perspectivas

Quarta-feira, 23 Junho 2021

Perguntem a um médico!: tomar no cu faz mal à saúde !

Bem sei que está na moda, tomar no cu; mas nem tudo o que está na moda faz bem à saúde.

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Se um indivíduo é adulto e quer tomar no cu, o problema é dele: já é maior e vacinado, e toma onde quer. Mas as crianças têm que ser protegidas da aberro-sexualidade e dos pedófilos.

Senão, vejamos os factos e os números (fonte):

  • os homossexuais representam cerca de 2% da população total;
  • são responsáveis por cerca de 33% dos actos sexuais pedófilos;
  • 23% das crianças com “duas mães” (lésbicas) foram sexualmente abusadas;
  • 67% dos doentes com SIDA são homossexuais;
  • Em média, um homossexual tem cerca de 1000 parceiros sexuais durante a sua vida;
  • 78% dos homossexuais têm DST (doenças sexualmente transmissíveis);
  • 33% dos homossexuais adultos admitem ter tido relações sexuais com menores de idade;
  • 47% das pessoas LGBTQPBBQ+ foram violadas sexualmente por um adulto durante as suas infâncias.

Portanto, aconselho o João Cotrim de Figueiredo, que já é adulto, a ir tomar no cu — para, a seguir, poder contribuir para sobrecarregar o Serviço Nacional de Saúde que ele tanto repudia.

Meus caros: tomar no cu é um problema grave de saúde pública (perguntem a um médico!), e contribui activamente para uma séria crise cultural e civilizacional.

Quinta-feira, 3 Junho 2021

Junho, o mês do orgulho gay

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Segunda-feira, 7 Setembro 2020

O Bloco de Esquerda quer proibir as pessoas de pensar

Já vi, várias vezes, paneleiros em linha a afirmar que, segundo a lei portuguesa, “a homofobia é crime”; e invocam o artigo 240 do Código Penal.

A intenção da paneleiragem é a de inibir a livre opinião de quem não vê com bons olhos o acto de tomar no cu.

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O que a lei diz é que é ilegal incentivar a violência, ou apelar publicamente à violência, contra um ou vários indivíduos apanascados . Porém, no referido artigo aparece o conceito ambíguo de “discriminação”: ¿O que é “discriminação”?

A ambiguidade da lei consiste na ideia segundo a qual a “discriminação” pode decorrer do simples acto de pensar: o simples facto de eu pensar que “não gosto de rotos”, pode ser (alegadamente, e segundo o esquerdalho que fez esta lei) considerado como um acto de “discriminação”.

Ou seja: começa a ser proibido pensar.

Terça-feira, 30 Junho 2020

A “Libertação Gay”

Sábado, 6 Junho 2020

O bloquista Miguel Vale Napeida e a agenda política sodomita em Portugal

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O ex-deputado do Bloco de Esquerda e gayzista, Miguel Vale Napeida, revelou aos me®dia que “a sociedade portuguesa é mais aberta do que há 10 anos, quando adoptou a lei que permitiu o casamento homossexual, mas há ainda ‘muita gente no armário’.

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A verdade é que sociedade portuguesa tornou-se indiferente em relação à agenda política do Miguel Vale Napeida e dos seus apaniguados gayzistas.

Miguel Vale Napeida webA  tolerância moderna é realmente uma tirania. É uma tirania porque é um silêncio (G. K. Chesterton). Ora, é este silêncio em relação à tirania politicamente correcta a que assistimos hoje em Portugal.

Não há nenhuma “interiorização” em relação à agenda política do Miguel Vale Napeida: há sim uma indiferença que se traduz num silêncio em relação a uma tirania.

Naturalmente que a próxima etapa da agenda política gayzista é a destruição total da família, tal como preconiza o Miguel Vale Napeida:

«“Coisas tão simples como um casal andar de mãos dadas ou beijar-se. Essa repressão interior que as pessoas ainda fazem, tem muito a ver com alguma demora na mudança das relações familiares, dos sistemas educativos, termos uma sociedade onde as pessoas, em geral, não são muito autónomas ou demoram muito a ficar autónomas e dependem muito da família, não só financeiramente, mas em termos afectivos. Dependem muito das redes sociais em que estão, dos favores, das influências”, sublinhou Miguel Vale Napeida».

Segundo o Miguel Vale Napeida, os laços familiares, e a dependência afectiva dos indivíduos em relação à família, devem ser eliminados por decreto-lei, em nome dos interesses da comunidade LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros].

