perspectivas

Segunda-feira, 2 Agosto 2021

A liberdade de expressão no GETTR

Filed under: liberdade,liberdade de expressão — O. Braga @ 3:28 pm
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Se cumprirmos a lei dos Estados Unidos, ou/e se assumirmos os valores do bom-senso e de senso-comum, então podemos verificar que o GETTR será talvez a rede-social mais livre que existe actualmente.

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O GETTR é uma rede-social congénere do Twitter, mas com liberdade de expressão (que não existe no Twitter).

No Twitter, por exemplo, se colocas em causa a versão oficial das grandes multinacionais farmacêuticas acerca das vacinas contra o COVID-19, és imediatamente censurado e rapidamente expulso desta rede-social. No GETTR, não te acontece nada; ou o mais que te pode acontecer é aparecer alguém que não concorda contigo; e a isto chama-se “liberdade de expressão”.

Eu optei pela liberdade.


Nota: Jair Messias Bolsonaro no GETTR

Quarta-feira, 28 Abril 2021

O estado do Estado, no Ocidente

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Sábado, 19 Setembro 2020

O chamado “crime-de-ódio” é uma contribuição política para a transformação paulatina da União Europeia em uma espécie de “China” (sinificação)

gay-police-webNa Suécia, uma jornalista vai a tribunal por ter publicado na sua página da Internet um artigo de outra pessoa que questionava a probidade profissional dos muçulmanos proprietários de farmácias.

Em resumo: 1/ uma grande percentagem dos proprietários de farmácias na Suécia é constituída por muçulmanos; 2/ os muçulmanos, por princípio, obedecem à lei da Sharia que dá prioridade aos outros muçulmanos no fornecimento de medicamentos em caso de escassez no mercado; 3/ portanto, a pergunta é pertinente: em caso de escassez de medicamentos, ¿será que os proprietários muçulmanos das farmácias irão dar prioridade de fornecimento a outros muçulmanos?

Ora, a referida jornalista apenas publicou um artigo (que não era da autoria dela) que colocou em questão o problema da fidelidade dos muitos farmacêuticos muçulmanos em relação à lei da Sharia. E apenas por ter publicado esse artigo, foi acusada de “crime-de-ódio” e sujeita agora a dois anos de prisão.


É neste contexto de criminalização da opinião e restrição neomarxista da liberdade de expressão na União Europeia que se situa a escolha de Ursula von der Leyen para líder da União Europeia — eu assumo o meu enorme preconceito em relação às mulheres na política: a Margaret Thatcher foi uma excepção à regra, mas ainda assim foi uma defensora acérrima do aborto.

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A Ursula von der Leyen vem agora com uma putativa campanha contra os “crimes-de-ódio”, à moda da Suécia. Mas ela própria não sabe bem o que é um “crime-de-ódio”, nem interessa saber: o conceito de “crime-de-ódio” é apenas um pretexto para impôr condicionalismos culturais e tiques totalitários aos povos da Europa.

Sábado, 30 Maio 2020

Luís Neves tem que sair da direcção da Polícia Judiciária

Filed under: geringonça,liberdade,liberdade de expressão — O. Braga @ 1:04 pm

Uma coisa é criminalizar (acções) actos violentos (como consta do Código Penal) ; outra coisa, bem diferente, é tentar criminalizar a opinião — que é o que fez hoje, na estação de rádio TSF, Luís Neves, o director da Polícia Judiciária.

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O director da Polícia Judiciária, Luís Neves, confunde acções, por um lado, com opiniões, por outro lado.

Para Luís Neves — por exemplo e segundo ouvi hoje na TSF — qualquer opinião contra o comportamento sexual guei, é opinião criminosa; e quem emite esse tipo de opinião (nas redes sociais) deve ser investigado e preso.

E quem for de opinião que se deve acabar com a imigração, segundo o Luís Neves, deve ser investigado e preso. Foi isto que eu ouvi hoje na TSF da boca de Luís Neves.

A tentativa de criminalização da opinião (restrição da liberdade de expressão), defendida hoje em directo na TSF por Luís Neves, acontece na sequência da forte influência totalitária do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista no actual regime político da Geringonça.

