perspectivas

Terça-feira, 18 Maio 2021

Raquel Varela e a diabolização da democracia

A Raquel Varela mostra aqui as suas verdadeiras cores: a única democracia do Médio Oriente — a israelita — é, por ela, diabolizada de uma forma exaustivamente irracional.

Alcorão, 9:29: “Matem os judeus e os cristãos, se eles não se converterem ao Islão ou se não pagarem a Jizya”.

Alcorão 2:217 e 4:89: “Quem deixar o Islão terá que ser morto”.

O texto da Raquel Varela é um chorrilho de asneiras vindo de quem desconhece a realidade (cultural, social, histórica) dos países de maioria islâmica, em geral, — desde logo porque é impossível a existência, de uma forma estável, de um Estado laico em um país em que prevaleça a chamada “singularidade islâmica”.

Alcorão, 8:12 e 47:4 : “Crucifiquem e amputem os não-muçulmanos”

Alcorão 8:60 : “Espalharás o terror por entre os não-muçulmanos”

Para o muçulmano, a autoridade do Estado de Direito não é reconhecida: só a lei islâmica (Sharia) é válida. Podemos verificar este facto, por exemplo, na Turquia e/ou na Indonésia, onde o Estado de Direito é apenas uma “capa” legalista que esconde o verdadeiro Poder legítimo, o do totalitarismo da Sharia.

Alcorão 8:12 e 47:4: “Decapitem os não-muçulmanos”.

Alcorão 9:5: “O bom muçulmano deve matar e ser morto pela causa de Alá”.

A incorporação dos muçulmanos palestinos (em geral) em uma putativa solução de um só Estado dito “laico” em Israel (como defende a Raquel Varela e uma certa Esquerda psicótica), é puro delírio interpretativo que decorre da ideia (radical e tipicamente de Esquerda) da possibilidade de uma total maleabilidade da Natureza Humana, por um lado, e por outro lado da admissão (pela Raquel Varela e por essa Esquerda) da necessidade absoluta de construção de um Estado totalitário (antidemocrático, que proíba a prática do Islamismo) que submeta (mediante a força bruta do Estado) a possibilidade de um Estado teocrático e autoritarista de índole islamita.

Alcorão 9:111 : “O bom muçulmanos deve matar os não-muçulmanos para poder receber o prémio das 72 virgens no paraíso”.

Alcorão 4:34 : “O bom muçulmano pode bater nas mulheres”.

Este último versículo do Alcorão deveria ser justamente aplicado à Raquel Varela.

hitler-islao-web

Quinta-feira, 9 Agosto 2018

A técnica feminina de provocação que conduz à vitimização pública e publicada

Filed under: Israel — O. Braga @ 3:39 pm

Mulheres palestinianas provocam e agridem soldados israelitas, na esperança de obter uma reacção que valha a pena ser filmada com o telemóvel, e depois publicada nas redes sociais, esquerdistas e islamófilas por definição.

Quarta-feira, 10 Janeiro 2018

A minha posição acerca dos judeus

Filed under: Israel,judeus,Olavo de Carvalho — O. Braga @ 10:28 am

 

Eu não sou anti-judaico 1 ; mas também não me considero estúpido e acrítico.

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Não só não sou anti-judaico, como defendo a existência do Estado de Israel; e mais: defendo que a capital histórica de Israel é Jerusalém.

Porém, a minha defesa da existência do Estado de Israel tem a ver com a justiça e verdade históricas. E não tem a ver com qualquer ideologia política.

A invasão islâmica e árabe da Palestina no século VII lançou a esmagadora maioria dos judeus — que viviam naquele território — na Diáspora. Esta é a verdade histórica que a Esquerda pretende ocultar.

Portanto, a defesa da existência do Estado de Israel é uma questão de justiça.

Porém, uma coisa é a defesa da existência do Estado de Israel e do povo de Israel; outra coisa, bem diferente, é a defesa acrítica da acção política dos imigrantes judeus, em geral, na Europa e ao longo dos últimos séculos — que é o que implicitamente faz Olavo de Carvalho; pelo menos é assim que eu interpreto esse textículo dele.

