perspectivas

Sábado, 19 Setembro 2020

O chamado “crime-de-ódio” é uma contribuição política para a transformação paulatina da União Europeia em uma espécie de “China” (sinificação)

gay-police-webNa Suécia, uma jornalista vai a tribunal por ter publicado na sua página da Internet um artigo de outra pessoa que questionava a probidade profissional dos muçulmanos proprietários de farmácias.

Em resumo: 1/ uma grande percentagem dos proprietários de farmácias na Suécia é constituída por muçulmanos; 2/ os muçulmanos, por princípio, obedecem à lei da Sharia que dá prioridade aos outros muçulmanos no fornecimento de medicamentos em caso de escassez no mercado; 3/ portanto, a pergunta é pertinente: em caso de escassez de medicamentos, ¿será que os proprietários muçulmanos das farmácias irão dar prioridade de fornecimento a outros muçulmanos?

Ora, a referida jornalista apenas publicou um artigo (que não era da autoria dela) que colocou em questão o problema da fidelidade dos muitos farmacêuticos muçulmanos em relação à lei da Sharia. E apenas por ter publicado esse artigo, foi acusada de “crime-de-ódio” e sujeita agora a dois anos de prisão.


É neste contexto de criminalização da opinião e restrição neomarxista da liberdade de expressão na União Europeia que se situa a escolha de Ursula von der Leyen para líder da União Europeia — eu assumo o meu enorme preconceito em relação às mulheres na política: a Margaret Thatcher foi uma excepção à regra, mas ainda assim foi uma defensora acérrima do aborto.

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A Ursula von der Leyen vem agora com uma putativa campanha contra os “crimes-de-ódio”, à moda da Suécia. Mas ela própria não sabe bem o que é um “crime-de-ódio”, nem interessa saber: o conceito de “crime-de-ódio” é apenas um pretexto para impôr condicionalismos culturais e tiques totalitários aos povos da Europa.

Sábado, 30 Maio 2020

Luís Neves tem que sair da direcção da Polícia Judiciária

Filed under: geringonça,liberdade,liberdade de expressão — O. Braga @ 1:04 pm

Uma coisa é criminalizar (acções) actos violentos (como consta do Código Penal) ; outra coisa, bem diferente, é tentar criminalizar a opinião — que é o que fez hoje, na estação de rádio TSF, Luís Neves, o director da Polícia Judiciária.

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O director da Polícia Judiciária, Luís Neves, confunde acções, por um lado, com opiniões, por outro lado.

Para Luís Neves — por exemplo e segundo ouvi hoje na TSF — qualquer opinião contra o comportamento sexual guei, é opinião criminosa; e quem emite esse tipo de opinião (nas redes sociais) deve ser investigado e preso.

E quem for de opinião que se deve acabar com a imigração, segundo o Luís Neves, deve ser investigado e preso. Foi isto que eu ouvi hoje na TSF da boca de Luís Neves.

A tentativa de criminalização da opinião (restrição da liberdade de expressão), defendida hoje em directo na TSF por Luís Neves, acontece na sequência da forte influência totalitária do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista no actual regime político da Geringonça.

Pessoas como Luís Neves devem ser banidas de qualquer tipo de liderança política e/ou institucional. Eu diria mais: Luís Neves deve ser banido sumariamente do funcionalismo público.

Quarta-feira, 27 Maio 2020

Os “desejos húmidos” totalitários e fascistas dos dignitários da União Europeia

Josep Borrell (espanhol, catalão), militante da actual geringonça esquerdopata espanhola de que foi ministro do Exterior (2018), eu-burocratas-400ex-presidente do parlamento europeu, o actual vice-presidente da Comissão Europeia e Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança desde 2019 — é desta merda que a União Europeia se alimenta!

Numa conferência de embaixadores da Alemanha, realizada na Segunda-feira passada e a propósito da próxima presidência rotativa da União Europeia por parte da Alemanha que começa em Julho, a grande besta descreveu o COVID-19 como “o grande acelerador da História”, antes de anunciar “o fim do sistema liderado pelo Estados Unidos” e o advento do Poder glorioso da China.

O grande filho-de-puta esquerdopata afirmou que “aumenta a pressão para a União Europeia escolher entre os Estados Unidos e a China”.

