perspectivas

Sexta-feira, 24 Janeiro 2014

Um pouco de decoro não lhe ficaria mal

Filed under: IV Reich — O. Braga @ 7:28 pm
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“Depois da pressão sobre os pares europeus para as subidas da idade da reforma, a coligação alemã decide agora fazer o contrário no seu próprio país”.

Alemanha vai baixar a idade da reforma para os 63 anos

Quinta-feira, 24 Outubro 2013

É tão evidente que até fere a vista (andamos ceguinhos de todo!)

 

joao-ferreira-do-amaral-daguerre-webPortugal deve sair do euro, mas a saída deve ser "negociada e com apoio comunitário", afirma João Ferreira do Amaral.

«"Num cenário de estabilização da zona euro, a saída de um país deve ser feita em acordo com as autoridades comunitárias, quer o Conselho [Europeu], quer a Comissão Europeia quer o Banco Central Europeu [BCE]", diz Ferreira do Amaral em entrevista à agência Lusa.

Esse acordo visaria "garantir apoio" durante a saída: "Nesse período crucial [de saída] deve haver apoio, que se traduz no prolongamento do empréstimo ao nível do que temos agora" no âmbito do programa de assistência negociado com a ‘troika’.»


E já agora (para quem sabe ler em inglês):

Crise começou com salvação da Alemanha

 

«”A Crise europeia começou com um gigantesco resgate da Alemanha pelo BCE”, diz Richard Koo Nomura, economista Taiwanês e norte-americano, residente no Japão, especializado em balanços de recessões. O economista-chefe do Nomura Research Institute, braço de pesquisa da Nomura Securities, em Tóquio, olha de um outro modo para o chamado “problema de competitividade”  dos países do sul da Europa nesta muito interessante análise.»

Quinta-feira, 18 Julho 2013

Quando uma política alemã confirma a maluquice de João César das Neves

Filed under: economia,Europa,IV Reich — O. Braga @ 3:58 pm
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O maluquinho João César das Neves, num programa recente de televisão em que se opôs a João Ferreira do Amaral, chamou de “malucos” às pessoas que defendem a saída de Portugal do Euro. Não sei se repararam, mas o problema de João César das Neves parece estar no facto de ele ter uma testa pequena e orelhas minúsculas.

Eis que Gertrud Höhler, uma colaboradora próxima do conhecido ex-chanceler alemão Helmut Kohl, escreve um livro em que não só a maluqueira de João César das Neves é exposta a nu, mas também confirma parcialmente as “teorias de conspiração” do IV Reich.

João César das Neves deve certamente considerar que 71% dos ingleses também são malucos; e que os húngaros são maluquinhos de todo. Só ele, João César das Neves, parece preservar a sanidade mental no meio desta União Europeia insana.


Pergunta; Angela Merkel manda na Europa?

Resposta de Gertrud Höhler: A Alemanha é vista como a economia mais forte da Europa e quem chefia a Alemanha automaticamente também surge como o líder da Europa. Merkel nunca se opôs à alcunha que lhe foi dada de “rainha da Europa”. Ela deu o motivo principal desta crise com a expressão “travar a dívida”.

Pergunta: Mas há alguma ideologia subjacente à estratégia Merkel?

Resposta: Não. O que há é um domínio económico através do controlo financeiro.


Eu vou mais longe do que Gertrud Höhler: existe, de facto, uma ideologia que saiu do documento elaborado imediatamente depois da II Guerra Mundial, conhecido pelo nome Das Straßburger Rotes Haus Bericht.

Quinta-feira, 23 Maio 2013

Porque é que a Alemanha não sai do Euro?

Filed under: Europa,IV Reich — O. Braga @ 10:33 am
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Os alemães estão absolutamente convencidos que de são as vítimas dos “desmandos económicos” dos países do sul da Europa. Estão convencidos de que são eles que estão a sustentar os “porcos do sul”. Mas não é verdade.