Fernando Pessoa, que era ele próprio descendente directo de judeus por parte do pai, escreveu o seguinte:

"Tem-se suposto que esta força (Judaísmo) que opera através da Maçonaria e se manifesta sempre judia, é consubstanciada com o povo de Israel. É um erro e é fácil de ver onde está o erro.

O povo (de) Israel, como qualquer outro povo, pode colaborar na civilização europeia, porém há que organizar-se aristocraticamente, como essa civilização. Ora o que há presentemente adentro dos judeus, em todo o mundo, é o predomínio do baixo sobre o alto judaísmo.

O materialismo ateu da época moderna tomou o íntimo da alma do baixo judeu, porque, de todas as populações da Europa, era essa gente a mais naturalmente propícia a aceitar como teoria o ateísmo irracionalista, que é o que distingue a nossa época".

Como vemos, o descendente de judeus Fernando Pessoa faz a distinção entre o povo de Israel, por um lado, e, por outro lado, o chamado “baixo judeu” que controla a Europa e os Estados Unidos. E quem não faz essa diferença age por mera influência de uma ideologia política, e não porque procura a verdade e a justiça.


Nota
1. “anti-semita” é outra coisa, porque o judeu não é o único povo semita.

Sábado, 9 Dezembro 2017

A Direita que é de Esquerda

 

Há uma certa “Direita” que prefere que sejam os muçulmanos a controlar a cidade de Jerusalém, em vez dos judeus; porque, dizem eles, “o Estado de Israel é sionista”.

Ora, esta Direita é uma espécie de Esquerda. Se ouvirmos o que diz, por exemplo, o MRPP ou o Bloco de Esquerda acerca de Israel, é “papel carbono”. Temos uma “Direita” que é de Esquerda.

Por princípio, e salvo situações excepcionais: entre a liberdade de culto e o totalitarismo religioso, prefiro a liberdade.

Eu prefiro que Jerusalém seja controlada pelos judeus e que toda a gente tenha liberdade religiosa (incluindo os muçulmanos, obviamente), do que a cidade ser controlada pelos muçulmanos que exercem sempre repressão política sobre cristãos e judeus (Jizya).

Isto não significa que eu subscreva (ou apoie) a cultura e os movimentos políticos judaicos através da História da Europa.

Por exemplo, concordo com Fernando Pessoa em relação ao grupo dos trezentos. Mas se tivesse que escolher entre viver em uma sociedade controlada por judeus, ou em uma outra controlada por maomedanos, do mal o menos: prefiro a primeira.

Quinta-feira, 7 Dezembro 2017

Donald Trump e a mudança da embaixada dos Estados Unidos de Telavive para Jerusalém

Filed under: comunicação social,Donald Trump,Israel,me®dia,merdia — O. Braga @ 7:01 pm

 

A merda dos me®dia andam a dizer que Donald Trump mudou a capital de Israel de Telavive para Jerusalém — e as pessoas acreditam na merda dos me®dia que temos!

O que aconteceu foi que os Estados Unidos de Donald Trump mudaram a embaixada dos Estados Unidos de Telavive para Jerusalém, o que é coisa muito diferente. Outros países já seguiram o exemplo dos Estados Unidos, como por exemplo a República Checa. Qualquer país pode mudar a cidade de embaixada dentro de um país sem que a capital desse país mude.

Temos aqui em baixo uma imagem de uma moeda que foi cunhada há 1.949 anos. Repito: há mil novecentos e quarenta e nove anos. Na cara da moeda vemos escrito “Shekel de Israel” (Shekel é o nome da moeda israelita), e na coroa da moeda vemos escrito Jerusalém Sagrada” em hebreu básico.

Ora, há 1.949 anos ainda não tinha nascido o Maomé (nem havia Maomerdas), e os palestinianos eram todos judeus sob o jugo do império romano. ¿Entenderam?!, ¿ou precisam que eu faça um desenho…?

