perspectivas

Segunda-feira, 4 Agosto 2014

Um livro que deveria ser traduzido para português

Filed under: Livros — O. Braga @ 9:56 am

 

dupuis“A Marca do Sagrado”, de Jean-Pierre Dupuis

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Sexta-feira, 7 Março 2014

Dois livros sobre Hegel

Filed under: filosofia,Livros — O. Braga @ 10:05 am
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Dois livros para quem já estudou alguma coisa de Hegel:

  • “O Pensamento de Hegel”, de François Châtelet, Editorial Presença, 1976
  • “O que é vivo e o que é morto na filosofia de Hegel”, de Benedetto Croce, Imprensa da Universidade de Coimbra, 1933

Não sei se existem edições mais recentes.

Sábado, 11 Janeiro 2014

Grupo editorial Leya (Portugal) em uma lógica de “suicídio”

Filed under: A vida custa,Livros — O. Braga @ 7:25 pm
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Ou devido a manifesta má gestão (a quase todos os níveis da gestão de uma empresa), ou devido a uma gestão propositada de redução das operações de negócio em Portugal (downsizing), o grupo editorial Leya (Portugal) entrou em uma lógica de perda de influência no mercado editorial português.

Ao longo dos próximos meses darei aqui informação concreta e objectiva acerca deste tema.

Segunda-feira, 29 Julho 2013

O último livro de Luís Portela, capítulo III

Filed under: filosofia,Livros — O. Braga @ 3:30 pm
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(A série de verbetes acerca do livro de Luís Portela com o título “Ser Espiritual: Da Evidência à Ciência” pode ser lida na categoria (tag) “Luís Portela”.)

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Domingo, 28 Julho 2013

O último livro de Luís Portela: capítulo II

Filed under: filosofia,Livros — O. Braga @ 7:05 pm
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(A série de verbetes acerca do livro de Luís Portela com o título “Ser Espiritual: Da Evidência à Ciência” pode ser lida na categoria (tag) “Luís Portela”.)

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Domingo, 21 Julho 2013

O último livro de Luís Portela: capítulo I

Filed under: Livros — O. Braga @ 1:09 pm
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1/ O Acordo Ortográfico

Eu estive para não comprar o livro de Luís Portela com o título “Ser Espiritual: Da Evidência à Ciência”, porque está publicado segundo o Acordo Ortográfico. Quando quero algum livro em especial, ou ele não é editado segundo o Acordo Ortográfico, ou procuro uma edição antiga em um alfarrabista. O progresso não é uma lei da natureza e o Acordo Ortográfico não significa evolução da língua, mas antes significa involução (como é óbvio e evidente!).

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Livro de Luís Portela

Filed under: Livros — O. Braga @ 10:02 am
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Para quem puder ou quiser gastar apenas 10 Euros, recomendo a leitura de um (novo) livro de autoria de Luís Portela, com o título “Ser Espiritual: Da Evidência à Ciência” – da editora Gradiva. Mais adiante farei aqui uma súmula crítica do livro.

Quarta-feira, 22 Maio 2013

Os livros ditos digitais

Filed under: A vida custa,cultura,Livros,Ut Edita — O. Braga @ 6:22 pm

“O digital tornou o sonho de editar o seu próprio livro mais acessível à generalidade das pessoas.” — via: Publique o seu próprio livro. Saiba como

Quando eu descubro um texto interessante na Internet transformo-o logo em ficheiro PDF, para poder sublinhar as passagens mais importantes. E se o texto é mesmo muito bom, imprimo-o a partir do PDF, para que para além de poder sublinhar o possa sentir entre as minhas mãos, folheá-lo e até fazer anotações.

Nós só aprendemos com a leitura se o texto fizer parte do nosso mundo físico, ou seja, quando o texto se transforma num objecto concreto e manuseável. A dificuldade do Homem em conhecer, antes do surgimento da escrita e em que a cultura se transmitia por via oral, era a de que se vivia num mundo virtual semelhante ao mundo digital actual. O conhecimento do homem pré-histórico era virtual porque o meio de conhecimento não fazia parte do mundo físico, palpável e real; hoje, como os livros virtuais e e-books, o meio de conhecimento volta a ser virtual embora de modo diverso da do homem pré-histórico.

Tocar num ecrã de um computador não é a mesma coisa que tocar numa folha de um livro em papel. Num ecrã de computador, o texto não pertence ao nosso mundo físico e real, como se as palavras pertencessem a uma outra dimensão, como se víssemos o texto através de um espelho e apenas pudéssemos tocar a superfície do espelho e não as palavras escritas em si mesmas.

Quando folheamos um livro, aprendemos a memorizar o local em cada página onde aparecem determinadas palavras. Cada edição de um livro (em papel) tem a sua arrumação própria, a sua organização concreta, a sua ordem intrínseca. Quando precisamos de voltar a consultar esse livro, sentimos as suas páginas pelo tacto e pela memória, e através do tacto e da memória sabemos em que área do livro está aquilo que precisamos de recordar, e nessa área do livro sabemos antecipadamente a posição do texto procurado na página direita ou esquerda, e se está no topo ou no fundo da página. A leitura de um livro em papel é real e física, é uma leitura carnal, é um acto de amor através do tacto, é um acto de inteligência através do exercício constante da memória.

Uma fila de livros expostos numa estante não é a mesma coisa que uma série de ficheiros de e-book escondidos num computador. Os livros expostos numa prateleira apanham ar e raios de luz do sol, ao passo que os e-book nunca serão atómica e fisicamente expostos ao ar e à luz.