A Alemanha financia 27% do fundo de resgate europeu, é certo; mas a França financia esse fundo em 20%, e a Itália e Espanha juntas financiam o fundo em 30%. E se fizermos as contas per capita — para saber quanto custa a cada alemão o financiamento do seu país ao fundo de resgate europeu —, os alemães ocupam o sexto lugar no esforço financeiro de todos os cidadãos dos países do Euro. Portanto, a história contada por Angela Merkel e pelo Schäuble aos seus concidadãos está mal contada.

A Alemanha não sai do Euro por várias razões, entre elas porque quer uma Europa alemã, em vez de querer uma Alemanha europeia. E se a Alemanha saísse do Euro, esta moeda desvalorizaria em relação ao marco alemão, tornando as economias do sul — que assim se mantinham no Euro — mais competitivas. Por outro lado, a dívida dos países do sul continuariam em Euros, o que faria com que a Alemanha tentasse remediar os prejuízos da sua Banca.

Com um Euro competitivo em relação ao marco alemão, o feitiço virava-se contra o feiticeiro ( leia-se, Alemanha). A dívida pública e privada dos países do sul, estando cotada em Euros, diminuiria em termos reais, o que faria com que a Alemanha tentasse evitar uma desvalorização do Euro em relação ao novo marco alemão para não levar uma banhada financeira e económica.

A saída da Alemanha do Euro faria com que o BCE [Banco Central Europeu] ficasse fora do controlo da Alemanha, por um lado, e por outro lado faria com que a taxa de desemprego na Alemanha entrasse pelos dois dígitos adentro, enquanto que a taxa de desemprego nos países do sul da Europa baixaria. São estas as razões por que a Alemanha não sai do Euro. Enquanto a desgraça dos outros dura, a Alemanha sai a ganhar. Ou “piri-piri no cu dos outros é chupa-chupa”.

Quarta-feira, 15 Maio 2013

Se já estamos todos fornicados, então vamos a fundo.

A França entrou oficialmente em recessão. Só falta agora a Angela Merkel e o seu ministro Schäuble dizer que “os franceses são uma raça de preguiçosos”, e que “têm inveja dos alemães”. Hoje é preciso afirmar o óbvio, a ver se as pessoas entendem. Por exemplo: “a França não é Chipre”. Parece óbvio, mas para alguns não é. A partir de agora, e com a recessão francesa, impera o conceito de Deutschland Über Alles.

Enquanto a França entra em recessão, com uma taxa de desemprego de cerca de 11% e com forte tendência a subir, a Alemanha promete a nacionalidade alemã aos melhores jovens cientistas e técnicos oriundos de outros países da União Europeia. A Alemanha já não rouba só na economia (exportando o seu desemprego para todos os países da zona Euro) e nas finanças (destruindo os Bancos na zona Euro que não sejam alemães ou vizinhos da Alemanha): já está a roubar os recursos humanos de outros países da Europa.

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Sexta-feira, 3 Maio 2013

O que eles dizem para não tocar no assunto da saída de Portugal do Euro !

“Proponho que o Estado imponha temporariamente um regime de despesa privada obrigatória. Nesse regime os titulares de depósitos bancários dispõem, no máximo, de seis meses para gastar uma fracção do saldo na compra de bens e serviços em território nacional. Findo esse prazo, do montante ainda por gastar é transferida para o Tesouro a parte que corresponde à taxa média actual de IVA e de impostos específicos. Na prática, não há qualquer transferência porque não haverá nenhum montante por gastar ao fim de seis meses. Esta é uma solução equilibrada, dado que quanto maior é o saldo, maior é a responsabilidade e a capacidade de relançar a economia. Cada um é livre de comprar o que quiser, desde que seja em território nacional e até ao prazo limite, mas deve saber que a compra de um bem ou serviço importado não aumenta o PIB.”

Regime de despesa privada obrigatória é a solução

strait-jacket-euro-sex webA saída de Portugal do Euro não é um bem, ou uma coisa boa: é uma necessidade. Eu não fico feliz e contente por defender aqui a saída de Portugal do Euro: apenas constato um “estado de necessidade” — Notrecht, na linguagem de Hegel, e para que um alemão perceba o que se quer dizer.

