perspectivas

Terça-feira, 23 Novembro 2021

A estratégia Socratina do monhé das cobras

Filed under: Aquecimentismo,josé sócrates,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 9:53 am

Sexta-feira, 9 Abril 2021

A existência do partido CHEGA faz todo o sentido possível

Filed under: CHEGA,josé sócrates — O. Braga @ 7:35 pm

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Mas não o CHEGA não chega: é tempo de começarmos a pensar em “justiça do povo”.

Domingo, 9 Agosto 2020

A Messalina do bas-fond me®diático português (2)

Filed under: Fernanda Câncio,josé sócrates — O. Braga @ 5:55 pm

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Sexta-feira, 7 Agosto 2020

A Messalina do bas-fond me®diático português

Filed under: Fernanda Câncio,josé sócrates — O. Braga @ 5:59 pm

Sexta-feira, 4 Outubro 2019

O António Costa socratino

Filed under: António Costa,josé sócrates,PS — O. Braga @ 9:49 pm

Sábado, 14 Outubro 2017

O método científico aplicado à acusação de José Sócrates

Filed under: Ciência,filosofia,josé sócrates,lógica — O. Braga @ 12:11 pm

 

Pergunta Sócrates: «Como é que provam que o dinheiro era meu?»

Resposta: Pensando.

Filosofia do crime


A ciência progride mediante a inferência.

A inferência é o acto que consiste em admitir como verdadeira uma proposição que não é directamente conhecida como tal, e por referência a outras proposições verdadeiras com as quais está ligada.

A inferência pode ser “racional” mas não enquanto “juízo lógico”: é “racional” no que diz respeito ao seu “conteúdo” — embora alguns lógicos admitam a existência formal (mediante juízo lógico) de inferências imediatas.

A inferência é dedutiva ou demonstrativa, quando a conclusão é logicamente necessária (como num silogismo, por exemplo). É indutiva ou não demonstrativa (indução) quando a conclusão não é mais que provável ou verosimilhante (por exemplo: “infiro a existência de um cão, se ouço ladrar”).

No caso da acusação de José Sócrates, as inferências são, em alguns casos, indutivas e por referência a outras proposições verdadeiras com as quais estão ligadas. Mas noutros casos são também inferências dedutivas porque as conclusões são logicamente necessárias.

Domingo, 6 Dezembro 2015

O casamento é hoje uma amizade permitida pela polícia

 

O casamento foi uma instituição, passou a ser um contrato, e hoje é uma espécie de amizade permitida pela polícia.

casamento gay 300 webO casamento não é, hoje, sequer um contrato — porque um contrato, por definição, implica a existência de uma promessa mútua entre os contratantes em relação ao futuro, e uma penalização para quem não cumpre essa promessa.

Com o divórcio unilateral implementado pela Esquerda através do imoral José Sócrates, a noção de “contrato” já não se aplica ao casamento. O argumento da necessidade do “casamento” gay foi o pretexto para a erradicação do contrato do casamento do quadro legal.

O problema é o de que o fim do contrato do casamento que fundamenta a família, tem repercussão na economia — porque o fim do contrato que organiza a família tem consequências na cultura antropológica que está no centro da economia política.

São as regras e o cumprimento de promessas (os contratos) que tornam o mundo mais previsível e permitem o funcionamento da economia. Se o contrato fundador da sociedade (o casamento) é retirado da lei, não existe qualquer motivo racionalmente fundamentado para que se respeitem quaisquer outros contratos.

Domingo, 25 Outubro 2015

O vigarista está de volta

Filed under: josé sócrates — O. Braga @ 8:41 am

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Imagem daqui.

Quinta-feira, 11 Junho 2015

No Direito Positivo não há verdade

Filed under: josé sócrates — O. Braga @ 7:34 am
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“Para o presidente da Associação de Advogados Penalistas (AAP), Paulo Sá e Cunha, o facto de alguém recusar o uso de uma pulseira electrónica não deve levar o Ministério Público a sustentar a prisão preventiva. “A prisão preventiva é uma medida absolutamente excepcional. Quando o Ministério Público promove uma medida menos grave está a reconhecer que a prisão preventiva não é necessária e, por isso, a sua manutenção é ilegal”, sublinha Sá e Cunha.”