Os livros numa estante são exotéricos, porque pertencem ao nosso mundo real e molecular; os e-book são esotéricos, porque os átomos que os compõem não são deles, mas antes pertencem a um dispositivo electrónico que lhes empresta a existência. Um livro existe por si mesmo com a sua estrutura molecular própria; um e-book existe apenas em função de uma estrutura molecular que não é sua.

Um e-book só passa a ser um livro quando é impresso em papel, assim como uma série de canções em MP3 só passa a ser um disco quando gravado em CD. Podemos pegar fisicamente, com as nossas mãos, num CD com canções e emprestá-lo a um amigo, assim como podemos retirar fisicamente um livro de uma prateleira e dá-lo a alguém. Mas já não podemos tocar com os nossos dedos numa canção em MP3, nem podemos pegar fisicamente num e-book para o emprestar a outrem.

A ideia da moda segundo a qual se pode publicar um livro em e-book é uma ilusão; é uma actualização do neolítico, e acaba por ser uma forma de negação da cultura e da civilização.

Segunda-feira, 22 Abril 2013

Dois verbetes sobre o Padre António Vieira

Filed under: cultura,Livros — O. Braga @ 7:58 am
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Fernando Pessoa considerou o Padre António Vieira o maior escritor de língua portuguesa, embora não tivesse explicado a razão dessa sua escolha.

“O início da publicação da obra completa do Padre António Vieira constitui uma magnífica notícia para todos os cultores da língua portuguesa, onde quer que eles se encontrem.”

Obra Completa do Padre António Vieira


“O grande pregador da língua portuguesa, Padre António Vieira (1608 – 1697), e o renomeado poeta da língua inglesa, T.S. Eliot (1888 – 1965), estão separados por séculos de distância. Contudo, eles têm certas semelhanças em suas biografias: os dois, por exemplo, tornaram-se célebres no além mar. Vieira, sendo português, fez-se soteropolitano e Eliot, americano, abraçou o espírito inglês.”

A morte e a vida em Pe. Antonio Vieira e T.S. Eliot

Sábado, 13 Abril 2013

Doreen Kimura e as diferenças entre os dois sexos

Filed under: cultura,feminismo,Livros — O. Braga @ 12:32 am
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Doreen Kimura web

Doreen Kimura

A

27 de Fevereiro passado faleceu a neurocientista canadiana Doreen Kimura, autora do livro “Sexo e Cognição”, edição de 2004 da Editora Gradiva, que os portugueses podem encontrar em qualquer livraria ao preço de 19 Euros.

O trabalho científico de Doreen foi extraordinário e podemos ler aqui (em inglês e em PDF) um resumo de duas páginas do resultado da sua investigação científica. Naturalmente que cientistas como Doreen Kimura nunca poderão ser citados por blogues naturalistas, darwinistas, politicamente correctos e que se reclamam da “ciência”, como é o caso do Rerum Natura. Doreen Kimura é um nome proibido pelo politicamente correcto.

O que é relevante no trabalho de Doreen Kimura é a confirmação da percepção objectiva ou intuitiva que o senso-comum tem das capacidades diferentes dos dois sexos — o que não significa que um sexo seja inferior a outro, por um lado, e por outro lado tem em conta o conceito de juízo universal e das excepções que confirmam a regra.

Perante o delírio interpretativo das elites políticas actuais, que pretendem fazer de conta que a realidade das diferenças sexuais não é aquela que é de facto, o trabalho de uma mulher cientista (e anti-feminista!) veio confirmar que se pode ter uma visão harmoniosa dos papéis diferentes dois sexos consentânea com a realidade e com a natureza.

Sexta-feira, 15 Fevereiro 2013

Um livro a traduzir para o português

Filed under: A vida custa,ética,cultura,Livros — O. Braga @ 9:12 am
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Rosaria Butterfield publica a sua biografia e conta a história de como uma professora britânica de língua inglesa, lésbica aos 28 anos, se converteu ao Cristianismo, apesar de ter que sofrer todos os inconvenientes dessa sua metanóia que implicou a hostilidade acesa do seu círculo de amigos e de contactos pessoais.

livro rosaria butterfield webTrata-se de um livro politicamente incorrecto e, por isso, subversivo. Hoje, a subversão é politicamente incorrecta. O subversivo é hoje tudo o que se liga intrinsecamente à racionalidade em detrimento do racionalismo cientificista, por um lado, e contra uma certa concepção subjectivista do sentido [da vida], muito actual, e que nega a ciência ou que a coloca radicalmente em causa, por outro lado.

O subversivo é, neste sentido, uma “justa medida” aristotélica que não é exactamente o “meio-termo” — “porque a nossa natureza, desde o início, não se afasta igualmente do termo médio, seja em que caso for” (“Ética a Eudemo”, 5, 1222-35).

Ser subversivo, hoje como sempre, é fazer perguntas. Algumas dessas perguntas incomodam muitas consciências, e por isso é que as perguntas são subversivas. E a julgar por aquilo que li da descrição da auto-biografia de Rosaria Butterfield, o livro é subversivo porque decorre das perguntas que ela fez acerca da sua experiência de vida.

rosaria butterfield web

(via)

Terça-feira, 5 Fevereiro 2013

A questão contemporânea da morte e Hans-Georg Gadamer

Filed under: ética,Ciência,cultura,filosofia,Livros — O. Braga @ 7:24 am
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Acabei de “estudar” o livro de autoria da portuguesa Sofia Reimão, com o título “A Questão da Medicina e a Morte como Questão, em Hans-Georg Gadamer”. (*)
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