Naturalmente que a saída de Portugal do Euro é assunto tabu para os economistas e para a classe política, em geral. E porquê?

Porque a permanência desastrosa de Portugal no Euro é muito boa para as elites: a classe política sai beneficiada do Euro com as prebendas e sinecuras da União Europeia, por um lado, e por outro lado, uma classe de sibaritas composta por “grandes empresários” e banqueiros agravam, a cada dia que passa, as desigualdades sociais consolidadas pelo eurofascismo que justifica uma putativa “interrupção voluntária da democracia” (IVD).

Se é verdade que com o Euro não temos inflação, temos todavia com ele algo pior: um despotismo político eurofascista que impõe uma canga insuportável de impostos que elimina a classe média e que agudiza as diferenças sociais, e que atira o exercício da democracia para as calendas gregas ou para o tempo do “nunca mais”.

Se o povo está condenado a retroceder à idade da pedra e a ser pobre, então que seja pobre com dignidade, e que mande esta classe política e os vendilhões da Pátria subservientes ao IV Reich para a dimensão escatológica adequada. Mal por mal, que venha o Escudo e a liberdade.

Segunda-feira, 22 Abril 2013

Arbeit macht Frei, Herr Durão Barroso!

Filed under: Europa,IV Reich — O. Braga @ 7:40 pm
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“Segundo Durão Barroso, há a tendência, em alguns Estados-membros, em “simplificar”, com os países da periferia, por um lado, a considerarem que “os problemas que têm não foram criados por si, mas por alguém, regra geral Berlim ou as instituições europeias ou o Fundo Monetário Internacional”, o que, disse, não corresponde à verdade.”

Barroso critica “preconceitos” e garante que portugueses são “extremamente trabalhadores”

 

O discurso de Durão Barroso enoja. Se há alguma coisa que portugueses, espanhóis e irlandeses (os gregos e cipriotas são um caso à parte) sempre aceitaram foi a responsabilidade da governança nacional pretérita na geração da crise económica e financeira. A ideia segundo a qual “o problema é de Berlim”, surgiu mais tarde, após um ano de governo de Passos Coelho, decorrente da falência evidente das políticas da Troika. Dizer que os portugueses, à partida, culparam Berlim da crise portuguesa, é uma mentira redonda: só quem não conhece a história recente de Portugal ou esteja de má-fé pode afirmar uma coisa dessas.

A culpabilização de Berlim surgiu mais tarde, já na segunda metade de 2012, depois de Passos Coelho ter tentado impor a alteração da TSU. É de recordar que eu defendi aqui, neste blogue, a intervenção do FMI em Outubro de 2010! Porém, quando nós verificamos que o programa da Troika, imposto sem negociação a Portugal, contém erros clamorosos — incluindo erros de Excel! — e que se transformou em um acto gratuito da Alemanha, é inaceitável que Durão Barroso venha com este discurso de branqueamento das políticas oficiais alemãs.

Durão Barroso esquece-se de uma coisa: os judeus também eram considerados “muito bons trabalhadores” pelos alemães, durante a II Guerra Mundial. Diziam os alemães que “o trabalho liberta”; e, vai daí, trataram de “libertar” cinco milhões de judeus.

merkel arbeit web

Quinta-feira, 18 Abril 2013

Os bárbaros da Europa (2)

Angela Merkel diz que os Untermenschen não têm direito a salário mínimo.


Há cerca de três anos que falo aqui em sinificação da periferia europeia. Provavelmente, muitos leitores não terão prestado a necessária atenção ao conceito de sinificação — que não é novidade e tem sido defendido desde a década de 1970 por gente como Henry Kissinger. A sinificação não se aplica apenas e só à Europa, mas também à América Latina, o que justifica a cumplicidade de uma certa elite plutocrática na manutenção de regimes totalitários como os de Cuba.

Na Europa, o conceito de sinificação foi congeminado através do conhecido Straßburger Rotes Haus Bericht e pelos herdeiros ideológicos do nazismo logo a seguir à II Guerra Mundial que se reuniram na cidade holandesa de Bilderberg.

