perspectivas

Terça-feira, 29 Maio 2018

Londres, Inglaterra. A polícia política prende por delito de opinião.

 

Uma mulher inglesa, que passava pelo Speakers Corner (Hyde Park) em Londres, chamou a polícia porque os Maomerdas estavam a berrar pelo Alá no Speakers Corner (o que vai contra a lei: não é permitido por lei a realização de cerimónias religiosas no Speakers Corner).

No dia seguinte, logo de manhã, foi presa em sua casa pela polícia política inglesa pelo simples facto de ter apresentado queixa contra os Maomerdas.

 

Anúncios

Terça-feira, 3 Abril 2018

Mutilação genital feminina : não se deixem enganar pelos Maomerdas

 

Encontrei no Twitter um Maomerdas que publicou a imagem abaixo (clique para ampliar), que faz a apologia pseudo-científica da excisão feminina.

fmg-web

Dado que — em todos os países da União Europeia — a excisão feminina (vulgo “mutilação genital feminina”, ou corte do clitóris) é proibida por lei, fiz uma denúncia à administração do Twitter, no sentido de se proceder à remoção da imagem. A resposta do Twitter foi a de que “a imagem faz parte da liberdade de expressão religiosa islâmica”, e portanto não iria retirá-la da publicação.

Porém, quando (há já alguns meses) eu publiquei no Twitter imagens de fetos humanos e denunciei o aborto, a administração do Twitter apagou a minha publicação, invocando que “a liberdade religiosa não me permitia a publicação de tais imagens”. Ou seja, o Twitter, o FaceBook e o YouTube têm dois pesos e duas medidas: umas aplicam-se aos cristãos, e outras, diferentes, aplicam-se aos Maomerdas.

A extracção do clitóris reduz drasticamente o prazer sexual feminino, e por isso é que os Maomerdas a praticam — porque, segundo a cultura islâmica, a redução do prazer sexual feminino reduz o risco de infidelidade conjugal ou adultério da mulher.


Quando eu fiz a denúncia pública daquela imagem no Twitter, um Maomerdas respondeu-me:

“There is no decree for circumcision in the Quran and it is cultural and any benefits claimed are dubious at best.” (não existe qualquer decreto relacionado com a excisão feminina no Alcorão).

E o mesmo Maomerdas publicou esta outra imagem (clique para ampliar).

fmg is not islamic web


Uma das características permanentes dos Maomerdas é a prática recorrente da Taqiyya  (a dissimulação e a mentira).

De facto é verdade que o Alcorão não decreta a excisão feminina, mas o Islamismo não se baseia apenas no Alcorão: baseia-se também nos Hadith e na Sira.

E nos Hadith está bem patente o decreto da excisão feminina, nomeadamente no Hadith de al-Bukhaari (5889) e no Hadith 257 de Abu Hurayrah, entre muitos outros Hadiths (ver lista de alguns Hadiths que impõem a mutilação genital feminina na cultura antropológica islâmica).

Portanto, não é verdade que “o Islão não impõe a mutilação genital feminina” ! Absolutamente falso, porque os Hadith fazem parte da doutrina islâmica, juntamente com o Corão e a Sira. Não se deixem enganar pelos Maomerdas.

Sexta-feira, 23 Março 2018

O politicamente correcto diz que “Jesus era gay”; ¿e se fosse o “Alá Gay”?

 

É normal que a Esquerda radical e o grupo LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] diga que “Jesus era gay”, invocando a liberdade de expressão. E os cristãos engolem em seco (que remédio!). ¿E se fosse o “Alá Gay”?

A canadiana Lauren Southern armou uma tenda em uma rua da cidade inglesa de Luton com um cartaz “Alá é gay”. Resultado: a polícia inglesa mandou retirar o cartaz com ameaça de prisão. Mas se fossem cristãos a reclamar o “Jesus é gay”, no pasa nada, hombre!

Sexta-feira, 16 Março 2018

Os cães actuam em matilha

 

marcelo-plastic-man-webVi este artigo no pasquim Diário de Notícias de hoje: A primeira comunidade islâmica a "repovoar" a Península Ibérica; e, no referido pasquim e também hoje, a opinião da retardada Joana Petiz: Aceitar as diferenças.

Achei estranho… ¿Por quê hoje, a publicação dos dois artigos?!