Pessoas como Luís Neves devem ser banidas de qualquer tipo de liderança política e/ou institucional. Eu diria mais: Luís Neves deve ser banido sumariamente do funcionalismo público.

Quarta-feira, 27 Maio 2020

Os “desejos húmidos” totalitários e fascistas dos dignitários da União Europeia

Josep Borrell (espanhol, catalão), militante da actual geringonça esquerdopata espanhola de que foi ministro do Exterior (2018), eu-burocratas-400ex-presidente do parlamento europeu, o actual vice-presidente da Comissão Europeia e Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança desde 2019 — é desta merda que a União Europeia se alimenta!

Numa conferência de embaixadores da Alemanha, realizada na Segunda-feira passada e a propósito da próxima presidência rotativa da União Europeia por parte da Alemanha que começa em Julho, a grande besta descreveu o COVID-19 como “o grande acelerador da História”, antes de anunciar “o fim do sistema liderado pelo Estados Unidos” e o advento do Poder glorioso da China.

O grande filho-de-puta esquerdopata afirmou que “aumenta a pressão para a União Europeia escolher entre os Estados Unidos e a China”.

O cabrão continua, depois, a esquerdar — afirmando que a União Europeia deve “mostrar disciplina colectiva” no sentido de se sintonizar com as políticas da China — porque, alegadamente, o modelo chinês é mais consentâneo com o futuro da União Europeia do que o modelo político americano (baseado na liberdade política e económica).

Bem sei que a referida cavalgadura, enquanto individuo, tem o direito à livre expressão da sua opinião; mas é intolerável que enquanto vice-presidente da Comissão Europeia, o-filho-de-uma-grandessíssima-alternadíssima se afirme partidário do sistema fascista chinês.

Quarta-feira, 25 Março 2020

Eu não estou disposto a perder a minha liberdade individual

Filed under: liberdade,liberdade de expressão — O. Braga @ 10:27 am
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O que me separa da chamada “extrema-direita” (seja o que for que isso signifique, por exemplo, Juan Manuel de Prada, em Espanha) é a ideia (de Prada, nomeadamente) segundo a qual é necessário alienar a nossa liberdade individual em prol de alguma coisa que chamam de “bem-comum”.

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Eu não estou disposto a perder um milímetro da minha liberdade individual senão por um tempo limitado (Notrecht)— por exemplo, devido a uma possível guerra; mas, do que esta gente (da dita “extrema-direita”) fala, é de perda permanente de liberdade individual em prol de um alegado e chamado “bem-comum”, o que vai de encontro a uma certa mundividência de Esquerda que também sacrifica a liberdade do indivíduo em função de um putativo “superior interesse” colectivista.

Esta é uma das razões por que eu não me considero de “extrema-direita”, mas antes considero-me um “reaccionário” (não são sinónimos).

O reaccionário não procura a glória imanente: em vez disso, procura a ética dos valores e a ordem metapolítica — aquela ordem que está para além da política de cada época ou de cada “espírito do tempo”.

sloterdijk

“O reaccionário é aquele que não só tem um sentido apurado para detectar o absurdo, mas também tem um palato adequado para o saborear.”
→ Nicolás Gómez Dávila

O filósofo alemão Peter Sloterdijk, em uma entrevista recente ao jornal francês “Le Point”, declarou que — devido (nomeadamente) às medidas securitárias tomadas por quase todos os governos dos países da União Europeia face à epidemia do Coronavirus — “o sistema ocidental irá revelar-se tão autoritário quanto o da China”; e eu concordo que a tendência do leviatão da União Europeia para um autoritarismo de tipo chinês (a que eu chamei de sinificação) é clara e evidente, e é própria da agenda política do globalismo que une a Esquerda internacionalista/ trotskista, por um lado, e a plutocracia anglo-saxónica, por outro lado.

Dois exemplos desta síntese ideológica e política (a sinificação, ou a aliança entre globalistas e trotskistas) são o António Guterres e o papa Chicozinho.

A manutenção da liberdade individual — defendida, por exemplo, por Santo Agostinho, S. Tomás de Aquino, e Kant — não é incompatível com a hierarquização da sociedade: pelo contrário, e dentro da tradição cristã, só pode haver verdadeira hierarquia se for garantida a liberdade do indivíduo (o livre-arbítrio) — a liberdade individual serve de contra-poder em relação à hierarquia (de dominação), porque a hierarquia, per se, não é sinónimo automático de “superioridade moral” e/ou legitimidade política (vide S. Tomás de Aquino).