A sinificação da periferia da Europa já não pode ser hoje racionalmente considerada como uma teoria da conspiração: trata-se de um fenómeno político real que pode ser confirmado por factos.


A falácia de Angela Merkel consiste em pretender dizer que na Alemanha não existe salário mínimo, quando o que se passa na realidade é que existe, de facto, salário mínimo por cada sector de actividade — o que vai dar no mesmo. E em nenhum sector de actividade da economia alemã, o salário mínimo é igual ou sequer aproximado do salário mínimo português que é de 485 Euros mensais bruto (antes de impostos)! Na Alemanha, nenhum sector de actividade económica tem um salário mínimo inferior a 1500 Euros mensais.

O que Angela Merkel pretende dizer é que se Portugal adoptasse o sistema alemão de salários mínimos sectoriais, haveria sectores de actividade económica em Portugal que passariam a ter salários mínimos inferiores a 485 Euros mensais — o que não resolveria o problema do desemprego, por um lado, e por outro lado atiraria o nosso país para uma condição real de sinificação.

O problema é que Angela Merkel pensa mesmo que, não só é possível como é até legítimo, que um cidadão inserido numa economia da zona Euro viva com menos do que 485 Euros mensais…! Angela Merkel parte de uma concepção de Untermenschen aplicada aos cidadãos europeus de uma periferia europeia que tem como centro a própria Alemanha.

A única forma de combater a sinificação da periferia europeia é através de uma via política que conduza à excentricidade da Alemanha (retirar-lhe o estatuto de centro político da Europa). E isso só é possível por intermédio de uma aliança estratégica entre países como Inglaterra, Portugal, Espanha, Irlanda, Itália e França, entre outros, que recoloque o estatuto da Alemanha como país vencido na II Guerra Mundial. Nesta fase, dos Estados Unidos e da Rússia não podemos esperar nada.

Os bárbaros da Europa

Ao longo da História, nem sempre os povos conquistadores ou colonizadores são objectiva e substancialmente superiores aos povos conquistados ou colonizados. Desde logo, temos o caso de Roma em relação à Antiga Grécia, de onde os romanos não só retiraram a filosofia e a ciência, mas também os deuses do panteão grego. Dizer que o romanos eram superiores aos gregos não corresponde à verdade: os romanos foram superiores na guerra, mas não tinham a superioridade intrínseca e cultural dos gregos.

Temos outro exemplo com a expansão do Islão árabe. Quem disser que os árabes islâmicos dos séculos VII e VIII foram superiores aos povos coevos conquistados no Oriente Médio — desde o Egipto à antiga Pérsia — ou não sabe o que diz ou mente. Os árabes maomedanos foram superiores na guerra, mas não na cultura; os árabes maomedanos formaram um império mas tomaram a civilização dos povos dominados através da força das armas.

Uma situação similar passa-se, desde meados do século XIX, com o povo alemão.

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Terça-feira, 9 Abril 2013

Os profetas da desgraça

Filed under: economia,Europa,IV Reich,Passos Coelho,Política,Portugal — O. Braga @ 11:04 am
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Durante o consulado de Hitler na Alemanha, um sobrinho do ditador fazia alarde na Corte inglesa e no Congresso americano, e os me®dia relatavam os seus movimentos e declarações como se de um VIP se tratasse. Depois da guerra, ninguém sabia quem era o sobrinho de Hitler; os me®dia ignoraram-no, esqueceram-no; e acabou os seus dias como um vendedor anónimo e anódino de automóveis usados em um bairro de classe média-baixa da Pensilvânia.sobrinho de hitler web

E toda aquela gente que, durante a guerra, comprara os jornais para ler as declarações bombásticas de Willy, o sobrinho de Hitler, de repente e acabada a guerra, parecia ter entrado em amnésia em relação a um passado recente que incluía o nome pomposo e pseudo-aristocrático de William Patrick Stuart-Houston. A catarse apaga a guerra da memória, e os seus protagonistas.