O cabrão continua, depois, a esquerdar — afirmando que a União Europeia deve “mostrar disciplina colectiva” no sentido de se sintonizar com as políticas da China — porque, alegadamente, o modelo chinês é mais consentâneo com o futuro da União Europeia do que o modelo político americano (baseado na liberdade política e económica).

Bem sei que a referida cavalgadura, enquanto individuo, tem o direito à livre expressão da sua opinião; mas é intolerável que enquanto vice-presidente da Comissão Europeia, o-filho-de-uma-grandessíssima-alternadíssima se afirme partidário do sistema fascista chinês.

Quarta-feira, 25 Março 2020

Eu não estou disposto a perder a minha liberdade individual

Filed under: liberdade,liberdade de expressão — O. Braga @ 10:27 am
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O que me separa da chamada “extrema-direita” (seja o que for que isso signifique, por exemplo, Juan Manuel de Prada, em Espanha) é a ideia (de Prada, nomeadamente) segundo a qual é necessário alienar a nossa liberdade individual em prol de alguma coisa que chamam de “bem-comum”.

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Eu não estou disposto a perder um milímetro da minha liberdade individual senão por um tempo limitado (Notrecht)— por exemplo, devido a uma possível guerra; mas, do que esta gente (da dita “extrema-direita”) fala, é de perda permanente de liberdade individual em prol de um alegado e chamado “bem-comum”, o que vai de encontro a uma certa mundividência de Esquerda que também sacrifica a liberdade do indivíduo em função de um putativo “superior interesse” colectivista.

Esta é uma das razões por que eu não me considero de “extrema-direita”, mas antes considero-me um “reaccionário” (não são sinónimos).

O reaccionário não procura a glória imanente: em vez disso, procura a ética dos valores e a ordem metapolítica — aquela ordem que está para além da política de cada época ou de cada “espírito do tempo”.

sloterdijk

“O reaccionário é aquele que não só tem um sentido apurado para detectar o absurdo, mas também tem um palato adequado para o saborear.”
→ Nicolás Gómez Dávila

O filósofo alemão Peter Sloterdijk, em uma entrevista recente ao jornal francês “Le Point”, declarou que — devido (nomeadamente) às medidas securitárias tomadas por quase todos os governos dos países da União Europeia face à epidemia do Coronavirus — “o sistema ocidental irá revelar-se tão autoritário quanto o da China”; e eu concordo que a tendência do leviatão da União Europeia para um autoritarismo de tipo chinês (a que eu chamei de sinificação) é clara e evidente, e é própria da agenda política do globalismo que une a Esquerda internacionalista/ trotskista, por um lado, e a plutocracia anglo-saxónica, por outro lado.

Dois exemplos desta síntese ideológica e política (a sinificação, ou a aliança entre globalistas e trotskistas) são o António Guterres e o papa Chicozinho.

A manutenção da liberdade individual — defendida, por exemplo, por Santo Agostinho, S. Tomás de Aquino, e Kant — não é incompatível com a hierarquização da sociedade: pelo contrário, e dentro da tradição cristã, só pode haver verdadeira hierarquia se for garantida a liberdade do indivíduo (o livre-arbítrio) — a liberdade individual serve de contra-poder em relação à hierarquia (de dominação), porque a hierarquia, per se, não é sinónimo automático de “superioridade moral” e/ou legitimidade política (vide S. Tomás de Aquino).

Estas medidas securitárias — na sequência do Coronavirus — têm-se mostrado muito “convenientes” para uma certa elite política globalista nos países da União Europeia.

Quarta-feira, 9 Janeiro 2019

O totalitarismo de veludo que a Esquerda prepara com muito afã

 

Temos aqui um texto de um tal Alberto Magalhães que começa assim:

« “O racismo, a xenofobia, o fascismo, a homofobia e o machismo não são opiniões, são crime e põem em risco as sociedades democráticas”. Eis a frase da carta aberta condenatória da TVI, que fiquei de comentar hoje”.»

No geral, estou de acordo com a opinião do Alberto Magalhães :

« Não gostar de gente de outras tribos; desprezar negros ou odiar brancos ou ciganos; julgar as mulheres – ou os homens – seres inferiores ou não suportar homossexuais, não são opiniões nem crimes. »

A liberdade de expressão pressupõe o meu direito a ofender outrem — desde que a opinião considerada “ofensiva” (por outrem) seja racionalmente fundamentada (por mim).

