alguma atenção é uma falácia do espantalho, por um lado, e por outro lado é uma falácia tu Quoque. Ou seja, para a Maria João Marquês, o facto de um homem ser um putanheiro justifica perfeitamente que a respectiva mulher seja uma puta. Vemos aqui plasmada a falácia lógica tu Quoque. Escreve ela:

“Também é notório, pelo que vai escrevendo, que o articulista, apesar de padre católico, gostaria de um deus-juiz e não aprecia grandemente a misericórdia. Por isso aproveita para terminar o texto informando que Diana não se portou sempre como a sua posição exigia. Sinceramente, que nojo. Isto perante uma pessoa que já morreu, e que com todos os defeitos que teria (todos temos, e os de Gonçalo Portocarrero de Almada são gritantes), e problemas de saúde vários, tinha um inegável espírito de serviço, grande coragem e – algo que o articulista não percebe – empatia pelo sofrimento alheio. Mostrando o ranço que lhe vai na alma, apesar de declarar que Diana nem sempre se portou como devia, branqueia o comportamento do seu marido, falando na ‘alegada infidelidade conjugal de Carlos’. Bom, Carlos de Gales assumiu numa famosa entrevista televisiva que foi infiel a Diana. Não há nada de alegado nisto.”

Ademais, ela faz uso da falácia do espantalho, porque o artigo do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada foca-se especificamente em Diana Duquesa de Gales — e é absurdo que a análise da personalidade, do carácter e do comportamento de uma determinada pessoa (neste caso, de Diana Spencer), dependa da personalidade, do carácter e do comportamento de terceiros!


Noutro artigo, a Maria João Marques acusa uma pessoa de agir de uma determinada forma, mas ao mesmo tempo utiliza o mesmo tipo de argumentário para criticar essa mesma pessoa.

« ‘Sabem quem deu indicação à Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) que ‘recomendou’ (pois) retirada dos cadernos da Porto Editora? O ministro da tutela, Eduardo Cabrita. O deputado socialista que em 2013, para fins políticos, chamou ‘frígida’ a Maria Luís Albuquerque. Cabrita é, além de malcriado e censor, um protozoário machista que não sabe debater política envolvendo uma mulher sem ir buscar ataques sexuais. Donde, para António Costa e PS, é o ministro ideal para tutelar a promoção da igualdade de género. »

Dizer que a Maria Luís Albuquerque é frígida, é “ataque sexual”; mas dizer que o dito cujo é um protozoário machista já não é ataque sexual — porque, pelo que parece, o “ataque sexual” só se define por “coisas feitas na cama”. Por este andar, a Maria João Marques deixará de ver a diferença entre “uma bica e um queque”, por um lado, e “um bico e uma queca”, por outro lado.

A Maria João Marques é daquele género de mulher que faz com que um machista empedernido se sinta orgulhoso.


A realidade é sexista

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Quarta-feira, 23 Agosto 2017

A Maria João Marques merece a lei da Sharia

 

Um sueco disse-me (há dias) que — devido à forma como as mulheres suecas, escudadas pela lei, tratam os homens suecos —, com o advento da Sharia islâmica, não se iria opôr à islamização do país.

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O feminismo é uma guerra política contra o masculino.

Neste aspecto, a Maria João Marques não se distingue das esganiçadas do Bloco de Esquerda.

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Eu começo a dar razão ao meu amigo sueco, quando verifico que feministas como a Maria João Marques começam a perceber o contra-senso do “feminismo contra o patriarcado da cultura cristã”. Elas não sabem o que as espera… venha daí o Islamismo, que “eu alinho”; e bico calado! (“vai lavar a loiça!”). Smile


A Maria João Marques é feminista; mas quando os Maomerdas se impõem ao matriarcado que ela defende, são os homens europeus que têm que resolver o problema. Assim não custa ser feminista: são os homens que lhe resolvem os problemas reais e sérios.

Podem ver aqui uma série sobre as consequências culturais do feminismo na Suécia.

O problema da Maria João Marques em relação ao Islamismo é a preocupação com o estatuto superior da mulher, e apenas isso.

O meu problema com o Islamismo é o de que se trata de uma doutrina política totalitária; mas a Maria João Marques não se preocupa muito com o totalitarismo, desde que este seja feminista — conforme se pode ver documentado no vídeo abaixo.

É caso para dizer: a Maria João Marques merece a lei da Sharia. E vai tê-la — se não for ela, as mulheres europeias por ela, porque a paciência masculina tem limites.

Entre o totalitarismo islâmico e o totalitarismo feminista, prefiro o primeiro.

 

O feminismo que a Maria João tanto gosta.