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Segunda-feira, 29 Maio 2017

¿George Soros é sionista? Claro que não! É anti-sionista!

Filed under: Globalismo,Islamismo,islamização,islamofobismo,Israel,Sionismo — O. Braga @ 7:18 pm

 

George Soros é um dos muitos exemplos de “judeus” bilionários que não é sionista.

A elite globalista não é sionista. George Soros, Rockefellers, Rothschild, Bilderberg e outros, não são sionistas. Alguns deles são judeus, mas não são sionistas. O sionismo é o que Theodor Herzl formulou, e não um controle global!

Alguém pode citar os judeus anti-sionistas, mas antes temos que ver quem está por trás deles. George Soros financia um grupo de rabinos em Israel chamados de Neturei Karta. Esses, os Neturei Karta, são anti-sionistas.

O objectivo do anti-sionismo é derrubar Israel, porque com Israel derrubado e não mais soberano, a Nova Ordem Mundial estará implantada. E quem ganhará com isso serão os grandes globalistas como George Soros, Rockefellers, Rothschild, Bilderberg…

Isso é subversão! E todos sabem o que isso quer dizer.”

Em relação a este texto, diz o poeta algarvio António Aleixo: “P’rá mentira ser segura / e atingir profundidade / tem que trazer à mistura / qualquer coisa de verdade.”

E há algumas coisas verdadeiras no texto: por exemplo, Israel aproveita-se da divisão islâmica para reinar.

Uma das estratégias defensivas (ou ofensivas dos Estados Unidos, por causa do petróleo) de Israel é aproveitar as guerras de muçulmanos contra muçulmanos. À volta de Israel é tudo “terra queimada”: a Síria, o Líbano, o Iraque, até mesmo o Egipto da Primavera Árabe, é terra queimada. Líbia, Tunísia e Argélia é “terra queimada”.

A Jordânia (uma monarquia) é um oásis no mundo islâmico, mas está sobrecarregada de refugiados da Palestina e da Síria, e não tem poder económico / financeiro para aguentar com um fardo desses; e a Turquia está perto da criação de uma espécie de califado (teocracia islâmica sunita) com o Erdogan, à semelhança do Irão que é uma teocracia totalitária xiita.

Tudo isto é verdade.

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Mas não é verdade que foi Israel que “criou o Estado Islâmico”. Por amor de Deus, tenham juízo!

Israel aproveita-se da estupidez natural dos muçulmanos cujo QI é baixo devido a séculos de endogamia — mas isso não significa que os sionistas tenham criado o Estado Islâmico. O QI médio dos muçulmanos é o mais baixo do mundo, só comparável aos bosquímanos da Namíbia, devido aos casamentos consanguíneos (por recomendação do profeta Maomerdas) ao longo de 1500 anos.

O erro começa por se confundir “sionismo”, por um lado, com “globalismo”, por outro lado — como consta da citação acima.

Ser “judeu” de raça não significa necessariamente que se seja religioso; a esmagadora maioria dos milionários judeus americanos e europeus não são religiosos, e estão se cagando totalmente para o Judaísmo (é o “baixo Judaísmo”, segundo Fernando Pessoa).

De modo semelhante, ter ascendência judia (de “raça” judia, sejam sefarditas, seja asquenazes) não significa que se seja sionista. O erro do texto começa com a extrema simplificação de conceitos complexos, que é uma das características das ideologias políticas: simplificam, para os burros perceberem alguma coisa.

Nos Estados Unidos, a maioria dos “judeus” é de Esquerda e vota no Partido Democrático; ou seja, a maioria dos judeus americanos não é religiosa e é anti-sionista.

Por exemplo, o bilionário judeu Zuckerberg — o do FaceBook — veio recentemente defender o socialismo globalista mediante o rendimento mínimo universal, ao mesmo tempo que criticou a política de Israel. Zuckerberg é claramente anti-sionista e globalista. O único judeu americano, religioso e sionista, que eu “conheço” é Ben Shapiro.

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