Quinta-feira, 28 Maio 2020

Päivi Räsänen, vítima da polícia política dos panões

Filed under: Al Gayeda,gaystapo,Gayzismo,Ingaysição,Salafismo Gay — O. Braga @ 9:24 pm

Um determinado comportamento individual não pode ser colocado na mesma categoria de uma determinada característica genética individual.

Por exemplo, o comportamento de um “roto” não pode ser comparado (ou colocados na mesma categoria) com a cor da pele de um negro.

Comparar um negro, por um lado, com um “abafador de palhinhas”, por outro lado, é insultuoso para o negro. A esmagadora maioria dos negros são bons pais de família.

Até hoje não há qualquer confirmação científica que demonstre que o comportamento de um “arrombado” é geneticamente transmitido. Não há tal coisa como um “gene guei”. Segundo a lógica darwinista, a transmissão genética do “apanascamento” é improvável: seria contra-natura — e contraditório em relação a teoria de Darwin — que o comportamento “invertido” se impusesse na selecção natural — embora haja uma teoria que diz que é possível transmitir geracionalmente a “viadagem” através da epigenética.


Paivi-Rasanen-webPäivi Räsänen é uma deputada ao parlamento finlandês pelo Partido Democrata-cristão finlandês, é médica e foi Ministra da Administração Interna da Finlândia entre 2011 e 2015.
Päivi Räsänen é cristã luterana. O marido de Päivi Räsänen é um pastor luterano, doutorado em teologia.

Em 2004, Päivi Räsänen escreveu um artigo que explicava (na opinião dela) a posição do cristianismo — e da Bíblia — em relação à ética sexual. Desde então, a polícia política finlandesa, coordenada pelo lóbi político guei, não a tem deixado em paz.

O ensaio de 2004 de Päivi Räsänen tem como título “Male and Female He Created Them: Homosexual relations challenge the Christian concept of humanity.”

A 2 de Março de 2020, Päivi Räsänen foi (mais uma vez) interrogada pela polícia política gayzista; o interrogatório durou cinco horas e meia. Ela já tinha sido interrogada e investigada pela polícia política gayzista no Outono de 2019 (interrogada durante quatro horas seguidas!), sendo que, naquela ocasião, a polícia política não conseguiu vislumbrar qualquer crime da parte de Päivi Räsänen.

Apesar de ter sido ilibada em 2019, o sistema político controlado pelos “panisgas” (à semelhança e imagem dos nazis) voltou a abrir um processo de investigação contra Päivi Räsänen, invocando novos dados de incriminação. Segundo Päivi Räsänen, ela será sujeita a — pelo menos — mais dois interrogatórios por parte da polícia política da “viadagem”, que poderão levar a um processo judicial por delito de opinião.

As ditas investigações “gayzistas” incluem a participação dela em um programa de televisão, durante o qual a Päivi Räsänen falou sobre a Bíblia, sobre Jesus Cristo, e sobre os conceitos cristãos de “pecado” e “graça”; e também um programa de rádio em que ela foi entrevistada sob o tema “¿O que Jesus Cristo pensaria acerca do movimento político guei?”. Ambas as entrevistas voltaram a ser (em 2020) alvo de investigação por parte da polícia política controlada pelos “rabolhos”.

Só em 2019, Päivi Räsänen foi sujeita a quatro interrogatórios policiais sob o pretexto de “discurso de ódio”.

Quem disser publicamente que “não concorda em tomar no cu”, incorre em “discurso de ódio”.

Isto significa que, para não incorrermos em “discurso de ódio”, temos todos que dizer que “gostamos de tomar no cu” — porque, de outro modo, a polícia política dos “rabolhos” abre um processo de investigação criminal. Somos todos obrigados (pela polícia política “rabeta”) a gostar de “tomar no cu”.

Não é possível discordar em relação ao comportamento dos “panilas”.

Segundo a Päivi Räsänen, esta perseguição política tem como finalidade “restringir a liberdade de expressão e de religião”, e é uma tendência de sinificação dos países da Europa. Trata-se de uma tentativa de instalação de um novo tipo de fascismo a nível europeu (União Europeia).


“O simples facto de existir um interrogatório policial acerca das minhas opiniões é uma ameaça às liberdades de expressão e de religião, funcionando como um meio de intimidação política.”
→ Päivi Räsänen

O caso de Päivi Räsänen é preocupante; mas, um dia destes, a conspiração “boiola” vira-se contra os conspiradores; e depois, os “arrombados” irão chorar baba e ranho, e berrar que “a Rússia de Putin e a Hungria de Orbán são fassistas!”.