Quarta-feira, 19 Julho 2017

A formidável inimiga da Esquerda, e a única capaz de a derrotar, é a chamada Direita Alternativa

 

Quando emitimos uma opinião, sobre qualquer assunto, é porque queremos que toda a gente concorde connosco.

Mesmo que digamos que não pretendemos obrigar alguém a seguir a nossa opinião, esta nossa pretensão negativa pretende vincular todas as pessoas que nos ouvem: queremos convencer os outros de que “não queremos convencer os outros”. Ou seja, uma opinião é sempre uma forma de coerção através da persuasão.


Este texto da Maria João Marques começa com uma contradição, que consiste em apenas aceitar a liberdade negativa e negar a liberdade positiva, por um lado, e por outro lado, ela nega (pelo menos implicitamente) que a opinião dela pretenda vincular ou persuadir quem a lê — o que é uma contradição em termos.

O problema do libertarianismo, e dos seus promotores com cabeça de alho chocho, é o de que desprezam a liberdade positiva; e depois invocam o Iluminismo para justificar esse desprezo — quando o maior filósofo do Iluminismo, Immanuel Kant, não concebeu a liberdade negativa  sem a liberdade positiva 

É claro que o libertarianismo não tem argumentos para combater a Esquerda, porque a Esquerda actual adoptou uma dialéctica utilitarista (“joga em dois carrinhos, ou em dois tabuleiros”): por um lado, é normativa quando faz uso da liberdade positiva que afirma que os interesses dos indivíduos, a começar pelo meu próprio, devem ser subordinados e mesmo sacrificados à felicidade geral ou do "maior número"; e simultaneamente defende a liberdade negativa (no Direito Positivo) que diz que os homens devem ser considerados como indivíduos egoístas, calculadores e racionais, e que tudo deve ser pensado e elaborado a partir do seu ponto de vista.

Os libertários só defendem a liberdade negativa — ou seja, “cada um é como é, desde que não me chateiem”.

Em suma, quando defendemos a liberdade negativa do indivíduo, temos que ter em conta a liberdade positiva do “cidadão-legislador” — e não fazer de conta que se ignora a liberdade positiva. Ou seja: “o outro é livre, mas eu tenho uma opinião acerca do tipo de liberdade desse outro, e segundo a qual eu quero que se transforme em lei”; e é assim que a Esquerda raciocina. E através da dialéctica utilitarista entre a liberdade negativa e positiva, a Esquerda vai restringindo as liberdades individuais (da maioria) em nome das “liberdades individuais” (de uma pequeníssima minoria).

Por tudo isto é que o tipo de “Direita” a que pertence a Maria João Marques já perdeu a batalha com o marxismo cultural. Ela apenas vive em estado de negação. Como escreveu o poeta, essa Direita “jaz morta e arrefece”. A “Direita” que apoiou (explicita- ou implicitamente) o "casamento" gay e a adopção de crianças por pares de invertidos, não tem autoridade de direito — nem autoridade de facto — para se bater contra a ideologia de género, que é a ideologia contra a qual se revolta a Maria João Marques.


Em Portugal, 1 em cada 4.500 crianças nascidas é hermafrodita. Ou seja: 0,02% das crianças nascidas é hermafrodita porque têm os dois sexos. ¿O faz a Esquerda (marxismo cultural)? “Agarra-se” a esses 0,02% e, em nome dos seus alegados “direitos”, impõe uma ditadura da minoria aos restantes 99,98% de pessoas que não são hermafroditas e que têm o sexo biologicamente definido.

Mas a Esquerda (marxismo cultural) vai mais longe: se uma pessoas com cromossomas XY se identifica subjectivamente como sendo mulher, então, segundo a Esquerda, ele deve ser tratado e identificado como mulher. É neste sentido que surgiu a polémica nos Estados Unidos em volta do processo judicial de Yvette Cormier contra o Estado do Michigan, em que ela foi expulsa de um ginásio porque apresentou uma reclamação contra a presença de um homem (que se dizia “transgénero”) no balneário feminino.

 

Ou seja, o transgenderismo é visto pela Esquerda (absurdamente) como uma forma de identidade — ao contrário do que escreveu a Maria João Marques. Seria absurdo, por exemplo, que eu me identificasse subjectivamente como negro, embora eu fosse branco; mas, para a Esquerda, já não é absurdo que alguém com cromossomas XY se identifique subjectivamente como sendo alguém com cromossomas XX (ou vice-versa).


O que está em causa é o ataque do marxismo contra a  família natural; a chamada “super-estrutura”, segundo referido por Karl Marx no seu livro “Das Kapital”, nada mais é do que a moral cristã.