Estas medidas securitárias — na sequência do Coronavirus — têm-se mostrado muito “convenientes” para uma certa elite política globalista nos países da União Europeia.

Quarta-feira, 9 Janeiro 2019

O totalitarismo de veludo que a Esquerda prepara com muito afã

 

Temos aqui um texto de um tal Alberto Magalhães que começa assim:

« “O racismo, a xenofobia, o fascismo, a homofobia e o machismo não são opiniões, são crime e põem em risco as sociedades democráticas”. Eis a frase da carta aberta condenatória da TVI, que fiquei de comentar hoje”.»

No geral, estou de acordo com a opinião do Alberto Magalhães :

« Não gostar de gente de outras tribos; desprezar negros ou odiar brancos ou ciganos; julgar as mulheres – ou os homens – seres inferiores ou não suportar homossexuais, não são opiniões nem crimes. »

A liberdade de expressão pressupõe o meu direito a ofender outrem — desde que a opinião considerada “ofensiva” (por outrem) seja racionalmente fundamentada (por mim).

A liberdade de expressão pressupõe o meu direito a ofender outrem.

Por exemplo, se eu digo que “tomar no cu é um comportamento de risco e que pode ser um sério problema de saúde pública”, posso estar a ofender (por exemplo) o Adolfo Mesquita Nunes; mas se ele se sente ofendido, o problema é dele — porque, em bom rigor, eu estou a dizer uma verdade que se baseia em factos e na estatística médica.

A eventual susceptibilidade de quem se ofende com a divulgação pública de um facto demonstrável não se pode sobrepor ao direito de publicitar esse facto.

O meu direito a ofender outrem não é a mesma coisa que “difamação” ou “injúria” — porque quem difama ou/e injuria, é porque mente!

Dizer a verdade (falar em factos demonstráveis) em público, não é difamação e/ou injúria.

Por exemplo, se eu disser que o Adolfo Mesquita Nunes é paneleiro”, não se trata de uma injúria — porque ele próprio reconheceu publicamente que é fanchono.


A ler: As 5 características principais do Totalitarismo de Veludo que começamos a sentir em Portugal

Quinta-feira, 1 Novembro 2018

A censura me®diática levada a cabo pelos “liberais” portugueses

 

Há dias, alguém colocou um artigo meu à discussão em um grupo de “liberais” portugueses no FaceBook, e levei com um chorrilho de asneiras e argumentos ad Hominem. Naturalmente que os burrinhos eram maioritariamente frequentadores do blogue Blasfémias.

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A relação entre os “liberais” portugueses e a Esquerda é uma relação de dependência. Vivem uns em função dos outros; não podem viver uns sem os outros.

protestantism-secularism-communism-webE quando alguém se atreve a não depender ideológica- e emocionalmente de uns e doutros, os “liberais” portugueses actuam em uma lógica corporativista que faz lembrar a Esquerda marxista mais ortodoxa e dogmática.

É neste contexto que surge este artigo de uma luminária “liberal” da nossa praça que dá pelo nome de David Dinis, e um consequente comentário por parte de um indivíduo que dá pelo nome de Henrique Pereira dos Santos.

Devo reconhecer o seguinte: os ditos “liberais” portugueses seguem à risca a agenda política marxista — ou seja, os “liberais” portugueses não passam de um instrumento político do processo revolucionário em curso.

É claro que — ao contrário do que a luminária parece implicar — “normalizar” e “racionalizar” não são a mesma coisa, nem fazem parte de um mesmo processo analítico necessário.

Podemos racionalizar algo que não é passível de normalização (exactamente porque procedemos previamente a um escrutínio da razão). Neste aspecto estou de acordo com o Henrique Pereira dos Santos: não cabe aos gnósticos iluminados da nossa praça (ou seja, à aliança política tácita entre os marxistas e os “liberais”) decidir o que a populaça deve ou não ler, ou deve ou não saber.