A liberdade de expressão pressupõe o meu direito a ofender outrem.

Por exemplo, se eu digo que “tomar no cu é um comportamento de risco e que pode ser um sério problema de saúde pública”, posso estar a ofender (por exemplo) o Adolfo Mesquita Nunes; mas se ele se sente ofendido, o problema é dele — porque, em bom rigor, eu estou a dizer uma verdade que se baseia em factos e na estatística médica.

A eventual susceptibilidade de quem se ofende com a divulgação pública de um facto demonstrável não se pode sobrepor ao direito de publicitar esse facto.

O meu direito a ofender outrem não é a mesma coisa que “difamação” ou “injúria” — porque quem difama ou/e injuria, é porque mente!

Dizer a verdade (falar em factos demonstráveis) em público, não é difamação e/ou injúria.

Por exemplo, se eu disser que o Adolfo Mesquita Nunes é paneleiro”, não se trata de uma injúria — porque ele próprio reconheceu publicamente que é fanchono.


A ler: As 5 características principais do Totalitarismo de Veludo que começamos a sentir em Portugal

Quinta-feira, 1 Novembro 2018

A censura me®diática levada a cabo pelos “liberais” portugueses

 

Há dias, alguém colocou um artigo meu à discussão em um grupo de “liberais” portugueses no FaceBook, e levei com um chorrilho de asneiras e argumentos ad Hominem. Naturalmente que os burrinhos eram maioritariamente frequentadores do blogue Blasfémias.

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A relação entre os “liberais” portugueses e a Esquerda é uma relação de dependência. Vivem uns em função dos outros; não podem viver uns sem os outros.

protestantism-secularism-communism-webE quando alguém se atreve a não depender ideológica- e emocionalmente de uns e doutros, os “liberais” portugueses actuam em uma lógica corporativista que faz lembrar a Esquerda marxista mais ortodoxa e dogmática.

É neste contexto que surge este artigo de uma luminária “liberal” da nossa praça que dá pelo nome de David Dinis, e um consequente comentário por parte de um indivíduo que dá pelo nome de Henrique Pereira dos Santos.

Devo reconhecer o seguinte: os ditos “liberais” portugueses seguem à risca a agenda política marxista — ou seja, os “liberais” portugueses não passam de um instrumento político do processo revolucionário em curso.

É claro que — ao contrário do que a luminária parece implicar — “normalizar” e “racionalizar” não são a mesma coisa, nem fazem parte de um mesmo processo analítico necessário.

Podemos racionalizar algo que não é passível de normalização (exactamente porque procedemos previamente a um escrutínio da razão). Neste aspecto estou de acordo com o Henrique Pereira dos Santos: não cabe aos gnósticos iluminados da nossa praça (ou seja, à aliança política tácita entre os marxistas e os “liberais”) decidir o que a populaça deve ou não ler, ou deve ou não saber.

A actual ditadura do “regime da rolha” resulta da aliança tácita (não declarada) entre “liberais” e marxistas.

Terça-feira, 21 Agosto 2018

A liberdade de expressão e os tubarões da Internet

Filed under: Facebook,liberdade de expressão,Twitter,YouTube — O. Braga @ 5:21 pm

 

1/ Um padeiro americano ganhou uma batalha judicial contra um par de gays, porque estes se queixaram em tribunal de discriminação, porque o padeiro se recusou a cozinhar um bolo para o seu (deles) “casamento” gay.

¿E por que razão o padeiro ganhou o processo judicial? Porque o direito à liberdade e consciência religiosas é garantido pela Constituição dos Estados Unidos (a Primeira Emenda). Não fosse essa garantia constitucional americana, o padeiro perderia a contenda judicial.

2/ Quando dois direitos colidem ou entram em conflito (por exemplo, o direito do padeiro a não cozinhar o bolo do “casamento” gay por motivos religiosos, contra o direito do par de gays em ser servido de um bolo para o seu “casamento”), quem ajuíza deve ter sempre presente a validade jurídica do “direito negativo” (desde que este esteja plasmado na lei) — o padeiro não está a impedir o “casamento” gay: apenas se recusa a colaborar com a realização de qualquer “casamento” gay. A essa recusa chamamos “direito negativo”, que em nada impede ou proíbe o direito dos gays à realização do seu (deles) “casamento” gay.