Portugal também está hoje em “guerra” — numa guerra económica que lhe foi movida pelo bloco político liderado pela Alemanha.

O nosso Willy é Passos Coelho e comitiva. São estes que fazem as luzes da ribalta, e são estes que serão esquecidos, como se nunca tivessem existido, se Portugal ganhar a “guerra”. E Portugal está condenado a ganhar a guerra, de uma maneira ou de outra.
O problema é que o nosso Willy é um agente infiltrado nesta “guerra”, porque parece servir exclusivamente os interesses do “inimigo” — tal como o verdadeiro Willy jogou em dois tabuleiros para seu próprio proveito.


Portugal é um país com 900 anos de existência e de História, e merece respeito. Portugal não é a Irlanda — com todo o respeito pela Irlanda — que ainda no século XIX andava à procura da sua independência e da sua cultura que se tornou anglicizada. Portugal não é a Grécia, um país que depois do classicismo se enfiou, durante séculos, no seu próprio umbigo.
E mais, Portugal tinha um rendimento per capita de 18 mil dólares em 2008, enquanto que o da Irlanda era de 32 mil dólares e o da Grécia de 27 mil dólares; e, no entanto, a bitola recessiva aplicada pela Troika aos três países foi exactamente a mesma, como se não tivessem existido níveis de abuso e de fraude totalmente distintos.

A “guerra” da Troika contra Portugal parece ser uma guerra dirigida, privilegiada, focada.

Portanto, devemos dizer que Portugal não é nem a Irlanda nem a Grécia. E, no entanto, os me®dia que temos — os tais me®dia que irão esquecer que o nosso Willy alguma vez tenha existido — continuam com as comparações absurdas que tolhem a nossa dignidade.

Os portugueses são humildes, e por isso é que são grandes, embora sejam poucos. São gente humilde que fez uma história tamanha que nenhum alemão pode dizer do seu próprio país. Um português em nada fica a dever, em termos civilizacionais, a um alemão. Os portugueses não podem admitir o tratamento estúpido que a Alemanha lhes tem religiosamente dedicado.

Por isso, chegou o tempo de separação de águas: o de saber quem está por nós, e quem está contra nós. E, ou a Direita realinha posições, ou perde terreno político para as próximas décadas. Ou a Direita se coloca ao lado do povo, ou o povo opta pela não-direita por mais do que uma geração. E quando a “guerra” acabar, em processo de catarse, ninguém se vai lembrar do nome do nosso Willy.

Sexta-feira, 7 Dezembro 2012

O liberalismo actual e a sua negação da liberdade do indivíduo (2)

Alain de Benoist escreve o seguinte:

« Uma nação só pode sobreviver se:

  • a) se o povo mantém plena consciência da sua História e das suas origens;
  • b) quando o povo se reúne em volta de um mediador, seja um indivíduo e/ou um símbolo (por exemplo, o Rei), que é capaz de juntar as energias e catalisar vontades para um destino comum;
  • c) se o povo consegue manter a coragem de designar os seus inimigos.

A liberdade não pode ser reduzida ao sentimento que alguém tenha acerca dela. Porque se assim for, tanto o escravo como o robô podem igualmente sentir-se livres.

Nenhuma destas condições ocorrem em sociedades que colocam o ganho económico acima de todos os outros valores, e consequentemente essas sociedades

  • a) dissolvem as memórias históricas;
  • b) extinguem o sublime e eliminam ideias subliminares respectivas;
  • c) assumem que é possível não ter inimigos. »

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Quarta-feira, 5 Dezembro 2012

Alain de Benoist, o liberalismo actual e a sua negação da liberdade do indivíduo (1)

Recomendo a leitura deste texto de Alain de Benoist, em que faz uma análise resumida da evolução do liberalismo desde a revolução burguesa de 1789. Não há nada no texto com que eu discorde: tenho vindo a dizer aqui essencialmente a mesmas coisas embora de forma esparsa e ao longo de muitos verbetes — embora eu pense que Alain de Benoist se esqueceu de referir o “factor China” que é contraditório na actual tendência ideológica ocidental.
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