A resposta à minha interrogação veio com este outro artigo de hoje no site da RTP: “Marcelo garante que Portugal está preparado para receber mais refugiados”.

Os cães malditos atacam em matilha.

É claro que os “refugiados” que o Marcello quer trazer para Portugal são muçulmanos oriundos de todo o lado, excepto da Síria.

Vamos ter mais excisão feminina, mais inferiorização cultural da mulher, mais burkas, mais mesquitas pagas pelo Estado, tudo isto em nome do “progresso” da Esquerda.

Marcelo Rebelo de Sousa é o presidente da Esquerda. Não se esqueçam disso quando votarem a próxima vez.

Sábado, 3 Março 2018

A Suécia dos esquerdistas e das feministas

Sexta-feira, 1 Dezembro 2017

A estupidez de Theresa May

 

Não me convencem, as mulheres na política (salvo honrosas excepções). Lamento constatar este facto.


Donald Trump cancelou a sua visita a Londres:

“A planned “working visit” to the United Kingdom by U.S. President Donald Trump has been cancelled following Prime Minister Theresa May’s decision to publicly upbraid him over Twitter retweets.

The prime minister said the president was “wrong” to share videos purporting to show Muslims committing acts of violence while on a visit to the Middle East, where she is attempting to curry favour with local dictators.”

She’s Blown It! POTUS Cancels UK Visit After PM May Grovels to EU, Whines Over Trump Tweets


Donald Trump retuitou três vídeos de crítica ao terrorismo islâmico, publicados por uma militante do partido Britain First, considerado de “extrema-direita”.

Vemos aqui um vídeo de Paul Joseph Watson, que é um jovem conservador que critica o partido Britain First. O vídeo foi censurado pelo YouTube, pelo que é necessário clicar em “proceed” para se poder vê-lo.

Paul Joseph Watson diz o óbvio: quando a censura política entrou no dia-a-dia dos ingleses, as pessoas comuns têm medo e calam qualquer crítica ao terrorismo islâmico. E, por isso, o espaço de crítica ao terrorismo passou a ser monopólio da chamada “extrema-direita”, ou seja, do partido Britain First.

Vemos aqui outro vídeo, desta vez de Pat Condell, que era até há pouco tempo um votante no partido Labour — era de Esquerda, mas deixou de o ser. O sistema político inglês (mas não só) está a criar uma resistência que fará implodir o politicamente correcto. É uma questão de tempo.

 

Domingo, 19 Novembro 2017

A filha-da-putice do Leopildo do Diário de Notícias

 

O Leopoldo, no Diário de Notícias, faz-nos aqui um apelo pungente em relação aos islâmicos Rohingya. Mas jamais veremos o Leopildo fazer qualquer referência, por exemplo, em relação aos cristãos do Oriente Médio; ou em relação aos hindus que os Rohingya massacraram sistematicamente.

¿E por quê? Porque o Leonardo é um filho-de-puta: já nasceu assim e nada há a fazer, é um caso perdido.

Sábado, 7 Outubro 2017

A União Europeia e a imigração islâmica

 

ue-imigra-web

Sexta-feira, 11 Agosto 2017

A Esquerda das ‘micro-agressões’ e da moral do genocídio dos brancos

 

shapiraPor dia são publicados 500 milhões de tweets (Twitter), e um judeu que vive na Alemanha e que dá pelo nome de Shahak Shapira, conseguiu a proeza de descobrir 450 tweets contendo aquilo a que subjectivamente chamou de “mensagens de ódio”.

Ou seja, em 500 milhões de tweets diários, o judeu descobriu 450 “mensagens de ódio” subjectivas, e resolveu protestar em frente dos escritórios da empresa Twitter na cidade de Hamburgo.

O Diário de Notícias (o jornaleco do Leopildo Leonardo Leopoldo), como não poderia deixar de ser, publicou uma longa notícia sobre este assunto.

Entretanto, consegui descobrir a página do judeu no Twitter; ele apresenta-se como tendo um pénis normal — o que é sempre uma boa forma de se apresentar ao público em geral, porque sendo o pénis normal, não implica qualquer micro-agressão, embora não saibamos o que, em termos de pénis, significa “ser normal”.

Seria impensável que o Diário de Notícias (o jornaleco do Leopildo Leonardo Leopoldo) publicasse, por exemplo, a notícia de um professor islâmico em uma universidade da Califórnia, que publicamente afirmou que “se justifica moralmente um genocídio da raça branca”.