Manter Sócrates em prisão preventiva é “ilegal”, diz penalista


Quando um sistema político — o chamado “Estado de Direito” — se baseia em uma concepção do Direito que não admite a priori qualquer tipo de verdade, é o próprio Estado de Direito que está condenado à extinção.

Imaginem uma folha Excel. Preencham os quadradinhos com valores e fórmulas à vossa vontade e como vos der na real gana, e depois salvem o ficheiro como o nome de “Código Penal”, ou “Código Civil”. Isto é uma analogia para “Direito Positivo”.

Quando o actual Direito Positivo vigente na União Europeia (e em Portugal, porque Portugal passou a imitar simiescamente tudo o que emana da União Europeia) eliminou já quaisquer componentes metajurídicos provenientes do Direito Natural, em verdade o Direito Positivo passou a depender apenas e só da subjectividade de quem se alcandora ao Poder.

O Sá Cunha parte do princípio de que a prisão domiciliária não é uma forma de prisão. Como parece ser óbvio, o princípio está errado e, portanto, a teoria dele está errada (Aristóteles). Qualquer tipo de limitação severa da liberdade de movimentos de um cidadão é uma forma de prisão.

Podemos estabelecer graus de severidade de restrição da liberdade de movimentos de um cidadão (prisão), mas a gradação de uma categoria apenas cria sub-categorias, e não elimina a categoria em si mesma.

Quando um sistema político — o chamado “Estado de Direito” — se baseia em uma concepção do Direito que não admite a priori qualquer tipo de verdade, é o próprio Estado de Direito que está condenado à extinção. É uma questão de tempo.

Domingo, 29 Março 2015

Última hora! José Sócrates tenta fugir da prisão de Évora!

Filed under: josé sócrates — O. Braga @ 7:11 pm

Sexta-feira, 27 Março 2015

José Sócrates: a maior fraude da III república

Filed under: josé sócrates — O. Braga @ 9:08 am

 

“Terá sido um professor catedrático português a escrever o livro A Confiança no Mundo – Sobre a Tortura em Democracia, publicado como sendo da autoria de José Sócrates. Esta conclusão, baseada em escutas telefónicas, faz parte dos indícios recolhidos na Operação Marquês, segundo o SOL apurou junto de uma fonte conhecedora do processo.

Com prefácio de Lula da Silva e posfácio de Eduardo Lourenço, o livro foi lançado em Outubro de 2013, sob a chancela da editora Verbo, numa concorrida cerimónia, onde estiveram as figuras de topo do PS, incluindo Mário Soares (que apresentou o livro conjuntamente com o ex-Presidente brasileiro), António Costa, Ferro Rodrigues, Almeida Santos e Manuel Alegre. Na altura, Sócrates explicou que o texto correspondia ao trabalho académico que realizara para o Instituto de Estudos Políticos (‘Sciences Po’) de Paris depois de abandonar o Governo, em 2011. Numa entrevista que deu na ocasião ao Expresso, chegou mesmo a precisar que tinha escrito o livro em francês e que depois o traduzira para português.”

Livro de Sócrates não foi escrito por ele

Na I república tivemos o Alves dos Reis.

Terça-feira, 6 Janeiro 2015

Foi tudo tanga!

Filed under: josé sócrates,Maçonaria,Política,Portugal — O. Braga @ 10:07 am
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¿25 de Abril de 1974? Tanga! ¿Estado de Direito? Ganda Treta! 

«José Sócrates está sobretudo no seu direito de se defender e para se defender pode violar normas e regulamentos – é o que diz José Vera Jardim, antigo ministro da Justiça e habitual comentador da Renascença no programa Falar Claro.
(…)
Quanto a Sócrates, Vera Jardim diz que “há estados de emergência, de necessidade de defesa das pessoas” que permitem às pessoas violar alguns deveres legais “porque os deveres legais cessam também perante outros direitos das pessoas: o direito ao bom nome, à reputação e a defender-se”.»

Acabe-se com a farsa! Fechem-se os tribunais — até porque já estão parcialmente inoperantes, tal é a carga burocrática e processual que lhes é imposta. Governe-se por decreto! Mude-se o nome de assembleia da república para “assembleia nacional” — até porque as diferenças mal se notam. Coopte-se o presidente da república. Nomeie-se o presidente do conselho. Refunde-se o Banco Espírito Santo com dinheiros públicos. E reabra-se o Tarrafal para os inimigos do regime.

 

(via)

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