A moral cristã é a “super-estrutura”, segundo o marxismo; a família natural, que é a base da moral cristã (a base da “super-estrutura”) é a inimiga a abater pelo marxismo, mas também pelo libertarismo de Ayn Rand — e por isso é que gente da laia da Maria João Marques já perdeu a guerra: resta-lhes esbracejar antes de se afogarem na corrente de lodo moral que elas próprias ajudaram a fazer correr.

A formidável inimiga da Esquerda, e a única capaz de a derrotar, é a chamada Direita Alternativa.

Segunda-feira, 15 Maio 2017

Ela deve estar c’o penso

 

Ela pensa que pensa, quando deve estar com o penso.


Pelo menos desde 1891, com a encíclica Rerum Novarum do Papa Leão XIII, que a Igreja Católica faz uma crítica àquilo que se convencionou chamar de “capitalismo selvagem”, que se reduz ao darwinismo social que é aliás, a substância ideológica de um certo tipo de “libertarismo” que caracteriza, por exemplo, Nozick ou Ayn Rand.

Mas recuemos à Idade Média.

A Igreja Católica, ou instituições ligadas à Igreja Católica, fundaram em Itália de fins do século XV, a rede de Bancos Monti Di Pietá (que deu origem ao nosso Banco Montepio) para combater a especulação financeira dos judeus que emprestavam dinheiro a juros altíssimos. Reparem bem: os primeiros Bancos do mundo foram fundados pela Igreja Católica do século XV! E já não falamos na actividade bancária dos Templários no século XIII, e dos franciscanos menores do século XII que inventaram o Prémio de Seguro de Risco.

Portanto, a Igreja Católica nunca foi contra o capitalismo; a Igreja Católica era contra o abuso de posição privilegiada de um certo tipo de capitalismo que o católico G. K. Chesterton resumiu assim:

« Quando eu uso o termo capitalismo, eu quero significar o seguinte: “A condição económica na qual existe uma classe de capitalistas, mais ou menos reconhecível e relativamente pequena, em cuja posse está concentrada a maioria do capital e de tal forma que uma larga maioria dos cidadãos servem esses capitalistas em troca de um salário”.

Este estado de coisas, em particular, pode existir e existe mesmo, e devemos ter uma qualquer designação para ele e uma qualquer forma de o discutir. Mas essa palavra (capitalismo) é, sem dúvida, uma má palavra, porque é utilizada no sentido de significar outras realidades diferentes.

Algumas pessoas identificam “capitalismo”, por um lado, com “propriedade privada”, por outro lado. Outras supõem que “capitalismo” significa qualquer coisa que envolva o uso de capital. Mas se este tipo de uso da palavra “capitalismo” é literal, também é demasiado alargado e abrangente. Se o uso do capital é “capitalismo”, então tudo é capitalismo. O bolchevismo é capitalismo e o comunismo anarquista é capitalismo: e todos os esquemas revolucionários, selvagens que sejam, continuam a ser capitalismo. »

→ G.K. Chesterton: "The Outline of Sanity."

ou ainda:

“Too much capitalism does not mean too many capitalists, but too few capitalists.”

→ G. K. Chesterton : ‘The Uses of Diversity.’

(Demasiado capitalismo não significa a existência de demasiados capitalistas, mas antes significa a existência de muito poucos capitalistas).


O “capitalismo selvagem”, de que nos falou o Papa João Paulo II e o Papa Bento XVI, é o tipo de capitalismo que tem muito poucos capitalistas — que é o capitalismo defendido pelo Nozick e pelos pseudo-libertários que falam em nome de Von Mises.

O que nós precisamos — e é o que a Igreja Católica sempre defendeu — é um capitalismo com muitos capitalistas, e se possível, um capitalismo que promova, em cada cidadão, um capitalista. Ora, é este tipo de capitalismo do “cidadão capitalista” que os Rothschild, os Rockefeller, e outros globalistas, não querem ver no mundo (por várias razões que não cabem agora aqui).

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O que se passa com o papa Chico é coisa diferente. João Paulo II visitou Cuba para atenuar a perseguição aos católicos por parte do regime comunista, em troca de uma visibilidade internacional de pseudo-tolerância religiosa cubana.

Em contraponto, o Chico tem uma predilecção especial por todos os ditadores de Esquerda da América Latina, por um lado, e, por outro lado, o Chico é contra o capitalismo privado mas é a favor do capitalismo de Estado. Ou seja, o Chico é, no mínimo, socialista (para não dizer comunista).

Chama-se “capitalismo de Estado” ao sistema no qual o Estado é proprietário dos meios de produção. Ora, nunca foi este o tipo de capitalismo (de Estado) defendido pelos Papas João Paulo II e Bento XVI; jamais!

Quando a Maria João Marques está com o penso, pensa que pensa.

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