Sábado, 28 Setembro 2019

Os paneleiros promovem a legalização da pedofilia

Filed under: Al Gayeda,gaystapo,Gayzismo,Ingaysição,Salafismo Gay — O. Braga @ 11:57 am

Terça-feira, 25 Junho 2019

O “orgulho gay” no Canadá (pobres crianças …!)

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Quarta-feira, 10 Abril 2019

Cuidado com o queijo !

Quinta-feira, 16 Novembro 2017

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Quarta-feira, 21 Junho 2017

A maior ameaça aos direitos humanos na Europa vem do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos"

 

Quando se trata de de defender os privilégios dos paneleiros, os artigos do Observador não são assinados. Ninguém sabe quem os escreve: escondem-se no anonimato.

gay-indoctrination-webO caso “Bayev contra a Rússia” do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" escuda-se por detrás da liberdade de expressão. Mas a liberdade de expressão tem limites, por exemplo, no que diz respeito à educação das crianças.

Por exemplo, fazer propaganda pornográfica nas escolas não faz parte do direito à “liberdade de expressão”.

¿O que é que o Observador nos pretende propositadamente esconder?

A resposta é dada pelo próprio acórdão do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" :

1/ em 3 de Abril de 2006, o parlamento [russo] adoptou a Lei de Protecção da Moralidade Infantil que proibia actividades públicas que tenham em vista, nomeadamente, a promoção cultural da homossexualidade junto das crianças.

2/ no dia 30 de Março de 2009, o senhor Bayev promoveu uma demonstração pública em frente a uma escola, exibindo duas faixas, uma delas tinha escrito “A homossexualidade é normal”, e outra faixa que tinha escrito “Tenho orgulho em ser homossexual”.


Ou seja, a lei a que me refiro no ponto 1 não proíbe a livre expressão dos paneleiros e da ideologia panasca em geral; a tal lei apenas proíbe a promoção cultural do apanascamento nas crianças.

Ainda assim, o paneleiro em questão fez questão de exercer “o seu direito à liberdade de expressão” através da promoção cultural do apanascamento em frente a uma escola — o que significa que, para ele, não estava de facto em causa a liberdade de expressão entendida em si mesma, mas antes o que estava em causa era a tentativa dele de tentar influenciar as crianças em relação à ideologia panasca.


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O artigo 78 do acórdão do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" diz o seguinte:

“(…) The [Russian] Government were unable to provide any explanation of the mechanism by which a minor could be enticed into “[a] homosexual lifestyle”, let alone science-based evidence that one’s sexual orientation or identity is susceptible to change under external influence. The Court therefore dismisses these allegations as lacking any evidentiary basis.”

Ou seja, o Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" diz que a propaganda paneleira junto das crianças não altera a “orientação sexual ou identidade sexual”. Mas, se isso é verdade, ficamos sem saber por que razão os invertidos fazem propaganda da ideologia apanascada nas escolas.

E mais: a ideia apanascada segundo a qual “o apanascamento é de origem genética” não tem qualquer base científica; mas o que o Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos", no fundo, vem dizer é que a ciência é uma merda.

A maior ameaça aos direitos humanos na Europa vem do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos".


Sábado, 27 Maio 2017

A Isabel Moreira ainda não percebeu que ela foi um aborto que nasceu

 

Os pais dela preferiram que ela nascesse, por desígnio de Deus, para que tivéssemos um exemplo de uma vida improfícua e infrutífera.

Os abortos nascidos, como é o caso da Isabel Moreira, não se reproduzem, por imposição da selecção natural; e, por isso, é com perplexidade que leio num texto dela a defesa de um “tempo novo”, quando sabemos que se a humanidade fosse toda como ela é, não haveria “tempo novo” porque a sociedade se extinguiria.

Como diz a cantiga dos Rolling Stones: “Time is on my  side… Yes it is! ”

O “tempo novo” está ao lado daqueles que se reproduzem naturalmente, por mais engenharias sociais totalitárias que os abortos vivos que nos governam nos tentem impôr coercivamente — porque é sabido que quando a elite se afasta da verdade da tradição e da Natureza, não encontra a liberdade: em vez disso, adopta uma moda, e as modas passam rapidamente de moda. A Isabel Moreira faz parte de uma moda de um tempo em que abortos nascidos chegaram ao Poder.

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