A actual ditadura do “regime da rolha” resulta da aliança tácita (não declarada) entre “liberais” e marxistas.

Terça-feira, 21 Agosto 2018

A liberdade de expressão e os tubarões da Internet

Filed under: Facebook,liberdade de expressão,Twitter,YouTube — O. Braga @ 5:21 pm

 

1/ Um padeiro americano ganhou uma batalha judicial contra um par de gays, porque estes se queixaram em tribunal de discriminação, porque o padeiro se recusou a cozinhar um bolo para o seu (deles) “casamento” gay.

¿E por que razão o padeiro ganhou o processo judicial? Porque o direito à liberdade e consciência religiosas é garantido pela Constituição dos Estados Unidos (a Primeira Emenda). Não fosse essa garantia constitucional americana, o padeiro perderia a contenda judicial.

2/ Quando dois direitos colidem ou entram em conflito (por exemplo, o direito do padeiro a não cozinhar o bolo do “casamento” gay por motivos religiosos, contra o direito do par de gays em ser servido de um bolo para o seu “casamento”), quem ajuíza deve ter sempre presente a validade jurídica do “direito negativo” (desde que este esteja plasmado na lei) — o padeiro não está a impedir o “casamento” gay: apenas se recusa a colaborar com a realização de qualquer “casamento” gay. A essa recusa chamamos “direito negativo”, que em nada impede ou proíbe o direito dos gays à realização do seu (deles) “casamento” gay.

Porém, não existe na Constituição dos Estados Unidos nenhuma cláusula ou emenda constitucional que permita a uma empresa privada que preste serviço público discriminar cidadãos em função de meras opiniões pessoais.

Ou seja, não existe, na lei americana — incluindo na Constituição dos Estados Unidos — nenhuma disposição legal que autorize uma empresa privada que preste serviços públicos a praticar a censura em função de ideias políticas.

3/ Mas há por aí uns burros, que se dizem “libertários”, que pensam que a liberdade está acima da lei.

A ideia que anda por aí é a seguinte:

“O FaceBook, o Twitter, o YouTube, etc., são empresas privadas; e, por isso, têm o direito absoluto de censurar a opinião de quem muito bem entenderem, segundo critérios muito vagos e pouco objectivos, ambíguos, discricionários até.
O direito à propriedade privada é um direito absoluto; e por isso, essas empresas privadas podem censurar conteúdos em função de critérios que não tem necessariamente que ser públicos, e sem dar cavaco a ninguém”.

Porém, não existe, na lei americana, qualquer disposição legal que autorize uma empresa privada a discriminar os cidadãos em função das suas opiniões políticas. Pelo contrário, a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos proíbe a censura de opinião. Portanto, essas empresas privadas, ao censurar opiniões, não estão a respeitar a lei fundamental dos Estados Unidos.

4/ O que iremos assistir, infelizmente, é a regulamentação (por parte do governo de Donald Trump) da actividade dessas empresas privadas, por forma a que a Constituição dos Estados Unidos seja cumprida.

As empresas privadas não estão acima da lei. O direito à propriedade privada não é um direito absoluto.

5/ Na Idade Média, a propriedade privada não era considerada um direito: em vez disso, era um privilégio concedido pelo Rei e confirmado pelas Cortes.

Até finais do século XVIII, o “direito” à propriedade privada era controverso, como podemos verificar nos escritos de conservadores políticos, como David Hume ou Edmund Burke. Nem no tempo do liberalismo clássico (Adam Smith) o direito à propriedade privada era considerado absoluto. Foi só com o marginalismo que o direito à propriedade privada passou a ser considerado um direito absoluto.

Domingo, 19 Agosto 2018

O fassista Donald Trump que os políticos portugueses odeiam

 

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Sexta-feira, 10 Agosto 2018

Sobre a aliança contra-natura (e contra a liberdade) entre os neoliberais e os marxistas culturais

Quinta-feira, 21 Junho 2018

O hipócrita Marinho e Pinto votou contra a liberdade na Internet

Filed under: internet,liberdade,liberdade de expressão — O. Braga @ 1:49 pm

 

É dos ditos “liberais” que devemos esperar uma concepção totalitária da sociedade, mesmo quando se esconde por detrás de putativos “direitos de autor”.

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