Ou seja, as “mensagens de ódio” ditas “racistas” só são más se não vierem da Esquerda ou dos aliados da Esquerda — como é o caso do Islão.


Vivemos em um tempo muito perigoso de aliança entre a Esquerda radical, o Islão, e os me®dia, em que o totalitarismo é veiculado na comunicação social como sendo um sistema político virtuoso, e quem se opõe a este estado de coisas é diabolizado ou ignorado pelas elites e  pela comunicação social.

genocide-white-people-web

Domingo, 2 Julho 2017

Para quem não leu o Alcorão: clérigo muçulmano explica como tratar a população de países europeus ocupados pela imigração em massa

 

Domingo, 25 Junho 2017

A Alemanha de Merkel transforma-se em uma espécie de Cuba islâmica

 

Angela-Merkel-crazy-WEBA repressão de Angela Merkel em relação à liberdade de expressão é medonha, digna de um regime ditatorial. E é esta Alemanha que pretende guiar a União Europeia.

O regime de Angela Merkel — apoiado pela União Europeia — está a enviar cidadãos alemães para a prisão por simples delito de opinião. E são estes estupores europeístas que criticam Donald Trump.

A simples crítica ao Islamismo é considerada pelo regime de Angela Merkel como “crime de ódio” e passível de prisão preventiva.

Nos últimos dias, o regime ditatorial alemão fez buscas em 36 casas e prendeu outras tantas pessoas por terem feito críticas ao Islamismo no FaceBook. A mera crítica ideológica ao Islamismo é considerada pelo regime europeísta de Angela Merkel como sendo de “extrema-direita” e “crime de ódio”.

Sábado, 3 Junho 2017

A Inquisição serviu muito menos o interesse da religião católica do que os interesses das elites políticas imperiais europeias

 

“A religião católica HOJE, não mata”escreve-se aqui:

“Sabemos que na Bíblia há de facto passagens violentas sob forma de parábolas, lendas, histórias e narrativas, que a Inquisição matou cerca de 3 mil de pessoas, mas houve ao longo dos séculos uma evolução na sua doutrina, adaptada aos tempos. Sim, há muito ainda por fazer, mas muito também já foi feito. A religião católica HOJE, não mata”.

islam-evolution-webPor vezes confunde-se “Inquisição”, por um lado, com aquilo a que os ingleses estupidamente chamariam “Inquisição espanhola”. A Inquisição foi um fenómeno mais alargado e teve início real em finais do século XII.

Quando o rei francês Luís VII chacinou 60.000 cidadãos cátaros e albigenses, fê-lo em nome da religião católica: mas foi mais um acto político no interesse do rei, e não propriamente um acto em prol da religião (até porque os albigenses eram cristãos gnósticos).

Quando o rei Filipe, o Belo, rei de França, exterminou os templários e a sua Ordem muito rica (que em Portugal passou a chamar-se Ordem de Cristo), fê-lo em nome da religião católica, mas a verdade é que o acto do extermínio dos templários beneficiou financeiramente, apenas e só, a coroa francesa (o império).

Quando o rei Luiz XIV de França perseguiu e chacinou os Huguenotes (Édito de Nantes), em que milhares tiveram que fugir para a Holanda, para a Suíça e para a Inglaterra (onde ajudaram a formar a maçonaria especulativa), o rei francês invocou o interesse da religião católica, mas a verdade é que o interesse era puramente político (até porque os Huguenotes também eram cristãos, embora de influência calvinista).

Em suma, foi muito mais a política que matou em nome da religião católica, e foi muito menos o Vaticano que mandou matar. Mesmo as cruzadas foram respostas — foram guerras defensivas — aos avanços militares dos maomerdanos.

No caso do Islamismo, a coisa é diferente. Política e religião, no Islão, é a mesma coisa; fazem parte do mesmo pacote ideológico que vem determinado no Alcorão, nos Hadith e na Sira (a vida do profeta Maomerdas).

Por isso é que o islamismo é uma ideologia política totalitária — como é por exemplo o marxismo-leninismo, ou o culto religioso imanente do Aquecimento Global Antropogénico —, e como tal deve ser tratado.

Página seguinte »

Site no WordPress.com.