Porém, não existe na Constituição dos Estados Unidos nenhuma cláusula ou emenda constitucional que permita a uma empresa privada que preste serviço público discriminar cidadãos em função de meras opiniões pessoais.

Ou seja, não existe, na lei americana — incluindo na Constituição dos Estados Unidos — nenhuma disposição legal que autorize uma empresa privada que preste serviços públicos a praticar a censura em função de ideias políticas.

3/ Mas há por aí uns burros, que se dizem “libertários”, que pensam que a liberdade está acima da lei.

A ideia que anda por aí é a seguinte:

“O FaceBook, o Twitter, o YouTube, etc., são empresas privadas; e, por isso, têm o direito absoluto de censurar a opinião de quem muito bem entenderem, segundo critérios muito vagos e pouco objectivos, ambíguos, discricionários até.
O direito à propriedade privada é um direito absoluto; e por isso, essas empresas privadas podem censurar conteúdos em função de critérios que não tem necessariamente que ser públicos, e sem dar cavaco a ninguém”.

Porém, não existe, na lei americana, qualquer disposição legal que autorize uma empresa privada a discriminar os cidadãos em função das suas opiniões políticas. Pelo contrário, a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos proíbe a censura de opinião. Portanto, essas empresas privadas, ao censurar opiniões, não estão a respeitar a lei fundamental dos Estados Unidos.

4/ O que iremos assistir, infelizmente, é a regulamentação (por parte do governo de Donald Trump) da actividade dessas empresas privadas, por forma a que a Constituição dos Estados Unidos seja cumprida.

As empresas privadas não estão acima da lei. O direito à propriedade privada não é um direito absoluto.

5/ Na Idade Média, a propriedade privada não era considerada um direito: em vez disso, era um privilégio concedido pelo Rei e confirmado pelas Cortes.

Até finais do século XVIII, o “direito” à propriedade privada era controverso, como podemos verificar nos escritos de conservadores políticos, como David Hume ou Edmund Burke. Nem no tempo do liberalismo clássico (Adam Smith) o direito à propriedade privada era considerado absoluto. Foi só com o marginalismo que o direito à propriedade privada passou a ser considerado um direito absoluto.

Domingo, 19 Agosto 2018

O fassista Donald Trump que os políticos portugueses odeiam

 

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Sexta-feira, 10 Agosto 2018

Sobre a aliança contra-natura (e contra a liberdade) entre os neoliberais e os marxistas culturais

Quinta-feira, 21 Junho 2018

O hipócrita Marinho e Pinto votou contra a liberdade na Internet

Filed under: internet,liberdade,liberdade de expressão — O. Braga @ 1:49 pm

 

É dos ditos “liberais” que devemos esperar uma concepção totalitária da sociedade, mesmo quando se esconde por detrás de putativos “direitos de autor”.

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Sábado, 9 Junho 2018

Este blogue irá ser encerrado pela União Europeia.

Filed under: liberdade,liberdade de expressão,totalitarismo,União Europeia — O. Braga @ 12:25 pm

Em resultado da aprovação, no paralamento de Estrasburgo, do artigo 13 da chamada “directiva de direitos de autor” da União Europeia, a WordPress.com anuncia que os blogues europeus que usem esta plataforma terão que ser encerrados por falta de meios de fiscalização do material publicado.

Ou seja, este blogue irá ser encerrado pela União Europeia.

EuroMemeCover-web

 

Terça-feira, 10 Abril 2018

O ‘liberalismo’ português que estrangula a liberdade

Uma gaja que dá pelo nome de Diana Soller escreveu um artigo no sítio da Não-esquerda que é Observador. O título do artigo é o seguinte: Hungria: o Inverno do nosso descontentamento”. Resumindo o artigo, a gaja defende a ideia segundo a qual “não existe democracia na Hungria porque o povo húngaro não votou de acordo com as ideias dela”.

merkel-hungary-web

Quando a democracia não agrada aos estúpidos, deixa de ser democracia. Caímos já no grau zero da inteligência. (more…)

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